Mostrando postagens com marcador dançadecuritiba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dançadecuritiba. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de março de 2026

Dança das Esposas dos Tropeiros

 

Danças das Esposas dos Tropeiros

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Folclore e estou pesquisando sobre as Danças de Curitiba de antigamente. Já falei, nas redes, sobre as Danças das Lavadeiras do Rio Atuba, a Dança da Quirera, a Dança Chamada Curitibano e agora falarei sobre as Danças das Esposas dos Tropeiros.

Os tropeiros eram trabalhadores, principalmente entre os séculos dezessete e dezenove, que exerciam as funções de transportar tropas de animais como cavalos e mulas. Além disso, eles também transportavam mercadorias.

Assim as esposas dos tropeiros passavam meses sem ver os maridos. Para expressar essa saudade, essas mulheres criaram, de forma espontânea, as Danças das Esposas dos Tropeiros quando Curitiba ainda se chamava Vila de Nossa Senhora da Luz.

Essas danças se dividem em duas: Dança da Despedida e Dança do Acolhimento.

Dança da Despedida: as mulheres dançavam balançando lenços pequenos nas mãos. Culturalmente o ato de balançar panos com as mãos têm significados profundos. Quando uma dama faz sinal de despedida com o lenço para o amado, significa que ela promete ser fiel e essa ação, segundo a crendice popular, garante um reencontro posterior. Pois, segundo o mito, quando alguém balança um lenço para um viajante, está pedindo para que o anjo da guarda cuide dele. Então nessa dança tem giros com saias rodadas e lenços nas mãos. Ela pode ser dançada em círculos ou em linha reta ou de forma linear.

Dança do Acolhimento: esse bailado acontecia quando os tropeiros estavam voltando para visitar suas famílias. Então as mulheres dançavam com: cestas de frutas, instrumentos musicais e flores nas mãos. Pois isso significava acolhimento. Nessa dança tem giros com saias rodadas, balanços de saias, movimentos com flores nas mãos e instrumentos musicais como: pandeiros e tambores. Pois segundo a lenda, os pandeiros serviam para expulsar os espíritos invasores que podiam pegar caronas com os tropeiros durante as viagens.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dança

#dançadecuritiba

 

 


terça-feira, 24 de março de 2026

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

 

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

Na época em que Curitiba se chamava, Vila de Nossa Senhora da Luz, nasceu uma dança folclórica na cidade chamada Dança das Lavadeiras do Rio Atuba. Elas usavam muitos elementos como: tecidos, tábua de lavar roupa, escovas, bacias, baldes e principalmente grampos de prender roupas. Naquela época existiam grampos grandes que tinham os tamanhos das palmas das mãos e eles faziam sons de instrumentos de percussão. As lavadeiras, muito criativas, passaram a dançar com esses grampos como se fossem castanholas. Assim nasceu a Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba, onde elas giravam, com suas saias rodadas e batiam os grampos nos ritmos das músicas.

Focalizadora: Luciana do Rocio Mallon

Exemplos práticos:

https://www.youtube.com/shorts/m5-wCUB0Gsg

https://www.youtube.com/shorts/XQPmNE1bz28

 

#lucianadorociomallon

#dançadosgrampos

#dançadecuritiba

 

domingo, 15 de março de 2026

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança Tradicional?

 

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança tradicional?

Sim, era a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, quando Curitiba ainda se chamava, Vila Nossa Senhora da Luz. Elas dançavam com instrumentos de trabalho como: tábuas de lavar roupas, bacias, grampos, cestos e escovas que viravam até instrumentos musicais nas mãos delas. Essas moças dançavam como terapia para aliviar aquela vida dura. Além disso, a Dança também servia para aquecer todas no frio tão típico, de Curitiba, no inverno.

Deseja saber mais sobre essa Dança?

Então fique ligado nas minhas redes sociais, pois brevemente contarei mais.

Luciana do Rocio Mallon – folclorista

#lucianadorociomallon

#folclore