Mostrando postagens com marcador lendascuritibanas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lendascuritibanas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Lenda da Loja da Cabine Telefônica Assombrada

 

Lenda da Loja da Cabine Telefônica Assombrada

Esse relato é real e aconteceu com uma amiga, que me autorizou a contar publicamente desde que mudasse os nomes dos personagens reais. Assim para manter a privacidade dela chamarei essa protagonista de Maria.

Na infância, Maria morava em Curitiba, assim sempre foi uma pessoa que gostava de desenhar modelos de roupas, costurar e vender. Na sua juventude, no final dos anos 90, ela foi estudar Moda na França, porém também morou na Inglaterra para aprimorar seu Inglês.

No início da década dos anos 2000, ela resolveu voltar para o Brasil de navio e decidiu levar uma cabine telefônica antiga que tinha comprado num ferro-velho da Inglaterra.

Ao desembargar em Paranaguá, no Litoral do Paraná, ela resolveu ir para Curitiba de avião junto com toda a sua bagagem. Então Maria inaugurou uma loja de roupas femininas no Centro da capital paranaense. Mas para chamar atenção da clientela, a comerciante pintou a cabine telefônica da cor rosa antigo e colocou este aparelho, na entrada da loja, na parte de dentro. Porém, no começo, a lojista notou que aconteciam coisas estranhas no estabelecimento: roupas mudavam de lugar sem ninguém mexer em nada quando não tinha uma alma viva na loja sendo que a própria Maria era a única funcionária do local e luzes piscavam sem explicação. Geralmente, quando a loja estava movimentada, as clientes quando se aproximavam de Maria na caixa resgistradora, perguntavam:

- Quem é a loira, falando em Inglês, na cabine telefônica?

Mas sempre quando a proprietária virava os olhos, para a cabine, não via ninguém.

Num dia chuvoso, quando Maria estava só na loja, o telefone da cabine começou a tocar. Assim ela pensou:

- Como esse telefone velho pode tocar se não está conectado a nenhuma linha e foi desativado, na Inglaterra, nos anos 70?

Mesmo assim, a comerciante se aproximou:

- Alô?!

No mesmo instante, uma voz feminina ofegante surgiu no telefone:

- Help!

Após isso, deu sinal de ocupado.

Maria, para testar se o aparelho tinha linha, tentou fazer uma ligação através do mesmo telefone, mas não conseguiu.

No começo de janeiro, num dia de pouco movimento no Centro de Curitiba, um rapaz entrou correndo com uma faca até a caixa registradora onde estava Maria e gritou:

- Passe o dinheiro e toda a mercadoria!

De repente, surgiu uma loira com um taco de beisebol, que bateu no ladrão e exclamou:

- Leave the woman alone!

- Go away or I will call the police!

O marginal saiu correndo, mas a loira entrou na cabine telefônica e desapareceu misteriosamente.

Após isso, a lojista ficou assustada, sentou-se em frente ao seu computador e viu que no e-mail tinha a mensagem de uma amiga com várias notícias em anexo. Assim a comerciante leu a mensagem:

- Achei que aquela cabide telefônica, que você trouxe da Inglaterra, tinha uma energia muito pesada. Então encontrei notícias na Internet dizendo que uma mulher morreu dentro de uma cabine dessas lá.

Ao abrir os anexos, Maria encontrou notícias, dos anos 70, que traduzidas ficaram assim:

- Mulher morre dentro de cabine telefônica.

- Jovem falece dentro de cabine telefônica, na Inglaterra, por causa de descarga elétrica.

Quando a lojista abriu imagens da notícia, percebeu que a foto da vítima era igual a loira que expulsou o marginal do estabelecimento.

Assim Maria resolveu fechar a loja para sempre e vender a cabine telefônica que foi comprada para outra comerciante.

Reza a lenda que, hoje, a mesma cabine, enfeita outra loja, mas o fantasma da loira continua morando nela.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 

 


segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Lenda da Falecida Que Virou Manequim Com Vestido de Natal

 

Lenda da Falecida Que Virou Manequim Com Vestido de Natal

Kika era uma jovem que morava num bairro de periferia e sonhava em trabalhar com Moda.

No mês de novembro, essa moça viu um lindo vestido com inspiração natalina, vermelho com verde, na vitrine. Então, ela se aproximou, mas percebeu que o preço era muito caro. No mesmo instante, essa moça viu um cartaz bem ao lado da mesma vitrine:

“- Concurso de Modelo da Loja

Premiações:

Primeiro lugar: duas roupas da loja, contrato como modelo da butique para fotos e desfiles.

Segundo lugar: uma roupa da loja, contrato como modelo da butique para fotos e desfiles.

Terceiro lugar: terá o privilégio de ter uma manequim com seu rosto, que será esculpida por um artista. “

Assim, com esperança de ganhar o vestido caro, a jovem se inscreveu e desfilou na competição, onde ganhou o terceiro lugar. No dia seguinte, ela foi até a loja para o artista esculpir seu rosto que seria colocado numa manequim, dentro do estabelecimento, dias depois.

Kika conformada que não teria dinheiro para comprar o tão sonhado vestido, pediu para sua avó:

- Eu gostaria de ganhar aquele vestido de Natal que está na vitrine da butique do bairro. Pois essa roupa, eu vestiria mesmo depois de morta.

Dessa maneira sua avó passou a juntar dinheiro para presentear a neta com a tão sonhada roupa.

Quinze dias antes do Natal, Kika foi atropelada na rua da loja de roupas e foi levada ao hospital, mas faleceu no dia seguinte.

Então sua avó decidiu que compraria o vestido tão sonhado pela neta, para que ela fosse enterrada com a peça que queria tanto. Ao chegar à loja, a idosa perguntou para a vendedora:

- Onde está aquele vestido de Natal que se encontrava exposto na vitrine?

A balconista respondeu:

- Sua neta, Kika, acabou de comprar hoje pela manhã.

A idosa exclamou:

- Isso é impossível!

- Você não soube?!

- Kika foi atropelada, nessa mesma rua, na manhã de ontem e faleceu agora mesmo no hospital.

A vendedora respondeu:

- Ouvi algo a respeito, mas não acreditei. Na verdade, essa tragédia aconteceu ontem, que era meu dia de folga. Mas hoje de manhã, ela veio aqui e pagou com dinheiro. Se quiser, posso mostrar através das câmeras de segurança quando a gerente chegar.

A idosa ficou indignada e foi até o velório da neta. Quando chegou ao local, viu que Kika estava com o tão sonhado vestido no caixão. Assim perguntou aos parentes:

- Quem colocou esse vestido na Kika?

Uma vizinha comentou:

- Ela já veio vestida assim da funerária.

A idosa comentou em voz alta:

- Pelo menos ela será enterrada com o tão sonhado vestido!

Uma semana depois, a manequim com o rosto de Kika chegou na loja junto com mais um exemplar da roupa que a garota queria tanto. Assim a boneca foi colocada na vitrine junto com o vestido de Natal. A partir daquele momento, pessoas passaram a ver Kika andando com aquela roupa nas noites de Lua cheia. Reza a lenda que a manequim com rosto da menina cria vida e anda pelas noites enluaradas do bairro até hoje.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Lenda da Escova Oval de Mão Com Compartilhamento Secreto no Meio

 

Lenda da Escova Oval de Mão Com Compartilhamento Secreto no Meio

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e pesquisadora de lendas.

Dias atrás, recebi a seguinte mensagem de uma leitora:

“ – Descobri um bilhete da minha bisavó dentro de um compartilhamento secreto que estava no interior de uma escova oval, de mão, modelo Vênus, gostaria de saber se existem lendas sobre esse objeto.”

Minha resposta abaixo:

- Sim, existem lendas sobre a tão famosa escova modelo Vênus. Desta maneira, agora contarei sobre um causo envolvendo, essa escova oval de mão, com compartilhamento secreto no meio. Como esse caso aconteceu com uma amiga, para preservar a identidade dela chamarei a personagem principal de Patrícia.

No final dos anos 80, a mãe de Patrícia comprou uma casa, feita no final do século dezenove, com dois andares, mobiliada com alguns móveis antigos, no bairro chamado Cabral, aqui em Curitiba. Patrícia logo escolheu o quarto que tinha a sacada voltada para rua e uma penteadeira colonial dentro. Assim a moça tratou de mexer nas gavetas e achou uma escova modelo Vênus, com formato oval, cabo de mão, sendo pente de um lado e espelho do outro. Desse jeito a jovem começou a escovar os cabelos quando, de repente, o objeto caiu no chão, se partiu ao meio e um compartimento secreto apareceu. Então nesse mesmo compartimento havia um papel amarelado. Patrícia pegou o bilhete e percebeu que se tratava de uma espécie de mapa do tesouro, onde indicava um baú enterrado ao lado da ameixeira amarela do quintal. A garota, toda curiosa, pegou uma pá, desenterrou o local e realmente achou uma arca antiga. Mas ao abrir essa caixa de madeira, ela notou que estava repleta de notas antigas de réis, uma moeda que não valia mais nada e também viu cartas antigas escritas à mão com caneta de pena. Todas eram correspondências entre uma Virgínia e um Paulo. Assim ao ler, Patrícia notou que eram cartas trocadas por um casal que vivia um amor proibido. Pois, de acordo, com o conteúdo, os pais dos jovens não aprovavam o romance.

Após escutar esse relato fui pesquisar sobre escovas de cabelos antigas que tinham compartilhamentos secretos. Logo o professor de História, Pedro Oliveira, falou que esse tipo de escova era usado para colocar correspondências secretas no fundo falso do meio. Isso era usado tanto para casais que viviam casos secretos quanto para guardar segredos de guerra. Aliás, o professor também falou que esse tipo de escova existe desde a Idade Antiga e que se chama espelho de Vênus, porque a deusa com esse nome usava um objeto semelhante para se pentear.

- Você tem uma escova assim na sua casa?

Luciana do Rocio Mallon

#lendas

#lendasurbanas

 


sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Lenda da Noiva Fantasma do Ahú

 

Lenda da Noiva Fantasma do Ahú

 

Nos anos 90, em Curitiba, havia um jovem de pensamento conservador, que morava no bairro Cabral, numa rua que dava para ver o presídio do Ahú. Nessa mesma rua, aos domingos, passavam várias mulheres que iam visitar os presos.

Mas o rapaz conservador costumava ficar na janela de sua casa, xingando essas moças que iam visitar os detentos. Ele exclamava frases ofensivas como:

“- Vocês fazem questão de visitar bandido, porém não querem saber de homem trabalhador!”

“- Homem honesto vocês não querem, mas bandido...”

Reza a lenda que, nos anos 90, pastores evangélicos passaram a visitar o presídio do Ahú para converter os detentos e naquela mesma época chegaram a fazer casamentos religiosos, dentro da própria penitenciária, entre os presos e suas pretendentes que levavam a vida normal do lado de fora. Num desses casamentos, a noiva se emocionou, desmaiou e faleceu. Depois desse dia, pessoas passaram a ver o fantasma de uma noiva dentro desse local e flutuando pelos arredores.

Naquele mesmo período, o moço conservador que morava no bairro Cabral, sonhou com uma noiva que exclamou:

“- Pare de ofender as mulheres que passam por aqui para visitar os presos!”

“- Aliás, eu fui uma delas e morri no dia do meu casamento!”

Depois desse pesadelo, o rapaz nunca mais xingou mulher nenhuma e essa moça do sonho recebeu o apelido de Noiva Fantasma do Ahú, que dizem que assombra o local até hoje.

Luciana do Rocio Mallon

#lendascuritibanas

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Lenda do Fantasma do Conde Abel, o Poeta da Cartola, do Ahú

 

Lenda do Fantasma do Conde Abel, o Poeta da Cartola, do Ahú

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou autora do livro Lendas Curitibanas. Já contei várias lendas sobre o presídio do Ahú e hoje relato a lenda de um conde artista que ficou preso lá.

Na Curitiba, do início do século vinte, existia um poeta, jornalista e pianista chamado Abel Hamvultando. Naquele tempo a Monarquia já tinha acabado, mas várias pessoas insistiam em chamar esse poeta de conde. Aliás, ele era excelente escritor e foi elogiado até pela professora, Mariana Coelho, competente escritora feminista. Além disso, Abel foi amigo do costureiro Kiko, aquele mesmo de uma outra lenda em que esse próprio alfaiate reapareceu como gato cem anos depois. Bem, outras características interessantes de Abel é que também era um virtuoso músico e gostava de usar cartola.

Em 1900, ele matou um imigrante italiano chamado, Giovani também conhecido pelo apelido, Joãzinho Italiano, numa briga e por isso em 1909, Abel foi para a prisão do presídio do Ahú. Lá, ele passou a denunciar as condições do lugar escrevendo para jornais através de pseudônimos. Porém, um acessório que ele não dispensava, mesmo na clausura, era a cartola.

Reza a lenda que, naquela época, trouxeram o piano de Abel e colocaram o instrumento no porão. Pois, às vezes, ele era liberado para tocar piano nas profundezas do presídio.

Muitos anos se passaram e Abel faleceu.

Porém, durante a década de 1950, surgiram boatos de que pessoas passaram a escutar músicas ao piano e o som vinha dos misteriosos porões da penitenciária. Além disso, detentos passaram a ver um homem com roupas antigas e cartola andando pelos corredores. Alguns até escutaram esse mesmo rapaz misterioso declamando poemas. Esses relatos duraram até 2006, quando presídio foi desativado e até hoje dizem que era o espírito de Abel que tocava piano, declamava poemas e andava de cartola pelos corredores.

Por curiosidade, entre 1993 e 1994, foi gravada a novela chamada, Sonho Meu, em Curitiba. Algumas cenas, duas ou três, foram gravadas no presídio do Ahú e profissionais da equipe afirmaram que viram um rapaz misterioso com roupas de época e cartola andando pelos corredores.

Luciana do Rocio Mallon

#lendasurbanas

#lendascuritibanas

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Lenda do Quadro de Animais Domésticos do Castelo do Pintor

 

Lenda do Quadro de Animais Domésticos do Castelo do Pintor

Esse causo faz parte de uma série de lendas do castelo de um pintor falecido aqui de Curitiba. Esses causos aconteceram com uma amiga, que me autorizou a contar nas redes. Mas para manter a privacidade dela, no texto chamaremos a moça de Michele.

Em 1988, Dolores comprou um casarão construído no final do século dezenove, que pertenceu a um pintor, no bairro chamado Cabral em Curitiba. Ela tinha uma filha adolescente chamada Michele que não queria se mudar para a mansão afirmando ter medo de casas antigas. Mas, mesmo assim, a filha veio junto com ela. A mulher comprou a casa quase mobiliada e no porão tinham quadros. A filha escolheu um quarto dos fundos com escrivaninha, cama e ao lado dessa mesma cama tinha um quadro com três bichos pintados: um gato preto, um cachorro da raça Golden e um papagaio brincando no quintal daquele mesmo casarão.

Na primeira semana, Michele passou a escutar latidos de cão embaixo da sua janela, mas quando abria, a mesma janela, não via cachorro nenhum. Assim pensava que deveria ser algum animal da vizinhança. Na semana seguinte sempre pela noite, a garota passou a escutar barulhos de patas, no corredor, com miados de gato e teve a sensação que um gato sentava sobre a ela, enquanto ela estava dormindo. Porém quinze dias depois, ela começou ouvir voz de papagaio mesmo durante o dia. O papagaio gostava de falar as frases:

- Pintor Paulo, quero café e um cafuné.

- Eu não morri e o pintor também.

Porém como na frente da casa tinha uma academia de Artes e Música, Michele foi verificar os preços das aulas. Assim conversou com a dona do local e se apresentou como filha da nova proprietária do castelo do pintor em frente. Então a adolescente perguntou à dona:

- Por acaso sabe se o falecido pintor tinha animais de estimação?

A dona da academia respondeu:

- Ele tinha, mas morreram todos. Primeiro, ele possuía um gato preto que está enterrado no quintal. Depois ele teve uma cadela da raça Golden que foi atropelada nessa mesma rua e após isso ele adotou um papagaio que sumiu misteriosamente. As vezes tenho a impressão de ver os três rondando a minha academia pela noite, já que moro atrás do estabelecimento na edícula dos fundos. Reza a lenda que todas as criaturas que eram pintadas, pelo pintor Paulo, nunca morrem.

Naquele mesmo dia, Michele resolveu doar o quadro com os animais para uma moça de carrinho de papel que passava em frente ao casarão. A partir daquele dia, a garota disse que nunca mais escutou sons de animais no castelo do falecido pintor. Porém ela afirmou presenciar outros fenômenos sobrenaturais que contarei nas redes mais tarde.

Luciana do Rocio Mallon

 

domingo, 17 de maio de 2026

Esclarecimento: Sou a Real Autora do livro, Lendas Curitibanas, Mas no Momento Não Faço Passeios Culturais Com Lendas

 

Esclarecimento: Sou a Real Autora do livro, Lendas Curitibanas, Mas no Momento Não Faço Passeios Culturais Com Lendas

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou a verdadeira autora dos livros Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2. Inclusive pesquiso lendas desde meus 6 anos de idade ou seja desde 1980, fato que pode ser comprovado através das minhas professoras do primário. Portanto, tenho mais de 40 anos de pesquisa dedicados às lendas da capital do Paraná.

Acontece que vivo um pesadelo desde novembro de 2024, quando pessoas decidiram fazer passeios culturais pagos de lendas da cidade sem me consultar. Então, a partir daquele momento passei a receber reclamações de seguidores e conhecidos com frases como:

“- Paguei por um passeio cultural com Lendas Curitibanas porque pensei que você seria a palestrante. Então gostaria que você fizesse um ressarcimento.”

“ – Você está cobrando cem reais por um passeio sobre Lendas Curitibanas, nunca imaginei isso de você que sempre pregou que os pobres têm direito à Cultura.”

Poxa, esses tipos de mensagens acima me magoam muito. Primeiro porque leitores meus se sentiram enganados e segundo porque não sou que administro esses passeios. Assim, para que as pessoas não se sentissem tão logradas, ofereci meus serviços virtuais em forma de ressarcimento, como: Redação, aulas de Literatura, consultas em Vesteterapia, aulas de danças temáticas, tiragens de Tarô, homenagens de aniversários, músicas personalizadas sem o uso da inteligência artificial, etc.

Então o objetivo desse texto é esclarecer à sociedade que nunca criei e nem sequer administro passeios culturais com Lendas Curitibanas. Além disso, nunca ganhei dinheiro com esse tipo de atividade. Aliás, eu sou a favor que as classes menos favorecidas tenham direito à Cultura, portanto, nunca cobraria cem reais por um passeio cultural com Lendas Curitibanas porque isso não combina com a minha ideologia. Não sou hipócrita e pratico o que prego.

Realmente eu teria condições de oferecer um passeio cultural sobre o tema porque sou formada em Letras, Magistério e Hospitalidade, que tem a ver com a área do Turismo.

Mas no momento não faço essa atividade gratuita para a população porque cuido da minha mãe idosa e doente.

Porém, assim que minha situação melhorar a primeira coisa que farei será um passeio cultural pelas Lendas Curitibanas, do Centro, totalmente GRATUITO para a população. Esse é meu compromisso com meus leitores e seguidores.

Portanto, peço que entrem em contato comigo toda a vez que verem alguma propaganda envolvendo eventos com Lendas Curitibanas, porque assim eu saberei se o evento é comandado por mim ou não. Pois é a única maneira que arrumei para evitar confusões.

Além disso, esse transtorno todo fez com que eu perdesse patrocinadores e agora nenhum deles quer republicar meu livro novamente.

Mas não tem problema, pois Lendas Curitibanas pode até ser meu hiperfoco. Porém pesquiso outros assuntos e sei fazer outras atividades também.

Não quero prejudicar o trabalho de ninguém, porém tenho o direito à transparência e também de colocar cartas limpas na mesa.

Portanto: nunca fiz passeios culturais com Lendas Curitibanas!

Agradeço a apoio de todos!

Atenciosamente,

Luciana do Rocio Mallon

Verdadeira autora dos livros Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2.


domingo, 19 de abril de 2026

Lendas do Gato Kiko Após Sua Morte

 

Lendas do Gato Kiko Após Sua Morte

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou a verdadeira autora do livro Lendas Curitibanas.

Como também sou dançarina, conheço várias costureiras do Centro de Curitiba porque sempre estou precisando ajustar figurinos.

Em março de 2025, uma costureira de uma galeria comentou comigo:

“ – Esses dias, ao entrar na galeria, levei um susto com um gato que estava mexendo na minha máquina de costura. Ele era branco com umas listas.”

Já, em agosto de 2025, uma profissional da costura, que trabalha perto da Praça Rui Barbosa, disse para mim:

“ – De vez em quando aparece um gato por aqui e senta nas máquinas.”

Em dezembro de 2025, uma outra costureira, que trabalha num prédio da Rua Quinze, falou:

“ – Esses dias tinha um gato dentro da caixa de tecidos, mas quando abri a porta do corredor, entrou logo no elevador que estava aberto.”

Esses relatos acima me lembraram da lenda do gato Kiko, que é bem conhecida na cidade de Curitiba. Pois é a história de um costureiro, do século dezenove, que reencarnou num gato que foi morar na loja Kisses, da Rua Doutor Muricy, onde era sua antiga residência. Na verdade, o gato morou no comércio até 2019. Pois em 2020, por causa da longa idade, ele passou a morar na casa da proprietária e nunca mais foi à loja.

Em abril de 2026, eu e uma colega resolvemos gravar um clipe de música e dança no Centro da capital paranaense. Um dos lugares que fomos gravar foi na rua Doutor Muricy. Logo passei em frente à loja Kisses e perguntei:

- Como vai o gato Kiko?

A lojista respondeu:

- O gato Kiko morreu em janeiro de 2025, pois estava bem velhinho.

De repente, pensei:

- Será que era o fantasma do gato Kiko que mexeu nas máquinas e nos materiais das costureiras do Centro?

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#gatokiko

 

 

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Horóscopo das Lendas Urbanas de Curitiba

 

Horóscopo das Lendas Urbanas de Curitiba

Aqui saiu no cartaz a palavra: curitibiana, que deve ser mistura de Curitiba com Luciana.

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou pesquisadora de lendas, gosto de misticismo e sou autora do livro Lendas Curitibanas.

Dias atrás recebi as seguintes mensagens:

“- Já que você escreve sobre lendas e horóscopo bem que você podia fazer o zodíaco das Lendas Curitibanas.”

“ Faça um horóscopo de Lendas Curitibanas de acordo com seus conhecimentos.”

Então realizei esses pedidos abaixo:

Horóscopo de Lendas Curitibanas

1 – Capivara – 21 de março a 20 de abril: o curitibano desse signo é lutador e batalhador. Além de ser educado e um pouco tímido. Porém gosta de descansar nos parques da cidade. Além disso curte andar em grupos. Geralmente briga com os nativos do signo curitibano conhecido como grimpeiro.

2 - Gato Bóris – 21 de abril a 20 de maio: a criatura desse signo gosta de atividades artísticas. Seu ambiente preferido é o Largo da Ordem. Porém gosta de bibliotecas e livrarias. Além disso é guloso e geralmente tem problemas com o peso.

3 - Pavão Prateado do Passeio Público -  21 de maio a 20 de junho: tem dupla personalidade. Pois de dia é um pavão e de noite é uma dama sedutora vestida de prata. Os curitibanos desse signo são lindos, porém discretos de dia. Mas à noite soltam a franga, quero dizer o pavão.

4 – Araucária  -  21 de junho a 22 de julho: a pessoa desse signo é ligada à família porque tem raízes enormes. Além disso seu trabalho sempre dá frutos e gosta de oferecer sombra para todas as criaturas cansadas. Além disso, seus melhores amigos são do signo curitibano de grimpeiro.

5 - Torre da Telepar - 23 de julho a 22 de agosto:   esse signo prova que Curitiba não tem um parafuso a menos e sim um parafuso a mais. Pois a Torre da Telepar é um parafuso misterioso que guarda muitos mistérios. Os nativos desse signo gostam de ser o centro das atenções e de olhar tudo do alto.

6 - Jacaré do Barigui -   23 de agosto a 22 de setembro é um signo de água e terra ao mesmo tempo. O curitibano desse signo é discreto e quase passa despercebido. Mas quando faz sucesso vira até estrela internacional. Ele gosta do Parque Barigui e tem vez em quando tem problemas com os nativos do signo de capivara por disputarem o mesmo espaço.

7 - Noiva do Belvedere -  23 de setembro a 22 de outubro: a criatura desse signo é delicada, leve e suave. Porém muito vaidosa e consumista porque ama andar na moda. Ela já teve aulas de uma dessas artes: Dança ou Música ou Teatro. Aliás, ela gosta de chamar a atenção por onde passa porque curte competir com o Pavão Prateado do Passeio Público. Além disso, seu lugar preferido é o Belvedere onde aparece vestida de branco.

8 – Bailarina da Casa Hoffman -  23 de outubro a 21 de novembro: a mulher desse signo é meiga, doce e um dia sonhou em ser bailarina ou modelo. Mesmo adulta ela sonha em voltar a frequentar aulas de Dança. Um dos seus lugares preferidos é o Largo da Ordem, mais precisamente a Casa Hoffman, onde ela gosta de espiar os espetáculos desse lugar. A curitibana desse signo está sempre disposta a auxiliar o próximo.

9 – Grimpeiro-   22 de novembro a 21 de dezembro: geralmente se esforça para ganhar destaque, mas muitas vezes é sabotado pelo nativos do signo de capivara. Apesar de tudo, o grimpeiro é gentil e tem como seus melhores aliados os nativos do signo de araucária. Aliás o grimpeiro nunca está embaixo. Pois o problema é ele enxergar tudo do alto.

10 – Dama de Vermelho da Galeria Tijucas-  22 de dezembro a 19 de janeiro: a curitibana desse signo já amou demais e por isso sofreu por amor. Mas nunca deixou de ser bonita e sensual. Assim quando se veste de vermelho chama a atenção de todos na rua. Aliás, seu lugar preferido é a Galeria Tijucas.

11- O Cavalo Fantasma do Jóquei Clube -  20 de janeiro a 18 de fevereiro: o curitibano desse signo é trabalhador e esforçado. Além disso gosta de ajudar o próximo e quando ama alguém, deixa a criatura amada montar em cima dele. Porém quando alguém tenta abusar de sua paciência, ele dá coices mesmo.

12- Mendiga dos Sete Casacos de Frio -19 de fevereiro a 20 de março: a curitibana desse signo é a mais mística e a mais paranormal do zodíaco curitibano. Pois ela tem a intuição aguçada, ajuda pessoas com os recursos da natureza e pratica magia. Sem falar que ela colabora sempre quando tem campanha do agasalho e estimula a doação de casacos no frio. Mas, geralmente, ela mesma gosta de doar agasalhos aos mais necessitados.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#zodíado

#horóscopo

#lendas

#lendascuritibanas

 

 

 


domingo, 1 de junho de 2025

Lenda da Bruxa do Banheiro X A Gota Fria no Chuveiro no Inverno de Curitiba

 

Lenda da Bruxa do Banheiro X A Gota Fria no Chuveiro do Inverno de Curitiba

Em 1979, quando eu tinha 5 anos de idade, escutei na televisão:

- Para economizar, lave sua peça íntima, debaixo do chuveiro, enquanto toma banho.

Então segui esse conselho do noticiário. Assim toda a vez que eu tomava banho, lavava minha calcinha debaixo do chuveiro e pendurava na torneira, do box, depois.

Porém, numa tarde de domingo das férias de verão, fui levada à casa de dona Gertrudes que dizia conhecer todos os causos de terror da cidade. De repente, no meio da conversa ela contou:

“ – Há uma bruxa invisível que existe em todo o banheiro. Pois ela assusta à noite as crianças que não puxam a descarga depois de fazer “cacaca”. Mas o pior é o que ela faz com as pessoas que lavam as peças íntimas, enquanto tomam banho no box e depois colocam essas mesmas peças na torneira: no inverno, quando essas pessoas esperam tomar banho quente, sempre caí uma gota fria no meio das cabeças delas por castigo dessa terrível feiticeira.”

Dessa maneira, fiquei assustada porque lavei minhas calcinhas debaixo do chuveiro algumas vezes.

Porém, o inverno chegou e nos meus banhos quentes, de chuveiro, até hoje sempre surge uma gota gelada no meio. Porém, até hoje, continuo lavando minhas calcinhas, debaixo do chuveiro, enquanto tomo banho.

- E você leitor?

- Também lava suas peças íntimas enquanto toma uma ducha?

- No banho de inverno sempre caí uma gota fria do chuveiro?

Por favor, conte na parte dos comentários.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendascuritibanas

#lendas

#lendasurbanas

#inverno

 

 


sábado, 24 de maio de 2025

Lenda da Menina do Balanço da Praça das Cerejeiras

 

Lenda da Menina do Balanço da Praça das Cerejeiras

Essa lenda foi contada por alguns vizinhos que moram perto da praça Makiguti, no Jardim das Américas, em Curitiba e eles me pediram para que eu postasse esse causo sobrenatural, porque faz parte da Cultura desse bairro

A praça Makiguti, também conhecida como Praça das Cerejeiras, foi inaugurada no dia 14 de junho de 1996. Bem nessa época ela recebeu mudas de cerejeiras, azaléas e também foram instalados brinquedos como escorregador e balanços.

A partir de 1998, esse local passou a receber atividades artísticas como: apresentações de Danças, aulas de Yoga, bandas musicais, etc.

Reza a lenda que, em 1999, existia uma menina de cinco anos de idade que em todas as tardes passeava, com sua babá, na praça Makiguti. Ela era nissei e amava vestir vestidos em tons rosados bem parecidos com os das flores das cerejeiras desse local.

Dizem que, numa tarde, ela estava no primeiro balanço da Praça Makiguti, mas, de repente, passou mal, desmaiou e faleceu.

A partir daquele dia, alguns moradores passaram a ver uma menina de vestido rosa, no primeiro balanço, nessa praça. Porém sempre quando eles se aproximavam, a imagem da garota desaparecia aos poucos.

Já outros vizinhos falaram que muitas vezes, mesmo sem vento, é possível ver o primeiro balanço se balançar sozinho, enquanto os outros ficam parados. Nisso eu acredito, pois de onde moro, é possível ver a praça e garanto que já vi esse fenômeno.

Também já presenciei pessoas passeando com cachorros na praça e é muito comum cachorros pararem em frente ao mesmo balanço e latirem sem parar.

Em 2017, fui gravar uma Dança nessa praça com minha amiga, Regina Bostulim, que não conhecia essa lenda. De repente, ela disse:

- Veja que linda menina nissei no balanço atrás!

Naquele instante olhei para o local e disse:

- Onde?!

Não estou vendo nada!

Em 2023, fui gravar outras coreografias de Dança, dessa vez, com minha amiga, Ana, e ela também afirmou que viu uma menina misteriosa no mesmo balanço.

Durante a florada das cerejeiras, no inverno, várias pessoas vem tirar fotos, gravar vídeos e também bailar coreografias de danças, muitas vezes asiáticas. Então houve o causo de uma menina, vestida de quimono, por volta de cinco anos de idade, que apareceu dançando junto com as bailarinas mesmo sem pertencer aos grupos.

Reza a lenda que a partir desse dia, muitos moradores batizaram o espírito da menina do balanço com o nome de Sakura, que significa cerejeira.

Outro mistério que ronda a praça é a estátua do patrono, Tsunessaburo Makiguti, um filósofo e professor japonês, cujo o busto está no alto de um pilar. O problema é que já fizeram muito vandalismo com essa estátua, como por exemplo: tirar do pilar, pichar e pintar de verde.
Reza a lenda que o busto do patrono era de bronze, mas como tentaram roubar a estátua, ela foi guardada em local seguro e substituída por outra de gesso com uma pintura externa da cor do bronze.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendasurbanas

#lendascuritibanas

#praçadascerejeiras

#Makiguti

#Sakura

 

 

 

 

 

 


domingo, 12 de maio de 2024

Segunda Versão da Lenda do Cavalo Babão

 

Segunda Versão da Lenda do Cavalo Babão

 

Depois, da primeira versão, da lenda do cavalo que babava e que mostrou o local do tesouro escondido ao dono, também existe uma segunda versão desse causo:

Dizem que o cavalo babão foi o último equino que puxava a carroça de uma velha “verdureira”, do bairro de Santa Felicidade que sempre vinha vender seus vegetais no Centro de Curitiba. Reza a lenda que no final dos anos 80, o cavalo e sua dona foram atropelados perto do Largo da Ordem. Por incrível que pareça, o cavalo passou a babar quando foi atropelado. O mito também conta que esse animal foi enterrado, às escondidas, no Largo da Ordem. Então em 1995, o prefeito da época, resolveu fazer uma homenagem para esses dois e também aos tropeiros junto com os colonos que comercializavam cavalos no século dezenove no Largo da Ordem. Assim, para fazer essa homenagem surgiu esse monumento do Cavalo Babão e muitas pessoas afirmam que esse chafariz foi construído no mesmo local onde o cavalo foi enterrado. Dizem que nas noites de Lua Cheia, o espírito do cavalo, puxando a carroça fantasma, aparece no Largo da Ordem com barulho típico e tudo.

Luciana do Rocio Mallon

#lendas #lendascuritibanas #lucianadorociomallon



 

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Dê o Livro Lendas Curitibanas, de Presente de Dia dos Namorados, Nesta Pandemia

Dê o Livro Lendas Curitibanas, de Presente de Dia dos Namorados, Nesta Pandemia
Procura algo diferente, como presente, para o Dia dos Namorados nesta época de Corona?
Então, o livro, Lendas Curitibanas, é a melhor opção.
Pois neste frio, vocês dois podem ler esta obra juntos, enrolados num cobertor, em frente a uma lareira. Sem falar que ler histórias para o amado dormir é uma demonstração de carinho.
Aliás, muitas lendas foram baseadas em histórias de amor. Como exemplos:
A Lenda do Bairro Tatuquara nasceu do romance proibido, na época do Brasil-Colônia, entre um índio, que virava tatu, e uma loira que tinha o pai muito brabo. Um dia, o pai da moça pegou os dois namorando. Assim, o velho saiu correndo com a espingarda atrás do casal. Mas o índio, se transformou em tatu e levou sua amada para debaixo da terra. Por isto, aquela região passou a ser chamada de Tatuquara, que significa buraco do tatu em tupi-guarani.
A Lenda da Bailarina da Casa Hoffman relata o namoro mágico entre uma dançarina-fantasma e um cadeirante. De madrugada o rapaz ia com sua cadeira de rodas em frente à Casa Hoffman. Lá a bailarina tirava o rapaz para dançar.
A Lenda do Anjo do Teatro Universitário de Curitiba conta a história verídica de um músico que, no evento do Dia dos Namorados, foi tocar a música que fez para a esposa, se emocionou, desmaiou e faleceu no palco.
Eu, que sou autora deste livro, tenho uma história de amor não correspondido que é uma verdadeira lenda urbana. Em 1989, quando eu era adolescente sofria bullying por ser obesa e masculinizada. Deste jeito, as minhas colegas diziam:
“- Você nunca se casará porque é muito feia!”
Então, eu respondia:
“- Posso até não casar, mas terei daqueles amores de novela mexicana, onde o casal se conhece na juventude. Mas o homem volta para a cidade dele. Porém, vinte anos depois, retorna para o local onde mora sua ex-namorada.”
Em 2002, conheci um homem num grupo de poetas da vida real. Mas, em 2003, ele voltou para a cidade dele. Porém, em 2016, o moço retornou para Curitiba, porém não desejou me ver. Agora, com a pandemia, ele pretende retornar a sua cidade Natal.
- Será que as palavras têm vida?
- Pois, sempre sonhei com um amor assim na minha vida!

Por isto, dê de presente ao amado o livro, Lendas Curitibanas, que está à venda no site do editor Anthony Leahy:
http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=491
Luciana do Rocio Mallon



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Lenda do Cachorro Com o Guarda-Chuva Na Boca

Lenda do Cachorro com o Guarda-Chuva Na Boca
Tempos atrás, compartilhei uma foto de um cão com uma sombrinha na boca. Esta imagem tem várias origens segundo a própria Internet. Alguns especialistas dizem que se trata de uma montagem. Já, outras pessoas dizem que o cão é americano e a foto dos anos 80.
O importante é que a imagem me fez lembrar da lenda do cachorro com o guarda-chuva na boca de Curitiba.
Nos anos 70, três meninos resolveram adotar um filhote que estava na rua e batizaram o bicho de Totó. Estes garotos se chamavam: Antônio, André e Zezinho.
Num dia chuvoso, Antônio jogou futebol na tempestade, ficou na cama com sintomas de gripe e Totó permaneceu ao seu lado. Mas o garoto foi levado ao hospital e faleceu de pneumonia.
Um ano após esta tragédia, André tomou chuva na escola e dois dias, depois, também faleceu de pneumonia.
Então Totó percebeu que os meninos morreram porque não usaram sombrinha.
Assim, a partir daquele dia, toda a vez que Zezinho saia de casa no tempo nublado, o cachorro pegava uma sombrinha na boca e corria atrás do garoto.
Dizem que este cão já faleceu. Mas, reza a lenda que quando o tempo escurece as crianças, menores de cinco anos de idade, costumam ver um cachorro com um guarda-chuva na boca correndo pela rua.
Luciana do Rocio Mallon



segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Lenda dos Pôneis Que Eram Transformados Em Unicórnios

Lenda dos Pôneis Que Eram Transformados em Unicórnios
No final dos anos 90, estampas de unicórnios invadiram a moda. Então surgiram roupas, brinquedos e objetos com desenhos deste animal mitológico.
Porém empresários, da Região Metropolitana, com o objetivo de lucro, resolveram fantasiar pôneis, de unicórnios, em seus parques campestres e eventos ao ar livre.
Mas, os materiais usados eram nocivos aos animais. Pois colocavam cola de metal na testa dos pôneis, para fixar o chifre, e amarravam asas neles com elásticos que deixavam marcas.
Um dia, o pai de uma menina foi a um parque destes e disse a ela:
- Eu já contei que Papai Noel, Cegonha de Bebês e Coelhinho da Páscoa não existem. Mas quero que você conheça um animal que existe de verdade:
- O unicórnio!
Assim ele mostrou à filha um pônei vestido de unicórnio e a pequena acreditou.
O Papai Noel, a cegonha e o Coelho da Páscoa, lá do Reino da Fantasia, ouviram tudo e falaram:
- Esta foi a última gota da água!
- Precisamos libertar estes pôneis que são maltratados e obrigados a fingir que são unicórnios.
Então numa noite de sexta-feira, os três amigos apareceram no estábulo:
- Estamos aqui para libertar vocês!
O pônei mais velho disse:
- Ainda bem porque eu não aguentava mais. A cola do chifre falso deixou uma enorme ferida na minha testa e as marcas dos elásticos das asas fizeram minha pele sangrar. Sem falar, que não tenho nada contra a galera LGBT. Mas como sou macho hetero, me senti triste quando pintaram as minhas crinas com as cores do arco-íris com tintas que causam alergias aos animais.
Deste jeito, o Papai Noel, a cegonha e o coelho abriram a porta do estábulo. Porém, como os pôneis estavam fracos e machucados foram atropelados na Avenida das Torres e morreram.
Porém, eles viraram anjos. Por isto, reza a lenda que nas noites de sexta-feira, de Lua cheia, é possível ver pôneis disfarçados de unicórnios na Avenida das Torres.
Portanto, nunca aceite os maus tratos aos animais.
Luciana do Rocio Mallon



segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Lenda do Fantasma da Roda-Gigante de Natal

Lenda do Fantasma da Roda-Gigante de Natal
Dias atrás, o site de humor, Dolangue News, postou um texto dizendo que um rapaz viu um espírito na roda-gigante de Natal da Praça Santos Andrade.
Este artigo me lembrou da Lenda do Fantasma da Roda-Gigante no Natal. Dizem que nos anos 70, uma mulher perdeu seu filho, de dois anos de idade, num parque de diversão numa época perto do Natal. Então para tentar encontrar a criança, ela subiu na roda-gigante e de repente gritou:
- É ele!
- É meu filho de mãos dadas com meu falecido marido lá embaixo!
Depois destas palavras, a mulher morreu dentro da cadeira da roda-gigante.
Reza a lenda que sempre perto do Natal, o espírito desta moça entra nas rodas-gigantes para tentar encontrar seu filho. Como o fantasma tem cor prateada, algumas pessoas se assustam ao ver este espírito.
Luciana do Rocio Mallon

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Neste Feriado, Leia o Livro Lendas Curitibanas 2

Neste Feriado, Leia o Livro Lendas Curitibanas 2
Não tem programa bom para este feriado?
Já imaginou ir aos lugares incríveis onde aconteceram causos misteriosos?
Sim, isto é possível!
Basta comprar o livro, Lendas Curitibanas 2, para viajar pelos lugares mais alucinantes, com personagens mágicos, de Curitiba.
Para adquirir a obra, basta ligar ou entrar em contato pelo whats: 41996512567.
Luciana do Rocio Mallon


Lenda da Iara do Rio Passaúna

Lenda da Iara do Rio Passaúna
Reza a lenda que na época que Curitiba ainda se chamava Vila Nossa Senhor da Luz, nas águas onde há o Rio Passaúna, existia uma iara que não queria devorar homens bons, apenas os maus. Pois dizem que ela era filha de uma moça considerada santa milagreira e de um tritão que morreu com um tiro de bandido.
Naquela época surgiu um justiceiro moreno, que matava meliantes fora da lei, e se vestia igual ao Zorro na região.
Numa tarde de primavera, este Zorro paranaense estava sendo perseguido por bandidos. Então ele se jogou nas águas do rio misterioso. Depois que os marginais foram embora, a iara salvou o homem que abriu os olhos e a moça confessou:
- Sou uma mãe-da-água que devora homens. Mas escolhi acabar apenas com os rapazes maus. Como vi que você é um justiceiro do bem, não farei mal a sua pessoa. Aliás, toda a vez que você se sentir acuado, fique à vontade para se esconder no meu rio. Mas, eu proponho uma parceria: toda a vez que você pegar um bandido, gostaria que jogasse o corpo dele nas minhas águas para servir de alimento para mim.
O Zorro exclamou:
- Concordo!
A partir daquele dia, todo o bandido que este justiceiro pegava, ele jogava o corpo no rio da iara.
Reza a lenda que a partir deste pacto, este rio passou a ser lugar de desova de corpos e isto funciona até hoje.
Porém, como os índios passaram a ver um homem vestido de negro jogando outras criaturas naquelas águas, eles batizaram o rio de Passaúna, que significa homem vestido de negro, em tupi.
Atualmente o rio Passaúna está localizado na Região Metropolitana de Curitiba.
Muita gente afirmou que já viu uma mãe-da-água e um homem vestido de Zorro nestas águas. Porém, realmente, até hoje muitas desovas acontecem lá. Por isto, dizem que isto é consequência do pacto entre a iara e o justiceiro feito há muitos anos.
Luciana do Rocio Mallon



domingo, 3 de novembro de 2019

Neste Natal, Dê o Livro Lendas Curitibanas 2, De Presente

Neste Natal, Dê o Livro Lendas Curitibanas 2, De Presente
O Natal está chegando!
Gostaria de presentear alguém especial com os causos misteriosos que você gostava de escutar na infância, ao redor da fogueira, com a turma reunida?
Então, dê o livro Lendas Curitibanas 2, de presente!
Assim você poderá ler os contos tradicionais, da capital do Paraná, na noite natalina perto da lareira e da árvore de Natal.
Informações pelo fone ou whats: 41996512567 .
Luciana do Rocio Mallon

terça-feira, 29 de outubro de 2019

O Halloween Já é Quinta, Por Isto Presenteie Quem Você Ama Com o Livro Lendas Curitibanas 2

O Halloween Já é Quinta, Por Isto Presenteie Quem Você Ama Com o Livro Lendas Curitibanas 2
O Halloween já é dia 31!
Que tal entrar no clima presenteando quem você ama com o livro Lendas Curitibanas 2?
Em vez de doces, que dão cáries e diabetes, presenteie com um livro que exercita o cérebro!
A obra, Lendas Curitibanas 2, tem causos misteriosos ideais para a data.
Mais informações pelo telefone e whats: 41996512567 .
Luciana do Rocio Mallon