quinta-feira, 5 de março de 2026

Entrevista Com Felícia, Presidente da Associação de Mulheres de Campo Magro

 

Entrevista Com Felícia, Presidente da Associação de Mulheres de Campo Magro

 1 – Quando e como surgiu a Associação de Mulheres de Campo Magro? Oficialmente em 2022, mas começamos a nos organizar dois anos antes.

2 – Quais os serviços que a associação oferece para a comunidade? Durante o mês temos atividades todos os sábados, essas atividades envolvem: abertura da loja do brechó ofertando roupas e acessórios de qualidade com preço acessível; café literário uma vez ao mês com autoras municipais e de outras localidades; roda de conversa uma vez ao mês sobre temas como: saúde, direitos, empreendedorismo, como se deve ser de violências, etc.; contação de histórias para crianças uma vez ao mês. Além dessas atividades temos periodicamente feira para empreendedoras locais para exposição e venda de seus produtos; atendimento psicológico com valor acessível e atendimento jurídico gratuito, exclusivo para mulheres residentes no município. No momento estamos fechando parcerias para proporcionar cursos gratuitos e acesso a serviços na área da saúde com valor social.

3 – Quais as maiores dificuldades de manter uma associação como esta? Primeiramente recursos e mão de obra voluntária comprometida com a causa.

4 – Como a população pode ajudar a associação? Participando de nossos eventos; curtindo e compartilhando nossas postagens nas redes sociais; doando: livros, roupas, sapatos, móveis em bom estado de conservação.

5 – Qual o endereço físico da associação? Rua Jasmim, 278, Jardim Novos Horizontes, Campo Magro/Pr

6 – Quais os endereços virtuais da associação? @mulherescampomagrenses

7 – Deixe uma mensagem final para nosso leitores.

Venha conhecer a AMC - Associação De Mulheres Campomagrenses. Associação não governamental, sem fins lucrativos e a partidária. Com o propósito de promover paz, cultura, direitos e saúde a todas as mulheres Campomagrenses.

Expandir e garantir direitos! 

Perguntas elaboradas por Luciana do Rocio Mallon

 

Denúncia: Drones São Usados Por Marginais Para Monitoramento de Vítimas

 

Denúncia: Drones São Usados Por Marginais Para Monitoramento de Vítimas

Meu nome é Luciana do Rocio e trabalho com comunicação. Recebi uma denúncia de fonte confiável que, em Curitiba, um drone foi usado por um maníaco para saber onde ficava o quarto de uma mulher. Resultado: o marginal tentou quebrar a janela da moça para invadir o local. Mas se assustou com os latidos dos cachorros do vizinho que escutaram o barulho anormal. Nos dias anteriores, a família desconfiou ao ver um drone rondando a casa.

Dias atrás uma conhecida falou que ficou assustada ao notar que um drone rodeava a sua casa e logo desconfiou do ex marido.

Conversando com outras pessoas, descobri que drones, realmente, estão sendo usados por marginais para vigiar casas.

Isso é um crime contra a privacidade!

O problema é que drones, de diversas marcas e tamanhos estão sendo vendidos livremente pela Internet.

Enquanto isso, o povo além de trancar suas casas, também precisa ficar de olho com esses drones suspeito sobrevoando suas residências.

Precisamos cobrar das autoridades competentes leis mais rígidas sobre o uso de drones em áreas residenciais.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

 

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

O relato abaixo é real, mas os nomes foram trocados para proteger as identidades dos participantes.

Em 2025, Tily era uma artista e comerciante autônoma que usava as redes sociais para mostrar sua Arte e vender seus produtos.

Mas em dezembro daquele mesmo ano, a moça teve suas redes sociais banidas sem nenhuma razão plausível. Então toda a vez que ela tentava fazer um novo perfil, a página caía minutos depois.

Naquela mesma semana, ela sonhou com um rapaz moreno, em cima de uma moto, que estava num local cheio de lama que disse:

- Ajudarei você a voltar com suas redes. No momento, estou no Umbral. Mas quando eu morava na Terra, fiz coisas erradas e agora estou pagando meus pecados. Porém ajudar pessoas é uma das minhas missões para sair desse lugar.

No meio do sonho ela acordou assustada, mas só tinha algo em sua cabeça:

Recuperar seus perfis virtuais.

Assim ela procurou especialistas em Tecnologia para ajudar a resolver esse problema. Um dos profissionais aconselhou a artista comprar um chip novo e fazer novas redes através dele.

Dessa maneira ela comprou um chip novo, colocou no seu aparelho e baixou um dos aplicativos de redes virtuais. No meio do cadastro, de repente, surgiu a foto de um rapaz numa moto com o nome de Bryan Júnior.

Assim ela pensou:

- Será que fui hackeada?

Tily foi correndo para a loja de um técnico em Informática e explicou sua situação. Então ele respondeu:

- Você comprou um chip reciclado, que já pertenceu a pessoa, que está numa moto, na foto. Porém posso investigar, com mais detalhes, quem foi o dono do chip.

O técnico pesquisou no mesmo instante e falou:

- Esse chip pertenceu a um rapaz que morreu num confronto. Pelo rastreamento que fiz, descobri que o apelido dele era Bryan Junior, mas o nome real era Marcelo Augusto. Como ele já faleceu e não usa esse perfil desde 2017, posso reaproveitar a página e fazer um perfil novo para você, já que ele não tem nenhuma postagem e nem seguidores. Pois você é a nova dona do chip perante a nota fiscal.

Assim o profissional fez um novo perfil para Tily.

Depois de 50 dias, a artista teve suas redes antigas devolvidas pelas plataformas. Porém de algo, a artista tem certeza:

 O antigo dono do chip foi o rapaz que apareceu no seu sonho.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendas

#lendasurbanas

#lenda

#lendaurbana

 

 

 


sábado, 31 de janeiro de 2026

Sobre o Falecimento do Artista Davi Cartes Alves

 

Na última quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, faleceu o escritor, músico e funcionário público, Davi Cartes Alves, artista que conheço desde o final dos anos 90.

Naquela época, a Biblioteca Pública do Paraná, tinha um mural em frente a uma escada, onde autores poderiam expor seus textos datilografados. Então sempre que eu passava por esse quadro lia os poemas de um autor chamado Davi Cartes Alves. Numa dessas idas à biblioteca li um poema dele onde dizia que todas as pessoas deveriam expor seus textos em murais. Naquele mesmo instante, tomei coragem e decidi que enviaria meus textos para exposição naquele quadro. Assim a partir daquele dia, passei a entregar poemas todas as semanas para o mural.

No ano de 2003, aconteceu um concurso de Poesia, do Colégio Expert, aberto para toda a comunidade. Dessa maneira me inscrevi e um mês depois soube que meu texto foi selecionado para uma coletânea com outros artistas premiados no mesmo concurso.

No dia do evento, me sentei na plateia e a apresentadora pediu para que eu fizesse repentes de improviso no palco e ao descer do palco, um moço me perguntou:

- Você é a Luciana que sempre tem poemas no mural da biblioteca?

- Se for, sou seu fã!

Então respondi:

- Sim, sou eu e passei a expor meus textos graças a um poema seu que li no quadro.

A partir daquele dia, convidei Davi para participar de grupos de escritores.

Mas ele tinha talentos a mais: voz e violão.

Então, Davi me convidou para cantar junto com ele, nos eventos culturais, canções da dupla, Sandy e Júnior, muito em voga na época. Isso durou até 2004, quando voltei a trabalhar como balconista de loja. Depois a gente veio se encontrar, sem querer, no curso de Inglês do SESC em 2006.

Sou muito grata por essa amizade.

Assim, vá em paz amigo!

É como diz Santo Agostinho:

“A morte não é nada, é apenas uma viagem.”

Portanto, aproveite o céu dos artistas. Pois um dia, a gente se encontrará novamente.

Luciana do Rocio Malon

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026