segunda-feira, 31 de março de 2025

Valorize Artistas de Verdade

 

Em vez de valorizar “artista” de Only Fans ou Privacy

Valorize aquela artista plástica, da sua cidade, que vende suas artes na rua.

Valorize a escritora que largou tudo para cuidar da vó idosa.

Valorize a cantora que canta e toca na rua em troca de moedas.

Valorize a artesã que é cuidadora de animais.

Essas são artistas de verdade!

Gados, acordem!

Modelo de Only Fans não é artista!

Luciana do Rocio Mallon

 

domingo, 30 de março de 2025

Oil Man Anda de Bicicleta no Céu

 

Oil Man Anda de Bicicleta no Céu

 

Oil Man é um profeta

Que anda de bicicleta

A roda da frente

É perfeita e inteligente

 

Anda por estradas cheias de Magia

Já a roda de trás

É feita de paz

E de leve harmonia

 

Seu óleo bronzeador protege sua pele

Dos raios ultra violetas

Ele deseja que sua alma revele

O segredo das borboletas

 

Hoje o Oil Man anda de bicicleta pelo firmamento

Pois ganhou duas asas encantadas de cetim

Para espalhar sua liberdade ao sabor do vento

Porque Oil Man virou um querubim.

Luciana do Rocio Mallon

 #lucianadorociomallon

#oilman


sábado, 29 de março de 2025

Lenda do Bondinho da Rua XV de Novembro de Curitiba

 

Lenda do Bondinho da Rua XV de Novembro de Curitiba

 

Um dos pontos turísticos mais conhecido de Curitiba é o Bondinho da Leitura.

Reza a lenda que esse bondinho veio de Santos, Litoral de São Paulo e que foi construído no começo do século vinte.

Dizem que na época em que ele rodava em Santos, sua principal passageira era uma professora de Língua Portuguesa e Leitura, que vivia dizendo:

- Bondes deveriam ser bibliotecas e eu meu sonho seria mora num lugar desses por toda a eternidade!

Numa tarde, a professora passou mal, desmaiou e morreu dentro do bondinho.

O tempo passou e em 1973, esse bondinho veio para Curitiba, onde foi instalado na Rua XV de Novembro bem no Centro. Porém ele não rodou na capital do Paraná. Algum tempo depois virou ponto turístico com uma pequena biblioteca dentro dele.

Algumas pessoas já afirmaram que viram uma mulher com roupas de época dentro dele pela janela. Reza a lenda que é o espírito da professora da cidade de Santos.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendascuritibanas

#bondinhodaleitura

 

 

 

quarta-feira, 26 de março de 2025

O Telefone Público Fugiu Junto Com a Caixinha do Correio

 

O Telefone Público Fugiu Junto Com a Caixinha do Correio

( Texto: Luciana do Rocio Mallon – Desenho: Google)

 

Não vejo mais telefone público

E nem caixinha de correio

Isso acaba com o espírito lúdico

Causando depressão e anseio

 

Porém agora descubro toda a verdade com sinceridade:

A caixinha de correio fugiu com o telefone público

Há anos que eles viviam uma paixão com felicidade

Guardada em um fio transparente e lúdico

 

Retiraram todos os orelhões e caixas da rua

Logo depois da devastadora pandemia

Mas o último orelhão fugiu com a última caixa à luz da Lua

Para viver um amor de anos no brechó da Poesia

Pois cartas de papel e suspiros ainda existem na fantasia.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

Lendas dos Fantasmas da Secretária da Mesa e da Noiva da Rua Riachuelo

 

Lendas dos Fantasmas da Secretária da Mesa e da Noiva da Rua Riachuelo

Essa lenda foi contada por um amigo que permitiu a postagem nas redes. Porém para preservar sua identidade, irei chama-lo de Zeca.

Aqui em Curitiba existe a Rua Riachuelo, que também é conhecida como a Rua dos Brechós.

Nos anos 90, Zeca estava sem emprego e moradia. Então conseguiu um serviço de vendedor numa loja de móveis usados e novos, que também era marcenaria aos fundos. O dono deixou o rapaz morar no quarto dos fundos em troca que ele cuidasse da segurança da loja à noite.

Na primeira noite, Zeca estava sozinho na loja, quando, de repente, escutou um choro feminino. Então avistou uma senhora, com roupas do século dezenove chorando numa mesa colonial de escritório. Assim ele se aproximou:

- A loja está fechada!

- Por que a senhora está chorando?

- Posso ajuda-la?

A mulher olhou para ele e disse:

- Não quero que vendam essa minha mesa de escritório. Pois trabalhei nela por mais de 40 anos. Eu fui secretária de uma empresa, no final do século dezenove e morri trabalhando nessa mesa. Não pude formar minha família porque meus pais eram muito rígidos e eu faleci antes deles. Na realidade, a única atividade que eu tinha era o trabalho.

Zeca, achando que se tratava de uma brincadeira falou:

- Qual é o seu nome e onde você está sepultada?

A mulher disse:

- Elizabeth e eu estou sepultada, no Cemitério São Francisco de Paula, ao lado do mausoléu de uma família que teve empresas em Curitiba no século dezenove.

O rapaz fez uma cara de rígido e gritou:

- Agora, por favor, se retire senão chamarei a polícia!

De repente, a idosa se evaporou.

No dia seguinte, ele foi até o cemitério, localizou o mausoléu e viu que existia o túmulo de uma Elizabeth ao lado e que a foto era da mesma moça que estava sentada na escrivaninha.

Uma semana depois, ele estava sem sono à noite e resolveu ficar na frente da loja para observar os movimentos das boates.

De repente, uma moça vestida de noiva veio em sua direção:

- Moço, preciso fazer um pedido.

Zeca disse:

- Pode falar!

A jovem explicou:

- Esse vestido de noiva é uma cópia de um traje que o brechó da esquina está vendendo. Acontece que a peça dessa loja era para ser minha nos anos 50. Eu estava noiva e casaria com o vestido dos meus sonhos. Mas no mesmo dia, minha rival roubou a minha roupa e ainda por cima fugiu com meu noivo. No dia seguinte eu morri. Porém como não fui enterrada vestida de noiva e nem de branco, as pessoas me difamaram e me xingaram de vagabunda. Pois naquela época as virgens eram enterradas vestidas de noiva ou de branco. Porém o vestido que está à venda no brechó é meu e quero que deixe no meu túmulo.

O rapaz perguntou:

- Qual seu nome?

- Onde está enterrada?

A moça disse:

- Meu nome é Ana e estou enterrada no Cemitério Muncipal perto das torneiras.

Dessa vez Zeca não teve coragem de ir até o cemitério para verificar.

Uma semana depois, uma viúva rica foi até a loja de móveis e se apaixonou por Zeca. Um mês depois eles se casaram. Porém quinze dias depois, a viúva faleceu e Zeca teve direito a sua herança, pois ela nunca teve filhos.

Assim ele comprou a mesa de escritório e colocou em frente ao túmulo de Elizabeth. O moço também comprou o vestido de noiva e colocou no túmulo de Ana.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendascuritibanas

#lendasurbanas

 

 

 

domingo, 16 de março de 2025

Muso

 

Finalmente li no dicionário, desse ano de 2025, que a palavra muso pode se referir a um homem que inspira uma artista.

Aliás, nós mulheres além de musas, também somos poetas e temos nossos musos.

Luciana do Rocio Mallon

 

Larissinha X Braúlio

 

Nos anos 90, queriam chamar a “intimidade” dos homens de Braúlio. Mas o povo não aceitou isso, principalmente, porque ofenderia os moços com o nome de Braúlio. Mas, hoje, chamam a “intimidade” da mulher de Larrisinha. Poxa, isso ofende as moças com esse nome, além de ser humilhante para todas as mulheres!

Por que a sociedade não questiona isso?

Luciana do Rocio Malon