domingo, 31 de maio de 2020

Para Consolar um Amigo, Uso o Método do Espelho ou do Silêncio, Mas Qual Você Prefere?

Para Consolar um Amigo, Uso o Método do Espelho ou do Silêncio, Mas Qual Você Prefere?
Desde criança gosto de consolar amigos que passam por dificuldades. Antes de ser um ato de empatia, isto faz parte do instinto dos mamíferos. Se você for a uma fazenda, verá que quando um cavalo ou uma vaca estão melancólicos ou se machucam, um outro cavalo ou outra vaca se aproxima do amigo com a intenção de ajudar.
Aos cinco anos de idade, quando uma colega se machucava e caía no chão, eu estendia a mão e perguntava:
- Machucou-se?
A mesma coisa acontecia quando uma amiga ficava triste.
O problema é que depois de adulta, nestas situações, passei a usar dois métodos: espelho e silêncio. Porém, estas duas técnicas servem para públicos com personalidades diferentes e por isto, sem querer, acabo cometendo gafes.
Confesso que tenho preferência pelo método do espelho porque, para mim, o silêncio é algo frio.
A técnica do espelho acontece quando um amigo conta um problema e você responde relatando que situação semelhante também aconteceu com você. Para minha personalidade, isto é incrível. Pois cada um se espelha na alma do outro. Porém tem gente que odeia esta técnica porque para algumas personalidades passa a impressão errônea de que desejo fazer uma competição de desgraças, fato que não é a intenção real. Mas aqui é necessário compreender o temperamento do próximo e partir para a técnica do silêncio, que consiste em apenas ouvir o ser humano sem emitir opiniões. Afinal, há pessoas que não querem conversar porque apenas sentem a necessidade de serem ouvidas e qualquer opinião pode ferir o raciocínio e o desabafo delas.
Assim, estou com os braços abertos para consolar você.
Mas gostaria, com todo o respeito, que a sua pessoa me respondesse, nos comentários, qual método prefere:
- Silêncio ou espelho?
Luciana do Rocio Mallon



Lenda de um Cachorro Chamado “Te Amo”

Lenda de um Cachorro Chamado “Te Amo”(Por Luciana do Rocio Mallon)
Quando eu tinha cinco anos, vi uma velhinha com seu cachorro e perguntei:
- Qual é o nome dele?
Ela respondeu:
- Te amo!
Assim, falei:
- Também gosto da senhora.
- Mas qual é o nome do cachorro?
A senhora falou novamente:
- Te Amo!
Mas eu disse:
- Não entendi...
- Diano?
- Tiano?
Ela exclamou:
- Te amo, mesmo!
Cheguei à conclusão:
- O nome do cachorro é Te Amo, né?
- Que lindo!
A idosa explicou:
- Os cachorros são os únicos que amam as pessoas de verdade!
De repente, o Te Amo escapou e ela saiu gritando:
- Te amo!
- Te amo, volte aqui!
Um mendigo que estava na rua começou a correr, da anciã, e gritou:
- Acho que bebi demais, pois estou vendo até mulher gritando que me ama.
- Justo, eu que há anos não escuto isto!
De repente, a Kombi de mensagens amorosas viu a idosa chamando o Te Amo e exclamou no alto falante:
- A concorrência está triste!
- Tem até senhoras mandando mensagens gritadas e matando cachorro a grito!
De repente, o cachorro parou, olhou para trás e pulou no colo de sua dona.
Moral da lenda: Não deixe o “Te Amo” escapar, pois quem está de fora não entende, alguns alegam concorrência e pode ser tarde demais.
Luciana do Rocio Mallon




sexta-feira, 29 de maio de 2020

Meu Dia de Jade

Na última década duas atrizes têm se destacado pela beleza, Juliana Paes e Giovana Antonelli. Eu gostava quando a Giovana Antonelli representava a personagem Jade na novela O Clone. As cenas em que ela vestia uma burca e andava pela cidade ficaram na minha memória. Com a moda das máscaras, por causa do Corona, e das mantas, devido ao frio, hoje me senti uma Jade.
Luciana do Rocio Mallon

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Cuidado Com o Golpe

Cuidado Com o Golpe:
Estão mandando, in box, a seguinte mensagem:
" Se você não recebeu o auxílio emergencial, trago os 600 reais da Caixa em 3 dias."
Agora me pergunto:
- O que seria isto?
- Uma variação de: Trago a pessoa amada em três dias?
Luciana do Rocio Mallon


terça-feira, 26 de maio de 2020

Lojas de Rua e Shoppings Me Ensinaram o Valor Humano do Trabalho

Lojas de Rua e Shoppings Me Ensinaram o Valor Humano do Trabalho
Estou triste ao ver shoppings indo à falência e lojas de rua fechando de vez.
Pois foi trabalhando nestes lugares que ganhei os meus primeiros trocados. Afinal lojas não vendem apenas coisas, elas abrem sonhos.
Quando eu era criança, as crianças gostavam de brincar de casinha, de médico, de professora, etc. Já, eu, gostava de brincar de dona de loja.
Eu dava um certo desgosto aos adultos quando me perguntavam:
- O que você vai ser quando crescer?
Daí eu respondia:
- Dona de loja.
Dava para ver a cara de decepção nos mais velhos. Talvez esperassem uma profissão considerada mais “glamorosa” como: médica, advogada, engenheira, etc.
Mas eu não me importava com este detalhe.
Fiz faculdade de Letras porque adultos esperavam que eu fosse professora.
Porém nunca deixei de estar num balcão de loja para servir o próximo.
Comecei vendendo os produtos que minha avó trazia do Paraguai na escola e nas quadras onde morei.
Depois trabalhei como contínua na Centerfones, balconista da Esa Básica Magazine, vendedora na Craque Calçados, promotora de cartão na Marisa e em mais lojas famosas que fizeram parte da cidade.
Foi trabalhando no comércio que aprendi que o gosto do freguês vale mais do que qualquer propaganda na TV e que o estoque deve ser organizado para facilitar a procura e a não perder nenhuma venda. Lá aprendi a respeitar e a ser respeitada.
Hoje, por causa do Corona, muitos comércios de rua viraram apenas páginas virtuais perdendo uma parte sentimental, principalmente, do contato humano com o vendedor e o cliente. Pois muitas freguesas iam até as lojas somente para conversar comigo e acabavam comprando algo sem querer.
Antes que me xinguem, ressalvo que o amor que sinto pelo comércio não tem nada a ver com fascismo ou direitismo como já me acusaram. Pois é uma paixão onde trabalho e esperança entram.
No futuro, ainda sonho em ter uma loja física onde receberei e darei carinho aos amigos. No momento não tenho w-fi para realizar tarefas ágeis no comércio virtual. Trabalhar com vendas físicas e presenciais é descobrir vários universos dentro de mundos diferentes.
Luciana do Rocio Mallon



Cuidado Com o Ladrão de Torneira Sem Cabeça

Cuidado Com o Ladrão de Torneira Sem Cabeça
Amigo: - Tia Lu, hoje eu sonhei que estava nu pelo meio da rua. Além disto, tinham roubado a minha torneira e por isto não conseguia fazer pipi.
Eu: - Cuidado, que pode ser um sinal. Pois tem um ladrão sem cabeça roubando as torneiras do bairro. Na verdade, ele tem cabeça, mas ela é coberta com uma cacharrel para cima como as filmagens mostraram.
Amigo: - Você tem razão. Quando cheguei em casa tinham roubado a minha torneira de água. Aliás, várias pessoas do bairro já reclamaram deste marginal.
Luciana do Rocio Mallon

Novo Vírus: Coroa Circo

Novo Vírus: Coroa Circo
O Coroa Circo ocorre quando um homem imaturo e sem-vergonha, de 57 anos, chega em meninas de 18 anos, com fotos de funk, e diz:
- Quero mulher para namoro sério, para casar.
O problema é que na vida real ele tem a oportunidade de escolher senhoras sérias, sim no plural porque são mais de uma, que passaram anos esperando por este mesmo homem. Mas ele prefere fazer bullying e correr atrás de jovens funkeiras.
Cuidado: quem faz do coração, dos outros, de picadeiro acaba colocando fogo no próprio circo.
Luciana do Rocio Mallon