quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Lendas do Cemitério dos Palhanos em Araucária

 

Lendas do Cemitério dos Palhanos em Araucária

 

O cemitério dos Palhanos em Araucária tem muitas lendas urbanas, leremos algumas delas abaixo:

1 – Fantasma da Moça de Branco:

No final do século dezoito a família Palhano, de descendentes de portugueses, fundou uma fazenda onde hoje faz parte da região rural de Araucária, cidade da região Metropolitana de Curitiba.

Como existiam muitas pessoas nesse sítio, o fundador criou um cemitério próprio na região, já que isso era permitido na época.

Reza a lenda que, nessa família, existia uma jovem muito religiosa que realizava orações para curar as pessoas. Ela costumava fazer rezas no cemitério da fazenda. Um dia, a moça estava orando no campo-santo, quando surgiu um homem que tentou coisas que não devia com essa jovem, não conseguiu e acabou “desvivendo” a donzela com um objeto cortante. Então ela foi enterrada, com vestido branco, naquele local e a partir daquele dia, pessoas passaram a ver uma moça de branco vagando pelo cemitério.

2 – Lenda do Fantasma de Duas Dançarinas - uma Polonesa e outra Ucraniana:

No final do século dezenove, com o fim da escravidão, alguns ex escravos foram embora da fazenda. Assim, perto daquele local, surgiram imigrantes ucranianos e poloneses. Alguns foram trabalhar na fazenda e outros estabeleceram comunidades em terras próximas.

Desse jeito, eles passaram a sepultar seus entes no cemitério dos Palhanos.

Perto desse sítio existiam duas meninas que eram muito amigas e gostavam de dançar com seus trajes típicos, uma era ucraniana com cabelos loiros e se chamava Lyuba, já a outra era polonesa com cabelos ruivos e se chamava Anna. Elas gostavam de brincar e dançar com seus trajes típicos no cemitério. Numa tarde de verão, elas foram tomar banho no rio da fazenda. Mas um ciclone chegou sem avisar e no meio da confusão as duas morreram afogadas. Pescadores da região encontraram os corpos sem vida e as meninas foram enterradas no cemitério dos Palhanos. Porém, a partir daquele dia, os fantasmas das duas começaram a aparecer dançando, com seus trajes típicos, nesse campo-santo e também seus espíritos passaram a convidar crianças da região para brincar no cemitério.

No começo do século vinte, aconteceram conflitos na Europa entre ucranianos e poloneses, por isso eles deixaram de sepultar juntos parentes no Cemitério dos Palhanos e montaram seus próprios cemitérios.

Porém, pessoas falaram que já viram os fantasmas das meninas e da moça de branco da família Palhano perto desse cemitério abandonado.

Nos anos 90, meu primo costumava acampar em lugares curiosos com seus amigos. Então ele acampou perto desse campo-santo, fotografou as frases em escrita cirílica e em polonês antigo que existem nesses túmulos abandonados. Assim, esse moço me emprestou as fotos e levei para a professora, Elena Godoy, do curso de Letras da UFPR, traduzir. Ela confirmou que realmente duas meninas foram sepultadas juntas nesse cemitério no século dezenove e que pelas escrituras uma se chamava Lyuba e a outra Anna.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendasurbanas

#lendasdearaucaria

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Minha Resposta aos Comentários Infundados Sobre Vesteterapia

 

Minha Resposta aos Comentários Infundados Sobre Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou especialista em Vesteterapia, estudo milenar do comportamento através das roupas. Ontem recebi a seguinte mensagem de uma seguidora:

“- Num grupo de vendas, após o post de uma colega onde havia um texto seu fazendo uma propaganda de loja de fantasias, um membro falou que Vesteterapia e Psicologia da Moda não existem, além de vomitar que esses conteúdos são bobagens místicas, esoterismo de butique, após isso atacou sua aparência física e o meme da sua música chamada Não Quero Fazer Demonização Facial, como você reage a estas críticas?”

Para começar, a Psicologia da Moda e Vesteterapia existem e não há argumentos contra isso.

Bem, pelo que percebi, o indivíduo em questão segue o Materialismo Radical que nega qualquer tipo de espiritualidade e ele também não tem o conhecimento necessário em História Antiga, pois arqueólogos e historiadores afirmam que a Vesteterapia, surgiu há mais de 2000 anos antes de Cristo entre as mulheres na Grécia Antiga. Pois elas observavam as relações entre comportamento e roupa.

A primeira vez que escutei o termo, Vesteterapia, foi em 1993 no curso de Letras da Universidade Federal do Paraná, na aula de Literatura Grega, da professora Maria Cominos.

A segunda vez que ouvi a palavra, Vesteterapia, foi em 1994, na mesma universidade, na aula de Língua Portuguesa, do professor Antônio Sandmman sobre Neologismo.

Assim, os dois professores explicaram que a Vesteterapia é o estudo místico do comportamento das pessoas através das roupas. Então como amo Moda, logo passei a estudar tudo o que é relativo ao assunto e logo depois comecei a trabalhar como vendedora de loja de roupas, onde observei que realmente as roupas tem o poder de influenciar o comportamento das pessoas.

Após tudo isso, tive contato com a pesquisadora, Regina Bostulim, que me ensinou muito conteúdo sobre o assunto.

A diferença entre a Psicologia da Moda e a Vesteterapia, é que essa última é mais voltada para o esoterismo e existem casas espiritualistas que prestam atendimento gratuito com essa técnica.

Aqui, deixo bem claro que nunca ganhei dinheiro com Vesteterapia porque meu trabalho com essa prática mística é totalmente voluntário. Mas para a pessoa aproveitar essa prática, ela precisa gostar de Misticismo.

Com relação às críticas sobre minha aparência física, isso revela muito o caráter de quem fez os comentários preconceituosos.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Significado da Jaqueta Colorida, da Trend dos Anos 80, na Vesteterapia

 

Significado da Jaqueta Colorida, da Trend dos Anos 80, na Vesteterapia

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Ontem recebi a seguinte mensagem:

- Qual é o significado na Vesteterapia daquela jaqueta colorida da trend dos anos 80?

Minha resposta está abaixo:

- O estilo, da jaqueta dos anos 80, que aparece na Trend é geralmente de um formato corta-vento, feito de nylon ou poliéster leve, com o seguinte bloco de cores com desenhos geométricos: pink, verde, anil e roxo.

A mulher que escolhe esse tipo de jaqueta está aberta para aprender coisas novas, sem preconceitos. Pois está disponível para lutar pelos seus sonhos, mas sem perder a alegria e a força de vontade. O fato dela escolher uma roupa em formato corta-vento, é sinal que ela está disponível e preparada para enfrentar os furacões da vida. As cores pink, verde, anil e roxo numa peça de roupa só, ou seja na mesma jaqueta, significam a busca do conhecimento na mistura de possibilidades variadas e sem preconceito. Observe os significados de cada cor dessa roupa:

Pink: mistura de delicadeza com ousadia.

Verde: natureza com esperança.

Anil: busca do céu, do divino com fé.

Roxo: capacidade de transformar o mal em bem, a verdadeira transmutação.

Todas essas cores numa peça só formam uma energia poderosa.

E você?

Já teve uma jaqueta assim?

Luciana do Rocio Mallon

#jaquetaanos80

#trendanos80


terça-feira, 8 de setembro de 2026

A Lenda Sobrenatural do Setembro Amarelo

 

A Lenda Sobrenatural do Setembro Amarelo

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e pesquisadora de lendas.

Nesses últimos dias, recebi as seguintes perguntas:

- Existem relatos sobrenaturais sobre o Setembro Amarelo?

- Há alguma lenda espiritual sobre o Setembro Amarelo?

Minhas respostas abaixo:

- Sim, existem causos sobrenaturais sobre o Setembro Amarelo como o causo abaixo:

 Esse relato aconteceu com uma seguidora e para preservar a identidade dela chamarei a moça de Maria.

No começo dos anos 2000, Maria foi fazer intercâmbio nos Estados Unidos. Durante sua estadia, num chuvoso dia primeiro de setembro, ela estava voltando da faculdade, quando de repente foi atropelada por uma bicicleta e caiu. Naquele instante, parou um Mustang amarelo e o motorista se ofereceu para levar a moça ao hospital. Ela disse que não precisava, mas aceitou carona até em casa porque estava com muita dor. No dia seguinte, a família de onde a jovem estava hospedada, recebeu uma revista. Maria abriu e viu que tinha a foto do motorista solidário que prestou ajuda. Porém ela se chocou ao ler o que diziam alguns trechos, que traduzidos para a Língua Portuguesa de acordo com o politicamente correto, correspondem ao seguinte:

“O setembro amarelo é em homenagem ao Mike Emme, dono de um Mustang amarelo 68, que se desviveu em setembro de 1994.”

Depois do relato da minha amiga, pesquisei sobre o assunto e descobri que a real causa da Depressão de Mike Emme, infelizmente, era o bullying que ele recebia de algumas pessoas.

Luciana do Rocio Mallon

 #setembroamarelo