Participarei de um debate numa live, no canal do professor
resiliente, dia 4 de março, 8 da noite:
https://www.youtube.com/@ligadoconhecimento
Texto de Luciana do Rocio Mallon.
Participarei de um debate numa live, no canal do professor
resiliente, dia 4 de março, 8 da noite:
https://www.youtube.com/@ligadoconhecimento
Amigos, entrem no link abaixo e escrevam:
Queremos, Luciana do Rocio Mallon, autora do livro Lendas
Curitibanas:
https://www.instagram.com/reel/DUtbEyBgZBi/
Lenda do
Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais
O relato
abaixo é real, mas os nomes foram trocados para proteger as identidades dos
participantes.
Em 2025,
Tily era uma artista e comerciante autônoma que usava as redes sociais para
mostrar sua Arte e vender seus produtos.
Mas em
dezembro daquele mesmo ano, a moça teve suas redes sociais banidas sem nenhuma
razão plausível. Então toda a vez que ela tentava fazer um novo perfil, a
página caía minutos depois.
Naquela
mesma semana, ela sonhou com um rapaz moreno, em cima de uma moto, que estava
num local cheio de lama que disse:
- Ajudarei
você a voltar com suas redes. No momento, estou no Umbral. Mas quando eu morava
na Terra, fiz coisas erradas e agora estou pagando meus pecados. Porém ajudar
pessoas é uma das minhas missões para sair desse lugar.
No meio do
sonho ela acordou assustada, mas só tinha algo em sua cabeça:
Recuperar
seus perfis virtuais.
Assim ela
procurou especialistas em Tecnologia para ajudar a resolver esse problema. Um
dos profissionais aconselhou a artista comprar um chip novo e fazer novas redes
através dele.
Dessa
maneira ela comprou um chip novo, colocou no seu aparelho e baixou um dos
aplicativos de redes virtuais. No meio do cadastro, de repente, surgiu a foto
de um rapaz numa moto com o nome de Bryan Júnior.
Assim ela
pensou:
- Será que
fui hackeada?
Tily foi
correndo para a loja de um técnico em Informática e explicou sua situação.
Então ele respondeu:
- Você
comprou um chip reciclado, que já pertenceu a pessoa, que está numa moto, na
foto. Porém posso investigar, com mais detalhes, quem foi o dono do chip.
O técnico
pesquisou no mesmo instante e falou:
- Esse chip
pertenceu a um rapaz que morreu num confronto. Pelo rastreamento que fiz,
descobri que o apelido dele era Bryan Junior, mas o nome real era Marcelo
Augusto. Como ele já faleceu e não usa esse perfil desde 2017, posso
reaproveitar a página e fazer um perfil novo para você, já que ele não tem
nenhuma postagem e nem seguidores. Pois você é a nova dona do chip perante a
nota fiscal.
Assim o
profissional fez um novo perfil para Tily.
Depois de 50
dias, a artista teve suas redes antigas devolvidas pelas plataformas. Porém de
algo, a artista tem certeza:
O antigo dono do chip foi o rapaz que apareceu
no seu sonho.
Luciana do
Rocio Mallon
#lucianadorociomallon
#lendas
#lendasurbanas
#lenda
#lendaurbana
Na última
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, faleceu o escritor, músico e funcionário
público, Davi Cartes Alves, artista que conheço desde o final dos anos 90.
Naquela
época, a Biblioteca Pública do Paraná, tinha um mural em frente a uma escada,
onde autores poderiam expor seus textos datilografados. Então sempre que eu
passava por esse quadro lia os poemas de um autor chamado Davi Cartes Alves.
Numa dessas idas à biblioteca li um poema dele onde dizia que todas as pessoas
deveriam expor seus textos em murais. Naquele mesmo instante, tomei coragem e
decidi que enviaria meus textos para exposição naquele quadro. Assim a partir
daquele dia, passei a entregar poemas todas as semanas para o mural.
No ano de
2003, aconteceu um concurso de Poesia, do Colégio Expert, aberto para toda a
comunidade. Dessa maneira me inscrevi e um mês depois soube que meu texto foi
selecionado para uma coletânea com outros artistas premiados no mesmo concurso.
No dia do
evento, me sentei na plateia e a apresentadora pediu para que eu fizesse
repentes de improviso no palco e ao descer do palco, um moço me perguntou:
- Você é a
Luciana que sempre tem poemas no mural da biblioteca?
- Se for,
sou seu fã!
Então
respondi:
- Sim, sou
eu e passei a expor meus textos graças a um poema seu que li no quadro.
A partir
daquele dia, convidei Davi para participar de grupos de escritores.
Mas ele tinha
talentos a mais: voz e violão.
Então, Davi
me convidou para cantar junto com ele, nos eventos culturais, canções da dupla,
Sandy e Júnior, muito em voga na época. Isso durou até 2004, quando voltei a
trabalhar como balconista de loja. Depois a gente veio se encontrar, sem
querer, no curso de Inglês do SESC em 2006.
Sou muito
grata por essa amizade.
Assim, vá em
paz amigo!
É como diz
Santo Agostinho:
“A morte não
é nada, é apenas uma viagem.”
Portanto, aproveite
o céu dos artistas. Pois um dia, a gente se encontrará novamente.
Luciana do
Rocio Malon
Meus Perfis
Reais e Oficiais
Facebook:
https://www.facebook.com/lucianadorocio
https://www.facebook.com/lucianadorocio.mallon
https://www.facebook.com/luescritorabailarina
Instagram:
https://www.instagram.com/lucianamallon
https://www.instagram.com/lucianalendas
TikTok:
Lucianadorocio
Twitter/X:
Blog:
http://lulendasepoesias.blogspot.com/
Todos os
perfis acima são reais e oficiais. Se aparecer qualquer perfil que não estiver
acima, então é sinal que pode ser fake.
Atenciosamente,
Luciana do
Rocio Mallon
1 – Qual o nome da ONG e onde fica localizada?
A ONG se chama Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade (ABRATI)
e está localizada na Rua São Serapião, 953 – Vila Ré – São Paulo/SP.
2 – Como surgiu a ONG?
A ABRATI nasceu em 29 de janeiro de 2008, a partir da experiência do
fundador Álvaro Sena Filho, que percebeu a exclusão digital enfrentada por sua
mãe e por muitas pessoas idosas. Inicialmente, a instituição foi pensada para
apoiar crianças com Câncer, mas logo passou a focar na autonomia, saúde
integral e inclusão digital da pessoa idosa.
3 – Quais os serviços que a ONG presta para a comunidade?
Oferecemos aulas e atividades em tecnologia, atividade física, Arte e Cultura,
além de terapias e atendimentos na Sala Saúde e Bem-Estar. Também promovemos
eventos, bazares beneficentes e projetos sociais para a comunidade idosa.
4 – O que as vítimas de etarismo relatam?
Muitas relatam sentir exclusão, preconceito e dificuldades para se
inserir em ambientes sociais e profissionais, além de enfrentarem barreiras
para acesso a serviços e oportunidades.
5 – Quais são as soluções que a ONG apresenta para as vítimas de
etarismo?
Promovemos inclusão digital, atividades que valorizam a autonomia e a
saúde integral, além de campanhas de conscientização e espaços de acolhimento
para fortalecer a autoestima e o protagonismo da pessoa idosa.
6 – Por que existe etarismo?
O etarismo existe por preconceitos e estereótipos negativos associados à
idade, muitas vezes alimentados pela falta de informação e pelo medo do
envelhecimento.
7 – Como a sociedade pode combater o etarismo?
Com educação, valorização da diversidade etária, inclusão em todos os
espaços sociais e profissionais, e promovendo o respeito e a empatia com as
pessoas idosas.
8 – Como uma pessoa pode buscar ajuda em sua ONG?
Pode entrar em contato pelo telefone (11) 3535-0151.
Perguntas feitas por Luciana do Rocio Mallon
Fizeram um perfil fake de mim, é esse abaixo. Por favor, denunciem:
https://www.facebook.com/share/1CmViy2y9y/