domingo, 5 de março de 2023

Bell Corpus Estética

 

Bell Corppus Estética

 

Está triste e desanimada, menina?

Então você precisa elevar a autoestima

A Bell Corppus Estética tem a magia

De transformar a agonia em harmonia!

 

Dê uma chance para a mais pura beleza

Na Bell Corppus você tem um dia de princesa!

A Bell Corppus tem estética integrativa

Para você ficar mais jovem e viva!

 

Assim você se torna a deusa do próprio sentimento

Para qualquer obstáculo, a Bell Corppus tem tratamento.

Texto Feito Por: Luciana do Rocio Mallon

Contato com a Bell Corppus:

https://www.instagram.com/bellcorppusestetica/

 

 


sábado, 4 de março de 2023

Dialeto Curitibanês - Cabeça de Porco

 

Dicionário de Curitibanês – Cabeça de Porco

Em homenagem ao mês do aniversário de Curitiba, pessoas me pediram para comentar sobre a origem de algumas palavras que são usadas somente na capital do Paraná e Região Metropolitana.

A expressão cabeça de porco tem dois significados:

1 – Moradia Coletiva Insalubre / Cortiço Simples:

Essa expressão surgiu no século dezenove através dos imigrantes estrangeiros. Pois na Europa, daquela época, os cortiços eram compostos por chalés com formatos de cabeças de porcos. No Brasil, os cortiços não tinham essa aparência, mas o apelido pegou não só na Curitiba, daquele tempo, mas em outras cidades do país. Porém essa expressão ainda existe na capital do Paraná.

2 – Amante:

Até hoje as pessoas idosas quando descobrem que um homem tem uma amante, geralmente, comentam:

- Fulano tem uma cabeça de porco...

Reza a lenda que no Leste Europeu, do século dezenove, as mulheres, quando desconfiavam dos maridos, faziam consultas com bruxas e videntes. Assim as feiticeiras sempre recomendavam a simpatia da cabeça de porco, onde as senhoras traídas colocavam uma peça da rival dentro do cérebro de um suíno morto para que os maridos desistissem da traição.

Assim essa expressão foi trazida pelos imigrantes do Leste Europeu.

Luciana do Rocio Mallon

#dialeto #curitibanês #lucianadorociomallon



 

quinta-feira, 2 de março de 2023

Dialeto Curitbanês - Vina

 

Dialeto Curitibanês - Vina

 

Em Curitiba “vina” é uma gíria usada para designar salsicha vermelha e fina daquelas de cachorro-quente.

“Vina” em alemão significa “Viena” e nomeia a salsicha, de cachorro-quente, consumida pelos imigrantes alemães que vieram para Curitiba no século dezenove. Salsicha, na realidade, é “wurst”, o que formava Wienerwurst, ou seja, Salsicha de Viena. Os demais curitibanos gostaram dessa comida. Mas tinham dificuldade em pronunciar a palavra wurst. Assim adotaram a palavra Vina para chamar qualquer tipo de salsicha.

O problema é que muitos curitibanos quando mudam de cidade, pendem nas lanchonetes:

- Quero hot-dog com duas vinas!

Mas, desse jeito, não são atendidos. Pois vina é uma gíria que só existe em Curitiba.

Aliás, cachorro-quente curitibano, precisa ter: duas vinas, porções de ervilhas, porções de grãos de milho e porções de batata-palha. Mas isso já é outra história...

Luciana do Rocio Mallon

#vina #RPC #meiodiapr #lucianadorociomallon #curitibanês

 


 

 

 

Dialeto Curitibanês - Dolangue

 

Dialeto Curitibanês – Dolangue

Dolangue, em Curitiba, significa: mentira, zombaria ou brincadeira estilo pegadinha.

Segundo o professor, Antônio José Sandmman, a gíria “dolangue” foi introduzida em Curitiba pelos imigrantes que vieram do norte da Itália para trabalhar, no Paraná, em pleno século dezenove.

Pois no norte da Itália, em algumas vilas, “dolangue” significa: mentira, deboche ou zombaria estilo pegadinha.

Mas conforme a escritora, Regina Bostulim, “dolangue” era um termo pejorativo que os curitibanos, no final do século dezenove, usavam para designar as pessoas que trabalhavam no sítio do Hugo Langue, o mesmo fazendeiro que deu nome ao bairro homônimo. 

Luciana do Rocio Mallon

#RPC #meiodiapr #curitibanês #lucianadorociomallon



 

Dialeto Curitibanês - Japona

 

Dialeto Curitibanês – Japona

Japona, em Curitiba, significa jaqueta de nylon, acolchoada por dentro, que é usada no inverno.

A peça ganhou esse apelido, porque nos anos 40, a loja de uma coreana robusta foi a primeira a vender jaquetas de nylon, no Centro, da Capital Paranaense.

Como os moradores confundiam coreana com japonesa, passaram a chamar a jaqueta de japona, já que uma senhora oriental foi a pioneira nas vendas desse tipo de peça em Curitiba.

Luciana do Rocio Mallon

#RPC #meiodiapr #japona #lucianadorociomallon



Dialeto Curitibanês - Penal

 

Dialeto Curitibanês – Penal

No Brasil, em geral, a palavra penal se refere às penas judiciais.

Mas, em Curitiba, ela em um significado a mais. Pois penal também é nome para estojo escolar que guarda lápis e canetas.

Esta gíria foi trazida pelos imigrantes italianos no final do século dezenove porque eles chamavam de penal o estojo onde guardavam as penas de escrever. Pois naquela época não existiam canetas.

Então, os imigrantes italianos, entravam nas papelarias da época com a seguinte pergunta:

- Penal?

Luciana do Rocio Mallon

#RPC #meiodiapr #curitibanês 



Dicionário do Dialeto Curitibanês – Chineque

 

Dicionário do Dialeto Curitibanês – Chineque

A gíria “chineque” significa pão doce, com formato de caracol, em Curitiba.

A palavra foi introduzida no Sul do país, no final do século dezenove, com a chegada dos imigrantes alemães.

Pois “chineque” vem da palavra alemã, “schnecke”, que significa caracol.

Aliás, reza a lenda que na Alemanha medieval, uma freira orou pedindo inspiração para criar novos doces. Naquele mesmo instante, ela olhou pela janela, viu um caracol grande no jardim e inventou o “schnecke”.

No final do século dezenove, as imigrantes alemãs começaram a vender esse doce, nas ruas curitibanas, exclamando a palavra:

- Schnecke!

Então o tempo passou e a palavra foi aportuguesada para a grafia “chineque”.

Luciana do Rocio Mallon

#RPC #meiodiapr #curitibanês