Não Me Assusto Quando Falam Palavrão Para Mim, Mas Tenho Medo Quando o Palavrão Me Chama
Não me assusto quando falam palavrão para mim
Porque o mundo está cheio de gente ruim
Mas tenho medo quando o palavrão me chama
Pois ele é mentiroso e sempre me difama
Na primavera, eu estava no jardim
Numa noite de misteriosa Lua
Mas escutei um som assim:
“- Ei, menina, sua...”
Somente depois eu vi
Que era o bem-te-vi
Junto com o quero-quero
Que estavam levando um lero
Numa madrugada ao relento
Eu passava na rua escura
Com o coração cheio de tormento
E a alma repleta de amargura
De repente, escutei um lamento:
“ – Garota vai tomar...”
Olhei para trás e era apenas o vento
Se despedindo do luar
Com o uivo do momento
Não me assusto quando falam palavrão para mim
Porque o mundo está cheio de gente ruim
Mas tenho medo quando o palavrão me chama
Pois ele é mentiroso e sempre me difama.
Luciana do Rocio Mallon
Mostrando postagens com marcador poemas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poemas. Mostrar todas as postagens
domingo, 24 de maio de 2020
sábado, 7 de março de 2020
Sou a Guardiã do Umbral
Sou a Guardiã do Umbral
Eu sou a guardiã do Umbral
Triste, doce e amordaçada
Por uma maldição do astral
Por isto nunca serei amada!
Minha roupa é uma capa transparente
Por baixo tenho um baby doll de cetim
Minha pele é fria, não é ardente
Apesar da cor porcelana de marfim
Nas minhas mãos, tenho uma lanterna chinesa
Que ilumina a escuridão dos espíritos perdidos
Flutuo com sutileza com as sapatilhas da delicadeza
Para socorrer os depressivos e aflitos
Mas eu falo com os antepassados e mortos parentes
Pois tenho permissão de entrar nos túneis dos inconscientes
Não posso ser tocada, preciso ser virgem
Para que as portas não percam sua origem
Mas todo o cafajeste que comigo mexer
Irá chorar de amor até amanhecer
Amando qualquer mulher vulgar
Que tem o poder do prazer
Mas que trai sem parar
Seduzindo homem por prazer.
Luciana do Rocio Mallon
Eu sou a guardiã do Umbral
Triste, doce e amordaçada
Por uma maldição do astral
Por isto nunca serei amada!
Minha roupa é uma capa transparente
Por baixo tenho um baby doll de cetim
Minha pele é fria, não é ardente
Apesar da cor porcelana de marfim
Nas minhas mãos, tenho uma lanterna chinesa
Que ilumina a escuridão dos espíritos perdidos
Flutuo com sutileza com as sapatilhas da delicadeza
Para socorrer os depressivos e aflitos
Mas eu falo com os antepassados e mortos parentes
Pois tenho permissão de entrar nos túneis dos inconscientes
Não posso ser tocada, preciso ser virgem
Para que as portas não percam sua origem
Mas todo o cafajeste que comigo mexer
Irá chorar de amor até amanhecer
Amando qualquer mulher vulgar
Que tem o poder do prazer
Mas que trai sem parar
Seduzindo homem por prazer.
Luciana do Rocio Mallon
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Link Com a Entrevista Que Dei, no Programa Plateia, de Rádio Sobre Lendas, Poemas e Danças
http://www.paranaeducativa.pr.gov.br/modules/debaser2/visualizar.php?audiovideo=1&xfid=14136
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Poemas Meus na Página do Kaká
Amigos:
Há poemas inéditos, de minha autoria, na página do Kaká:
Assinar:
Postagens (Atom)
