quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Lenda da Escova Oval de Mão Com Compartilhamento Secreto no Meio

 

Lenda da Escova Oval de Mão Com Compartilhamento Secreto no Meio

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e pesquisadora de lendas.

Dias atrás, recebi a seguinte mensagem de uma leitora:

“ – Descobri um bilhete da minha bisavó dentro de um compartilhamento secreto que estava no interior de uma escova oval, de mão, modelo Vênus, gostaria de saber se existem lendas sobre esse objeto.”

Minha resposta abaixo:

- Sim, existem lendas sobre a tão famosa escova modelo Vênus. Desta maneira, agora contarei sobre um causo envolvendo, essa escova oval de mão, com compartilhamento secreto no meio. Como esse caso aconteceu com uma amiga, para preservar a identidade dela chamarei a personagem principal de Patrícia.

No final dos anos 80, a mãe de Patrícia comprou uma casa, feita no final do século dezenove, com dois andares, mobiliada com alguns móveis antigos, no bairro chamado Cabral, aqui em Curitiba. Patrícia logo escolheu o quarto que tinha a sacada voltada para rua e uma penteadeira colonial dentro. Assim a moça tratou de mexer nas gavetas e achou uma escova modelo Vênus, com formato oval, cabo de mão, sendo pente de um lado e espelho do outro. Desse jeito a jovem começou a escovar os cabelos quando, de repente, o objeto caiu no chão, se partiu ao meio e um compartimento secreto apareceu. Então nesse mesmo compartimento havia um papel amarelado. Patrícia pegou o bilhete e percebeu que se tratava de uma espécie de mapa do tesouro, onde indicava um baú enterrado ao lado da ameixeira amarela do quintal. A garota, toda curiosa, pegou uma pá, desenterrou o local e realmente achou uma arca antiga. Mas ao abrir essa caixa de madeira, ela notou que estava repleta de notas antigas de réis, uma moeda que não valia mais nada e também viu cartas antigas escritas à mão com caneta de pena. Todas eram correspondências entre uma Virgínia e um Paulo. Assim ao ler, Patrícia notou que eram cartas trocadas por um casal que vivia um amor proibido. Pois, de acordo, com o conteúdo, os pais dos jovens não aprovavam o romance.

Após escutar esse relato fui pesquisar sobre escovas de cabelos antigas que tinham compartilhamentos secretos. Logo o professor de História, Pedro Oliveira, falou que esse tipo de escova era usado para colocar correspondências secretas no fundo falso do meio. Isso era usado tanto para casais que viviam casos secretos quanto para guardar segredos de guerra. Aliás, o professor também falou que esse tipo de escova existe desde a Idade Antiga e que se chama espelho de Vênus, porque a deusa com esse nome usava um objeto semelhante para se pentear.

- Você tem uma escova assim na sua casa?

Luciana do Rocio Mallon

#lendas

#lendasurbanas

 


terça-feira, 25 de agosto de 2026

Primeiro de Setembro, Dia Internacional da Bailarina e das Fadas

 

Primeiro de Setembro, Dia Internacional da Bailarina e das Fadas

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou escritora e também focalizadora de Danças.

Agora, no final de agosto, recebi as seguintes mensagens:

“- Por que primeiro de setembro é dia da bailarina?”

“- Por que o dia da bailarina é em setembro, no mesmo mês internacional das fadas?”

“ – Por que as fadas se parecem com as bailarinas tradicionais?”

“- Quais as vantagens de dançar sozinho e em grupo?”

Minhas respostas estão abaixo:

O dia da bailarina é primeiro de setembro em homenagem à Marie Taglioni, primeira dançarina a usar sapatilhas de ponta numa peça chamada A Sílfide, uma espécie de fada esbelta e esvoaçante. Mas, Marie Taglioni, não nasceu e nem morreu em setembro. Porém reza a lenda que ela confeccionou a primeira sapatilha de ponta, no dia primeiro de setembro de 1831, com a ajuda de fadas. Já em março de 1832 foi quando Marie Taglioni dançou o balé, A Sílfide, com essas mesmas sapatilhas de pontas e com saia rodada estilo “tutu” que realmente lembra uma fada.

No Misticismo, tanto no hemisfério Norte quanto no hemisfério Sul, setembro é considerado o mês universal das fadas, criaturas mágicas que realizam pedidos e são responsáveis por manifestações artísticas como por exemplo: a dança.

Abaixo, falarei sobre as vantagens que a bailarina tem de dançar em grupo e também sozinha:

- Vantagens da bailarina quando dança sozinha:

Eu sempre digo que quem dança sozinho nunca está sozinho porque a Dança é a amiga que mostra leques de possibilidades para o ser humano. A Dança Solo, como é chamada, é uma ferramenta de autoconhecimento e consciência corporal. Por isso dançar sozinho diminui a angústia e ansiedade, pois aqui o dançarino não é obrigado a entrar no ritmo do grupo, pois o ritmo da própria música ou do próprio coração já basta. Também não há nenhum colega para apontar o dedo caso ele erre, por isso dançar sozinho é a real expressão de liberdade. Aqui ocorre o “mindfulness” onde o corpo aceita o movimento dos sentimentos. Dançar sozinho é ter o espaço cênico totalmente para si, fato que ajuda a exploração do raciocínio espacial. Isso também permite a exploração de acessórios ou instrumentos musicais sem críticas, pois o bailarino e o acessório podem virar um elemento só. Por exemplos: existem danças com leques, pandeiros, lenços, véus, castanholas, snujis, echarpes, etc. Aqui o acessório vira a extensão do bailarino, o que causa êxtase espiritual quando se dança sozinho com um acessório.

- Vantagens da bailarina quando dança em grupo:

Dançar em grupo ajuda na socialização e gera sensação de pertencimento, pois o indivíduo não fica deslocado, além de encontrar pessoas com objetivos em comum, que no caso da Dança são: Arte e Saúde. Aqui é comum colegas das aulas de Dança marcarem encontros para outras atividades. Geralmente, escolas de Artes realizam saraus culturais, onde há apresentações de: Dança, Música, Literatura e Artes Plásticas, essa união de diversos tipos de Arte afasta a solidão de qualquer pessoa. Aliás tenho um poema que diz que: “a vida é uma DJ que dita a música que toca e nós somos os dançarinos procurando dançar conforme a canção, mas essa atividade fica mais amena e divertida quando temos amigos bailando junto.”

Agora, aproveite o dia da bailarina e vamos dançar!

Luciana do Rocio Mallon

#diadabailarina

#primeirodesetembro

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Significados de Sapato Baixo, Com Bico Redondo e Salto Quadrado Na Vesteterapia

 

Significados de Sapato Baixo, Com Bico Redondo e Salto Quadrado Na Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas, calçados e acessórios.

Esses dias recebi a seguinte pergunta:

“ – A professora, Cíntia Chagas, falou que mulheres que usam sapatos baixos, com bicos redondos e saltos quadrados, da cor verde-musgo, não têm relações íntimas, como a Vesteterapia analisa isso?”

Minha resposta abaixo:

- Para responder a essa pergunta, preciso citar uma curiosidade da História da Moda:

Na Idade Média, em alguns lugares da Europa, os sapatos tinham diversos significados, principalmente, nas classes mais elevadas. Nessa mesma época, em alguns locais, as moças donzelas, de classes abastadas, deveriam usar sapato baixo, com bico redondo e salto quadrado porque esse modelo de calçado significava que elas ainda não praticaram relações íntimas, ou seja, ainda eram virgens e isso era uma exigência da sociedade da época. Os bicos diferenciados, os saltos mais altos e finos eram reservados somente para as casadas e viúvas. Além disso, nesses mesmos lugares, mulheres solteiras deveriam usar cabelos soltos ou com flores adornadas, mas as casadas precisavam cobrir as cabeças obrigatoriamente para não serem queimadas nas fogueiras. Além disso, os lenços nos cabelos significavam submissão aos maridos. Já com relação à cor verde-musgo, na Idade média essa cor era usada pelas classes sociais elevadas e significava que a pessoa era da alta sociedade.

Vários séculos se passaram e, essas regras medievais sobre sapatos, permaneceram nas mentes de algumas mulheres mesmo que inconsciente. Eu, por exemplo, sou ace, orientação de quem não tem necessidade de relações íntimas e sempre gostei de usar sapatos baixos, com bicos redondos e saltos quadrados.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

#lucianadorociomallon

 

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Lenda da Noiva Fantasma do Ahú

 

Lenda da Noiva Fantasma do Ahú

 

Nos anos 90, em Curitiba, havia um jovem de pensamento conservador, que morava no bairro Cabral, numa rua que dava para ver o presídio do Ahú. Nessa mesma rua, aos domingos, passavam várias mulheres que iam visitar os presos.

Mas o rapaz conservador costumava ficar na janela de sua casa, xingando essas moças que iam visitar os detentos. Ele exclamava frases ofensivas como:

“- Vocês fazem questão de visitar bandido, porém não querem saber de homem trabalhador!”

“- Homem honesto vocês não querem, mas bandido...”

Reza a lenda que, nos anos 90, pastores evangélicos passaram a visitar o presídio do Ahú para converter os detentos e naquela mesma época chegaram a fazer casamentos religiosos, dentro da própria penitenciária, entre os presos e suas pretendentes que levavam a vida normal do lado de fora. Num desses casamentos, a noiva se emocionou, desmaiou e faleceu. Depois desse dia, pessoas passaram a ver o fantasma de uma noiva dentro desse local e flutuando pelos arredores.

Naquele mesmo período, o moço conservador que morava no bairro Cabral, sonhou com uma noiva que exclamou:

“- Pare de ofender as mulheres que passam por aqui para visitar os presos!”

“- Aliás, eu fui uma delas e morri no dia do meu casamento!”

Depois desse pesadelo, o rapaz nunca mais xingou mulher nenhuma e essa moça do sonho recebeu o apelido de Noiva Fantasma do Ahú, que dizem que assombra o local até hoje.

Luciana do Rocio Mallon

#lendascuritibanas

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Lenda do Fantasma do Conde Abel, o Poeta da Cartola, do Ahú

 

Lenda do Fantasma do Conde Abel, o Poeta da Cartola, do Ahú

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou autora do livro Lendas Curitibanas. Já contei várias lendas sobre o presídio do Ahú e hoje relato a lenda de um conde artista que ficou preso lá.

Na Curitiba, do início do século vinte, existia um poeta, jornalista e pianista chamado Abel Hamvultando. Naquele tempo a Monarquia já tinha acabado, mas várias pessoas insistiam em chamar esse poeta de conde. Aliás, ele era excelente escritor e foi elogiado até pela professora, Mariana Coelho, competente escritora feminista. Além disso, Abel foi amigo do costureiro Kiko, aquele mesmo de uma outra lenda em que esse próprio alfaiate reapareceu como gato cem anos depois. Bem, outras características interessantes de Abel é que também era um virtuoso músico e gostava de usar cartola.

Em 1900, ele matou um imigrante italiano chamado, Giovani também conhecido pelo apelido, Joãzinho Italiano, numa briga e por isso em 1909, Abel foi para a prisão do presídio do Ahú. Lá, ele passou a denunciar as condições do lugar escrevendo para jornais através de pseudônimos. Porém, um acessório que ele não dispensava, mesmo na clausura, era a cartola.

Reza a lenda que, naquela época, trouxeram o piano de Abel e colocaram o instrumento no porão. Pois, às vezes, ele era liberado para tocar piano nas profundezas do presídio.

Muitos anos se passaram e Abel faleceu.

Porém, durante a década de 1950, surgiram boatos de que pessoas passaram a escutar músicas ao piano e o som vinha dos misteriosos porões da penitenciária. Além disso, detentos passaram a ver um homem com roupas antigas e cartola andando pelos corredores. Alguns até escutaram esse mesmo rapaz misterioso declamando poemas. Esses relatos duraram até 2006, quando presídio foi desativado e até hoje dizem que era o espírito de Abel que tocava piano, declamava poemas e andava de cartola pelos corredores.

Por curiosidade, entre 1993 e 1994, foi gravada a novela chamada, Sonho Meu, em Curitiba. Algumas cenas, duas ou três, foram gravadas no presídio do Ahú e profissionais da equipe afirmaram que viram um rapaz misterioso com roupas de época e cartola andando pelos corredores.

Luciana do Rocio Mallon

#lendasurbanas

#lendascuritibanas

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

A Importância do Folclore no Combate à Depressão

 

A Importância do Folclore no Combate à Depressão  

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou folclorista, escritora e especialista em Vesteterapia, estudo místico através das roupas.

Dias atrás recebi as seguintes mensagens:

- Por favor, poderia falar sobre a importância do Folclore contra a Depressão?

- Como 22 de agosto é dia do Folclore, gostaria que você comentasse como o Folclore pode trazer harmonia e combater a tristeza em qualquer indivíduo.

Minhas respostas, abaixo:

Sim, o Folclore tem um papel importante no combate à Depressão.

Primeiro falarei sobre a origem da palavra “Folclore”:

Em 22 de agosto de 1846 o professor, arqueólogo e empreendedor, chamado William John Thoms, criou o termo “folklore”. As origens do termo “folclore” conduzem para duas palavras em inglês: Folk e lore, que as traduções são: povo e conhecimento. Traduzindo ao “pé-da-letra” ficaria assim: conhecimento de um povo, ou, conhecimento popular.

O Folclore é importante para a formação de qualquer indivíduo porque mostra como seus antepassados viviam, valoriza as tradições do lugar, ensina valores de formas simples e trabalha o controle das emoções com comportamentos sublimes através de: Danças, Músicas, Artes Plásticas e Contação de Histórias.

As atividades folclóricas unem laços familiares, por exemplos: ditados que passam de avós para netas, lendas urbanas contadas na mesa do almoço de domingo, danças que passam de tias para sobrinhas, culinária com vegetais típicos da região nas receitas do caderno da bisavó, etc. Assim, o Folclore ameniza os conflitos de gerações de forma leve e descontraída fazendo que os jovens valorizem os idosos e os mais velhos se interessem pelos mais novos.

O Folclore brasileiro têm funções sociais e de cidadania, principalmente, quando ajuda a acabar com o preconceito. Por exemplo, o Folclore brasileiro é a junção de várias etnias como: indígena, afrodescendente, europeia e cigana.

Profissionais de Saúde Mental destacam a importância de atividades folclóricas no combate à Depressão. Pois quando o indivíduo participa de uma ação folclórica, surge no seu cérebro um sentimento de pertencimento, assim ele se sente parte da comunidade, fato que eleva a autoestima. Além de ajudar na socialização porque grande parte das atividades é feita em grupo.

A psicóloga, Cida Silva, afirma: já foi comprovado que quando um indivíduo participa de alguma atividade folclórica, aumentam no seu organismo substâncias como: serotonina, dopamina e oxitocina que ajudam no combate à Depressão. A psicóloga também diz que geralmente os ambientes, que praticam o Folclore, são coloridos e isso influi nas emoções dos participantes, basta ver isso em manifestações culturais como: Carnaval, Frevo, Quadrilhas Juninas, Carimbó, etc.

Aqui, concordo com a psicóloga. Pois sou especialista em Vesteterapia e sei que roupas coloridas tem o poder de animar quem veste essas peças repletas de cores.

A estudante, Carolina Pereira, faz aulas gratuitas de artesanato regional e Danças Foclóricas, assim ela fala que depois que começou a realizar essas atividades, suas crises de Depressão praticamente acabaram.

Então se você sofre de Depressão procure a ajuda de um profissional de saúde mental e comece agora mesmo uma atividade folclórica que pode ser: Artesanato Regional, Dança Folclórica, etc.

Feliz Dia do Folclore!

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#diadofolclore

#22deagosto

 

 


Os Principais Incentivadores das Artes, de Curitiba, Receberam Certificados

 

Os Principais Incentivadores das Artes, de Curitiba, Receberam Certificados

No dia 15 de agosto aconteceu o Sarau do Livro Plenitude na Envelhescência na escola de Artes, Aquino Einsten.

Realmente, foi uma tarde com partilhas de conhecimentos, além de Dança e exposição de Artes Plásticas.

A professora, Corina Ramos – idealizadora da obra Plenitude na Envelhescência, recebeu o diploma de incentivadora das Artes.

Outra personalidade importante que compareceu foi, João Luiz Braz Luz, que também recebeu merecidamente o diploma de incentivador das Artes.

Parabéns aos homenageados!

Luciana do Rocio Mallon