sábado, 31 de julho de 2021

Calças Compridas no Esporte

 

Calças Compridas no Esporte

Estes dias recebi as seguintes perguntas:

- Tia Lu, você é a favor de atletas usarem calças de ginástica ao invés de biquíni?

- Você é a favor das jogadoras vestirem calças ao invés de shorts curtos?

Minha resposta:

As esportistas devem escolher os uniformes que fiquem mais confortáveis para os esportes que praticam.

Na escola, eu não gostava de usar shorts na hora da Educação Física pois sempre preferi calça.

Com calças apropriadas, as atletas ficam mais à vontade. Pois há instituições com péssimas intenções que tentam erotizar os corpos das mulheres.

Bem, me recordo que nos anos 90, havia um comercial assim:

“Assistam ao vôlei feminino, pois haverá atletas gatas de biquíni e mulheres bem à vontade na arquibancada.

Homens, assistam às mulheres no vôlei.”

A propaganda foi ofensiva porque fez apelação sensual, como se a atração fosse os corpos das moças. Isso é a famosa e nojenta “objetificação” das mulheres.

Uma vez, perto da Páscoa vi um anúncio na rua:

“Contratam-se bailarinas para distribuição de panfletos.”

Fui ao local e o gerente disse que era necessário entregar papéis com a fantasia entregue pela empresa, que consistia em: um short curto, transparente junto com um top também transparente acompanhando uma tiara com orelhas. Então não aceitei a função e ainda disse:

- Bailarinas profissionais não devem ser erotizadas!

Sou a favor de calças compridas, no esporte, sim!

Luciana do Rocio Mallon

Olimpíadas2021

 


sexta-feira, 30 de julho de 2021

Sobre Escritores Que Falam e Escrevem Palavrões

 

Sobre Escritores Que Falam e Escrevem Palavrões

 

Dias atrás, recebi as seguintes mensagens:

- Tia Lu, o que você acha dos escritores que falam e escrevem palavrões?

- Pessoas que digitam e berram palavrões, constantemente, possuem algum transtorno?

Minha resposta:

Muitos arqueólogos e historiadores dizem que os primeiros palavrões surgiram na Grécia e Roma antigas, usavam referências ao corpo humano e seus excrementos.

Há três tipos de situações onde as pessoas falam palavrões:

1 -Desabafo: aqui a palavra feia é usada quando algo não dá certo ou ocorre um acidente. Por exemplo, Zé tropeçou numa pedra e gritou de dor:

- Merda!

2 – Personalidade: há pessoas com gênios fortes e agressividades constantes que usam palavrões o tempo inteiro. Pois isso faz parte do jeito de ser da pessoa.

Falar palavrões, toda a hora, segundo profissionais de saúde mental pode ser um distúrbio chamado Coprolalia e deve ser tratado.

3 – Quando não há argumento: acontece quando a criatura quer discutir com você, mas não tem argumentos concretos. Então resta apenas falar palavrões.

Não sou contra usar palavrões na Literatura, desde que os empregos deles caibam dentro de um contexto.

Mas não simpatizo com pessoas que usam palavrões para bullying, humilhações e para xingar os outros porque não possuem argumentos concretos numa conversa. As criaturas em questões precisam procurar profissionais de saúde mental para iniciar um tratamento.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 

 


 

 

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Quadrinhas, Sobre Arte Urbana, Que Brevemente Estarão nos Muros de Curitiba

 

Quadrinhas, Sobre Arte Urbana, Que Brevemente Estarão nos Muros de Curitiba

 

A Arte Urbana está na rua

No olhar da trabalhadora bela

Que é iluminada pela leve Lua

Toda a vez que volta para a favela

 

A Arte Urbana vive no grafite

Do pintor que mora na periferia

Porque ele viaja além da elite

No sonho com sabor de Poesia

 

A estátua viva que vira bailarina

Na Arte Urbana mostra doce sutileza

Cada moeda tem o brilho da purpurina

Porque toda a mulher é uma princesa.

Luciana do Rocio Mallon



 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Ganhei Esta Caricatura da Desenhista Sol Nascimento

 

Ganhei Esta Caricatura da Desenhista Sol Nascimento

 

Ganhei esta criativa caricatura

Das mãos da artista Sol Nascimento

Ela é sensível e repleta de ternura

Pois desenha o sentimento do momento

 

Seu desenho vai além do corpo do modelo

Porque ela sabe enxergar a alma com energia

Sol desenha até gato enrolado no novelo

Porque lápis e caneta formam sua Poesia

 

Ela ilumina qualquer pintura e gravura

Sem deixar um pincel ao relento

Porque ela faz traços com candura

Ela é mais que Lua, ela é Sol Nascimento.

Luciana do Rocio Mallon

Contatos com a artista Sol Nascimento:

https://web.facebook.com/enuella.oluwasola  



 

Como Surgiu Meu Interesse Pela Vesteterapia, Estudo Místico e Esotérico das Roupas

 

Como Surgiu Meu Interesse Pela Vesteterapia, Estudo Místico e Esotérico das Roupas

 

Estes dias, recebi as seguintes mensagens:

- Tia Lu, quando você descobriu seu interesse por Vesteterapia?

- Como a Vesteterapia surgiu na sua vida?

Minha resposta:

Desde criança, eu gostava de folhear as revistas de Moda. Então percebi que as modelos e artistas mudavam de expressões de acordo com as peças que vestiam.

Ao entrar na escola, aos seis anos de idade, notei que os comportamentos das mulheres comuns também mudavam de acordo com as roupas que usavam. Até a adolescência passei a observar isto cada vez mais. Inclusive, em revistas para jovens existiam testes psicológicos sobre as roupas que as meninas usavam e os comportamentos delas.

Em 1993, entrei para a faculdade de Letras e lá tinha uma matéria chamada Literatura Grega ministrada pela professora Maria Cominos. Numa aula ela citou que  Vesteterapia é o estudo do comportamento através das roupas, que surgiu entre os povos antigos há três mil anos antes de Cristo. A professora Maria Cominos disse que, na Grécia Antiga, havia um local destinado para as mulheres chamado Gineceu, onde elas estudavam e se dedicavam às Artes. Lá as mulheres descobriram que o comportamento de muitas pessoas variavam de acordo com as roupas que elas vestiam.

Na mesma faculdade, existiam aulas sobre origens das palavras, com o professor Antônio Sandamman, que sempre contava sobre as lendas dos nomes de algumas roupas. Inclusive ele ensinou que Vest vem da palavra em latim “vestire” que significa vestir-se. Já a palavra terapia vem do termo grego “thrapeia” que significa tratar.

Naquela mesma época, encontrei no pátio da universidade, uma costureira cubana chamada Rose que me explicou muito sobre Vesteterapia, pois a técnica era muito usada no país dela.

Em 1999, fui trabalhar em lojas de roupas. Então passei a anotar em cadernos como as peças do vestuário modificavam os temperamentos das clientes. Descrevia os tipos de roupas que elas vestiam ao entrar, na loja, e as vestes que elas compravam, tudo comparando com os comportamentos delas no dia e até mesmo em outras vezes em que elas apareciam. Passei 10 anos trabalhando em lojas de roupas e fazendo anotações sobre Vesteterapia.

Em 2002, conheci a escritora, Regina Bostulim, grande conhecedora de Esoterismo e que também gostava de conversar comigo sobre Vesteterapia.

Assim entrei para o mundo da Vesteterapia!

Portanto, leitora, fique ligada nas minhas redes porque estou sempre escrevendo sobre o assunto por lá.

Luciana do Rocio Mallon

#Vesteterapia #Moda



 

 

 


terça-feira, 27 de julho de 2021

Entrevista Com Psicólogo Marciano Inocente

 

Entrevista Com Psicólogo Marciano Inocente

 

Como todos sabem voltei a fazer entrevistas com artistas e profissionais importantes em nossa sociedade.

O entrevistado de hoje é o psicólogo, Marciano Inocente, que brevemente lançará um livro:

 

 

1 – Quando e como descobriu sua vocação para Psicologia?

R: Eu descobri que tinha vocação para ser Psicólogo durante a minha infância, por meio do contato com a Música, sendo que, a Música trabalha com fatores semelhantes aos da Psicologia como, por exemplo, a atenção, memorização, coordenação motora, expressão de sentimentos, comunicação, subjetividade, criatividade, imaginação, equilíbrio, entre outras e nesse contato ficou claro pra mim a facilidade que eu tinha de tocar a alma das pessoas em uma simples canção, contribuindo para que eu conseguisse adquirir empatia e consequentemente diminuir o grau de sofrimento das mesmas, por meio das emoções e expressões de sentimentos que ocorriam do devido momento em que eu executava uma determinada canção.

 2 – Em quais linhas da Psicologia o senhor atua?

R: Eu atuo na linha da Terapia Cognitivo Comportamental pela praticidade e objetividade que a mesma possui.

3 – Quais foram suas inspirações para a formação como psicólogo?

R: Na Psicologia, não fui atraído por nenhum personagem da profissão, mas foi atribuído à mim, por meio das pessoas, uma admiração imensurável como facilitador e orientador emocional e sugerido à minha pessoa que eu deveria me tornar Psicólogo, pelo fato da gigantesca facilidade de resolução de conflitos internos, assim como, mediador de conflitos entre pessoas que, das quais, desejam se encontrar dentro da sociedade.

 4 – O senhor teve outras profissões antes de ser psicólogo? Se sim, como elas influenciaram na sua atual função?

R: Não diria profissões, mas sim, ocupações que, das quais, foram primordiais para a escolha da profissão como Psicólogo, pelo fato de estar envolvido o tempo todo com pessoas.

5 – Quais as importâncias da Música e da Literatura na formação de um indivíduo?

 R: A Música tem uma importância imensurável na formação da essência de um ser humano, por alcançar o mais íntimo do seu ser, tornando-o maleável, mediante a todas as circunstâncias presentes em sua vida e anexada à Literatura, ambas se tornam o caminho mais recomendável para um desenvolvimento intelectual aplausível.

6 – Soube que lançará um livro, quando descobriu sua vocação como escritor?

R: Quando involuntariamente entrei em sites de relacionamento para abrir o meu coração e falar sobre os meus sentimentos e minha concepção a respeito do amor.

7 – Qual o nome do seu livro e o tema principal? R: O nome do meu livro é: A Paixão, o Amor e o Tempo, tendo como tema principal o amor

8 – Como alguém pode fazer para adquirir seu livro? R: O livro está ainda sendo preparado, mas estará disponível em lojas físicas e virtuais, como também, no contato com a minha pessoa e/ou assessora.

9 – Quais os conselhos que o senhor dá para os jovens que desejam exercer a Psicologia?

R: O que eu tenho a dizer sobre a Psicologia é que, esta, é uma profissão apaixonante e admirável ao extremo, porém, desafiadora em todos os sentidos.

10 – Quais os endereços dos seus consultórios e redes sociais? R: O meu consultório fica localizado no centro da cidade de Brusque, no estado de Santa Catarina, na rua Moritz Germano Hoffmann, número 66 .

Perguntas elaboradas pela escritora Luciana do Rocio Mallon

 



segunda-feira, 26 de julho de 2021

Algumas Fadas Têm Varinha Mágica, Outras Têm Skate

Algumas Fadas Têm Varinha Mágica, Outras Têm Skate

 

Ela é uma real fada brilhante e cintilante

Voando, com seu skate, pelo espaço sideral

Trazendo esperança para cada menina radiante

Porque skate é esporte com democrático astral

O nome desta encantada fada é Rayssa Leal

 

Qualquer mulher pode voar num skate com magia

Basta romper o preconceito acreditando na valentia!

A medalha de Rayssa é de prata como a Lua majestosa

Toda a mulher que luta pelos seus sonhos sai vitoriosa

 

A varinha mágica transforma-se num skate com fé

Cada vez que uma menina coloca seu próprio pé

Num skate, acreditando no caminho do destino

Porque este esporte não é só para menino.

Luciana do Rocio Mallon

#skate #olimpiádas2021 #RayssaLeal