segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Sobre a Chuva Que Estragou o Pic-Nic Medieval e a Parada LGBT em Curitiba

Sobre a Chuva Que Estragou o Pic-Nic Medieval e a Parada LGBT em Curitiba
Mais uma conversa “in box”:
- Passei, na sua caixa de mensagens, para avisar que o pic-nic medieval, aqui em Curitiba, foi transferido por causa da chuva.
- Eu fui à parada LGBT, mas havia pouca gente por causa da tempestade, também. Sem falar que a água molhou toda minha bandeira colorida.
- Calma amiga, pois é como falou o poeta: “Sem chuva não existiria arco-íris”. Pense que as gotas, deste temporal, representaram as lágrimas de todos os homossexuais que sofreram preconceito.
- Tia Lu, agora, você me inspirou.
( Diálogos que a Tia Lu tem “in box”)
Luciana do Rocio Mallon


domingo, 11 de outubro de 2015

Cuidado: Novo Golpe Está Sendo Aplicado em Quem Passou em Concurso Público

Cuidado: Novo Golpe Está Sendo Aplicado em Quem Passou Em Concurso Público
Estelionatários estão se aproveitando de pessoas que passaram em concursos públicos e tiveram seus nomes publicados na mídia, como: diários oficiais, jornais e Internet.
Os golpistas agem assim:
Eles pesquisam os nomes das pessoas aprovadas, descobrem os telefones delas e ligam para estas vítimas com a seguinte conversa:
“ - O senhor passou num concurso público de nossa instituição. Mas, para que o senhor consiga esta vaga, por inteiro, é necessário depositar uma quantia de dinheiro em nossa conta. Pois somente após o depósito, o senhor poderá assumir o cargo.”
Após esta conversa os bandidos passam o número de uma conta.
Por favor, não depositem nada!
Pois nenhuma instituição cobra para que o candidato aprovado possa trabalhar, o que elas sempre pedem é uma taxa de inscrição para fazer o concurso, mais nada.
Um detalhe importante: geralmente, os marginais telefonam de um número que aparece como “não identificado” nos identificadores de chamadas dos celulares.
Tentaram passar este tipo de golpe para amigos meus e, por isto, resolvi avisar todos vocês.
Luciana do Rocio Mallon


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Algumas Lendas Feministas, do Nosso Folclore, Que Todos Precisam Conhecer

Algumas Lendas Feministas, do Nosso Folclore, que Todos Precisam Conhecer

Muitos pesquisadores criticam os contos-de-fada por serem machistas. Afinal, as princesas são sempre bonitas e acabam ficando com os príncipes encantados no final. As únicas histórias, deste tipo, que não são machistas, chamam-se Frozen e Mulan. Na primeira, a princesa Elza faz de tudo para livrar sua irmã Ana, das garras de um príncipe gigolô. Sem falar que ela foge para seu próprio mundo “gelado” por causa do feitiço que faz com que ela transforme tudo em gelo, e, também para se livrar da hipocrisia que é viver em sociedade. Em Frozen, o mais importante não é a espera de um príncipe encantado. Mas, sim o amor de Elza pela sua irmã. Já em Mulan, a princesa chinesa é corajosa e chega a se vestir de homem para defender o seu reino, o que nos faz lembrar de mulheres reais como: Joana Darc, “soldada” Maria Quitéria e Anita Garibaldi.
Mas, nas lendas tradicionais, as personagens feministas se destacam, como são os casos de: Iara, Cuca, Mãe do Ouro e Loira Fantasma. Aqui, analisaremos cada uma delas.
Iara, ou, Mãe da Água: é uma lenda indígena, seu nome significa em tupi-guarani: aquela que vive nas águas. Dizem que Iara era uma linda índia, que possuía só irmãos homens. Por ela ser muito inteligente, seu pai manifestou o desejo de deixar a liderança da tribo com ela, caso morresse. Seus irmãos, muito machistas, não aceitaram esta ideia e correram atrás da pobre, que ao fugir se afogou num rio. Então peixes encantados cuidaram de seu corpo ferido e ela se transformou numa sereia, que tem como principal alimento carne de homem. Por isto, ela seduz os rapazes com seu canto.
Mãe do Ouro: esta lenda fala sobre violência doméstica e passa a mensagem de que os agressores devem ser castigados. Há muitos anos existia em Portugal uma jovem rica chamada Maria . Ela foi seduzida por Pedro , que pediu para que esta moça colocasse todo o seu tesouro num baú e fugisse com ele para o Brasil . 
Quando os dois desembargaram em terras tupiniquins , casaram – se . Porém , alguns dias depois do matrimônio , Pedro matou a esposa e a enterrou dentro de uma caverna , onde havia escondido o tesouro da companheira . 
Na noite seguinte Henrique , um jovem pobre , andava perto da região da caverna . Quando , de repente , avistou uma bola de fogo dourada e começou a segui – la até o local . Chegando lá , o moço descobriu o tesouro e ficou rico . 
Numa outra noite esta moça voltou com o seu formato de bola de fogo , foi até a casa onde estava seu ex – marido e queimou a residência com o seu ex – companheiro junto . 
Naquela mesma vila, Maria descobriu que Dalva era maltratada pelo seu marido , Eusébio . Então numa noite de Lua cheia o espírito de Maria entrou no mesmo bordel que o marido de Dalva freqüentava , seduziu este homem e convenceu o rapaz a ir até a sua caverna . Chegando ao local Maria matou esta pessoa . Assim a partir daquela noite esta moça passou a perseguir todos os homens que maltratam as suas esposas . Dizem que esta assombração existe até hoje , indicando cavernas onde há jazidas de ouros para os pobres e castigando os maridos maus , seu apelido popular é Mãe – do – Ouro . 
Cuca: Há uma lenda medieval portuguesa que diz que a Cuca era uma bruxa, que foi morta por um santo. Porém, virou um dragão com cabelos coloridos e cara de jacaré. Na verdade a palavra bruxa significa moça sábia em sânscrito. Portanto, muitas mulheres que conheciam os segredos da magia natural e da cura através de ervas foram queimadas na fogueira naquela época. O causo da Cuca foi trazido para o Brasil através dos imigrantes portugueses. Reza a lenda que esta criatura castiga crianças que não obedecem as suas mães, e, também maridos que batem em suas esposas.
Loira-Fantasma: Muita gente não sabe, mas a origem deste causo está no Brasil-Colônia. Naquela época não existiam táxis e nem ônibus. Mas havia as carroças de aluguel que eram puxadas por cocheiros. Reza a lenda, que naquele tempo, uma loira pegou carona com um destes carroceiros que estuprou e matou a pobre. Depois daquele dia, sua alma voltou para se vingar pedindo carona aos cocheiros e matando todos eles de susto. O tempo passou e os cocheiros foram substituídos por taxistas nesta história.
Agora que você já conhece algumas lendas feministas do nosso folclore...
Que tal conta-las para as meninas de sua família?
Luciana do Rocio Mallon





terça-feira, 6 de outubro de 2015

Coisas Que Aprendi Com o Papel Higiênico Rosa dos Anos 80

Coisas Que Aprendi Com o Papel Higiênico Rosa dos Anos 80

Quando eu era uma pobre criança,
Com vestido rodado e trança,
Eu usava um papel higiênico rosa
No começo, a experiência foi dolorosa

Mas depois me acostumei
Pois este papel tinha vantagens
Onde o sofrimento era um rei,
Proporcionando diversas viagens!

Este papel era áspero e rigoroso
No começo só me dava assaduras
Mas ele foi um professor formoso
Ensinando sobre as verdades duras

Usando este rosado e reciclado papel
Preparei-me para qualquer pontapé,
De um jeito triste e cruel
Sem perder, totalmente, minha fé

Este papel higiênico era tão duro
Que eu chegava a escrever poemas
Sobre meu sentimento mais obscuro
Depois lavava as mãos com sabonete de alfazema

Styllus era o nome deste papel
Que fazia sucesso nos anos oitenta
Hoje uso Paloma e não me sinto no céu
Sempre gostei da paixão que arrebenta!

Não adianta chamar o mordomo Alfredo
Nem dizer que o papel é branco e macio
Da saudade do Styllus até hoje sinto medo
E sua singela lembrança me dá arrepio.
Luciana do Rocio Mallon



segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Doula

Doula

Ela é uma mistura de parteira
Com um angelical querubim
Cuidando a gestação inteira
Da grávida tão bem assim

A doula prepara a alma da gestante
De um jeito afetuoso e elegante
Ela explica os termos técnicos com sentimento
Assim os detalhes não ficam ao sabor do vento

Ela ensina a gestante a respirar
Para evitar a angústia e a dor
Em passos mágicos ao ar
Tão delicados como a flor

Quando nasce o pequeno novo ser
A doula ensina os cuidados primeiros
Como amamentar ao amanhecer
Através de gestos verdadeiros

Ela sabe que trocar fralda
É um ritual doce e brilhante
Onde o carinho nunca falta
Pois o bebê é uma luz radiante!

A doula conhece métodos de partos naturais
Podendo ajudar até em outros astrais

Ela é uma mistura de parteira
Com um angelical querubim
Cuidando a gestação inteira
Da grávida tão bem assim.
Luciana do Rocio Mallon


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Precisamos Acolher os Refugiados Com Respeito

Precisamos Acolher os Refugiados Com Respeito
Todo o país, por mais frágil que seja, tem a obrigação moral de abrigar refugiados de guerra. Pois isto é uma questão de humanidade.
Na época do descobrimento do Brasil, nosso país recebeu os imigrantes portugueses, pois eram os “descobridores”. Depois, no século dezenove, acolheu os imigrantes estrangeiros, que vieram trabalhar aqui, porque nos países deles não existiam terras suficientes para o plantio. Depois, durante a Segunda Guerra Mundial, chegaram outros estrangeiros.
Agora, o Brasil, precisa estar de portas abertas para os refugiados de outros lugares.
O problema é que existem pessoas, que são contra isto, porque tem medo que os estrangeiros roubem os empregos delas. Ora, um bom profissional não precisa temer isto. Pois é como diz o ditado: “quem não tem competência, não se estabelece”. As criaturas que usam o argumento da falta de emprego, com certeza, são profissionais inseguros que não exercem suas funções com sucesso e usam a crise como desculpa para o fracasso. Além disto, grande parte dos brasileiros tem sangue de estrangeiros em suas veias porque são descendentes dos imigrantes do passado. Por isto temos a obrigação moral de retribuir a oportunidade que nossas gerações anteriores tiveram.
Luciana do Rocio Mallon



Precisamos Acolher os Refugiados Com Respeito

Precisamos Acolher os Refugiados Com Respeito 
Todo o país, por mais frágil que seja, tem a obrigação moral de abrigar refugiados de guerra. Pois isto é uma questão de humanidade. 
Na época do descobrimento do Brasil, nosso país recebeu os imigrantes portugueses. Depois, no século dezenove, acolheu os imigrantes estrangeiros, que vieram trabalhar aqui, porque nos países deles não existiam terras suficientes para o plantio. Depois, durante a Segunda Guerra Mundial, chegaram outros estrangeiros. 
Agora, o Brasil, precisa estar de portas abertas para os refugiados de outros lugares. 
O problema é que existem pessoas, que são contra isto, porque tem medo que os estrangeiros roubem os empregos delas. Ora, um bom profissional não precisa temer isto. Pois é como diz o ditado: “quem não tem competência, não se estabelece”. As criaturas que usam o argumento da falta de emprego, com certeza, são profissionais inseguros que não exercem suas funções com sucesso e usam a crise como desculpa para o fracasso. Além disto, grande parte dos brasileiros tem sangue de estrangeiros em suas veias porque são descendentes dos imigrantes do passado. Por isto temos a obrigação moral de retribuir a oportunidade que nossas gerações anteriores tiveram. 
Luciana do Rocio Mallon