Enfeitar Árvores de Natal Com Bolas é Coisa do Passado, a Onda é Colocar os Mais Diferentes Objetos
Enfeitar árvores em datas especiais tem origem pagã no politeísmo da Antiguidade. Naquela época, várias religiões e seitas acreditavam que os espíritos das árvores abençoavam os seres humanos. Por isto as árvores eram enfeitadas com bolas, fitas e velas. As bolas significavam os frutos, as fitas simbolizavam os sonhos e as velas eram as luzes.
O tempo passou e o hábito de enfeitar árvores se juntou à comemoração do Natal cristão.
Até pouco tempo atrás bolas, fitas, bonecos e lâmpadas eram usados para enfeitar os pinheirinhos natalinos.
Este ano, há uma pastelaria no Centro Curitiba, onde existe uma pequena árvore enfeitada com miniaturas reais de pastéis. Reza a lenda que se um comerciante enfeita uma árvore natalina com os produtos que vende, as suas vendas tendem a multiplicar no ano seguinte.
Porém, um pinheiro que achei muito criativo foi a árvore do salão de beleza da Galeria Ritz porque ele é enfeitado com sapatos. Quando eu olhei para este pinheiro, várias imagens vieram a minha cabeça, dentre elas: Cinderella, Dorothy do Mágico de Oz, vários estilos de Dança, música “Sapatinho na Janela”, etc.
Por isto não resisti e precisei tirar uma selfie com esta árvore de sapatos.
Segundo a Vesteterapia, a pessoa que enfeita uma árvore com sapatos é otimista e usa a criatividade para andar sempre em frente. Por isto consegue sonhar nas nuvens, sem tirar os pés do chão da realidade. Um pinheirinho com sapatos só pode atrair bons fluídos.
Ainda no corredor, da Galeria Ritz, também encontrei uma árvore com bonecos como: Papai Noel, duendes, Mamãe Noel e Ursos. Aliás, o urso guardião, embaixo da árvore, mexe a cabeça e é um encanto.
Já, do outro da cidade, num sex-shop, há uma árvore natalina com preservativos. Este pinheiro serve de alerta para as pessoas que exageram, com as bebidas, nas festas de final de ano e que acabam dormindo com quem não é de confiança, até mesmo com aquele colega invejoso da firma.
Afinal, prevenção é tudo!
Que tal montar uma árvore diferente?
Luciana do Rocio Mallon
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Neste Final de Ano Troque a Música do Refrão, Então é Natal e o Que Você Fez?, Por: Controlar o Calendário Sem Usar as Mãos
Neste Final de Ano Troque a Música do Refrão, Então é Natal e o Que Você Fez?, Por: Controlar o Calendário Sem Usar as Mãos
Já é novembro e num programa de TV surgiu a discussão de como o tempo está passando rápido e quais são os motivos que causam a famosa Depressão de final de ano.
Para começar, não é tempo que está passando mais rápido, mas o ser humano que mudou demais. Pois ele ficou escravo do universo digital e acumulou tarefas porque pensa que a Tecnologia pode dar poderes mágicos ao homem. Porém na realidade isto consome tempo e dinheiro.
É normal, quando chega o final no ano, os meios da comunicação e o comércio colocarem aquela música de Natal famosa na voz da banda The Beatles, porém que virou ícone na versão em Português com a cantora Simone:
- Então é Natal...
- E o que você fez?
Esta música, realmente, deprime a pessoa que fez promessas no Reveillon e quando chega ao final do ano, nota que não conseguiu realizar nem a metade dos sonhos da lista.
A verdade é que para batalhar por um desejo não é preciso esperar o ano novo. Pois todo o dia é uma oportunidade para lutar por um objetivo.
O segredo é fazer como a música da dupla, Claudinho e Bochecha: mexer o calendário sem usar as mãos. Pois a mente tem a força de enfrentar o dia-a-dia fazendo com que o ano seja produtivo.
Por último, é necessário deixar fruir para fluir como diz a canção do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”
No final do ano, é normal o ser humano ficar deprimido e sentir falta de quem já morreu. Porém para saudar os falecidos já existe o Dia de Finados. Se esta saudade bater, o ideal é fazer uma oração no começo de dezembro em agradecimento aos antepassados que a energia deles ajuda a trazer um ano melhor.
Só assim é possível diminuir as frustrações de final de ano.
Luciana do Rocio Mallon
Já é novembro e num programa de TV surgiu a discussão de como o tempo está passando rápido e quais são os motivos que causam a famosa Depressão de final de ano.
Para começar, não é tempo que está passando mais rápido, mas o ser humano que mudou demais. Pois ele ficou escravo do universo digital e acumulou tarefas porque pensa que a Tecnologia pode dar poderes mágicos ao homem. Porém na realidade isto consome tempo e dinheiro.
É normal, quando chega o final no ano, os meios da comunicação e o comércio colocarem aquela música de Natal famosa na voz da banda The Beatles, porém que virou ícone na versão em Português com a cantora Simone:
- Então é Natal...
- E o que você fez?
Esta música, realmente, deprime a pessoa que fez promessas no Reveillon e quando chega ao final do ano, nota que não conseguiu realizar nem a metade dos sonhos da lista.
A verdade é que para batalhar por um desejo não é preciso esperar o ano novo. Pois todo o dia é uma oportunidade para lutar por um objetivo.
O segredo é fazer como a música da dupla, Claudinho e Bochecha: mexer o calendário sem usar as mãos. Pois a mente tem a força de enfrentar o dia-a-dia fazendo com que o ano seja produtivo.
Por último, é necessário deixar fruir para fluir como diz a canção do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”
No final do ano, é normal o ser humano ficar deprimido e sentir falta de quem já morreu. Porém para saudar os falecidos já existe o Dia de Finados. Se esta saudade bater, o ideal é fazer uma oração no começo de dezembro em agradecimento aos antepassados que a energia deles ajuda a trazer um ano melhor.
Só assim é possível diminuir as frustrações de final de ano.
Luciana do Rocio Mallon
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