segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Troque Sua Árvore de Natal Por um Presépio

Troque Sua Árvore de Natal Por um Presépio
       
Troque sua árvore de Natal
Por um presépio com Jesus
Pois seu nascimento foi real
E ele morreu por nós na cruz!
                                  
A árvore natalina e seus presentes
Do consumismo formam um templo
Eles só deixam os comerciantes contentes
Enquanto o real sentido voa pelo vento!
                                   
O humilde São Francisco de Assis
Foi um ser iluminado, inteligente e feliz
Ao montar o primeiro presépio de Natal
De um jeito puro, honesto e natural!

Troque uma árvore natalina
Por um presépio verdadeiro
Assim, o menino e a menina
Aprendem, no Natal, seu significado verdadeiro!

Esta é uma solução incrível
Mas, se isto não for possível
Coloque o presépio ao lado da árvore colorida
Pois, não devemos alimentar a ganância atrevida.
Luciana do Rocio Mallon



Pessoas Que Só Ajeitam a Casa no Final do Ano

Pessoas Que Só Ajeitam a Casa no Final do Ano

Há pessoas que só arrumam a casa no final do ano
E aproveitam para limpar o que há debaixo do pano
A casa fica imunda durante o ano inteiro
Mas, é arrumada em dezembro verdadeiro!
                             
Porém, o Papai Noel
Olha tudo do céu
E sabe quem limpa a casa todos os dias
Com força de vontade e mil harmonias!

Quem só arruma a casa no final
É uma triste e depressiva criatura
Pois, não sabe que todo o dia é especial
Podendo ser celebrado com ternura!

Em janeiro, alguém arrebenta a janela
Deixando um buraco para o ar
Penetrando no espírito da donzela
Que tem medo de amar!

Em fevereiro um vândalo que merece um murro
Picha o tão caprichado e pintado muro!
Em março, crescem ervas daninhas no jardim
Que acabam com a rosa, a margarida e o jasmim!

Em abril, mês da Páscoa e do coelho
Jogam pedra no telhado vermelho!
Em maio, as grades ficam enferrujadas
Em junho, lâmpadas ficam queimadas!

Em julho, o taco fica fosco e solto
Em agosto, no porão há um gato morto!
Em setembro, os azulejos estão cheios de gordura
Em outubro, a calçada mostra que a vida é dura!

Em novembro existe teia de areia até na garagem
Mas, em dezembro a limpeza vem com toda voltagem!
Porém, o Papai Noel
Olha tudo do céu

E sabe quem limpa a casa todos os dias
Com força de vontade e mil harmonias.
Luciana do Rocio Mallon









Concerto Gratuito de Natal

Concerto Didático de Natal

Se nesta época natalina, você não agüenta mais andar nos estabelecimentos e só escutar a cantora Simone cantando: “Então, é Natal”, ou, toda a vez que você ouve a canção Jingle Bells tem vontade de cortar o saco e atirar o sininho do Papai-Noel para longe é sinal de que você precisa escutar músicas natalinas diferentes. Por isto, eu recomendo o Recital Didático de Natal, através de violino e piano, com obras de músicos eruditos. Dentre eles, a minha irmã Gisele Regina Mallon , que, também estará tocando.
Este evento gratuito será dia 7 de dezembro, às 7 da noite, no endereço: Auditório Brasílio Itiberê. Rua: Cruz Machado, 138. Curitiba – Paraná.
Neste Natal, dê um presente a seus ouvidos:
Luciana do Rocio Mallon         






Lenda do Capão da Imbuia(Com Correções)

Lenda do Capão da Imbuia
Há muitos anos, onde hoje é a região de Curitiba, existia uma índia chamada Imbuia, que morava numa oca com sua mãe, Juruá, e seu pai, Cauã. Um certo dia, seu pai morreu numa batalha com uma outra tribo indígena inimiga.
Juruá, ainda bonita e jovem, costumava lavar-se numa cachoeira. Um certo dia, esta mulher estava tomando banho, neste lugar, quando de repente, avistou um homem loiro, com chapéu enfeitado com chifres, roupas de peles animais e botas de couro. A índia perguntou:
- Quem é você?          
- Será que é uma criatura enviada por Tupã?
O rapaz respondeu:
- Eu sou um viking. Vários grupos do meu povo estão explorando a sua terra.
- Sou filho de uma maga e ela previu que os vikings não serão vistos como os verdadeiros descobridores deste lugar e que este título será dado a um certo povo de um lugar chamado Península Ibérica. Porém nós, os bárbaros, deixaremos muitos vestígios aqui. Como exemplos: mensagens nas pedras.
Após esta conversa, Juruá se apaixonou pelo branco e levou este estranho para sua tribo.
Imbuia nunca aceitou a nova união de sua mãe. Pois, notava que o padrasto a olhava de uma forma estranha. Um certo dia, a indiazinha foi colher frutas na floresta. Mas, o viking seguiu a pobre. Então, este homem tentou se aproveitar da garota, que acabou matando o padrasto batendo com um pedaço de madeira em sua cabeça. Mas, naquele mesmo instante, uma cobra venenosa picou esta menina que acabou falecendo.
Quando a garota chegou ao céu, São Pedro disse:
- Não posso deixá-la entrar no Paraíso. Pois, o castigo de quem mata o pai é voltar para a Terra, virar corpo-seco e morar dentro de uma árvore.
Imbuia explicou:
- Mas, eu não assassinei o meu pai.
- Eu matei foi o meu padrasto em legítima defesa.
Um anjo, que estava assistindo a cena, comentou com o guardião do céu:
- Neste caso, acho que seria justo abrir uma exceção para a menina.
- Eu sei que existem santas, na categoria das compadecidas, que podem julgar este tipo de situação.
São Pedro explicou:
- Infelizmente, não há nenhuma compadecida para julgar este tipo de situação, por enquanto.
Desta maneira, Imbuia foi até o inferno e o Diabo falou:
- Não aceitamos quem mata os pais no Inferno, e, nem no purgatório. Portanto, você deverá voltar para a terra e virar corpo-seco.
Desta maneira, Imbuia virou corpo-seco, começou a chorar e caminhar pela sua região de origem. De repente, suas lágrimas viraram sementes, que se transformaram em árvores sem nenhuma explicação normal.
Quando esta índia parou em frente a sua oca, nasceram raízes do seu corpo, que fincaram no solo e, assim, esta garota virou uma árvore chamada Imbuia. Porém, por causa das gotas de lágrimas que viraram sementes, várias árvores com este nome surgiram naquela região.
Alguns séculos depois, novamente, a alma de Imbuia tentou entrar no céu. Então, São Pedro explicou:
- Agora, temos uma santa compadecida que pode interceder a seu favor. O nome dela é Maria Goretti e ela sofreu a mesma violência que tentaram fazer em você.
Assim, a santa fez com que a índia entrasse no paraíso. Mesmo assim, a nativa saia para passear na Terra e visitar a sua árvore, de vez em quando.
O tempo passou e em 1975 foi inaugurado o bairro chamado Capão da Imbuia, na cidade de Curitiba. Agora, onde era a antiga tribo indígena localiza-se o Museu de História Natural e ao lado, dele, há a Imbuia mais antiga da região, que reza a lenda foi uma índia que matou, em legítima defesa, um dos vikings, que foram os primeiros exploradores brancos a entrarem no Brasil muito bem antes dos portugueses.
Reza a lenda que no Capão da Imbuia há uma pedra milenar com escritos de vikings.
Luciana do Rocio Mallon






Lenda do Capão da Imbuia

Lenda do Capão da Imbuia
Há muitos anos, onde hoje é a região de Curitiba, existia uma índia chamada Imbuia, que morava numa oca com sua mãe, Juruá, e seu pai, Cauã. Um certo dia, seu pai morreu numa batalha com uma outra tribo indígena inimiga.
Juruá, ainda bonita e jovem, costumava lavar-se numa cachoeira. Um certo dia, esta mulher estava tomando banho, neste lugar, quando de repente, avistou um homem loiro, com chapéu enfeitado com chifres, roupas de peles animais e botas de couro. A índia perguntou:
- Quem é você?          
- Será que é uma criatura enviada por Tupã?
O rapaz respondeu:
- Eu sou um viking. Vários grupos do meu povo estão explorando a sua terra.
- Sou filho de uma maga e ela previu que os vikings não serão vistos como os verdadeiros descobridores deste lugar e que este título será dado a um certo povo de um lugar chamado Península Ibérica. Porém nós, os bárbaros, deixaremos muitos vestígios aqui. Como exemplos: mensagens nas pedras.
Após esta conversa, Juruá se apaixonou pelo branco e levou este estranho para sua tribo.
Imbuia nunca aceitou a nova união de sua mãe. Pois, notava que o padrasto a olhava de uma forma estranha. Um certo dia, a indiazinha foi colher frutas na floresta. Mas, o viking seguiu a pobre. Então, este homem tentou se aproveitar da garota, que acabou matando o padrasto batendo com um pedaço de madeira em sua cabeça. Mas, naquele mesmo instante, uma cobra venenosa picou esta menina que acabou falecendo.
Quando a garota chegou ao céu, São Pedro disse:
- Não posso deixá-la entrar no Paraíso. Pois, o castigo de quem mata o pai é voltar para a Terra, virar corpo-seco e morar dentro de uma árvore.
Imbuia explicou:
- Mas, eu não assassinei o meu pai.
- Eu matei foi o meu padrasto em legítima defesa.
Um anjo, que estava assistindo a cena, comentou com o guardião do céu:
- Neste caso, acho que seria justo abrir uma exceção para a menina.
- Eu sei que existem santas, na categoria das compadecidas, que podem julgar este tipo de situação.
São Pedro explicou:
- Infelizmente, não há nenhuma compadecida para julgar este tipo de situação, por enquanto.
Desta maneira, Imbuia foi até o inferno e o Diabo falou:
- Não aceitamos quem mata os pais no Inferno, e, nem no purgatório. Portanto, você deverá voltar para a terra e virar corpo-seco.
Desta maneira, Imbuia virou corpo-seco, começou a chorar e caminhar pela sua região de origem. De repente, suas lágrimas viraram sementes, que se transformaram em árvores sem nenhuma explicação normal.
Quando esta índia parou em frente a sua oca, nasceram raízes do seu corpo, que ficaram no solo e, assim, esta garota virou uma árvore chamada Imbuia. Porém, por causa das gotas de lágrimas que viraram sementes, várias árvores com este nome surgiram naquela região.
Alguns séculos depois, novamente, a alma de Imbuia tentou entrar no céu. Então, São Pedro explicou:
- Agora, temos uma santa compadecida que pode interceder a seu favor. O nome dela é Maria Goretti e ela sofreu a mesma violência que tentaram fazer em você.
Assim, a santa fez com que a índia entrasse no paraíso. Mesmo assim, a nativa saia para passear na Terra e visitar a sua árvore.
O tempo passou e em 1975 foi inaugurado o bairro chamado Capão da Imbuia, na cidade de Curitiba. Agora, onde era a antiga tribo indígena localiza-se o Museu de História Natural e ao lado, dele, há a Imbuia mais antiga da região, que reza a lenda foi uma índia que matou, em legítima defesa, um dos vikings, que foram os primeiros exploradores brancos a entrarem no Brasil muito bem antes dos portugueses.
Reza a lenda que no Capão da Imbuia há uma pedra milenar com escritos de vikings.
Luciana do Rocio Mallon





Lenda da Pedra "Virgin Again"

Lenda da Pedra “Virgin Again”

Na antiga Arábia existia um casal endividado, que tinha uma linda filha chamada Missad. Um certo dia, um sultão viu a moça e disse ao seu pai:
- Se a sua filha for donzela, eu gostaria de trocá-la por um baú cheio de jóias.
- Mas, ela precisa ser virgem porque se não for, eu volto aqui e decapito a sua cabeça com a espada.
A jovem ao ouvir isto ficou assustada, pois sabia que seus pais estavam passando necessidade. Porém, o problema é que ela não era mais donzela. Para resolver esta situação, Missad procurou uma sacerdotisa egípcia, que estava visitando o local, e comentou sobre a sua situação. Assim, a amiga deu-lhe uma pedra e explicou-lhe:
- Esta é uma pedra-pomes, também, conhecida como pedra-humes que é mágica. Pois, se você lavar suas partes íntimas com ela, voltará a ser virgem.
 O tão esperado dia chegou e Missad foi trocada por um baú de jóias e, no primeiro encontro, com o sultão ela seguiu as instruções da sacerdotisa. Desta maneira, deu tudo certo. Porém, naquela noite esta mulher teve o seguinte sonho:
Uma jovem apareceu e falou:                                 
- Meu nome é Jamile e sou uma adolescente que não teve a mesma sorte sua. Pois, me casei sem ser virgem e meu marido descobriu isto na primeira noite. Assim fui apedrejada em praça pública. Se eu tivesse descoberto a pedra-humes como você conseguiu, hoje, eu estaria viva. Por favor, acenda uma vela para que sua alma continue tendo sorte.
No dia seguinte, Missad  seguiu as orientações de Jamile e sua vida tornou-se muito próspera.
Em 2011, Isa era uma jovem criada em uma religião muito rígida, onde se deve casar virgem e os pais tem o direito de escolher os noivos das filhas. O problema é que Isa tinha uma vida dupla. De dia ela era recatada e freqüentava o templo. Mas, de noite, ela dopava os pais para freqüentar baladas e surubas.
Até que um dia, conforme a tradição, foi marcado o noivado de Isa com um homem desconhecido. Como esta jovem não era mais donzela, ela procurou na Internet uma solução prática que fizesse a pobre tornar-se virgem de novo. Até que esta mulher achou um site que vendia uma pedra com a marca Virgin Again. Isa comprou o produto e usou conforme as instruções da bula. Assim, seu marido foi enganado na primeira noite. Porém, naquela mesma madrugada, ela teve o seguinte pesadelo:
Uma moça apareceu e falou:                                   
- Meu nome é Jamile e sou uma jovem que não teve a mesma sorte sua. Pois, me casei sem ser virgem e meu marido descobriu isto na primeira noite. Assim fui apedrejada em praça pública. Se eu tivesse descoberto a pedra-humes como você conseguiu, hoje, eu estaria viva. Por favor, acenda uma vela para minha alma para que sua alma continue tendo sorte.
Mas, Isa acordou e pensou:
- Não acenderei vela nenhuma para fantasma que nunca vi na vida e que apareceu no meu sonho.
Quando o dia clareou, seu marido entrou na Internet, abriu o correio eletrônico e viu um vídeo onde a esposa aparecia numa orgia com várias pessoas. Assim, este homem mostrou o e-mail para Isa, que chorou e se jogou do prédio onde morava.
Luciana do Rocio Mallon








domingo, 1 de dezembro de 2013

Black Fraude: Depois da Black Friday

Black Fraude: Depois da Black Friday
         
Depois da Black Friday, veio a tristeza
Pois, o cliente descobriu a desonestidade
Que se despiu de meiguice e beleza
Na oferta que não era verdade!
                                               
Depois da Black Friday, veio a quarta-feira de cinzas
Onde os foliões viraram fregueses ranzinzas
Pois desmascararam as fraudes sem fim
Onde os preços usaram aromas de jasmim

E uma exagerada maquiagem
Na mais ilusória sacanagem
E, agora, consumista?
O que você tem a vista?

A Black Friday aconteceu
E você ficou no breu
Você usou Black Tie
Para ver o preço que não cai!

Hoje você tenta fazia magia
Com uma Black Hole nos braços
Seu cartão de crédito é a agonia
E dos presentes, só restou o laço!

E agora, consumista?
E agora?
Luciana do Rocio Mallon