quinta-feira, 18 de junho de 2026

Descubra a Frase Que Indica um Possível Agressor de Idosos

 

Descubra a Frase Que Indica um Possível Agressor de Idosos

Estamos no Junho Violeta, mês de combate à violência contra idosos.

Então como eu escrevo sobre o assunto e participei de livros sobre Envelhescência, recebi a seguinte pergunta de seguidores:

“- Tem alguma frase que identifica um provável agressor de idosos?”

Minha resposta abaixo:

- Para responder a essa pergunta entrevistei psicólogas e trabalhadoras da área de segurança. Assim elas me revelaram que existe uma frase, que todo os agressor de envelhescentes costuma dizer para se defender. Aliás, vou até camuflar a frase para que meu texto não seja barrado na Internet. A frase que identifica um possível agressor de idosos é:

“- Can4lh4s também envelhecem.”

Assim sabemos que existem anciãos de todas as índoles porque nem todos foram ou são bons. Porém é evidente que um idoso se torna frágil, com a idade, independente da sua personalidade. Também temos consciência que alguns envelhescentes foram narcisistas com parentes no passado, mas isso não justifica a violência. Por exemplo: uma pessoa que foi criada por um adulto narcisista e que depois de anos esse mesmo adulto envelhece com pouca saúde. Nesse caso, a vítima pode colocar outra pessoa como cuidadora do idoso, para evitar constrangimentos, já que a lei permite isso. Então não há como justificar a violência contra idosos.

A psicóloga, Cida Silva, afirma:

“- Os agressores de idosos dizem muito a frase: “Can4lh4s também envelhecem”, sempre quando tentam justificar alguma violência que pode ser física, financeira ou moral. Mas esse tipo de violência não tem justificativa. Portanto, os agressores precisam de terapia urgente.”

Então, tomem cuidado com quem usa a frase: “Can4lh4s também envelhecem.”

Luciana do Rocio Mallon

 

 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Saiba a Razão Pela Qual a Cor Violeta Foi Escolhida Para Representar o Mês do Combate à Violência Contra o Idoso

 

Saiba a Razão Pela Qual a Cor Violeta Foi Escolhida Para Representar o Mês do Combate à Violência Contra o Idoso

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Literatura, Folclore e História. Hoje falarei sobre uma curiosidade:

O Junho Violeta, mês de conscientização da violência contra os idosos, surgiu em 2006 por sugestão da Organização das Nações Unidas.

Mas a escolha da cor violeta tem uma explicação histórica que quase ninguém conhece.

Para os antigos celtas a cor violeta representava a sabedoria dos antepassados. Então quando alguém completa 60 anos de idade, se fosse homem ganhava um chapéu violeta e se fosse mulher ganhava um lenço de cabelo violeta.

Pois numa sociedade onde a maioria vivia só até os 30 anos, chegar aos 60 anos era considerado algo divino. Então as pessoas eram obrigadas a praticar a tolerância com os idosos. Aliás, a partir do momento em que os envelhecentes colocavam o chapéu violeta, passavam a não ligar mais para os julgamentos da sociedade.

A escritora, Erma Bombeck, tem uma crônica chamada, Coloque o Chapéu Violeta, onde convida os idosos a se libertarem de certas amarras da sociedade. Já os poetas, Mário Quintana e Carlos Drummond de Andrade têm textos com temáticas semelhantes.

Para deixar o Junho Violeta mais interessante, indico o livro, Plenitude na Envelhescência, que você pode adquirir com Corina Ramos.

https://www.youtube.com/watch?v=MyzTL59UTpI

 

Luciana do Rocio Mallon

#junhovioleta

#violeta

 

 

sábado, 13 de junho de 2026

Rascunho de Projeto Cultural

 

Projeto Cultural do Curso

Introdução:

Nome do Projeto:

Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

O projeto é constituído de aulas de Danças, que surgiram em Curitiba, mas desapareceram com o tempo.

As aulas são para pessoas moradoras na capital do Paraná ou Região Metropolitana.

Essa oficina é interessante a todos que gostam de Cultura, mas o principal público-alvo é formado por: professores, estudantes, folcloristas e artistas.

As aulas serão ministradas em locais relacionados à Cultura como: escolas, universidades, bibliotecas, Ruas da Cidadania, centros culturais, ginásios de esportes, etc.

1 – Identificação do Projeto Cultural:

Folclore, Dança, História, Literatura e Comunicação.

 – Título do Projeto Cultural:

Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

 – Categoria:

Dança.

2 – Currículo do Proponente:

Nome: Luciana do Rocio Mallon

Localização: Curitiba – PR.

Whats: 41996512567

Formação: Letras Português com Espanhol pela UFPR, Magistério pelo Colégio São José e Hospitalidade pelo CEP.

Cursos Complementares: Informática Básica em diversas instituições; Técnicas de Vendas pelo SENAC; Auxiliar de Escritório pelo SENAC; Telemarketing pelo SENAC; Inglês Básico em vários lugares; Nova Reforma Ortográfica pelo SENAC; Flamenco pelo SESC; Dança Cigana Artística em Carmen Romero Dança Flamenca; Salsa Lady / Zumba com Rose; Folclore Paranaense com Regina Bostulim; Fandando Caiçara com Dona Mide, etc.

Atividades Artísticas: folclorista, repentista, escritora, bailarina, coreógrafa, blogueira e redatora.

Experiências profissionais: vendedora, balconista, redatora, influenciadora com Marketing Digital, focalizadora de Vesteterapia – Terapia Através das Roupas, professora de Dança, Redação e Literatura.

Tenho um blog e uma página no Facebook onde falo de diversos assuntos, como: Literatura, Moda e Variedades. Posso escrever uma crônica publicitária ou uma resenha, sem cobrar nada, com seus produtos, caso me enviem gratuitamente. Já fiz resenhas e textos para as empresas: Revista A Empreendedora, Portal das Manas, Eliel – Marido de Aluguel – Montagem de Móveis / Consertos, Indian Lipo, Cosméticos Curitiba, Centro Cultural Gabriela Valentina, Embelezze, Decor Arte – Decorações Para Jardins, Salão de Beleza Vívani Spa,Dialogue Method, Cogumelos Hopen, Redux Regatas Modeladoras, Barraquinha de Cachorro-Quente do Admilson, Guihost, Touro Bandido Emagrecedor, Revista Bonijuris, Sucos Orenji, entre outras.

 Também escrevo redações sobre qualquer assunto e causos de Literatura Fantástica que são lendas e contos de fantasias. Resgato lendas passadas de geração em geração e também trabalho com causos misteriosos atuais com uma pitada de fantasia.

Lojas onde trabalhei como balconista e vendedora interna:

- Centerfones;

- Esa Básica Magazine;

- Marisa;

- Casa Dois Irmãos;

- Mundo da Moda e

- Primeira Linha.

Livros:

Sou autora dos livros Lendas Curitibanas 1 no ano de 2013 com 20 contos e Lendas Curitibanas 2 no ano de 2019 com 40 contos. As duas obras falam de causos misteriosos da capital Paranaense e personagens fantásticos como: Gato Kiko, A Loira Fantasma, A Noiva do Belvedere, O Cavalo Babão, A Bailarina da Casa Hoffman, O Índio Tindiquera, etc.

Porém escrevo lendas do mundo inteiro nos blogs:

https://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=lupoetisa

http://lulendasepoesias.blogspot.com/

Também publiquei três contos de Fantasia na antologia, As Herdeiras de Lilith, organizada por Marilena Wolf de Mello Braga, em 2014. Lá há meus contos: Lenda da Cigana Malaguenha Salerosa, Lenda da Cigana Sheilla e Lenda de Monica Granuzo.

http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=239

Além disto, participei da antologia Lendas e Contos Populares do Paraná, em 2005, com os textos Lenda da Loira Fantasma e Lenda da Grávida da Praça da Ucrânia:

https://docplayer.com.br/211821-Lendas-e-contos-populares-do-parana.html

Também ganhei o Prêmio SESC de Literatura Infantil em 2017 e participei da antologia, do mesmo concurso, com o conto O Dia Em Que as Lendas do Paraná Foram Sequestradas:

https://issuu.com/sescpr/docs/coletanea_de_contos_infantis_sesc

Participações em Outras Antologias:

Poetas de Curitiba – 2001- Poema: A Chuva de Curitiba.

Ossos do Ofício - 2014 – O Dia Em Que Vesti uma Camiseta do Che Guevara - Humor;

Túnel do Tempo – Crônicas Curitibanas- Ano: 2014. Conto: O Dia Em Que Dancei uma Valsa Com Gilda – Drama.

Outros Prêmios: Concurso de Poesia do Colégio Expert em 2004 – Texto Premiado: Segredos da Alma de uma Poetisa.

Informações Complementares:

Também fui professora presencial de Redação e Dança, de ritmos variados, no Centro Cultural Gabriela Valentina desde janeiro de 2018 até novembro de 2022.

Vídeos com Danças e Declamações:

https://www.youtube.com/channel/UCiQyNpuhF4_RzTSTG6SbU6A

Entrevistas Para a Mídia:

Rede Globo:

http://gshow.globo.com/RPC/Estudio-C/noticia/2016/11/fantasmas-solta-estudio-c-mostra-fenomenos-de-arrepiar.html

Caça – Fantasma:

https://www.youtube.com/watch?v=SVRNVGLcH5w

Transamérica:

https://www.youtube.com/watch?v=Kapnrx2kc_k

Rede Mercosul:

https://www.youtube.com/watch?v=leN5bhJErFM

Tribuna:

https://www.youtube.com/watch?v=e4_qSNfJKU8

Instagram:

https://www.instagram.com/lucianamallon/

Entre 2022 até 2024 teve um programa de lives virtuais, pelo Facebook da rádio web, Amor e Vida, chamado Cultura Com Luciana do Rocio:

https://www.facebook.com/amorevidaradio

Contato:

Whats: 41996512567

 

3 . Portfólio do Proponente

http://lulendasepoesias.blogspot.com/

 

4. Mincurrículo da Equipe Técnica:

Luciana do Rocio Mallon: professora, folclorista, escritora, contadora de histórias e focalizadora de Danças.

 

5. Resumo do Projeto Cultural:

Projeto: Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

Objetivo: mostrar para a população que Curitiba já teve suas danças tradicionais. Além disso, as pessoas terão oportunidade de aprender os passos, com os acessórios adequados, para praticar essas danças em suas comunidades.

A focalizadora irá a locais como: bibliotecas, teatros, centros culturais, praças, escolas e universidades para ensinar a população sobre as Danças da Curitiba de Antigamente.

6. Objetivos:

- Mostrar para a população que Curitiba já teve suas danças tradicionais, que se perderam com o tempo, mas que ainda podem ser resgatadas.

- Estimular a criatividade.

- Valorizar as danças dos antepassados dos curitibanos.

- Não deixar que danças, de Curitiba de antigamente, se percam com o tempo.

6. Específicos:

Através da História da cidade, gestos e acessórios específicos, a focalizadora ensinará como se baila as danças da Curitiba de antigamente.

7. Ações:

Pré-Produção:

Produção:

Pós-Produção:

8. Justificativa, Impactos e Atendimento às Metas do Plano Municipal de Cultura:

Muitas pessoas dizem que Curitiba não têm danças típicas. Mas isso é uma mentira. Pois historiadores e folcloristas pesquisaram sobre o assunto e comprovaram que a capital do Paraná, teve danças que nasceram aqui, como:

- Curitibano.

- Dança das Lavadeiras do Rio Atuba.

- Dança da Colheita do Pinhão.

- Dança da Quirera.

- Dança das Leiteiras do Bacacheri.

- Danças das Esposas dos Tropeiros.

9 – Metodologia:

A focalizadora dará aulas expositivas falando sobre a História e os acessórios de cada Dança. Também terá a parte prática com dinâmicas de grupos, como danças e rodas em equipes.

10 – Público-alvo:

Pessoas moradoras da cidade de Curitiba, que tenham interesse por Folclore e Danças típicas que desapareceram, de cinco anos de idade em diante.

11 – Locais de Realização do Projeto Cultural:

Teatros, ginásios de esporte, academias, centros culturais, bibliotecas, escolas, praças e Ruas da Cidadania.

12 – Capacidade de Promover Acessibilidade:

Os locais escolhidos possuem rampas para cadeirantes, lugares reservados para idosos e gestantes. Também terá uma tradutora de libras. Além disso, os acessórios para as danças serão emprestados para as pessoas.

13 – Contrapartida Social:

Resgatar parte do Folclore de Curitiba que desapareceu com o tempo. Pois isso faz com que os moradores se sintam valorizados como parte importante da comunidade. Pois já foi comprovado que em locais onde há aulas culturais, a violência diminui.

14 – Divulgação / Marketing do Projeto Cutural:

A propaganda da Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente - Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove, será divulgada na Internet e através de cartazes em lugares físicos como: teatros, academias, centros culturais, Ruas da Cidadanias, escolas, universidades, bibliotecas e postos de saúde, pois dançar faz bem ao corpo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 7 de junho de 2026

Moda Inverno 2026 e a Vesteterapia

 

Moda Inverno 2026 e a Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Ontem recebi a seguinte pergunta:

- Quais são as peças da Moda Inverno 2026 e os significados delas na Vesteterapia?

Minhas respostas estão abaixo:

1 - Teddy Coats Com Superfícies Felpudas: na Vesteterapia, os casacos felpudos, do lado externo, dão uma sensação de fofura, ternura e acolhimento porque lembram ursos de pelúcia. A pessoa que escolhe essa peça tem empatia, candura, gentileza e está disponível para ajudar o próximo.

2 - Blazers Estilo Terninhos Compridos e Largos: está na moda escolher blazers, com duas numerações a mais que a sua, porém eles precisam ser longos quase virando sobretudos. Para a Vesteterapia, quem veste esse tipo de roupa é uma pessoa determinada, segura, insistente, desafiadora, teimosa, com personalidade forte e que corre atrás dos seus sonhos.

3 - Macacão Comprido Com Blusa Quente Por Baixo: a mulher que se veste assim é prática, inteligente e consegue chamar a atenção sem querer.

4 - Jaquetas Com Muito Volume: para a Vesteterapia, a pessoa que se veste assim sabe manter segredos, se resguardar e consegue ocupar os espaços que conquista, por isso merece confiança.

Luciana do Rocio Mallon

#Vesteterapia

#ModaInverno2026

#Moda2026


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Caminho da Roça nas Festas Juninas

 

Caminho da Roça nas Festas Juninas

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora, professora de Literatura, Folclore e Dança.

Então, nesse começo de junho, recebi as seguintes perguntas:

- Como surgiu o Caminho da Roça nas Festas Juninas?

- Caminho da Roça é uma Dança Junina?

- Quem colocou ao famoso Caminho da Roça nas Festas Juninas?

Minhas resposta estão abaixo:

- Essas questões levantam muitas polêmicas porque para muitos especialistas o, Caminho da Roça, é um passo no meio da quadrilha e para outros é uma Dança Junina com vivência histórica.

Para ter uma visão geral é preciso estudar a História das Festas Juninas, que comentarei abaixo.

Na Idade Antiga, na Europa, muitas civilizações eram politeístas e adoravam deuses. Então as festas de junho eram para saudar o solstício de Verão, pedir boas colheitas aos deuses e homenagear os trabalhadores do campo. Mas, durante a Idade Média, com a expansão da Igreja Católica houve um trabalho dos religiosos para acabarem com os rituais pagãos. Assim a Igreja Católica retirou a celebração do solstício de Verão que pedia boas colheitas aos deuses e colocou as Festas Juninas em homenagem aos santos: São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo. Porém as homenagens aos camponeses, nessas comemorações, permaneceram.

Na época do descobrimento do Brasil, portugueses vieram até nosso país, trouxeram seus costumes que se misturaram com as tradições dos indígenas, que já estavam aqui e dos afrodescendentes que vieram da África.

Já, no século dezenove, passou a ser comum europeus e os próprios brasileiros miscigenados comprarem terras no Brasil, mas com suas casas um tanto distantes das suas propriedades rurais onde trabalhavam ou tinham roças próprias. Assim com o objetivo de proteção, eles caminhavam em grupos, por meio de filas e encontravam adversidades como: cobras, chuvas, ventanias, saqueadores, etc. Dessa maneira, era comum quem estava na frente, dessas filas, dar avisos como:

- Olhem a chuva!

- Olhem a cobra!

- Olhem os saqueadores!

Segundo o professor de História, Pedro Oliveira, no século dezenove, numa Festa Junina de igreja, o sanfoneiro faltou. Então o coreógrafo da quadrilha falou:

- Como não tem música, vamos homenagear os agricultores dançando o caminho da roça árduo que eles fazem todos os dias para trabalhar.

Desse jeito, os dançarinos formaram uma fileira dançante, enquanto o coreógrafo dava as ordens:

- Olhem a chuva!

- Virem para o outro lado!

- É mentira!

- Virem para o lado certo!

- Olhem a cobra!

- Virem para o outro lado!

- É mentira!

- Virem para o lado certo!

Esses passos foram tão divertidos e deram tão certo, que foram incorporados nas quadrilhas de festas juninas.

Mas foi em meados da década de 1920, que as festas juninas passaram a ser incorporadas nas escolas, aos poucos e a partir daquele ano as quadrilhas passaram a fazer sucesso nos ambientes acadêmicos. Então os professores introduziam o passo, Caminho da Roça, no meio das danças por ter a coreografia de fácil entendimento e sem complicações para ensaios.

Porém foi a partir da década de 1970 que o passo junino, Caminho da Roça, se tornou uma Dança independente nas festas escolares de junho. Pois a partir daquele ano, o número de mulheres passou a ser maior do que o número de homens nas salas de aulas. Assim, para evitar confusão em danças de pares, as professoras de Educação Infantil e  Educação Física passaram a fazer trenzinho, ou seja, um aluno ficou atrás do outro sem a necessidade de par e depois era somente os estudantes obedecerem ao comando do Caminho da Roça na coreografia. Portanto foi assim que o Caminho da Roça passou de passo de quadrilha para uma Dança Junina independente.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#festajunina

#caminhodaroça

#festajunina2026

 

 

 

 


quarta-feira, 3 de junho de 2026

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

 

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

No dia 2 de junho de 2026, algo triste aconteceu: faleceu Cremildes Ferreira Bahr, a Dona Mide também carinhosamente conhecida como a Tia do Fandango Caiçara.

Ela foi uma personalidade importante para a Cultura popular do Paraná e me incentivou a pesquisar as Danças tradicionais de Curitiba que despareceram com o tempo, mas que hoje estou resgatando. Aliás se as fábulas tem o toque de Midas para o ouro, a Cultura paranaense tem o toque de Mide para a Magia preciosa do Fandango Caiçara.

Em 2009, eu fazia aulas de Dança Cigana Artística e conheci, Dona Mide, numa apresentação de Fandango Caiçara no Largo da Ordem. Logo me aproximei e começamos a conversar. Mas o diálogo abaixo me marcou muito:

“- Dona Mides, eu gostaria de pesquisar as Danças tradicionais que Curitiba tinha na época em que se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o século dezenove, porém que desapareceram com o tempo.”

Ela falou:

“- Isso é uma excelente ideia, pois não há uma pesquisa densa sobre esse tema. Eu escolhi o Fandango Caiçara e o Samba. Mas você pode pesquisar as danças com os seguintes nomes: Curitibano, Dança da Colheita do Pinhão, Dança da Quirera, Dança das Esposas dos Tropeiros, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança das Leiteiras do Bacacheri.”

Então segui esse valioso conselho, assim entrevistei historiadores e idosas que tiveram contato com essas danças na juventude. Dessa maneira, pesquiso essas danças até hoje.

Por volta de 2015, convidei dona Mide para dar uma palestra na escola onde eu fazia Danças Ciganas Artísticas, que era Carmen – Romero Dança Flamenca. Lá ela deu uma excelente aula e ainda sorteou CDs de Fandango Paranaense para o público. Assim fui uma das contempladas e guardo o CD até hoje.

Sou muito grata por tudo que aprendi com Dona Mide, pois ela foi minha principal incentivadora nas minhas pesquisas com Danças de Curitiba de antigamente.

Obrigada por tudo!

Luciana do Rocio Mallon

#Mide

#dançascuritbanas

#fandango

#donamide


terça-feira, 2 de junho de 2026

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou escritora, vendedora com mais de dez anos de experiência em moda feminina e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Nos últimos dias, recebi as seguintes perguntas:

- Qual o significado, para a Vesteterapia, do baby-doll florido usado pela Olívia Rodrigo?

- Como a Vesteterapia classifica a camisola florida de Olívia Rodrigo usada em shows?

Minhas respostas estão abaixo:

- Aquela roupa curta e florida da Olívia Rodrigo não é um baby-doll e nem uma camisola. Pois o corte e o molde de um baby-doll são totalmente diferentes. Na verdade, a roupa da artista, é um vestido florido modelo Jumper com manga curta estilo princesa, que no final dos anos 60 foi muito usado por mulheres, de todas as idades, porém em versões mais compridas.

Então, essa peça é de modelo semelhante ao que a personagem, Paty, do seriado Chaves usa. Aqui, no Brasil, esse vestido florido e curto é usado muito nas festas juninas, porém com uma bombacha curta ou bermuda, na parte de baixo, geralmente com a mesma estampa da peça.

Na Vesteterapia, a moça que usa um vestido curto, estilo Jumper, florido procura realçar a delicadeza, a sensibilidade, a leveza e a suavidade.

Portanto, a artista foi atacada pelos críticos de moda à toa.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

#oliviarodrigo

#babydoll