domingo, 20 de janeiro de 2019

Minha Trajetória Com a Dança


Minha Trajetória Com a Dança
Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, escrevi o livro Lendas Curitibanas e sou a nova focalizadora de Danças das Divas de Cinema e de Novelas no Centro Cultural Gabriela Valentina.
Escrevi este texto para contar sobre a minha trajetória no universo da Dança e para que minhas futuras alunas tenham conhecimento sobre minha formação.
Quando eu era criança tinha medo das aulas de Educação Física porque me achava desajeitada e descoordenada. Além de possuir uma coluna estranha. Mas gostava de ver os clipes e novelas com danças na TV. Por isto ficava em frente ao aparelho e imitava as artistas.
Infelizmente na época da minha infância não tinha academia de balé perto de minha casa e sem falar que este tipo de aula, nos anos 80, era muito cara.
Eu cresci, e no começo dos anos 90 fiz Magistério, curso para formação de professora primária na época. Lá havia aulas de como dançar com as crianças. Mesmo assim continuei me achando desajeitada.
Depois fiz faculdade de Letras, onde logo apareceram seminários e apresentações de trabalhos onde as alunas deveriam dançar para interpretar algumas personagens da Literatura. Deste jeito, encarei o desafio.
No final dos anos 90, fui trabalhar no comércio, onde em algumas lojas as funcionárias precisavam chamar a atenção dos clientes vestidas de personagens famosas. Neste percurso fiz alguns cursos rápidos de danças de personagens com professoras como Cláudia Oliveira e Kika Silva.
Em 2006 decidi resolver meus problemas de coordenação motora de uma forma séria e procurei uma fisioterapeuta, que me indicou aulas de Dança Cigana ou Flamenca. Naquele mesmo ano fiz aulas de Flamenco com a professora Cristiane Macedo no SESC do Centro de Curitiba. Depois de 2009 até 2017 fiz aulas de Dança Cigana com a professora Cecília na academia da Carmem. Neste mesmo período participei de Workshops, em outros lugares também com professoras como: Conchita da Dança Circular e Maria de Danças de Personagens, por exemplos. Já, ano passado, fiz aulas de Dança Cigana Oriental com a professora Carina.
Durante o período de 2014 até hoje realizo uma “performance” voluntária chamada: Lendas, Repentes e Danças, onde conto lendas, faço poemas na hora com as palavras que as pessoas pedem, danço e dou dicas de passos em escolas infantis, asilos, eventos como saraus e lançamentos de livros.
A Dança melhorou minha postura, me auxiliou na percepção espacial e consertou boa parte da minha coordenação motora que estava deficiente. Sem falar que foi excelente para a manutenção da minha forma física. Além disto, cada acessório tem lendas e uma magia especial de manipular com o corpo. Aprendi a dançar com: leque, pandeiro, lenço, xale, cesto e fan véu e descobri que cada objeto possui um causo diferente na História da Humanidade. Então estes detalhes enriqueceram a minha pesquisa como escritora de Lendas e praticante de Vesteterapia, terapia através das roupas.
Aprendi que é possível interpretar letras de músicas e poemas enquanto são lidos através do balé e seus acessórios. Esta descoberta só me enriqueceu como poeta.
Se você tiver a curiosidade de me ver dançar pela Internet, basta entrar na página chamada Lendas e Poesias da Tia Lu no Facebook, ou então pesquisar no Youtube pela expressão: “Luciana do Rocio Mallon dança”, que vários vídeos aparecerão.
Agora, tenho a oportunidade de passar meus conhecimentos para outras mulheres.
Venha fazer aulas comigo:
Local: Centro Cultural Gabriela Valentina. Rua XV de Novembro, número 266. Nono Andar. Centro. Edifício Loureiro, ao lado de Omar Calçados. Centro. Curitiba – Paraná. Com Raquel.
Informações pelo telefone e whats: 9965 12567.
Mensalidades a partir de 50 reais.
Por favor, leve o seguinte material: saia rodada, leque, lenço grande e carteira de identidade.
Luciana do Rocio Mallon








Nunca Use Detergentes nas Cores Amarela, Transparente e Vermelha


Nunca Use Detergentes nas Cores Amarela, Transparente e Vermelha
Neste texto falarei um pouco sobre segurança na cozinha principalmente para quem tem idosos em casa.
Nunca use detergentes nas cores: amarela, transparente e vermelha. Pois já vi idoso que, ao cozinhar macarrão, colocou detergente amarelo ao invés de óleo na panela. Assim quando percebeu, foi obrigado a jogar comida fora. Isto aconteceu porque a pessoa confundiu a cor amarela do detergente com a cor do óleo, que também é de um tom muito parecido de amarelo.
Após este acontecimento, conheci casos semelhantes. Soube da anciã que colocou detergente transparente na verdura por engano. Pois pensou que se tratava de vinagre. A confusão também aconteceu por causa da semelhança entre as cores porque os dois produtos são transparentes.
Também chegou aos meus ouvidos o caso da senhora que estava cozinhando e colocou detergente vermelho no molho porque confundiu com “kat-chup”. Pois os dois produtos possuem embalagem vermelha.
Por isto aconselho você a comprar detergente somente nas cores verde e roxo para evitar problemas. Pois acidentes acontecem não só com anciãos e sim com pessoas de todas as idades também.
Luciana do Rocio Mallon




Sou a Favor das Campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira


Sou a Favor das Campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira
Um mês atrás uma notícia chocou o país:
“ – Mulher de treze anos foi morta por marido de dezessete, ela morava na casa da sogra.”
Logo tomei um susto e me perguntei:
- Mulher de treze anos?
No mesmo segundo, cheguei à seguinte conclusão:
- Não existe adulta com treze anos. Pois com esta idade a pessoa ainda é uma menina, praticamente, uma criança. Aliás, lugar de menor é estudando e não cuidando de marido.
Infelizmente, este tipo de notícia aumenta a cada dia devido a fatores como: sexualização precoce e falta de preparo dos pais num mundo tão globalizado.
Hoje, aumentou o número de mães que permitem que seus filhos levem os namorados para dormir, à noite, em casa. Pois elas têm a visão errônea de que dentro das residências eles estarão seguros. Mas se esquecem que a maioria dos crimes passionais acontecem dentro dos lares. Pois, cresceu o número de crimes onde o namorado assassina a parceira dentro das residências dos pais dela, onde geralmente o namoro liberal é permitido. Outro problema é que muitos destes pais, que permitem que seus filhos tenham relacionamentos sem censuras, não levam suas filhas aos ginecologistas logo que elas menstruam. Aliás, muitos nem sequer conversam sobre gravidez precoce e Aids, apenas abrem as portas de casa para a liberdade. Sem falar que um adolescente sexualizado perde fases do seu crescimento corporal, cognitivo e espiritual. Pois passa da infância para a fase adulta num piscar de olhos.
Nos anos 90, conheci uma diretora de escola que permitia que sua filha, na época com doze anos, usasse pílula anticoncepcional para transar com o namorado. Até hoje isto me choca.
Vendo estas cenas, chego à conclusão de que não é à toa que as pessoas se apavoram quando digo que nunca tive relações sexuais com 44 anos de idade. Pois os valores estão trocados.
Pelos fatores citados acima é que sou a favor das campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira. Isto não é uma questão de moralismo e sim de saúde pública.
Luciana do Rocio Mallon









sábado, 19 de janeiro de 2019

Casa à Deriva No Meio do Mar


Casa à Deriva no Meio do Mar
Era uma vez uma humilde casa
Que sonhava em ter uma asa
Para voar com uma gaivota
Ao som de uma suave gavota!

Na verdade, ela queria ser um navio
Para flutuar no mar ou no rio
Esta casa queria ser uma canoa
Enfrentando uma onda boa

Um dia a ressaca levou esta casa sonhadora
Na hora da nota mais alta da sereia cantora
Para o meio do oceano azul-turquesa
Ela se sentiu uma canoa com certeza

Porém as pessoas com os espíritos repletos de enlaces
Falaram que a pobre virou uma casa de muitas faces
Uma casa em frente ao oceano, uma residência ao lado do mar
Um lar onde ninguém chora, pois já tem água em todo o lugar

Mas durou pouco esta casa no meio do oceano
Pois ela foi destruída pelo próprio ser humano
Que um dia ela chamou de: “meu amo”.
Luciana do Rocio Mallon



Novidade: Aulas de Danças das Divas de Cinema e Novela Em Curitiba

Aulas de Danças das Divas de Cinema e Novela Em Curitiba
Local: Centro Cultural Gabriela Valentina. Rua XV de Novembro, número 266. Nono Andar. Centro. Curitiba – Paraná. Falar com Raquel.
Coreografias de personagens para festas: Frozen, Branca de Neve, A Pequena Sereia, Novela Explode Coração, Camponesas Medievais, Novela O Clone, Titanic, Cinderela, A Bela e a Fera, etc. 
Data: A partir de fevereiro de 2019.
Preço: Mensalidade a partir de 50 reais. 
Para crianças, moças e senhoras.
Não é necessário ter experiência em dança.
Trazer material: leque, lenço grande, saia rodada e carteira de identidade.
Telefone: 9965 12567
Foto tirada por: Siomara Reis Teixeira
Imagem da coreografia da música, The Lady in Red, do filme A Dama de Vermelho e da novela Sassaricando, tema de Trancinha, personagem de Cláudia Raia .
Modelo: Luciana do Rocio Mallon, autora do livro Lendas Curitibanas.


Aulas de Danças das Divas de Cinema e Novela em Curitiba



Aulas de Danças das Divas de Cinema e Novela Em Curitiba
Coreografias para festas temáticas como: Frozen, Cinderella, Branca de Neve, Novela Explode Coração, Novela Deus Salve o Rei, Alice no País das Maravilhas, A Bela e a Fera, etc.
Local: Centro Cultural Gabriela Valentina. Rua XV de Novembro, número 266. Nono Andar. Centro. Curitiba – Paraná. Falar com Raquel.
Data: A partir de fevereiro de 2019.
Preço: Mensalidade a partir de 50 reais. 
Para crianças, moças e senhoras.
Não é necessário ter experiência em dança.
Trazer material: leque, lenço grande, saia rodada e carteira de identidade.
Telefone: 9965 12567
Modelo da foto: Luciana do Rocio Mallon, autora do livro Lendas Curitibanas.
Foto tirada por: Marli 


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Não Tire a Rua do Artista de Rua


Não Tire a Rua do Artista de Rua
Por favor, não tire a rua do artista de rua
Porque o Sol precisa de sua amada Lua!
O artista ameniza os carros e seu barulho
Sua música é um mar num só mergulho!

Ele encanta os turistas que chegam ao Centro
Com a sua humildade em forma de talento!
Sua arte é o adubo para a raiz da Rua das Flores
Porque ele ameniza, no trabalhador, suas dores

A estátua se mexe em cada moeda brilhante
Que no céu, se transforma em estrela cintilante
A Emília que dança e vende bonecas
Conta segredos às meninas sapecas

A banda musical tira a poluição com sua melodia
Porque artista de rua é a mais pura poesia
As ruas centrais precisam de mais artistas assim
Pois, com eles, a calçada de “petit-pavé” vira tapete carmim
Não tire a rua dos artistas de rua porque isto será o fim

A constituição garante a liberdade de expressão de verdade
O artista de rua é a ponte mais mágica para a felicidade.
Luciana do Rocio Mallon