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sábado, 16 de novembro de 2019

A Liberdade é uma Mulher de Quarenta Anos, de Blusa Branca, no Meio da Chuva

A Liberdade é uma Mulher de Quarenta Anos, de Blusa Branca, no Meio da Chuva
Dias atrás, recebi a seguinte mensagem:
- Tia Lu, como é a sensação de perder o medo de andar vestida de branco pela chuva?
No início não entendi esta pergunta.
Mas depois me lembrei da música do Raul Seixas do refrão, Perdi o Medo da Chuva, e da situação da adolescente de dez anos de idade, que ao sentir os seios crescerem, resolve vestir casacos e arcar as costas para evitar chamar a atenção. Esta garota nunca sairia com uma blusa branca na tempestade nesta situação cheia de amarras no espírito. Porém o tempo passa, a menina aprende a usar sutiã e a suportar o peso dos seios, que no começo é desconfortável demais. Com o passar dos anos, a jovem enfrenta problemas mais sérios do que carregar peitos dentro de um top. Então ela amadurece e passa a vestir vários tipos de roupas. Até que ela chega aos quarenta anos e num dia de verão, resolve vestir uma blusa branca sem sutiã para sair porque as amarras da sociedade não atingem mais a sua alma. Então no caminho começa a chover, porém ela não liga porque faz muito calor. Assim a mulher sente uma liberdade “aliviante” enquanto a água da tempestade molha sua blusa branca mostrando seios reais sem silicones feitos de mentira e sem os famosos sutiãs da repressão.
Esta é a liberdade!
Luciana do Rocio Mallon





domingo, 20 de janeiro de 2019

Sou a Favor das Campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira


Sou a Favor das Campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira
Um mês atrás uma notícia chocou o país:
“ – Mulher de treze anos foi morta por marido de dezessete, ela morava na casa da sogra.”
Logo tomei um susto e me perguntei:
- Mulher de treze anos?
No mesmo segundo, cheguei à seguinte conclusão:
- Não existe adulta com treze anos. Pois com esta idade a pessoa ainda é uma menina, praticamente, uma criança. Aliás, lugar de menor é estudando e não cuidando de marido.
Infelizmente, este tipo de notícia aumenta a cada dia devido a fatores como: sexualização precoce e falta de preparo dos pais num mundo tão globalizado.
Hoje, aumentou o número de mães que permitem que seus filhos levem os namorados para dormir, à noite, em casa. Pois elas têm a visão errônea de que dentro das residências eles estarão seguros. Mas se esquecem que a maioria dos crimes passionais acontecem dentro dos lares. Pois, cresceu o número de crimes onde o namorado assassina a parceira dentro das residências dos pais dela, onde geralmente o namoro liberal é permitido. Outro problema é que muitos destes pais, que permitem que seus filhos tenham relacionamentos sem censuras, não levam suas filhas aos ginecologistas logo que elas menstruam. Aliás, muitos nem sequer conversam sobre gravidez precoce e Aids, apenas abrem as portas de casa para a liberdade. Sem falar que um adolescente sexualizado perde fases do seu crescimento corporal, cognitivo e espiritual. Pois passa da infância para a fase adulta num piscar de olhos.
Nos anos 90, conheci uma diretora de escola que permitia que sua filha, na época com doze anos, usasse pílula anticoncepcional para transar com o namorado. Até hoje isto me choca.
Vendo estas cenas, chego à conclusão de que não é à toa que as pessoas se apavoram quando digo que nunca tive relações sexuais com 44 anos de idade. Pois os valores estão trocados.
Pelos fatores citados acima é que sou a favor das campanhas: Minha Casa Não é Motel e Criança Não Namora Nem Por Brincadeira. Isto não é uma questão de moralismo e sim de saúde pública.
Luciana do Rocio Mallon









sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Não Tire a Rua do Artista de Rua


Não Tire a Rua do Artista de Rua
Por favor, não tire a rua do artista de rua
Porque o Sol precisa de sua amada Lua!
O artista ameniza os carros e seu barulho
Sua música é um mar num só mergulho!

Ele encanta os turistas que chegam ao Centro
Com a sua humildade em forma de talento!
Sua arte é o adubo para a raiz da Rua das Flores
Porque ele ameniza, no trabalhador, suas dores

A estátua se mexe em cada moeda brilhante
Que no céu, se transforma em estrela cintilante
A Emília que dança e vende bonecas
Conta segredos às meninas sapecas

A banda musical tira a poluição com sua melodia
Porque artista de rua é a mais pura poesia
As ruas centrais precisam de mais artistas assim
Pois, com eles, a calçada de “petit-pavé” vira tapete carmim
Não tire a rua dos artistas de rua porque isto será o fim

A constituição garante a liberdade de expressão de verdade
O artista de rua é a ponte mais mágica para a felicidade.
Luciana do Rocio Mallon