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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

A Importância do Folclore no Combate à Depressão

 

A Importância do Folclore no Combate à Depressão  

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou folclorista, escritora e especialista em Vesteterapia, estudo místico através das roupas.

Dias atrás recebi as seguintes mensagens:

- Por favor, poderia falar sobre a importância do Folclore contra a Depressão?

- Como 22 de agosto é dia do Folclore, gostaria que você comentasse como o Folclore pode trazer harmonia e combater a tristeza em qualquer indivíduo.

Minhas respostas, abaixo:

Sim, o Folclore tem um papel importante no combate à Depressão.

Primeiro falarei sobre a origem da palavra “Folclore”:

Em 22 de agosto de 1846 o professor, arqueólogo e empreendedor, chamado William John Thoms, criou o termo “folklore”. As origens do termo “folclore” conduzem para duas palavras em inglês: Folk e lore, que as traduções são: povo e conhecimento. Traduzindo ao “pé-da-letra” ficaria assim: conhecimento de um povo, ou, conhecimento popular.

O Folclore é importante para a formação de qualquer indivíduo porque mostra como seus antepassados viviam, valoriza as tradições do lugar, ensina valores de formas simples e trabalha o controle das emoções com comportamentos sublimes através de: Danças, Músicas, Artes Plásticas e Contação de Histórias.

As atividades folclóricas unem laços familiares, por exemplos: ditados que passam de avós para netas, lendas urbanas contadas na mesa do almoço de domingo, danças que passam de tias para sobrinhas, culinária com vegetais típicos da região nas receitas do caderno da bisavó, etc. Assim, o Folclore ameniza os conflitos de gerações de forma leve e descontraída fazendo que os jovens valorizem os idosos e os mais velhos se interessem pelos mais novos.

O Folclore brasileiro têm funções sociais e de cidadania, principalmente, quando ajuda a acabar com o preconceito. Por exemplo, o Folclore brasileiro é a junção de várias etnias como: indígena, afrodescendente, europeia e cigana.

Profissionais de Saúde Mental destacam a importância de atividades folclóricas no combate à Depressão. Pois quando o indivíduo participa de uma ação folclórica, surge no seu cérebro um sentimento de pertencimento, assim ele se sente parte da comunidade, fato que eleva a autoestima. Além de ajudar na socialização porque grande parte das atividades é feita em grupo.

A psicóloga, Cida Silva, afirma: já foi comprovado que quando um indivíduo participa de alguma atividade folclórica, aumentam no seu organismo substâncias como: serotonina, dopamina e oxitocina que ajudam no combate à Depressão. A psicóloga também diz que geralmente os ambientes, que praticam o Folclore, são coloridos e isso influi nas emoções dos participantes, basta ver isso em manifestações culturais como: Carnaval, Frevo, Quadrilhas Juninas, Carimbó, etc.

Aqui, concordo com a psicóloga. Pois sou especialista em Vesteterapia e sei que roupas coloridas tem o poder de animar quem veste essas peças repletas de cores.

A estudante, Carolina Pereira, faz aulas gratuitas de artesanato regional e Danças Foclóricas, assim ela fala que depois que começou a realizar essas atividades, suas crises de Depressão praticamente acabaram.

Então se você sofre de Depressão procure a ajuda de um profissional de saúde mental e comece agora mesmo uma atividade folclórica que pode ser: Artesanato Regional, Dança Folclórica, etc.

Feliz Dia do Folclore!

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#diadofolclore

#22deagosto

 

 


quinta-feira, 5 de junho de 2025

Lenda da Expressão Pé-de-Meia

 

Lenda da Expressão Pé-de-Meia

Reza a lenda que a expressão, pé-de-meia, surgiu na Antiguidade, pois era uma forma de esconder tesouros e moedas contra os saqueadores, além de fazer parte de um ritual para Abundia, Fortuna e Tique, as deusas da prosperidade.

Então, quando uma meia estava desgastada, a pessoa escondia moedas e tesouros dentro dela. Depois colocava, essa mesma meia, debaixo no colchão. Diz o mito que se a pessoa fizesse isso seria protegido pelas deusas Abundia, Fortuna e Tique.

Porém quando a outra meia, desse mesmo par, sumia sem explicação era sinal de que as deusas aceitaram o ritual e que em troca vieram buscar a outra meia que fazia parte do par, porém que não era aquela com os tesouros.

Mas os saqueadores descobriram isso e passaram a roubar todas as meias que encontravam nas vilas.

Diz o mito que se você perder uma meia do seu par é porque as deusas da Fortuna trarão dinheiro inesperado para você.

Será que é por causa dessa lenda que até hoje as meias somem?

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#diadameia

#6dejunhodiadameia

 

 

 

 

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Fantasma da Loira do Belvedere é Vista Em Câmeras

Fantasma da Loira do Belvedere é Vista Em Câmeras
Hoje me perguntaram:
- Tia Lu, o que você achou da noiva que as câmeras pegaram correndo, à noite, entre a câmara municipal e o Largo da Ordem em Curitiba?
- Inclusive, as imagens passaram no programa Balanço Geral Curitiba.
Minha resposta:
- Isto realmente precisa ser investigado. Pois a moça pode ser o Fantasma da Noiva do Belvedere. Afinal, dias atrás, encontraram ossadas no Belvedere e, provavelmente, ela foi reclamar da invasão, do seu castelo, na câmara municipal. É bom lembrar que quando transformaram este palácio num mocó também foi vista uma noiva misteriosa na mesma região.
Luciana do Rocio Mallon