Lendas do
Gato Kiko Após Sua Morte
Meu nome é
Luciana do Rocio Mallon e sou a verdadeira autora do livro Lendas Curitibanas.
Como também
sou dançarina, conheço várias costureiras do Centro de Curitiba porque sempre
estou precisando ajustar figurinos.
Em março de
2025, uma costureira de uma galeria comentou comigo:
“ – Esses dias,
ao entrar na galeria, levei um susto com um gato que estava mexendo na minha
máquina de costura. Ele era branco com umas listas.”
Já, em
agosto de 2025, uma profissional da costura, que trabalha perto da Praça Rui
Barbosa, disse para mim:
“ – De vez
em quando aparece um gato por aqui e senta nas máquinas.”
Em dezembro
de 2025, uma outra costureira, que trabalha num prédio da Rua Quinze, falou:
“ – Esses dias
tinha um gato dentro da caixa de tecidos, mas quando abri a porta do corredor,
entrou logo no elevador que estava aberto.”
Esses
relatos acima me lembraram da lenda do gato Kiko, que é bem conhecida na cidade
de Curitiba. Pois é a história de um costureiro, do século dezenove, que
reencarnou num gato que foi morar na loja Kisses, da Rua Doutor Muricy, onde
era sua antiga residência. Na verdade, o gato morou no comércio até 2019. Pois
em 2020, por causa da longa idade, ele passou a morar na casa da proprietária e
nunca mais foi à loja.
Em abril de
2026, eu e uma colega resolvemos gravar um clipe de música e dança no Centro da
capital paranaense. Um dos lugares que fomos gravar foi na rua Doutor Muricy.
Logo passei em frente à loja Kisses e perguntei:
- Como vai o
gato Kiko?
A lojista
respondeu:
- O gato
Kiko morreu em janeiro de 2025, pois estava bem velhinho.
De repente,
pensei:
- Será que
era o fantasma do gato Kiko que mexeu nas máquinas e nos materiais das
costureiras do Centro?
Luciana do
Rocio Mallon
#lucianadorociomallon
#gatokiko
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