quarta-feira, 3 de junho de 2026

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

 

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

No dia 2 de junho de 2026, algo triste aconteceu: faleceu Cremildes Ferreira Bahr, a Dona Mide também carinhosamente conhecida como a Tia do Fandango Caiçara.

Ela foi uma personalidade importante para a Cultura popular do Paraná e me incentivou a pesquisar as Danças tradicionais de Curitiba que despareceram com o tempo, mas que hoje estou resgatando. Aliás se as fábulas tem o toque de Midas para o ouro, a Cultura paranaense tem o toque de Mide para a Magia preciosa do Fandango Caiçara.

Em 2009, eu fazia aulas de Dança Cigana Artística e conheci, Dona Mide, numa apresentação de Fandango Caiçara no Largo da Ordem. Logo me aproximei e começamos a conversar. Mas o diálogo abaixo me marcou muito:

“- Dona Mides, eu gostaria de pesquisar as Danças tradicionais que Curitiba tinha na época em que se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o século dezenove, porém que desapareceram com o tempo.”

Ela falou:

“- Isso é uma excelente ideia, pois não há uma pesquisa densa sobre esse tema. Eu escolhi o Fandango Caiçara e o Samba. Mas você pode pesquisar as danças com os seguintes nomes: Curitibano, Dança da Colheita do Pinhão, Dança da Quirera, Dança das Esposas dos Tropeiros, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança das Leiteiras do Bacacheri.”

Então segui esse valioso conselho, assim entrevistei historiadores e idosas que tiveram contato com essas danças na juventude. Dessa maneira, pesquiso essas danças até hoje.

Por volta de 2015, convidei dona Mide para dar uma palestra na escola onde eu fazia Danças Ciganas Artísticas, que era Carmen – Romero Dança Flamenca. Lá ela deu uma excelente aula e ainda sorteou CDs de Fandango Paranaense para o público. Assim fui uma das contempladas e guardo o CD até hoje.

Sou muito grata por tudo que aprendi com Dona Mide, pois ela foi minha principal incentivadora nas minhas pesquisas com Danças de Curitiba de antigamente.

Obrigada por tudo!

Luciana do Rocio Mallon

#Mide

#dançascuritbanas

#fandango

#donamide


terça-feira, 2 de junho de 2026

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou escritora, vendedora com mais de dez anos de experiência em moda feminina e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Nos últimos dias, recebi as seguintes perguntas:

- Qual o significado, para a Vesteterapia, do baby-doll florido usado pela Olívia Rodrigo?

- Como a Vesteterapia classifica a camisola florida de Olívia Rodrigo usada em shows?

Minhas respostas estão abaixo:

- Aquela roupa curta e florida da Olívia Rodrigo não é um baby-doll e nem uma camisola. Pois o corte e o molde de um baby-doll são totalmente diferentes. Na verdade, a roupa da artista, é um vestido florido modelo Jumper com manga curta estilo princesa, que no final dos anos 60 foi muito usado por mulheres, de todas as idades, porém em versões mais compridas.

Então, essa peça é de modelo semelhante ao que a personagem, Paty, do seriado Chaves usa. Aqui, no Brasil, esse vestido florido e curto é usado muito nas festas juninas, porém com uma bombacha curta ou bermuda, na parte de baixo, geralmente com a mesma estampa da peça.

Na Vesteterapia, a moça que usa um vestido curto, estilo Jumper, florido procura realçar a delicadeza, a sensibilidade, a leveza e a suavidade.

Portanto, a artista foi atacada pelos críticos de moda à toa.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

#oliviarodrigo

#babydoll

 

 

 

 

 

 


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Entrevista Com Ana Pereira Sobre Danças de Curitiba de Antigamente

 

Entrevista Com Ana Pereira Sobre Danças de Curitiba de Antigamente

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e desde 2009, pesquiso sobre lendas tradicionais de Curitiba que desapareceram com o tempo.

Para realizar a pesquisa, entrevistei idosas em asilos. Em 2017 Ana Pereira, na época com 97 anos de idade, respondeu as seguintes perguntas:

1 - A senhora falou que estudou em colégio interno, como eram as festas juninas lá?

“- A escola era só de meninas, então num domingo do final de junho, a direção montava uma festa no pátio da escola com barracas típicas como: pipoca, milho verde, pescaria de bonecos, etc. Mas as danças eram realizadas só por meninas e não tinha essa história de menina se vestir de homem, pois era colégio rígido. Aliás essa mania de garotas se vestirem de cavalheiros, nas festas quando falta rapaz, só começou de 1970 em diante. Assim, na minha juventude, as quadrilhas apresentadas mostravam: Dança Curitibano, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, Dança da Quirera e Dança do Colheita do Pinhão.”

2 - Como era a Dança Curitibano?

“ – As moças, com saias rodadas, dançavam num círculo, balançado a saia e fazendo sapateados. Depois uma delas entrava no meio e começava a declamar poemas.”

3 - Como era a Dança da Colheita do Pinhão?

“ – As alunas entravam vestidas de camponesas, com cestas e balaios cheios de pinhão, fazendo passos graciosos, depois jogavam os pinhões nas grelhas para as pessoas comerem o famoso prato chamado Sapecada de Pinhão.”

4 - Como era a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba?

“- As estudantes vestidas de saias rodadas com aventais nos peitos entravam com os seguintes elementos: bacias, baldes e lenços coloridos dentro deles. Depois tiravam os lenços e dançavam com eles simulando a profissão de lavadeira. No meio da coreografia os lenços viraram asas e as moças faziam eles flutuarem no ar, mas elas mantinham os pés dançando no chão. Então era a minha dança junina preferida. Pois era muito leve.”

5 - Como era Dança da Quirera?

“ – As moças rodavam as suas saias, faziam sapateados melódicos e no final ofereciam um prato chamado, Quirera, ao público. Esse prato era delicioso, pois tinha milho moído com carne de porco.”

6 - Qual a mensagem que a senhora deixa para as professoras que ensaiam danças juninas?

“ – Peço para que elas ensinem as Danças Tradicionais Juninas de Curitiba, que eram ensinadas nos colégios internos como essas que citei: Dança da Colheita do Pinhão, Dança Curitibano, Dança das Lavadeiras e Dança da Quirera. Aliás o Paraná tem um Folclore bonito e não devemos deixar essa Cultura morrer.”

Luciana do Rocio Mallon

#dançascuritibanas

#dançasparanaenses

#festajunina

 

 

domingo, 31 de maio de 2026

O Livro Plenitude na Envelhescência Agora Tem na Versão Impressa

 

O Livro Plenitude na Envelhescência Agora Tem na Versão Impressa

- Você possui mais de 50 anos de idade?

- Gostaria de se preparar para a envelhescência?

- Há pessoas com mais de 50 anos de idade na família?

- Trabalha com Psicologia, Gerontologia ou é cuidador de idosos?

- Tem interesse em Literatura Sênior?

Seja qual for o seu caso acima, o livro Plenitude na Envelhescência é para você!

No começo de 2024, a professora, Corina Ramos, resolveu reunir escritoras, de 50 anos para cima, com o objetivo de escrever um livro sobre envelhescência.

A envelhescência é período que ocorre a partir dos 50 anos de idade quando a pessoa começa a se preparar para a terceira idade.

A principal personagem do livro é Dulce, uma mulher que está entrando na envelhescência e que busca amigas virtuais que estão passando pela mesma situação.

Assim ela consegue essas amigas, que são as escritoras desse livro, que dialogam com a personagem. Cada autora conversa sobre sua especialidade e assim ajuda Dulce a passar por esse período da vida.

O livro é importante para as pessoas de qualquer idade.

Aliás a obra, em e-book, foi finalista do prêmio Jabuti na categoria Economia Criativa.

Agora, esse mesmo livro está com a versão física.

Peça já o seu exemplar com a Corina Ramos.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

Dança Chamada, Curitibano, Junto Com Versos de Improviso

 

 Dança Chamada, Curitibano, Junto Com Versos de Improviso

No passado Curitiba tinha uma dança chamada, Curitibano, muito dançada em festas juninas. Nessa dança, as pessoas bailavam numa roda, com saias rodadas, sapatos sonantes e no meio era comum um poeta fazer versos de improviso com as palavras que o povo pedia.

Se você é professora da Educação Básica, que tal ensaiar essa dança com seus alunos?

Os estudantes, os pais deles e toda a comunidade vão amar!

Pois essa é a união da Dança com a Literatura!

Luciana do Rocio Mallon

Focalizadora de Danças

#lucianadorociomallon

#festajunina

#curitibano

 

 

 

 

 

sábado, 30 de maio de 2026

Vesteterapia: Pilar da Novela Quem Ama Cuida X Tecidos Animal Print

 

Vesteterapia: Pilar da Novela Quem Ama Cuida X Tecidos Animal Print

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Desde a primeira quinzena da estreia da novela, Quem Ama Cuida, tenho recebido perguntas como:

- A vilã, Pilar, só veste roupas em tecidos animal print, será que isso significa que ela é uma fera?

- Os tecidos, em animal print, da malvada Pilar tem algo relacionado à Vesteterapia?

Minhas repostas estão abaixo:

- Sim, as roupas da vilã têm relação com a Vesteterapia. Pois tecidos, com estampas estilo animal print, estão ligados com pessoas de personalidades fortes, sedutoras, controladoras e que sempre estão à caça. Nesse caso, as vestes realmente significam que a personagem é uma fera e está disposta a atacar por todos os lados, pois ela pretende interditar o irmão idoso, que está lúcido, para ficar com seu dinheiro. Outro detalhe interessante é a maquiagem forte de Pilar, que lembra muito o rosto de uma coruja tradicional. Aliás, a coruja é símbolo de inteligência, mas não aquela sabedoria ingênua, porém uma sabedoria com malícia disfarçada.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#quemamacuida

 

Dança do Pinhão Foi Divulgada na RPC

 

Dança do Pinhão Foi Divulgada na RPC

Ontem 29 de maio, a RPC apresentou uma matéria sobre pratos feitos com pinhão. Assim, já que sou pesquisadora de danças tradicionais de Curitiba, aproveitei a oportunidade e mandei uma mensagem falando sobre a Dança da Colheita do Pinhão, de anos atrás, que sempre acabava com um prato chamado sapecada de pinhão.

Meu recado foi lido no ar e a amiga, Cátia D., mandou seu comentário no meu Whats.

Agradeço à RPC e a colega Cátia D.

Luciana do Rocio Mallon

#pinhão

#dançadopinhão