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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Vesteterapia X O Direito da Criança Escolher as Próprias Roupas

Vesteterapia X O Direito das Crianças Escolherem as Próprias Roupas
Dias atrás, um crime chocou o mundo:
Duas moças, que adotaram um menino, assassinaram o pobre porque ele não queria vestir roupas consideradas femininas.
Também outras barbaridades semelhantes já ocorreram anos atrás, onde pais mataram garotos que queriam experimentar vestes consideradas delicadas demais.
Conforme a Vesteterapia, terapia através das roupas, as crianças a partir dos três anos de idade precisam participar das escolhas do próprio vestuário.
Pois os menores escolhem peças relacionadas com suas personalidades e estados de espíritos. Por isto, os pais precisam ficar atentos a isto.
Trabalhei durante muitos anos, em lojas de roupas, e já vi mãe negando peças com estampas de personagens, da moda, simplesmente por reprovar as atitudes do desenho da TV. Neste caso, os responsáveis devem pesquisar sobre determinado personagem para saber quais são as  influências de seus arquétipos. Eles devem conversar sobre os desenhos da moda com outros pais de crianças. Além disto, a mãe precisa perguntar aos menores o porquê eles gostam tanto de determinado desenho animado.  Se for o caso, ela pode consultar uma psicóloga infantil sobre isto.
No caso da roupa que a criança escolheu estar fora do orçamento da família, cabe aos pais explicar ao menor sobre problemas financeiros e suas limitações.
Quando eu tinha cinco anos, gostava da Dorothy do Mágico de Oz. Então ganhei um vestido xadrez parecido com a da personagem. Assim quando saía para algum passeio fazia questão de usar a peça.
Porém quando completei onze anos, minha mãe insistia em me vestir com vestidos cheios de: laços, babados e bordados. Mas passei a recusar estas peças porque já estava adolescente e aqueles vestidos eram muito infantis.  Assim queria vestir calça jeans com camisetas de bandas, fato que resultou em muitos conflitos familiares.
Os pais precisam se desvincular de certos preconceitos. Pois não há nada de errado em um menino vestir uma camiseta rosa e uma garota escolher um tênis azul. Eu, por exemplo, aos cinco anos gostava de vestir, às escondidas, as fardas do meu pai. Porém nem por isto virei lésbica, fato que também não teria problema nenhum.
Mas, se a escola exigir uniforme, os responsáveis precisam vestir os pequenos com o agasalho padrão deste colégio. Pois o uniforme é necessário nas escolas para evitar competição e bullying. Os pais e professores precisam explicar isto às crianças.
Porém os pequenos tem o direito de escolher as próprias roupas para os momentos informais.
Luciana do Rocio Mallon














sábado, 27 de abril de 2019

Parem de Exigir Domínio de Turma do Professor


Parem de exigir domínio de turma do professor!
Pois boas maneiras e respeito devem ser ensinados às crianças, em casa, pela família.
Professor não é domador de leões e nem encantador de cobras. Pois sala de aula não é um circo sádico. O educador é um profissional que merece consideração.
Neste mês de abril, um mestre foi esfaqueado, em sala de aula, por um aluno no Paraná. É o quinto caso de agressão grave só, em 2019, no mesmo estado. A agressão não aconteceu por falta de pulso do professor e sim pela índole violenta do estudante.
Luciana do Rocio Mallon


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A Importância das Danças de Personagens Favoritas nas Festas Infantis


A Importância das Danças de Personagens Favoritas nas Festas Infantis
Nos últimos anos, explodiu a moda dos eventos temáticos com personagens do cinema. As festas de aniversário embarcaram nesta onda. Assim o momento do clímax  acontece quando o aniversariante chega vestido como sua personagem favorita. Por isto, a criança fica com vontade de interagir como se fosse a própria princesa ou herói predileto.
Muitas famílias contratam animadores de festas infantis que tem a obrigação de dançar a música da personagem. Mas nem todos os pais têm condições financeiras para isto e nem todo o “recreacionista” é de confiança.
Neste tipo de comemoração é normal que o aniversariante, que está com o figurino de sua personagem, sentir vontade de dançar igual ao desenho animado. Porém muitas vezes a criança se sente desconfortável por não ter uma coreografia que lhe agrade. Apesar de inúmeras performances no Youtube.
Quando a criança baila a coreografia de sua personagem predileta ela se sente realizada e feliz. Pois nunca se esquecerá deste momento.
Até para os adultos, que curtem a prática do Cosplay, dançar fantasiado traz uma sensação de alegria.
Sou Luciana do Rocio Mallon, autora do livro Lendas Curitibanas e trabalho com o método interacionista de danças de personagens. Nesta técnica já trago a coreografia pronta que pode ser mudada com a aluna através de seus gostos. Mais informações sobre as aulas:
Local: Centro Cultural Gabriela Valentina. Rua XV de Novembro, número 266. Nono Andar. Centro. Edifício Loureiro, ao lado da loja Omar Calçados. Curitiba – PR. Falar com Raquel.
Mensalidade: a partir de 50 reais.
Telefone: 9965 12567.
Trazer material: leque, lenço grande, saia rodada e carteira de identidade.
Luciana do Rocio Mallon





domingo, 6 de janeiro de 2019

Saiba o Que Há Por Trás das Crianças Vestidas de Marinheiros


Saiba o Que Há Por Trás das Crianças Vestidas de Marinheiros
Depois da polêmica frase de uma ministra na semana passada:
“- Meninas vestem rosa e meninos vestem azul!”
Muitas pessoas discutiram sobre o assunto nas redes sociais. Assim cheguei à conclusão de que criança fica bonita em qualquer tipo de roupa nas cores mais variadas possíveis.
Como já citei em outros textos desta página, da Idade Antiga até o final do século dezenove, os bebês, de qualquer gênero, usavam um vestido, de cor clara, porque este tipo de roupa facilitava a troca de fraldas.
Porém um hábito que fez sucesso no final do século dezenove até os anos 70 foram fotos de meninas e meninos vestidos de marinheiros. Estes retratos são maravilhosos e possuem um ar de mistério.
Assim resolvi pesquisar a origem deste tipo de fotografia e descobri que suas raízes são muito velhas. Na época das Grécia Antiga e Roma Antiga, tinham os navegadores que trabalhavam no mar. Então era comum desenharem retratos de crianças vestidas com roupas de navegadores, já que naquele tempo ainda não existiam aparelhos fotográficos. Diz o mito que os adultos faziam isto para proteger os pequenos da fúria do deus Poseidon ou Netuno se um dia se aproximassem do mar. O tempo passou e na Idade Média, apareceu o hábito de pintar os pequenos vestidos de marinheiro. Porém só as famílias ricas tinham este privilégio.
Quando remexi nas fotos antigas dos meus parentes, vi retratos de menores com roupas de marinheiros. Em 1979, tiraram uma fotografia minha onde eu estava vestida com um avental de marinheiro. Hoje, em 2019, ao passar em frente às lojas de trajes infantis, notei que existem roupas com a Marinha como tema.
Ás vezes os hábitos da moda refletem tradições antigas.
Luciana do Rocio Mallon




domingo, 2 de setembro de 2018

Zé Gotinha e Suas Fantasias Assustadoras


Realmente, é complicado ser criança no Brasil. Pois aqui o mascote da campanha da vacinação, Zé Gotinha, assusta mais do que a própria vacina. Há postos onde ele se parece com um fantasma e outros onde ele veste o figurino de um torturador da Ku Klux Klan. Se fosse na quaresma, ele seria confundindo com o guardião do fogaréu da procissão de Sexta-Feira Santa.
Curioso mesmo é o vídeo onde o Zé Gotinha dança com os bailarinos do grupo, Carreta Furacão, a música:
“- A minha gota dentro da boca dela
Salva a vida sem paralisia e febre amarela. “
Bem, eu pensava que a vacina contra a febre amarela fosse com uma seringa especial. Mas a da paralisia infantil, eu sei que é com vacina de gota.
Ano passado, um homem roubou uma fantasia de Zé Gotinha e começou a assaltar as pessoas na rua com uma arma de brinquedo.
Este país é assustador. Por isto, é preciso vacinar todo mundo.
Luciana do Rocio Mallon







domingo, 19 de agosto de 2018

A Lenda da Criança Arco-Íris e Sua Relação Com o Sagrado Feminino


A Lenda da Criança Arco-Íris e Sua Relação com o Sagrado Feminino
Nos últimos dias, recebi muitas mensagens como:
- Tia Lu, o que é uma criança arco-íris?
- Como é a relação entre um bebê arco-íris com o Sagrado Feminino?
Bem, minhas respostas são estas:
Os bebês arco-íris são aqueles que, geralmente, nascem nove meses depois de alguma tragédia familiar que pode ser: a perda de um ente muito estimado num acidente ou assassinato e aborto espontâneo ou não. Estes nenéns vêm para colorir a vida cinzenta de quem está triste na tempestade e por isto são chamados de arco-íris. Eles mostram as suas mães sobre a importância do Sagrado Feminino. Pois estas mulheres quando ficam grávidas, de bebês arco-íris, sentem uma luz espiritual muito grande. Se uma destas mães, já provocou aborto proposital, a alma do bebê que estava destinado a ela, volta com o poder mágico do arco-íris numa futura gravidez desejada. Há um relato assim:
Uma jovem fez aborto, numa clínica em 2004, mas em 2005 casou, engravidou e teve um bebê. Ela nunca comentou sobre o aborto passado para sua filha. Em 2012, a moça estava brincando com sua filha em casa. Quando, de repente, a menina abriu o armário, apontou um vestido e disse:
- Mãe, você estava usando este vestido preto quando mandou me destruírem dentro da sua barriga. Mas não tem problema porque eu sempre entendi sua situação.
Naquele instante, a mulher caiu em prantos. Pois ela, realmente, tinha usado aquela roupa quando abortou o neném.
Após este incidente, esta moça passou a notar que sua criança adivinhava alguns fatos do nada. Assim resolveu levar a menina para uma terapeuta com experiência em Esoterismo. Deste jeito, através de terapias como regressão, foi constatado que se tratava de uma criança arco-íris.
Estas criaturas são intuitivas e iluminadas porque não recorrem à violência mesmo que ela seja necessária. Suas melhores qualidades são: tolerância, paciência e capacidade de pacificação.
As crianças arco-íris fazem parte da terceira geração das crianças das estrelas, que são seres que vieram mostrar um novo jeito de empregar a Espiritualidade do sobrenatural dentro deste mundo tão materialista.
As pessoas índigos, categoria a qual pertenço, são rebeldes na infância e são atraídas por modelos antigos de civilização.  Na infância sofrem bullying por não se adequar o sistema. Sem falar que tem um karma muito pesado, mas que leva à Espiritualidade através do estudo e da descoberta. Uma criatura índigo também possui o dom de se comunicar com espíritos através de sonhos noturnos. Esta consciência, de respeitar as minorias, foi criada por pessoas índigos. Pois elas sofreram na adolescência por seus comportamentos diferenciados e desejam mostrar ao mundo que todos devem ser tratados de forma gentil.
Já, as crianças cristais são felizes e bem-humoradas. Pois não têm tantos conflitos quanto os índigos. Geralmente estes bebês são filhos dos índigos que se relacionaram entre si por força do destino. Elas operam uma frequência alta que não requer comunicação verbal. Por isto muitas delas começam a falar mais tarde, aos dois anos de idade, por exemplo.
Porém os seres arco-íris não são influenciados por energias negativas. Possuem dom de cura e são extremamente calmos.
Luciana do Rocio Mallon