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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Hoje, Tomei Vacina Contra a Gripe e o Posto de Saúde Estava Bem Organizado


Hoje, Tomei Vacina Contra a Gripe e o Posto de Saúde Estava Bem Organizado
Hoje, dia 3 de junho, a vacina da gripe foi liberada para todas as idades na maioria das cidades do Brasil.
Então, à tarde, fui tomar a minha dose no posto de saúde do bairro, Cajuru, aqui em Curitiba.
Entrando lá, vi que tudo estava bem organizado. Pois a recepcionista deu uma senha especial para a vacinação, que estava acontecendo na edícula ao lado.
Também ao chegar, um detalhe, que me chamou a atenção foi uma caixa com envelopes de preservativos. Mas existiam tanto camisinhas masculinas quanto femininas. Isto é sinal de que os postos de saúde, além da preocupação do combate ao vírus da Aids, eles estão cada vez mais ao lado das mulheres. Pois antes, só havia preservativos masculinos, para distribuição, e eles não ficavam tanto à vista. Aliás, ofertar preservativos femininos é um grande passo contra o machismo.
Voltando ao assunto principal, tomei a vacina e ela não doeu porque senti só uma picadinha. Levei documentos como: rg, cpf e carteira de vacinação. Porém, apenas foi pedido o nome e um número de telefone.
Mas se você ainda pretende se vacinar contra a gripe, sugiro que leve os seguintes documentos: rg, cpf, carteira de vacinação e comprovante de residência.
Algumas pessoas estranharam que a seringa deste ano veio maior. Porém, isto é normal e não há nada a temer.
Também aconselho que apesar do frio, a pessoa compareça vestida com uma camiseta de manga curta embaixo do casaco. Pois a vacina é no ombro e vestir camiseta curta só facilita a atividade.
Esta foi a minha experiência sobre vacinação, contra a gripe, em 2019. Se você quiser compartilhar a sua, escreva abaixo nos comentários.
Luciana do Rocio Mallon


domingo, 2 de setembro de 2018

Livros Polêmicos X Zé Gotinha com Formato Fálico


Livros Polêmicos X Zé Gotinha com Formato Fálico
Eu vejo pessoas reclamando dos livros Enquanto o Sono Não Vem de José Mauro Brandt e da obra Aparelho Sexual e Cia da Companhia das Letras.
O segundo livro me deu um pouco de medo quando um candidato colocou o dedo no orifício de um boneco, desta obra, no Youtube. Na minha infância, nos anos 80, havia umas bonecas de papel, que eu comprava nas bancas, e que vinham com orifícios. Porém tinha pena de colocar os dedos nestes buracos por medo que as bonecas se machucassem. Por isto, depois passei a produzir meus próprios brinquedos de papel.
Já o livro, Enquanto o Sono Não Vem, de José Mauro Brandt não tem nada de mais. A obra foi criticada porque uma princesa morre por não se entregar a um parente. Pessoas ignorantes afirmaram que o conto faz apologia à pedofilia. Porém o que acontece é exatamente o contrário. Inclusive, na Literatura de Domínio Popular há uma lenda chamada, Pele de Asno, onde a princesa se fantasia de burrinha para não ser estuprada pelo padrasto. Na Igreja Católica existe a Santa Maria Goretti, uma garota de doze anos que lutou contra o estuprador e disse:
- É melhor morrer do que pecar!
Mulheres mais velhas me contaram estas histórias durante minha infância e eu gostava de ouvir estes contos. Pois, de alguma forma, eles ajudam a combater o abuso sexual.
Agora, assustador mesmo é o Zé Gotinha.
Quando eu era pequena tinha medo dele porque este mascote possuía formato fálico. Esta personagem é de mau gosto, pois parece um bilau ambulante. Mas disto ninguém reclama. Deve ser culpa do patriarcado que coloca o bilau no pedestal.
Luciana do Rocio Mallon






Zé Gotinha e Suas Fantasias Assustadoras


Realmente, é complicado ser criança no Brasil. Pois aqui o mascote da campanha da vacinação, Zé Gotinha, assusta mais do que a própria vacina. Há postos onde ele se parece com um fantasma e outros onde ele veste o figurino de um torturador da Ku Klux Klan. Se fosse na quaresma, ele seria confundindo com o guardião do fogaréu da procissão de Sexta-Feira Santa.
Curioso mesmo é o vídeo onde o Zé Gotinha dança com os bailarinos do grupo, Carreta Furacão, a música:
“- A minha gota dentro da boca dela
Salva a vida sem paralisia e febre amarela. “
Bem, eu pensava que a vacina contra a febre amarela fosse com uma seringa especial. Mas a da paralisia infantil, eu sei que é com vacina de gota.
Ano passado, um homem roubou uma fantasia de Zé Gotinha e começou a assaltar as pessoas na rua com uma arma de brinquedo.
Este país é assustador. Por isto, é preciso vacinar todo mundo.
Luciana do Rocio Mallon