segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Entrevista Com ABRATI

 

1 – Qual o nome da ONG e onde fica localizada?  

A ONG se chama Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade (ABRATI) e está localizada na Rua São Serapião, 953 – Vila Ré – São Paulo/SP.

 

2 – Como surgiu a ONG?  

A ABRATI nasceu em 29 de janeiro de 2008, a partir da experiência do fundador Álvaro Sena Filho, que percebeu a exclusão digital enfrentada por sua mãe e por muitas pessoas idosas. Inicialmente, a instituição foi pensada para apoiar crianças com Câncer, mas logo passou a focar na autonomia, saúde integral e inclusão digital da pessoa idosa.

 

3 – Quais os serviços que a ONG presta para a comunidade?  

Oferecemos aulas e atividades em tecnologia, atividade física, Arte e Cultura, além de terapias e atendimentos na Sala Saúde e Bem-Estar. Também promovemos eventos, bazares beneficentes e projetos sociais para a comunidade idosa.

 

4 – O que as vítimas de etarismo relatam?  

Muitas relatam sentir exclusão, preconceito e dificuldades para se inserir em ambientes sociais e profissionais, além de enfrentarem barreiras para acesso a serviços e oportunidades.

 

5 – Quais são as soluções que a ONG apresenta para as vítimas de etarismo?  

Promovemos inclusão digital, atividades que valorizam a autonomia e a saúde integral, além de campanhas de conscientização e espaços de acolhimento para fortalecer a autoestima e o protagonismo da pessoa idosa.

 

6 – Por que existe etarismo?  

O etarismo existe por preconceitos e estereótipos negativos associados à idade, muitas vezes alimentados pela falta de informação e pelo medo do envelhecimento.

 

7 – Como a sociedade pode combater o etarismo?  

Com educação, valorização da diversidade etária, inclusão em todos os espaços sociais e profissionais, e promovendo o respeito e a empatia com as pessoas idosas.

 

8 – Como uma pessoa pode buscar ajuda em sua ONG?  

Pode entrar em contato pelo telefone (11) 3535-0151.

Perguntas feitas por Luciana do Rocio Mallon

 

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Perfil Fake

 

Fizeram um perfil fake de mim, é esse abaixo. Por favor, denunciem:

https://www.facebook.com/share/1CmViy2y9y/

 

Entrevista Com ONG Velho Amigo

 

Entrevista Com Ong Velho Amigo

 

1.  Qual o nome da ONG e onde fica localizada?

Associação de Amparo ao Idoso - Instituto Velho Amigo
Endereço: Largo Leon Tolstoi, 42 – São João Clímaco, São Paulo – SP – Brasil

 

2.  Como surgiu a ONG?

O Instituto nasceu há mais de 26 anos com a visão de transformar o olhar da sociedade sobre o envelhecimento, ressignificando a vida de pessoas idosas e promovendo inclusão, autonomia e convivência.

 

3.  Quais serviços a ONG presta para a comunidade?

O Instituto Velho Amigo atua através de programas sociais que oferecem as ações de atendimento direto, desenvolvimento Institucional por meio;

· Programas de convivência e inclusão social, com atividades socioeducativas, emocionais, cidadania, cultura e lazer;

· Mutirões de saúde e bem-estar;

· Fortalecimento institucional de organizações que atendem pessoas idosas;

· Projetos educacionais e culturais para estimular protagonismo na terceira idade.

· Fortalecimento Familiar e Comunitário com ações de acompanhamento social.

 

4.  O que as pessoas vítimas de etarismo costumam relatar?

A sensação de não ser ouvida, ser “invisível”, sendo subestimadas por simplesmente terem idade mais avançada o que reflete o preconceito etário que ainda está presente em nossos serviços, nas famílias e no mercado de trabalho.

Não me ouvem, não me vêem

A minha idade não diz nada pra essa molecada, eles não nos veem e não respeita!

“Falam por cima de mim, como se eu não estivesse na sala.”

“Quando dou opinião, dizem que é coisa do passado.”

“Acham que eu não entendo nada de hoje, só porque tenho idade.”

“Só me procuram quando precisam de favor, nunca pra decidir nada.”

“É como se eu tivesse passado do prazo de validade.”

“Ninguém pergunta o que eu quero, só dizem o que é melhor pra mim.”

“Sou tratada como criança ou como incapaz, nunca como adulta.”

“Meu corpo envelheceu, mas minha cabeça continua funcionando.”

“Tenho história, tenho vivência, mas parece que isso não vale nada.”

“Quando erro, é por causa da idade. Quando acerto, é sorte.”

Sobre invisibilidade e desrespeito

“Passam por mim como se eu fosse um móvel velho.”

“Só lembram da gente em época de eleição ou campanha.”

“A gente vai ficando transparente.”

“Essa molecada acha que sabe tudo.”

“Não respeitam, não escutam, não aprendem.”

“Minha idade não significa nada pra eles.”

“Acham que velho só atrapalha.”

“Depois de certa idade, ninguém te contrata.”

“Tratam a gente como se não tivesse capacidade de aprender.”

“No médico, falam com a minha filha, não comigo.”

“Decidem tudo sem explicar, como se eu não fosse entender.”

“Não é que eu fiquei velha. É que o mundo parou de me escutar.”

· Nota frases colhidas nas oficinas de Cidadania promovidas pelo Instituto Velho Amigo e também, durante nossa campanha sobre a Invisibilidade realizada em 2025. A invisibilidade está nas palavras, nos gestos, nas pessoas. Ser visto é conviver novamente. https://www.instagram.com/reel/DHGoJNbxi3H/

 

 

5.  Quais soluções a ONG oferece para as vítimas de etarismo?

O Instituto trabalha com:

· Acolhimento e escuta ativa;

· Atividades cidadãs e de formação de protagonismo;

· Eventos de sensibilização para transformar a forma como a sociedade se relaciona com a velhice;

· Rede de diálogo com outras organizações e coletivos, reforçando que envelhecer com dignidade não é um favor, mas um direito humano.

· Atividades Intergeracionais através de ações voluntárias, com empresas, comunidades e famílias.

 

6.  Por que, na sua visão, o etarismo ainda existe?

Porque a sociedade ainda enxerga envelhecimento como limitação, e não como fase da vida com valor próprio;

Porque falta respeito estrutural e cultural;

Porque muitas vezes se aprendeu a tratar o envelhecimento como “problema” em vez de ver o potencial humano que envelhecer traz. Além de fazer parte do desenvolvimento humano, afinal se todos nos vamos envelhecer.

 

7.  Como a sociedade pode combater o etarismo?

Reforçamos que a sociedade precisa:

· Educar sobre envelhecimento respeitoso;

· Criar espaços de participação real para pessoas idosas;

· Valorizar a experiência e protagonismo dessas pessoas, não as deixar de lado por causa da idade;

· Inserir essa pauta nas empresas, escolas e serviços públicos como prática cotidiana

 

8.  Como uma pessoa pode buscar ajuda na ONG?

Você pode procurar o Instituto pessoalmente no seu endereço em São Paulo ou  Entrar em contato pelas redes e e-mails institucionais ;

NCI – Nucleo de Convivência da Pessoa Idosa – Regina Costa: Largo Leon de Tolstoi, 42 – São João Climaco/SP. Tel: 2368-9377

e-mails: pedagogico@velhoamigo.org.br e projetos@velhoamigo.org.br

Nosso site; https://velhoamigo.org.br/

E-mails; relacionamento@velhoamigo.org.br

contato@velhoamigo.org.br

Doações através da nossa plataforma; https://doe.velhoamigo.org.br/multiplas_velhices/single_step

Redes sociais oficiais:

· Instagram do Instituto — https://www.instagram.com/institutovelhoamigo/

·  

· Linkdin – https://br.linkedin.com/company/velhoamigo

·  

· Facebook - https://www.facebook.com/institutovelhoamigo/?locale=pt_BR

 

9.  Mensagem final para os leitores

“Velhice é potência. Respeito é dever. Dignidade é direito.”

 

 

 

 

domingo, 4 de janeiro de 2026

Os Perigos dos Cursos Fraudulentos, de Como Arrumar Homem Provedor, Vendidos Por Pessoas do Job

 

Os Perigos dos Cursos Fraudulentos, de Como Arrumar Homem Provedor, Vendidos Por Pessoas do Job

Na Internet existe todos os tipos de conteúdos, porém um tipo de curso pago vem sendo divulgado de forma desonesta: Como Arrumar Marido Provedor.

Sim, você leu de forma correta!

Estamos em 2026 e existem cursos com o tema: Como Arrumar Homem Provedor.

O principal problema é que a maioria desse tipo de curso não está sendo ministrado por pessoas com graduação em Psicologia ou Ciências Sociais. A questão é que esse tipo de aula está sendo ministrada por pessoas que são do job ou foram do job, muitas delas sem possuir uma faculdade.

Tem o caso de uma influenciadora dessas que chamou as pessoas pobres de lisas demonstrando preconceito, intolerância e discurso de ódio. Tem outra que no meio do curso ensina a como dar golpes em maridos ricos.

Tudo isso é criminoso porque ensina o aluno a cometer erros para obter vantagens. Sem falar que a maioria dos consumidores que compram esse tipo de curso é constituído por adolescentes, ou seja, pessoas com o cérebro ainda em formação.

O curioso é que esse tipo de influenciadora não tem seus perfis desativados pelas redes sociais pelos fatos de que elas pagam selos verificados e têm muitos seguidores, ações que dão lucros para as redes. Pois foi comprovado que conteúdo de cunho sensual atrai visualizações.

Enquanto eu que sou artista séria tive 3 perfis do Face e 1 do Insta excluídos injustamente, fato que me causou diversos prejuízos.

Conclusão: se você concorda comigo, bloqueie e denuncie esses tipos de conteúdos ministrados por pessoas do job e converse com suas filhas explicando que vídeos e cursos de pessoas do job são duvidosos e não merecem confiança. Além disso, fale para as suas filhas que hoje nenhuma moça depende de homem para ser feliz, pois a mulher pode trabalhar para conseguir a independência financeira.

Luciana do Rocio Mallon