sábado, 31 de maio de 2025

Parte 2 – Banhos no Inverno de Curitiba

 

Parte 2 – Banhos no Inverno de Curitiba:

Banho Gota Fria Assassina: a pessoa coloca o botão, de quente, no chuveiro. Mas bem no meio caí uma gota fria na cabeça da vítima. Porém é como diz a lenda: “se você lava sua peça íntima no chuveiro e pendura na torneira, por castigo, no inverno sempre cairá uma gota fria, na sua cabeça, no banho.” Luciana do Rocio Mallon

Parte 1: Banho Lagoa

 

Parte 1 – Banhos do Inverno de Curitiba:

Banho Lagoa: lava só a perereca e a gruta traseira, numa bacia de metal, comprada na Estação Guadalupe. Também precisa aproveitar a mesma água para lavar os pés. Afinal, o banho é lagoa, mas quem não lava o pé é o sapo, já a rã é limpinha. Luciana do Rocio Mallon

 

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Todos os Meus Textos São Protegidos Por Direitos Autorais

 

Sou autora do livro Lendas Curitibanas. Além disso todos os meus textos, tanto do livro quanto do meu blog são protegidos pelos Direitos Autorais. Portanto, sempre quando alguém fizer um trabalho inspirado em meus contos, a pessoa tem o dever de citar meu nome como autora para não ir contra à lei. Luciana do Rocio Mallon


quinta-feira, 29 de maio de 2025

Conheça a Verdadeira Origem da Expressão “Moça do Job”

 

Conheça a Verdadeira Origem da Expressão “Moça do Job”

Nesses últimos dias, recebi várias mensagens como:

- Lu, você que curte Etimologia, sabe qual é a origem linguística da gíria, “mulher do job”, para designar acompanhante?

Minha resposta abaixo:

- Antes de responder a sua pergunta, minha cabeça voltou para o ano de 1992 nas aulas de História do professor, Pedro Oliveira, que dizia:

“- A função de acompanhante é conhecida como a profissão mais antiga do mundo porque existe desde a época das cavernas. Pois isso já foi comprovado através de figuras rupestres. “

Então pesquisei e confirmei que isso sempre foi verdade mesmo.

Algum tempo depois, em meados dos anos 90 no curso de Letras da UFPR, aprendi que na Idade Antiga, onde hoje se localiza os países anglo-saxões, o povo usava as expressões: “ollder job” e “old job” para se referir às mulheres que trabalhavam como acompanhantes. Pois desde aquela época, as pessoas já sabiam que essa sempre foi a profissão mais antiga do mundo.

Já, na Idade Média, por motivos religiosos essas expressões foram proibidas. Mas foi nessa época que surgiu a gíria, Casa da Luz Vermelha, porque as acompanhantes deveriam ficar em bordéis longe das aldeias e para a identificação deles era obrigatório, o estabelecimento ter um lampião e uma lanterna, pintados de vermelho, com uma vela dentro para a identificação. Já que a cor vermelha sempre foi associada ao pecado e à sensualidade.

O tempo passou e em 2020, chegou a pandemia. Assim, durante esse período, influenciadoras digitais, que trabalhavam com conteúdos sensuais, passaram a se identificar como “moças do job”. Assim a gíria se espalhou e chegou aos funkeiros que fizeram músicas com essa expressão.

Mas infelizmente, na verdade, tudo isso mostra a triste realidade da objetificação do corpo da mulher desde a época das cavernas. Mas só é possível acabar com esse fenômeno através de informação e políticas públicas. Pois, tristemente, a profissão mais na antiga do mundo vem sendo glamourizada porque poucas pessoas falam dos seus riscos que são muitos, entre eles vemos: infecções transmissíveis através das relações íntimas, exposição não autorizada de conteúdo íntimo nas redes e feminicídios.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

 

 

 

 


terça-feira, 27 de maio de 2025

Assessoro a Artista, Ana Bellao, Melhor Cover de Elsa de Frozen

 

Assessoro a artista e cover de Elsa, de Frozen, Ana Bellao que também atende pelo nome artístico Bella Bellon.

A artista é bailarina e foi eleita pela crítica como a melhor cover de Elsa de Frozen.

Ela também interpreta outras personagens em festas infantis como: Rapunzel, Cinderella, Sereia Ariel, She-Ra, etc. Por isso, Ana também está disponível para matérias e entrevistas.

Contato pelo whats da assessoria:

41996512567

Com Luciana do Rocio Mallon

 


domingo, 25 de maio de 2025

O Significado Conforme a Vesteterapia do Corte de Cabelo da Personagem, Solange, na Versão de Vale Tudo 2025

 

O Significado Conforme a Vesteterapia do Corte de Cabelo da Personagem, Solange, na Versão de Vale Tudo 2025

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas, acessórios e penteados.

Nesse último mês recebi as seguintes mensagens:

“ – Qual o significado do corte de cabelo da personagem, Solange, na nova versão da novela Vale Tudo?”

“ – O corte de cabelo da nova Solange, da novela das oito, trabalha com algum arquétipo?”

Minhas repostas estão abaixo:

- A personagem, Solange, da novela, Vale Tudo, em sua versão de 2025 é vivida pela atriz Alice Wegmann, que quis manter o cabelo parecido com a Solange, da versão de 1988, vivida por Lídia Brondi.

Esse corte de cabelo é conhecido pelo nome de blunt curt ou bob curto. Nos anos 60, esse penteado recebeu o apelido de, corte Cleópatra, porque a Elisabeth Taylor em algumas cenas, desse filme sobre a rainha do Egito, usou esse penteado.

O corte bob curto ou blunt curt consiste em um corte acima dos ombros com uma franja estilo cortininha. Além desse tipo de penteado, a personagem usa uma cor de ruivo discreto quase castanho-claro em seus cabelos.

Para a Vesteterapia, a mulher que escolhe um corte desses e ainda coloca uma tinta ruiva acobreada é: criativa, inteligente, equilibrada, responsável, vaidosa e trabalha, mesmo que de forma inconsciente, com o arquétipo da Cleópatra que tem a energia do empoderamento, da atitude e do poder. A tinta ruiva quase castanha traz uma harmonia a mais.

Portanto se você é mulher e deseja um corte de cabelo que deixe você mais equilibrada, empoderada, segura, poderosa, responsável e ao mesmo tempo criativa, escolha esse corte de cabelo blunt curt.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

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sábado, 24 de maio de 2025

Lenda da Menina do Balanço da Praça das Cerejeiras

 

Lenda da Menina do Balanço da Praça das Cerejeiras

Essa lenda foi contada por alguns vizinhos que moram perto da praça Makiguti, no Jardim das Américas, em Curitiba e eles me pediram para que eu postasse esse causo sobrenatural, porque faz parte da Cultura desse bairro

A praça Makiguti, também conhecida como Praça das Cerejeiras, foi inaugurada no dia 14 de junho de 1996. Bem nessa época ela recebeu mudas de cerejeiras, azaléas e também foram instalados brinquedos como escorregador e balanços.

A partir de 1998, esse local passou a receber atividades artísticas como: apresentações de Danças, aulas de Yoga, bandas musicais, etc.

Reza a lenda que, em 1999, existia uma menina de cinco anos de idade que em todas as tardes passeava, com sua babá, na praça Makiguti. Ela era nissei e amava vestir vestidos em tons rosados bem parecidos com os das flores das cerejeiras desse local.

Dizem que, numa tarde, ela estava no primeiro balanço da Praça Makiguti, mas, de repente, passou mal, desmaiou e faleceu.

A partir daquele dia, alguns moradores passaram a ver uma menina de vestido rosa, no primeiro balanço, nessa praça. Porém sempre quando eles se aproximavam, a imagem da garota desaparecia aos poucos.

Já outros vizinhos falaram que muitas vezes, mesmo sem vento, é possível ver o primeiro balanço se balançar sozinho, enquanto os outros ficam parados. Nisso eu acredito, pois de onde moro, é possível ver a praça e garanto que já vi esse fenômeno.

Também já presenciei pessoas passeando com cachorros na praça e é muito comum cachorros pararem em frente ao mesmo balanço e latirem sem parar.

Em 2017, fui gravar uma Dança nessa praça com minha amiga, Regina Bostulim, que não conhecia essa lenda. De repente, ela disse:

- Veja que linda menina nissei no balanço atrás!

Naquele instante olhei para o local e disse:

- Onde?!

Não estou vendo nada!

Em 2023, fui gravar outras coreografias de Dança, dessa vez, com minha amiga, Ana, e ela também afirmou que viu uma menina misteriosa no mesmo balanço.

Durante a florada das cerejeiras, no inverno, várias pessoas vem tirar fotos, gravar vídeos e também bailar coreografias de danças, muitas vezes asiáticas. Então houve o causo de uma menina, vestida de quimono, por volta de cinco anos de idade, que apareceu dançando junto com as bailarinas mesmo sem pertencer aos grupos.

Reza a lenda que a partir desse dia, muitos moradores batizaram o espírito da menina do balanço com o nome de Sakura, que significa cerejeira.

Outro mistério que ronda a praça é a estátua do patrono, Tsunessaburo Makiguti, um filósofo e professor japonês, cujo o busto está no alto de um pilar. O problema é que já fizeram muito vandalismo com essa estátua, como por exemplo: tirar do pilar, pichar e pintar de verde.
Reza a lenda que o busto do patrono era de bronze, mas como tentaram roubar a estátua, ela foi guardada em local seguro e substituída por outra de gesso com uma pintura externa da cor do bronze.

Luciana do Rocio Mallon

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