Mensagens
Subliminares na Moda de 2018 X Vesteterapia
Desde
quando comecei a escrever sobre Vesteterapia, a terapia através das roupas, nas
redes sociais várias pessoas me mandaram mensagens pedindo para que eu comentasse
sobre a relação da moda de 2018 com a Vesteterapia.
Por
isto, hoje decidi escrever sobre as mensagens subliminares na moda deste ano,
onde se sobressaem a estampa de unicórnio e a gola chocker.
Desde
2017, uma estampa que vem aparecendo, pouco a pouco nas roupas é a figura
mítica e mística do unicórnio. Isto não é à toa. Pois este animal, ao mesmo
tempo, que representa a virgindade, também, remete aos direitos LGBT que vem
ganhando força a cada dia.
O
chifre do unicórnio seria uma antena que recebe mensagens do Poder Superior. O
ser humano busca cada vez mais desenvolver sua intuição através do terceiro
olho que, no caso, seria o chifre do unicórnio.
Outro
traje que está despontando na moda de crianças e adolescentes é uma blusa, com
estampa de unicórnio, acompanha de uma saia, ou, shorts com as cores do
arco-íris. Reza a lenda que se um unicórnio der um coice em uma pedra, um
arco-íris sairá dela provando que por mais dura que uma criatura seja, ela possui
um colorido em seu interior. Também desponta, na moda, a tiara com chifre, de unicórnio,
enfeitada com flores.
O conjunto
da saia, com as cores do arco-íris, junto com a tiara de flores faz referência
à Lenda da Cigana do Unicórnio do Amor, onde Virgínia, a cigana, vestia uma
saia rodada colorida e a fada deste conto tinha um tutu de bailarina, com as
cores do arco-íris junto com uma tiara de chifre de unicórnio acompanhada de
flores na cabeça.
Outro
detalhe que está na moda desde o ano passado e vai brilhar até o final deste
ano é a gola chocker.
A blusa com gola
chocker, que é uma camiseta justa com uma espécie de coleira costurada junto a
ela.
Esta peça fez sucesso na década de 60 com as estrelas de filmes de Hollywood e com as cantoras da Jovem Guarda. Depois estilistas tentaram relançar este modelo de blusa em 1986, mas não tiveram sucesso.
Porém a origem da gola chocker tem mais de 3000 anos antes de Cristo e, segundo a lenda, foi criada pela deusa da Castidade da Mesopotâmia.
Diz o mito que naquela região havia uma deusa virgem, que não aceitava pretendente nenhum. Num dia de inverno, ela brigou e gritou em voz alta com a deusa Istar, que retirou a voz da donzela. A moça ficou chateada, dormiu e teve uma visão de uma espécie de anjo que lhe ensinou a fazer uma peça de roupa para curar sua garganta. No dia seguinte, esta jovem pegou seu tear de costura e fez um vestido grudado com uma espécie de coleira cobrindo o meio da sua garganta. Após três dias, vestindo esta roupa, sua voz voltou. Deste jeito, ela costurou várias peças do mesmo modelo. Mais tarde Marduk, o chefe dos deuses nomeou esta donzela como deusa da castidade, virgindade, Poesia e Literatura.
A gola chocker acompanhada de um decote “V” significava o lado escuro, mas necessário, de toda a mulher. Este símbolo também significa o Sagrado Feminino.
Já a gola chocker junto com um decote em forma de meia-lua representava o sorriso e a alegria.
Mais tarde, na Mesopotâmia, surgiu uma escritora e poetisa chamada Enheduana, que dizia conversar com a deusa da Poesia e da Castidade. Ela foi princesa e sacerdotisa, sem falar que foi uma das primeiras escritoras a fazer poemas considerados feministas. Além disto, esta poetisa lutou pela alfabetização das meninas naquela região. Por ter visões com a deusa da virgindade, a escritora passou a se vestir como esta entidade com seus vestidos de gola chocker.
Durante o Brasil-Colônia, muitas escravas eram vendidas com correntes grossas no pescoço e isto fazia com que elas ficassem com marcas horríveis. Então, nas senzalas, elas adaptaram roupas que disfarçassem estas marcas e passaram usar a gola chocker cobrindo o pescoço.
Esta peça fez sucesso na década de 60 com as estrelas de filmes de Hollywood e com as cantoras da Jovem Guarda. Depois estilistas tentaram relançar este modelo de blusa em 1986, mas não tiveram sucesso.
Porém a origem da gola chocker tem mais de 3000 anos antes de Cristo e, segundo a lenda, foi criada pela deusa da Castidade da Mesopotâmia.
Diz o mito que naquela região havia uma deusa virgem, que não aceitava pretendente nenhum. Num dia de inverno, ela brigou e gritou em voz alta com a deusa Istar, que retirou a voz da donzela. A moça ficou chateada, dormiu e teve uma visão de uma espécie de anjo que lhe ensinou a fazer uma peça de roupa para curar sua garganta. No dia seguinte, esta jovem pegou seu tear de costura e fez um vestido grudado com uma espécie de coleira cobrindo o meio da sua garganta. Após três dias, vestindo esta roupa, sua voz voltou. Deste jeito, ela costurou várias peças do mesmo modelo. Mais tarde Marduk, o chefe dos deuses nomeou esta donzela como deusa da castidade, virgindade, Poesia e Literatura.
A gola chocker acompanhada de um decote “V” significava o lado escuro, mas necessário, de toda a mulher. Este símbolo também significa o Sagrado Feminino.
Já a gola chocker junto com um decote em forma de meia-lua representava o sorriso e a alegria.
Mais tarde, na Mesopotâmia, surgiu uma escritora e poetisa chamada Enheduana, que dizia conversar com a deusa da Poesia e da Castidade. Ela foi princesa e sacerdotisa, sem falar que foi uma das primeiras escritoras a fazer poemas considerados feministas. Além disto, esta poetisa lutou pela alfabetização das meninas naquela região. Por ter visões com a deusa da virgindade, a escritora passou a se vestir como esta entidade com seus vestidos de gola chocker.
Durante o Brasil-Colônia, muitas escravas eram vendidas com correntes grossas no pescoço e isto fazia com que elas ficassem com marcas horríveis. Então, nas senzalas, elas adaptaram roupas que disfarçassem estas marcas e passaram usar a gola chocker cobrindo o pescoço.
Já para o inverno deste ano, os casacos com estampas xadrez
estarão a todo o vapor. O xadrez significa coragem e a força dos quatro
elementos: água, ar, terra e fogo.
Luciana do Rocio Mallon
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