quarta-feira, 25 de março de 2026

A Dança Chamada Curitibano

 

A Dança Chamada Curitibano

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e lidero o projeto Resgatando Danças Tradicionais da Curitiba de Antigamente.

Já relatei sobre Danças das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança da Quirera que surgiram quando Curitiba ainda se chamava Vila Nossa Senhora da Luz.

Agora falarei sobre uma dança chamada Curitibano, que surgiu no século dezenove com influências dos: negros, índios, ciganos e brancos.

A dança, Curitibano, surgiu nos sítios e chácaras de Curitiba no século dezenove. Ela permite diversos componentes porque pode ser dançada de várias maneiras como: em par, em grupos e até mesmo sozinho.

Essa dança permite até que uma mulher dance sozinha. Pois ela surgiu numa época em que muitos homens foram buscar trabalhos em cidades distantes e assim deixaram suas esposas. Também naquele mesmo tempo, muitos homens trabalhavam como caixeiros viajantes e tropeiros. Assim também deixavam suas mulheres sozinhas em suas residências.

Então muitas damas passaram a dançar sozinhas, a Dança Curitibano, em festas e eventos. As vestimentas típicas desse bailado são: saia florida, rodada, de preferência estampada com flores e sapato para sapateado. A coreografia consiste em: giros, balanços com a saia rodada e sapateados.

O problema é que muita gente confunde a Dança Curitibano com o Fandango Caiçara, mas as diferenças são nítidas, como estão abaixo:

- Na Dança Curitibano, a mulher pode dançar sozinha em qualquer formato de espaço. Já no Fandango Caiçara, o bailado é de par e geralmente num espaço circular.

- Na Dança Curitibano, a dama pode sapatear. Já, no Fandango Caiçara, quem sapateia é o homem, pois a mulher só balança a saia.

Infelizmente, no século vinte com a urbanização, a Dança Curitibano foi uma tradição que se perdeu com o tempo. Mas que pretendo resgatar através de pesquisas.

Essa pesquisa foi baseada em entrevistas com: professores de História, pessoas do povo como várias idosas, que na época da pesquisa, tinham mais de 80 anos de idade e também através de materiais de época.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dançacuritibano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


terça-feira, 24 de março de 2026

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

 

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

Na época em que Curitiba se chamava, Vila de Nossa Senhora da Luz, nasceu uma dança folclórica na cidade chamada Dança das Lavadeiras do Rio Atuba. Elas usavam muitos elementos como: tecidos, tábua de lavar roupa, escovas, bacias, baldes e principalmente grampos de prender roupas. Naquela época existiam grampos grandes que tinham os tamanhos das palmas das mãos e eles faziam sons de instrumentos de percussão. As lavadeiras, muito criativas, passaram a dançar com esses grampos como se fossem castanholas. Assim nasceu a Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba, onde elas giravam, com suas saias rodadas e batiam os grampos nos ritmos das músicas.

Focalizadora: Luciana do Rocio Mallon

Exemplos práticos:

https://www.youtube.com/shorts/m5-wCUB0Gsg

https://www.youtube.com/shorts/XQPmNE1bz28

 

#lucianadorociomallon

#dançadosgrampos

#dançadecuritiba

 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Você Sabia que Curitiba, Quando era Vila Nossa Senhora da Luz, Além da Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, Também Tinha a Dança da Quirera?

 

Você sabia que Curitiba, quando era Vila Nossa Senhora da Luz, além da Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, também tinha a Dança da Quirera?

Na Dança da Quirera, as agricultoras faziam gestos que tinham relação com seus trabalhos diários. Essa dança acontecia nos eventos onde era servido um prato chamado Quirera.

Acompanhe minhas redes para saber mais sobre o assunto.

Luciana do Rocio Mallon – Folclorista

#quirera

#lucianadorociomallon

 

quinta-feira, 19 de março de 2026

Roupas Ideais Para Crianças Com Transtorno do Espectro Autista e Também Para Menores Com TDAH Conforme a Vesteterapia

 

Roupas Ideais Para Crianças Com Transtorno do Espectro Autista e Também Para Menores Com TDAH Conforme a Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou especialista em Vesteterapia, terapia holística através das roupas e também já fui professora de Educação Infantil.

Essa semana mandaram a seguinte pergunta:

- Quais são as roupas ideais para crianças com Transtorno do Espectro Autista e também para menores com TDAH conforme a Vesteterapia?

As repostas estão abaixo:

- Crianças com Transtorno do Espectro Autista e também com Déficit de Atenção, Hiperatividade e Ansiedade precisam de tecidos confortáveis, de preferência antialérgicos e feitos com algodão sem aquelas famosas etiquetas que penicam. Nesse caso as roupas precisam ser largas e confortáveis. Aqui entram os conjuntos de moletom que são ideais para crianças com TDAH e TEA. Também é preciso evitar roupas com botões e zíper que podem distrair os pequenos nas aulas e causar ansiedade na hora de ir ao banheiro. Por isso é necessário vestir essas crianças com roupas com elásticos e velcros que não emitam sons. No caso de menores com Espectro Autista é interessante comprar roupas com estampas de seus personagens preferidos ou que tenham relação com suas atividades preferidas. Na hora de comprar o uniforme escolar prefira as peças de moletom e camisetas largas com o logotipo da escola. Aqui com relação aos calçados, prefira tênis com velcro e nem pense em chuteiras com cordas porque crianças autistas e com TDAH possuem dificuldades de amarrar os cordões. Já, com relação às meninas, evite salto alto antes dos 17 anos, pois garotas no Espectro Autista e com TDAH tendem a ter acidentes com esse tipo de calçado. Mas essas garotas podem calçar sapatilhas urbanas, que são confortáveis e sapato estilo boneca em eventos formais.

Porém na hora do lazer essas crianças, citadas acima, gostam de usar fantasias das suas personagens favoritas.

Roupas confortáveis e fantasias você encontra na loja Maria Joaquina:

 https://www.instagram.com/mariajoaquina_modainfantil/

Texto escrito por: Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#vesteterapia

#autismo

#tdah

 


domingo, 15 de março de 2026

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança Tradicional?

 

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança tradicional?

Sim, era a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, quando Curitiba ainda se chamava, Vila Nossa Senhora da Luz. Elas dançavam com instrumentos de trabalho como: tábuas de lavar roupas, bacias, grampos, cestos e escovas que viravam até instrumentos musicais nas mãos delas. Essas moças dançavam como terapia para aliviar aquela vida dura. Além disso, a Dança também servia para aquecer todas no frio tão típico, de Curitiba, no inverno.

Deseja saber mais sobre essa Dança?

Então fique ligado nas minhas redes sociais, pois brevemente contarei mais.

Luciana do Rocio Mallon – folclorista

#lucianadorociomallon

#folclore

 

 

quinta-feira, 12 de março de 2026

Participei da Matéria Abaixo Sobre Dança na Maturidade

 

Participei dessa matéria como professora de Dança na maturidade:

https://entrelinhas.jor.br/2026/03/11/saude-bem-estar/danca-ajuda-idosos-a-preservar-memoria-autonomia-e-bem-estar/

 

Lenda da Cabra Escura Que Foi Salva da Sexta-Feira Treze

 

Lenda da Cabra Escura Que Foi Salva da Sexta-Feira Treze

Quando eu era adolescente, morava perto da escola, onde havia casas de muros baixos.

Um certo dia, eu e uma colega escutamos berros que pareciam ser de bode. Assim olhamos para dentro de um dos portões e havia uma cabra preta, de olhos azuis, amarrada no quintal. Logo indaguei:

- Quem criaria uma cabra na cidade grande?

Minha amiga comentou:

- Talvez seja por causa do leite, que dizem ser o melhor para crianças.

Naquela época eu estudava de manhã e pela tarde existiam atividades complementares, na escola, como: teatro, datilografia e aulas de reforço. Porém numa tarde dessas, eu fiquei até a noite fazendo exercícios de reforço de Matemática. Então tratei de voltar para a casa correndo. Porém ao passar, pela casa da cabra, escutei duas vozes humanas falando:

- A cabra preta será sacrificada na sexta-feira 13.

Saí correndo e contei para meus amigos que exclamaram:

- Precisamos bolar um plano para libertar a cabra!

Na noite seguinte, depois das aulas complementares, eu e alguns colegas notamos que todos da casa saíram numa Kombi, fecharam a casa e deixaram a cabra amarrada no quintal. Dessa maneira, as crianças pularam e cortaram a coleira da cabra que, no mesmo segundo, pulou o muro e saiu correndo. Dessa forma, saímos correndo de volta para nossas casas.

Naquela noite, com o quarto muito escuro, sonhei que estava numa montanha e a mesma cabra apareceu para mim. Nesse sonho, ela andou em minha direção e lambeu minha mão. Então senti que realmente, alguém lambia minha mão na vida real também. Acordei e mesmo assim continuei sentindo lambidas. Tentei gritar, mas minha voz não saía e continuei sentindo lambidas. De repente, senti barulhos de patas de cabra em direção à janela. Após isso, meu dedo conseguiu alcançar a tecla e acendi a luz. Porém a janela estava fechada, chegou a madrugada e no calendário vi que já era sexta-feira 13.

Assim lembrei que tinha um livro chamado, Oração da Cabra Preta, abri e comecei a rezar.

Luciana do Rocio Mallon

#sextafeira13

#sextafeiratreze

#lucianadorociomallon