Eu: - Você
também recebeu um alerta de Misantropia?
Amigo: - Não
conheço a rainha da beleza desse lugar chamado Tropia.
Luciana do
Rocio Mallon
Texto de Luciana do Rocio Mallon.
Eu: - Você
também recebeu um alerta de Misantropia?
Amigo: - Não
conheço a rainha da beleza desse lugar chamado Tropia.
Luciana do
Rocio Mallon
Descubra a
Frase Que Indica um Possível Agressor de Idosos
Estamos no
Junho Violeta, mês de combate à violência contra idosos.
Então como
eu escrevo sobre o assunto e participei de livros sobre Envelhescência, recebi
a seguinte pergunta de seguidores:
“- Tem
alguma frase que identifica um provável agressor de idosos?”
Minha
resposta abaixo:
- Para
responder a essa pergunta entrevistei psicólogas e trabalhadoras da área de
segurança. Assim elas me revelaram que existe uma frase, que todo os agressor
de envelhescentes costuma dizer para se defender. Aliás, vou até camuflar a
frase para que meu texto não seja barrado na Internet. A frase que identifica um
possível agressor de idosos é:
“- Can4lh4s
também envelhecem.”
Assim
sabemos que existem anciãos de todas as índoles porque nem todos foram ou são
bons. Porém é evidente que um idoso se torna frágil, com a idade, independente
da sua personalidade. Também temos consciência que alguns envelhescentes foram
narcisistas com parentes no passado, mas isso não justifica a violência. Por
exemplo: uma pessoa que foi criada por um adulto narcisista e que depois de
anos esse mesmo adulto envelhece com pouca saúde. Nesse caso, a vítima pode
colocar outra pessoa como cuidadora do idoso, para evitar constrangimentos, já
que a lei permite isso. Então não há como justificar a violência contra idosos.
A psicóloga,
Cida Silva, afirma:
“- Os agressores
de idosos dizem muito a frase: “Can4lh4s também envelhecem”, sempre quando
tentam justificar alguma violência que pode ser física, financeira ou moral. Mas
esse tipo de violência não tem justificativa. Portanto, os agressores precisam
de terapia urgente.”
Então, tomem
cuidado com quem usa a frase: “Can4lh4s também envelhecem.”
Luciana do
Rocio Mallon
Saiba a
Razão Pela Qual a Cor Violeta Foi Escolhida Para Representar o Mês do Combate à
Violência Contra o Idoso
Meu nome é
Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Literatura, Folclore e História. Hoje
falarei sobre uma curiosidade:
O Junho
Violeta, mês de conscientização da violência contra os idosos, surgiu em 2006
por sugestão da Organização das Nações Unidas.
Mas a escolha
da cor violeta tem uma explicação histórica que quase ninguém conhece.
Para os
antigos celtas a cor violeta representava a sabedoria dos antepassados. Então
quando alguém completa 60 anos de idade, se fosse homem ganhava um chapéu
violeta e se fosse mulher ganhava um lenço de cabelo violeta.
Pois numa
sociedade onde a maioria vivia só até os 30 anos, chegar aos 60 anos era
considerado algo divino. Então as pessoas eram obrigadas a praticar a
tolerância com os idosos. Aliás, a partir do momento em que os envelhecentes
colocavam o chapéu violeta, passavam a não ligar mais para os julgamentos da
sociedade.
A escritora,
Erma Bombeck, tem uma crônica chamada, Coloque o Chapéu Violeta, onde convida
os idosos a se libertarem de certas amarras da sociedade. Já os poetas, Mário
Quintana e Carlos Drummond de Andrade têm textos com temáticas semelhantes.
Para deixar
o Junho Violeta mais interessante, indico o livro, Plenitude na Envelhescência,
que você pode adquirir com Corina Ramos.
https://www.youtube.com/watch?v=MyzTL59UTpI
Luciana do
Rocio Mallon
#junhovioleta
#violeta
Projeto
Cultural do Curso
Introdução:
Nome do
Projeto:
Oficina de Danças da Curitiba de
Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século
Dezenove.
O projeto é constituído de aulas de
Danças, que surgiram em Curitiba, mas desapareceram com o tempo.
As aulas são para pessoas moradoras na
capital do Paraná ou Região Metropolitana.
Essa oficina é interessante a todos
que gostam de Cultura, mas o principal público-alvo é formado por: professores,
estudantes, folcloristas e artistas.
As aulas serão ministradas em locais
relacionados à Cultura como: escolas, universidades, bibliotecas, Ruas da
Cidadania, centros culturais, ginásios de esportes, etc.
1 – Identificação do Projeto Cultural:
Folclore, Dança, História, Literatura
e Comunicação.
– Título do Projeto Cultural:
Oficina de Danças da Curitiba de
Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século
Dezenove.
– Categoria:
Dança.
2 – Currículo do Proponente:
Nome: Luciana do Rocio Mallon
Localização: Curitiba – PR.
Whats: 41996512567
Formação: Letras Português com
Espanhol pela UFPR, Magistério pelo Colégio São José e Hospitalidade pelo CEP.
Cursos Complementares: Informática
Básica em diversas instituições; Técnicas de Vendas pelo SENAC; Auxiliar de
Escritório pelo SENAC; Telemarketing pelo SENAC; Inglês Básico em vários
lugares; Nova Reforma Ortográfica pelo SENAC; Flamenco pelo SESC; Dança Cigana
Artística em Carmen Romero Dança Flamenca; Salsa Lady / Zumba com Rose; Folclore
Paranaense com Regina Bostulim; Fandando Caiçara com Dona Mide, etc.
Atividades Artísticas: folclorista, repentista,
escritora, bailarina, coreógrafa, blogueira e redatora.
Experiências profissionais: vendedora,
balconista, redatora, influenciadora com Marketing Digital, focalizadora de
Vesteterapia – Terapia Através das Roupas, professora de Dança, Redação e
Literatura.
Tenho
um blog e uma página no Facebook onde falo de diversos assuntos, como: Literatura,
Moda e Variedades. Posso escrever uma crônica publicitária ou uma resenha, sem
cobrar nada, com seus produtos, caso me enviem gratuitamente. Já fiz resenhas e
textos para as empresas: Revista A Empreendedora, Portal das Manas, Eliel –
Marido de Aluguel – Montagem de Móveis / Consertos, Indian Lipo, Cosméticos
Curitiba, Centro Cultural Gabriela Valentina, Embelezze, Decor Arte –
Decorações Para Jardins, Salão de Beleza Vívani Spa,Dialogue Method, Cogumelos
Hopen, Redux Regatas Modeladoras, Barraquinha de Cachorro-Quente do Admilson,
Guihost, Touro Bandido Emagrecedor, Revista Bonijuris, Sucos Orenji, entre
outras.
Também escrevo redações sobre qualquer assunto
e causos de Literatura Fantástica que são lendas e contos de fantasias. Resgato
lendas passadas de geração em geração e também trabalho com causos misteriosos
atuais com uma pitada de fantasia.
Lojas onde trabalhei como balconista e
vendedora interna:
- Centerfones;
- Esa Básica Magazine;
- Marisa;
- Casa Dois Irmãos;
- Mundo da Moda e
- Primeira Linha.
Livros:
Sou autora dos livros Lendas
Curitibanas 1 no ano de 2013 com 20 contos e Lendas Curitibanas 2 no ano de
2019 com 40 contos. As duas obras falam de causos misteriosos da capital
Paranaense e personagens fantásticos como: Gato Kiko, A Loira Fantasma, A Noiva
do Belvedere, O Cavalo Babão, A Bailarina da Casa Hoffman, O Índio Tindiquera,
etc.
Porém escrevo lendas do mundo inteiro
nos blogs:
https://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=lupoetisa
http://lulendasepoesias.blogspot.com/
Também publiquei três contos de
Fantasia na antologia, As Herdeiras de Lilith, organizada por Marilena Wolf de
Mello Braga, em 2014. Lá há meus contos: Lenda da Cigana Malaguenha Salerosa,
Lenda da Cigana Sheilla e Lenda de Monica Granuzo.
http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=239
Além disto, participei da antologia
Lendas e Contos Populares do Paraná, em 2005, com os textos Lenda da Loira
Fantasma e Lenda da Grávida da Praça da Ucrânia:
https://docplayer.com.br/211821-Lendas-e-contos-populares-do-parana.html
Também ganhei o Prêmio SESC de
Literatura Infantil em 2017 e participei da antologia, do mesmo concurso, com o
conto O Dia Em Que as Lendas do Paraná Foram Sequestradas:
https://issuu.com/sescpr/docs/coletanea_de_contos_infantis_sesc
Participações em Outras Antologias:
Poetas
de Curitiba – 2001- Poema: A Chuva de Curitiba.
Ossos do Ofício - 2014 – O Dia Em Que Vesti
uma Camiseta do Che Guevara - Humor;
Túnel do Tempo – Crônicas Curitibanas- Ano:
2014. Conto: O Dia Em Que Dancei uma Valsa Com Gilda – Drama.
Outros Prêmios: Concurso de Poesia do
Colégio Expert em 2004 – Texto Premiado: Segredos da Alma de uma Poetisa.
Informações Complementares:
Também fui professora presencial de
Redação e Dança, de ritmos variados, no Centro Cultural Gabriela Valentina
desde janeiro de 2018 até novembro de 2022.
Vídeos com Danças e Declamações:
https://www.youtube.com/channel/UCiQyNpuhF4_RzTSTG6SbU6A
Entrevistas Para a Mídia:
Rede Globo:
Caça – Fantasma:
https://www.youtube.com/watch?v=SVRNVGLcH5w
Transamérica:
https://www.youtube.com/watch?v=Kapnrx2kc_k
Rede Mercosul:
https://www.youtube.com/watch?v=leN5bhJErFM
Tribuna:
https://www.youtube.com/watch?v=e4_qSNfJKU8
Instagram:
https://www.instagram.com/lucianamallon/
Entre 2022 até 2024 teve um programa
de lives virtuais, pelo Facebook da rádio web, Amor e Vida, chamado Cultura Com
Luciana do Rocio:
https://www.facebook.com/amorevidaradio
Contato:
Whats: 41996512567
3 . Portfólio do Proponente
http://lulendasepoesias.blogspot.com/
4. Mincurrículo da Equipe Técnica:
Luciana do Rocio Mallon: professora,
folclorista, escritora, contadora de histórias e focalizadora de Danças.
5. Resumo do Projeto Cultural:
Projeto: Oficina de Danças da Curitiba
de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o
Século Dezenove.
Objetivo: mostrar para a população que
Curitiba já teve suas danças tradicionais. Além disso, as pessoas terão
oportunidade de aprender os passos, com os acessórios adequados, para praticar
essas danças em suas comunidades.
A focalizadora irá a locais como: bibliotecas,
teatros, centros culturais, praças, escolas e universidades para ensinar a
população sobre as Danças da Curitiba de Antigamente.
6. Objetivos:
- Mostrar para a população que
Curitiba já teve suas danças tradicionais, que se perderam com o tempo, mas que
ainda podem ser resgatadas.
- Estimular a criatividade.
- Valorizar as danças dos antepassados
dos curitibanos.
- Não deixar que danças, de Curitiba
de antigamente, se percam com o tempo.
6. Específicos:
Através da História da cidade, gestos
e acessórios específicos, a focalizadora ensinará como se baila as danças da
Curitiba de antigamente.
7. Ações:
Pré-Produção:
Produção:
Pós-Produção:
8. Justificativa, Impactos e
Atendimento às Metas do Plano Municipal de Cultura:
Muitas pessoas dizem que Curitiba não
têm danças típicas. Mas isso é uma mentira. Pois historiadores e folcloristas
pesquisaram sobre o assunto e comprovaram que a capital do Paraná, teve danças
que nasceram aqui, como:
- Curitibano.
- Dança das Lavadeiras do Rio Atuba.
- Dança da Colheita do Pinhão.
- Dança da Quirera.
- Dança das Leiteiras do Bacacheri.
- Danças das Esposas dos Tropeiros.
9 – Metodologia:
A focalizadora dará aulas expositivas
falando sobre a História e os acessórios de cada Dança. Também terá a parte
prática com dinâmicas de grupos, como danças e rodas em equipes.
10 – Público-alvo:
Pessoas moradoras da cidade de
Curitiba, que tenham interesse por Folclore e Danças típicas que desapareceram,
de cinco anos de idade em diante.
11 – Locais de Realização do Projeto
Cultural:
Teatros, ginásios de esporte,
academias, centros culturais, bibliotecas, escolas, praças e Ruas da Cidadania.
12 – Capacidade de Promover
Acessibilidade:
Os locais escolhidos possuem rampas
para cadeirantes, lugares reservados para idosos e gestantes. Também terá uma
tradutora de libras. Além disso, os acessórios para as danças serão emprestados
para as pessoas.
13 – Contrapartida Social:
Resgatar parte do Folclore de Curitiba
que desapareceu com o tempo. Pois isso faz com que os moradores se sintam
valorizados como parte importante da comunidade. Pois já foi comprovado que em
locais onde há aulas culturais, a violência diminui.
14 – Divulgação / Marketing do Projeto
Cutural:
A propaganda da Oficina de Danças da
Curitiba de Antigamente - Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz
Até o Século Dezenove, será divulgada na Internet e através de cartazes em
lugares físicos como: teatros, academias, centros culturais, Ruas da
Cidadanias, escolas, universidades, bibliotecas e postos de saúde, pois dançar
faz bem ao corpo.
Moda Inverno
2026 e a Vesteterapia
Meu nome é
Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo
da personalidade através das roupas.
Ontem recebi
a seguinte pergunta:
- Quais são
as peças da Moda Inverno 2026 e os significados delas na Vesteterapia?
Minhas
respostas estão abaixo:
1 - Teddy
Coats Com Superfícies Felpudas: na Vesteterapia, os casacos felpudos, do lado
externo, dão uma sensação de fofura, ternura e acolhimento porque lembram ursos
de pelúcia. A pessoa que escolhe essa peça tem empatia, candura, gentileza e
está disponível para ajudar o próximo.
2 - Blazers
Estilo Terninhos Compridos e Largos: está na moda escolher blazers, com duas
numerações a mais que a sua, porém eles precisam ser longos quase virando
sobretudos. Para a Vesteterapia, quem veste esse tipo de roupa é uma pessoa
determinada, segura, insistente, desafiadora, teimosa, com personalidade forte
e que corre atrás dos seus sonhos.
3 - Macacão
Comprido Com Blusa Quente Por Baixo: a mulher que se veste assim é prática,
inteligente e consegue chamar a atenção sem querer.
4 - Jaquetas
Com Muito Volume: para a Vesteterapia, a pessoa que se veste assim sabe manter
segredos, se resguardar e consegue ocupar os espaços que conquista, por isso
merece confiança.
Luciana do
Rocio Mallon
#Vesteterapia
#ModaInverno2026
#Moda2026
Caminho da
Roça nas Festas Juninas
Meu nome é
Luciana do Rocio Mallon, sou escritora, professora de Literatura, Folclore e
Dança.
Então, nesse
começo de junho, recebi as seguintes perguntas:
- Como
surgiu o Caminho da Roça nas Festas Juninas?
- Caminho da
Roça é uma Dança Junina?
- Quem
colocou ao famoso Caminho da Roça nas Festas Juninas?
Minhas
resposta estão abaixo:
- Essas
questões levantam muitas polêmicas porque para muitos especialistas o, Caminho
da Roça, é um passo no meio da quadrilha e para outros é uma Dança Junina com
vivência histórica.
Para ter uma
visão geral é preciso estudar a História das Festas Juninas, que comentarei
abaixo.
Na Idade
Antiga, na Europa, muitas civilizações eram politeístas e adoravam deuses.
Então as festas de junho eram para saudar o solstício de Verão, pedir boas
colheitas aos deuses e homenagear os trabalhadores do campo. Mas, durante a
Idade Média, com a expansão da Igreja Católica houve um trabalho dos religiosos
para acabarem com os rituais pagãos. Assim a Igreja Católica retirou a
celebração do solstício de Verão que pedia boas colheitas aos deuses e colocou
as Festas Juninas em homenagem aos santos: São João, Santo Antônio, São Pedro e
São Paulo. Porém as homenagens aos camponeses, nessas comemorações,
permaneceram.
Na época do
descobrimento do Brasil, portugueses vieram até nosso país, trouxeram seus
costumes que se misturaram com as tradições dos indígenas, que já estavam aqui
e dos afrodescendentes que vieram da África.
Já, no
século dezenove, passou a ser comum europeus e os próprios brasileiros miscigenados
comprarem terras no Brasil, mas com suas casas um tanto distantes das suas
propriedades rurais onde trabalhavam ou tinham roças próprias. Assim com o
objetivo de proteção, eles caminhavam em grupos, por meio de filas e
encontravam adversidades como: cobras, chuvas, ventanias, saqueadores, etc.
Dessa maneira, era comum quem estava na frente, dessas filas, dar avisos como:
- Olhem a
chuva!
- Olhem a
cobra!
- Olhem os
saqueadores!
Segundo o
professor de História, Pedro Oliveira, no século dezenove, numa Festa Junina de
igreja, o sanfoneiro faltou. Então o coreógrafo da quadrilha falou:
- Como não
tem música, vamos homenagear os agricultores dançando o caminho da roça árduo
que eles fazem todos os dias para trabalhar.
Desse jeito,
os dançarinos formaram uma fileira dançante, enquanto o coreógrafo dava as
ordens:
- Olhem a chuva!
- Virem para
o outro lado!
- É mentira!
- Virem para
o lado certo!
- Olhem a
cobra!
- Virem para
o outro lado!
- É mentira!
- Virem para
o lado certo!
Esses passos
foram tão divertidos e deram tão certo, que foram incorporados nas quadrilhas
de festas juninas.
Mas foi em
meados da década de 1920, que as festas juninas passaram a ser incorporadas nas
escolas, aos poucos e a partir daquele ano as quadrilhas passaram a fazer
sucesso nos ambientes acadêmicos. Então os professores introduziam o passo,
Caminho da Roça, no meio das danças por ter a coreografia de fácil entendimento
e sem complicações para ensaios.
Porém foi a
partir da década de 1970 que o passo junino, Caminho da Roça, se tornou uma Dança
independente nas festas escolares de junho. Pois a partir daquele ano, o número
de mulheres passou a ser maior do que o número de homens nas salas de aulas.
Assim, para evitar confusão em danças de pares, as professoras de Educação
Infantil e Educação Física passaram a
fazer trenzinho, ou seja, um aluno ficou atrás do outro sem a necessidade de
par e depois era somente os estudantes obedecerem ao comando do Caminho da Roça
na coreografia. Portanto foi assim que o Caminho da Roça passou de passo de
quadrilha para uma Dança Junina independente.
Luciana do
Rocio Mallon
#lucianadorociomallon
#festajunina
#caminhodaroça
#festajunina2026
Homenagem
Para Cremildes Ferreira Bahr
No dia 2 de
junho de 2026, algo triste aconteceu: faleceu Cremildes Ferreira Bahr, a Dona
Mide também carinhosamente conhecida como a Tia do Fandango Caiçara.
Ela foi uma
personalidade importante para a Cultura popular do Paraná e me incentivou a
pesquisar as Danças tradicionais de Curitiba que despareceram com o tempo, mas
que hoje estou resgatando. Aliás se as fábulas tem o toque de Midas para o
ouro, a Cultura paranaense tem o toque de Mide para a Magia preciosa do
Fandango Caiçara.
Em 2009, eu
fazia aulas de Dança Cigana Artística e conheci, Dona Mide, numa apresentação
de Fandango Caiçara no Largo da Ordem. Logo me aproximei e começamos a
conversar. Mas o diálogo abaixo me marcou muito:
“- Dona
Mides, eu gostaria de pesquisar as Danças tradicionais que Curitiba tinha na
época em que se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o século dezenove, porém
que desapareceram com o tempo.”
Ela falou:
“- Isso é
uma excelente ideia, pois não há uma pesquisa densa sobre esse tema. Eu escolhi
o Fandango Caiçara e o Samba. Mas você pode pesquisar as danças com os
seguintes nomes: Curitibano, Dança da Colheita do Pinhão, Dança da Quirera,
Dança das Esposas dos Tropeiros, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança das
Leiteiras do Bacacheri.”
Então segui
esse valioso conselho, assim entrevistei historiadores e idosas que tiveram
contato com essas danças na juventude. Dessa maneira, pesquiso essas danças até
hoje.
Por volta de
2015, convidei dona Mide para dar uma palestra na escola onde eu fazia Danças
Ciganas Artísticas, que era Carmen – Romero Dança Flamenca. Lá ela deu uma
excelente aula e ainda sorteou CDs de Fandango Paranaense para o público. Assim
fui uma das contempladas e guardo o CD até hoje.
Sou muito
grata por tudo que aprendi com Dona Mide, pois ela foi minha principal
incentivadora nas minhas pesquisas com Danças de Curitiba de antigamente.
Obrigada por
tudo!
Luciana do
Rocio Mallon
#Mide
#dançascuritbanas
#fandango
#donamide