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quarta-feira, 18 de março de 2020

Semiótica: Em Época de Pandemia, Seu Vizinho Desconhecido Pode Virar Seu Melhor Cliente

Semiótica: Em Época de Pandemia, Seu Vizinho Desconhecido Pode Virar Seu Melhor Cliente
Sou Luciana do Rocio Mallon, minha formação é Letras com especialização em Semiótica e Folclore. Através de textos, com exemplos práticos, pretendo mostrar como muitos autônomos sobreviveram à crise da Gripe Suína de 2009.
Estamos em março de 2020 e o mundo vive a epidemia do Corona Vírus. Muitos lugares estão sendo fechados e os trabalhadores autônomos são os mais prejudicados.
Os governos aconselham as pessoas, principalmente, as mais velhas a ficarem quietas em casas. Em 2009, na época da Gripe Suína, aconteceu fato semelhante.
Muitos autônomos tentaram vender seus produtos por Internet, o que não foi uma má ideia. Mas isto não fez tanto sucesso porque os fregueses virtuais moravam em bairros distantes, fato que fazia com que os clientes desistissem das compras, já que o governo aconselhava a ficar em casa.
Porém muitos empreendedores perceberam que seus vizinhos idosos, vários que nem sabiam sequer o nome, resolveram permanecer em casa. Porém, muitos destes velhinhos não sabiam usar redes sociais. Deste jeito, os autônomos bateram porta a porta, da mesma rua, oferecendo seus produtos aos anciãos e conquistaram novos clientes tudo com muito cuidado e higiene. Além de anotar os números de seus telefones fixos, já que muitos idosos não curtem celulares modernos. Assim puderam vender através de telefone fixo também.
Nesta época de pandemia, seu vizinho próximo ainda não é seu cliente?
Luciana do Rocio Mallon
#CoronaVírus




quarta-feira, 24 de abril de 2019

Limpeza Nos Carrinhos e Cestas de Mercados

Sou a favor da lei que obriga qualquer mercado a limpar as cestas e os carrinhos que os clientes usam. Pois a falta de higiene pode transmitir germes, vírus e bactérias.
Trabalhei anos no comércio e sempre limpei as cestas dos fregueses. Cuidar da higiene dos carrinhos é zelar pela saúde dos clientes. Pois o comércio depende deles. Assim todo mundo ganha.


Luciana do Rocio Mallon

terça-feira, 9 de abril de 2019

Loja Ella’s Cosméticos e Seu Toalete Mágico Que Atrai Clientes


Loja Ella’s Cosméticos e Seu Toalete Mágico Que Atrai Clientes
Gostaria de parabenizar a loja Ella’s Cosméticos pelo toalete que ela coloca à disposição dos clientes. Pois ano passado este estabelecimento entrou em reforma e a melhor parte foi a construção dos banheiros na parte de trás.
O toalete é o lugar quase invisível que é capaz de atrair fregueses.
Quando vou às compras e preciso usar o banheiro, mas o comerciante não deixa ou mente que está estragado, eu desisto automaticamente de realizar compras naquele local. Conversando com várias pessoas, notei que a maioria tem a mesma atitude.
Com certeza um lugar que proíbe o cliente de usar o banheiro não deve ser prestigiado.
Por isto, eu elogio o toalete das lojas Ella’s Cosméticos.
Confesso que nos últimos meses, quando vou ao Centro e me dá vontade de ir ao banheiro, logo procuro este estabelecimento. Como o toalete fica na parte dos fundos, aproveito e dou uma olhada nos produtos. Assim uma simples ida ao toalete transforma-se numa compra. Afinal, o freguês entra na loja para fazer suas necessidades fisiológicas e acaba realizando seus instintos de consumidor. Pois, no caminho até o banheiro, ele dá uma espiada nos produtos e fica com a autoestima elevada.
Além disto, os banheiros da loja Ella’s Cosméticos são limpinhos, cheirosos e ainda por cima têm papel higiênico, algo raro em toaletes de estabelecimentos.
Portanto, oferecer banheiros aos clientes não é apenas uma estratégia de Marketing e sim uma questão de humanidade.
Luciana do Rocio Mallon

                                                              



terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Prestigie o Comerciante Que Trabalha Na Primeira Semana de Janeiro


Prestigie o Comerciante Que Trabalha Na Primeira Semana de Janeiro
A primeira semana de janeiro recebeu o apelido, em Curitiba, de “Dias de Cidade Fantasma” porque vários comerciantes, muitos do centro da cidade, fecham suas portas para reabri-las somente na segunda quinzena do mês. Nesta época, alguns destes empresários demitem os funcionários temporários e dão folga, de acordo com o banco de horas, para os trabalhadores fixos.
Na minha juventude trabalhei numa loja de roupas e a dona pensou que entrar na moda do recesso de janeiro. Então eu disse:
- É melhor manter as portas abertas. Pois ainda temos muitas roupas de banho no estoque e janeiro é a melhor época para vende-las.
Ela acatou a minha sugestão e na primeira semana, do ano, foram vendidos muitos biquínis e artigos de praia.
O problema é que, neste período, turistas visitam a cidade e encontram poucas opções de compra. Deste jeito, os próprios comerciantes que entraram em recesso deixam de lucrar. Sem falar que lojas fechadas, mesmo temporariamente, causam uma má impressão para os fregueses de fora.
Por isto, quando você precisar de algo na primeira semana de janeiro, compre nos estabelecimentos que abrem na primeira semana. Esta é uma forma de prestigiar quem se esforça para atender melhor o cliente.
Não deixe que Curitiba vire uma cidade fantasma nos primeiros dias do ano novo.
Luciana do Rocio Mallon



terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ideias Para Evitar Fechamentos de Livrarias


Ideias Para Evitar Fechamentos de Livrarias
Nos últimos dias, fechamentos de livrarias famosas tem abalado a economia do mundo inteiro.
Especialistas dizem que a culpa é da população que não gosta de ler e fica a maioria do tempo com os olhos nos celulares.
Desde o começo do século vinte e um, várias pessoas deixaram de entrar em livrarias. O problema é que a livraria, deste século, não pode ser um lugar apenas para vender livros.
No ano 2000 uma amiga, que não direi o nome porque já faleceu, tinha uma revistaria e livraria, com livros novos e usados, de porte médio. Ao ver que o número de clientes estava reduzindo, ela me pediu conselhos. Assim disse a ela que poderia aproveitar que vendia material escolar e também oferecer objetos para festas infantis. Além da possibilidade de alugar o local para eventos e se vestir de personagens para animar as festas. Também aconselhei a moça para vender equipamentos eletrônicos e abrir uma pequena lanchonete no local. Além disto, falei à comerciante para abrir espaço aos saraus com escritores e artistas desconhecidos porque, desta forma, eles consumiriam os alimentos e produtos ofertados no local.
Outro detalhe importante é que as editoras deveriam publicar, gratuitamente, livros de blogueiros e youtubers que fazem sucesso na Internet. Pois as pessoas buscam, voluntariamente, o que desejam ler nas redes sociais. Assim vale a pena investir nestes artistas de Internet.
Eu, por exemplo, fui convidada para escrever o livro, Lendas Curitibanas, graças às redes sociais. Pois antes só fazia repentes em saraus gratuitos.
Por isto, o marketing digital, é fundamental para que um comércio continue de pé.
No caso da minha amiga, da livraria, seu estabelecimento só fechou em 2015 com o falecimento dela.
A livraria, do século vinte e um, precisa ser antes de tudo uma casa de shows, com comida e luzes, que abre portas para artistas desconhecidos que, de alguma forma consumirão seus produtos e atrairão mais clientes. Este estabelecimento também precisa ser um local de paquera e descontração.
Afinal, você que curte livros e artes, já pensou em encontrar sua alma gêmea em uma livraria?
Numa livraria não rola bebidas pesadas e nem música em som infernal. O máximo que rola é coquetel com refrigerantes e banda tocando acústico. Então a probabilidade de encontrar alguém compatível seria alta.
Você, dono de livraria, já pensou em transformar o seu estabelecimento num local onde as pessoas se encontram e ainda pagam para isto?
Pensem bem, porque um dos segredos do comércio é unir o útil ao agradável.
Inclusive, minha amiga que teve livraria, realizou um casamento, dentro do seu estabelecimento, de duas pessoas que se conheceram num evento lá. Ainda, por cima, foi bem paga para isto.
Nestes tempos de solidão unir livros e amores é uma Arte.
Luciana do Rocio Mallon








quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Todo o Bom Comerciante Precisa Acompanhar as Modas dos Youtubers


Todo o Bom Comerciante Precisa Acompanhar as Modas dos Youtubers
Trabalho com vendas há mais de dez anos e sei que qualquer meio de comunicação de massa tem o poder de colocar um produto no mercado. Agora com a Internet, os youtubers também pertencem à mídia popular e possuem o poder de influência comercial. O problema é que alguns empresários em vez de abrirem suas cabeças, só fazem críticas como:
“- Só artistas frustrados viram youtubers.”
“- Quando a pessoa não serve para nada, abre um canal no Youtube.”
“- Youtubers são as fezes da Arte.”
Isto são erros de certos comerciantes.
Inclusive, passei a vender melhor certos produtos graças às influências de youtubers.
Na época em que vendia toalhas numa loja, uma youtuber, Lolly, confessou que ao invés de papel higiênico, ela limpava suas partes íntimas com toalhas brancas e felpudas. Pois isto trazia alegria e prazer. No dia seguinte, adolescentes entraram na loja e me falaram:
- Quero toalhas que a youtuber, Lolly, usa depois das necessidades.
Então mostrei toalhas brancas e felpudas.
Horas depois coloquei um cartaz na vitrine com a frase:
“ – Temos Toalhas da Lolly”
Assim os números de vendas destes produtos aumentaram.
Portanto, comerciantes, se liguem nas últimas modas dos youtubers. Pois quem tem a ganhar é o seu comércio.
Aliás, gostaria de agradecer à youtuber, Lolly, por ter falado sobre toalhas em seus vídeos. Afinal, depois não resisti porque comprei uma toalha macia e passei, no bumbum, após minhas necessidades. Realmente a sensação é tridimensional, quase um orgasmo místico. Depois disto soube de um segredo: descobri o porquê os roqueiros pedem tantas toalhas brancas em seus camarins.
Luciana do Rocio Mallon