sábado, 8 de julho de 2023

O Body Preto Que Virou Bode Preto

 

O Body Preto Que Virou Bode Preto

Num grupo de compra e venda, de uma famosa rede social, numa quinta para sexta uma moça postou:

“- Alguém tem um body preto para vender?”

Então algumas pessoas, realmente, não leram direito e outras apenas zoaram com as seguintes frases:

“- O que você fará com um bode preto numa hora dessas?”

“- Você está querendo chifrar quem?”

“- As protetoras de animais já sabem que você quer um bode preto?”

“- Não tenho bode preto, mas sou uma ovelha negra e posso ir aonde você quiser.”

“- Aqui em casa só tem cabra leiteira.”

“- Pare de fazer feitiçaria e se arrependa dos seus pecados!”

“- Esse post me deu vontade de comer buchada de bode.”

“- O único animal que não se vende é o bode Baphomet do Mago Eliphas Levi. “

 “- Esqueça o Bode Preto e o Baphomet, pois cabra macho mesmo é o Bode de Menphis. “

Assim, eu que realmente tinha um body preto para vender, fiquei prejudicada por causa desses humoristas de plantão.

Sinceramente, a cada dia que passa fica difícil de vender produtos na Internet.

Por causa de acontecimentos acima é que sou contra misturar palavras estrangeiras com o nosso idioma. Na minha época body se chamava colan, que veio do idioma francês, mas foi aportuguesado. Porém, na época da minha vó, ela dizia que body se chamava “maiô de usar na cidade”. Amei essa expressão: “maiô de usar na cidade” e até usarei nos meus próximos anúncios no lugar de body.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon #bodypreto #bodepreto



 

 

 

 

quarta-feira, 5 de julho de 2023

O Arquétipo da Dançarina de Flamenco e Sua Luz

 


O Arquétipo da Dançarina de Flamenco e Sua Luz

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou caçadora de lendas e pesquisadora de arquétipos. Além disso, trouxe a Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas, para o Brasil.

Esses dias, recebi as seguintes mensagens:

- Tia Lu, é verdade que o arquétipo da dançarina de Flamenco é excelente para a pessoa deixar de sonhar demais e colocar os pés no chão?

- O arquétipo da bailarina de Dança Flamenco pode fazer com que eu produza mais no trabalho?

- É verdade que a figura da dançarina de Flamenco junto com o arquétipo do baú, com tesouros, traz prosperidade?

Minhas respostas abaixo:

- A reposta é sim para todas as perguntas acima.

Segundo relatos e estudos, o arquétipo da dançarina de Flamenco faz com que a mulher coloque os pés no chão e se sinta confiante. Pois o Flamenco é uma dança de chão que tem muitos sapateados. Isso faz com que a moça deixe de ter a cabeça das nuvens e enfrente a realidade de frente. Aliás, esse arquétipo traz segurança e força de vontade.

Se você tem uma funcionária e quer que ela produza bastante na sua empresa. Então a águia não é o arquétipo ideal como muita gente pensa. Pois a águia pode tornar a funcionária tão arrogante a ponto dela querer voar sozinha. Nesse caso, o ideal é o arquétipo da bailarina de Dança Flamenca porque através dessa figura, a pessoa se torna produtiva e confiante, sem arrotar arrogância. Pois apesar da confiança em si mesma, a bailarina de Flamenco tem uma ternura que não deixa se tornar arrogante a ponto de voar, principalmente, se na ilustração ela estiver dançando com leque ou véu. Aliás, esses elementos diminuem a agressividade quando estão juntos desse arquétipo.

Abaixo há alguns elementos que você pode incorporar junto dessa figura:

1 - Dançarina de Flamenco Com Leque: use quando deseja segurança e autoconfiança sem ser arrogante. Pois o leque tira a agressividade negativa desse arquétipo.

2 - Bailarina de Dança Flamenca Fazendo Sapateado: utilize quando se sentir fraca, sem forças, com dificuldade de tomadas de decisões e de impor suas ideias. Essa figura ajudará você a expor suas sugestões com confiança e batendo o pé se for preciso.

3 - Dançarina de Flamenco Com Xale: use quando deseja unir a sua família ou reencontrar algum parente. Pois o xale representa a Sagrada Família.

4 - Bailarina de Dança Flamenca Com Castanholas: utilize quando deseja ser notada e elogiada.

5 - Dançarina de Dança Flamenca com Véu Grande: o lenço representa os quatro elementos: terra, ar, fogo e água. Portanto, use essa figura quando quiser elevação espiritual com a natureza ou, simplesmente, aumentar sua intuição.

6 - Bailarina de Dança Flamenca Com Saia Estilo Bata de Cola: utilize quando precisar se sentir elegante, fina e chique. Pois a cauda do vestido representa a extensão de sua alma.

7 - Dançarina de Flamenco Com Baú de Tesouro ou Moedas: ideal para atrair prosperidade financeira.

Na minha juventude tive problemas com insegurança e medo de falar em público. Então, ativei esse arquétipo e ele me ajudou muito.

E você?

Já teve experiência com esse arquétipo?

Por favor, emita sua opinião na parte de comentários abaixo.

Texto: Luciana do Rocio Mallon.

#lucianadorociomallon #lendas #arquétipo #flamenco #flamenca #dança

 

 

 

 





#lucianadorociomallon #lendas #arquétipo #flamenco #flamenca #dança

 

 


 

 

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Lenda da Foto da Fogueira Que Tinha Forma de Mulher Dançando

 

Lenda da Foto da Fogueira Que Tinha Forma de Mulher Dançando

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou pesquisadora de lendas.

Esses dias recebi as seguintes mensagens:

- Fui a uma festa cigana artística ao ar livre, lá as pessoas fizeram uma fogueira e ao tirar fotos todos notaram que essa mesma fogueira tinha o formato de uma mulher dançando.

- Por que muitas vezes em festas onde há fogueiras, quando tiramos fotos, o fogo fica com formato de uma moça em movimento?

- Existe alguma deusa do fogo, da antiguidade, que aparecia em formato de fogueira?

Minhas respostas abaixo:

- Sim, os antigos celtas cultuavam uma deusa chamada, Tan Hill. Nesses rituais, fogueiras eram acesas e as mulheres bailavam em círculos em torno dessas mesmas fogueiras. Então, se o fogo ficasse num formato de uma mulher dançando, as pessoas diziam que isso era a própria deusa, que veio à Terra, em forma de fogo para participar da celebração.

Reza a lenda que quando a Idade Média chegou, junto com o avanço do Cristianismo, criaturas místicas como: elfos, fadas, duendes, magos e feiticeiras precisavam de um lugar seguro como esconderijo. Então alguns desses seres se esconderam numa ilha encantada. Porém coube a deusa, Tan Hill, ser responsável pelo portal que ligava o mundo real com essa ilha da Magia. Mas, apesar de cumprir sua missão, ela dizia:

- Enquanto houver um ritual com fogueira e mulheres dançando ao seu redor, eu estarei presente e manifestarei minha satisfação transformando a fogueira em uma jovem dançante.

Aliás, a Dança Flamenca surgiu nos bairros ciganos do Sul da Espanha. Arqueólogos e historiadores descobriram que essa dança, no princípio, era realizada ao redor de uma fogueira.

Além disso, pesquisadores encontraram pinturas, gravuras, ilustrações e desenhos de fogueiras em formas de dançarinas que datam da época do início do Flamenco, ou seja, do século XV.

O mito acima lembra a lenda da menina que foi salva de um incêndio por uma entidade.

Esse caso aconteceu nos anos 70 e para preservar a privacidade da garota, chamaremos a pequena de Maria.

A mãe de Maria foi a uma discoteca e deixou a criança sozinha em casa. De repente a casa pegou fogo e segundo relatos da própria garota, uma mulher em forma de fogueira colocou Maria, para fora de casa, sem queimar a pobre.

Esse causo ficou famoso na época, basta você perguntar sobre essa lenda para sua vó ou mulheres mais velhas.

E você?

Já foi a uma festa flamenca ou cigana artística onde mulheres dançavam ao redor da fogueira?

Já fotografou ou viu uma fogueira em forma de mulher?

Se sim, por favor, conte na parte de comentários abaixo.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon #tanhill #deusatanhill #celtas #flamenco #dançaflamenca #dançacigaartística

 


 

Poema das Fases do Luto

 




Poema das Fases do Luto(Escrito Por Luciana do Rocio Mallon)

Na primeira fase, lágrimas viram estrelas cintilantes

Porque ela não acredita que o ente se foi

Então se fecha em armaduras brilhantes

Sem responder um simples oi

 

Na segunda fase, ela sente raiva

As lágrimas viram selvagem saraiva,

Uma chuva de pedras contra o destino

Mesmo assim, do além, ela ouve um sino

 

Na terceira fase, ela sobe uma montanha

Numa estrada tortuosa e estranha

Para acabar no topo da barganha

 

Na quarta fase, ela sente depressão e tristeza

Mas as lágrimas de granizo viram serenos

Pois a morte é uma viagem com certeza

Sem espaço para sentimentos pequenos

 

Na quinta fase, ela aceita o adeus

Pois sabe que foi vontade de Deus

Transformar seu ente em querubim

O Sol mostra de forma fraterna

Que a vida é infinita e eterna

 Ela pode não ser à toa, mas não tem fim.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon #poesia #poema #luto

 

 

 

 

 













 

 

 

 

domingo, 2 de julho de 2023

Arquétipo do Cientista Inteligente Para Passar em Vestibulares e Concursos

 

Arquétipo do Cientista Inteligente Para Passar em Vestibulares e Concursos

Semana passada recebi as seguintes mensagens:

- Tia Lu, qual é o arquétipo ideal para passar em vestibulares e concursos?

- Você já usou algum arquétipo no vestibular ou em testes?

Minhas respostas abaixo:

- Fiz vestibular em 1993. Naquela época, dentro do ônibus, às vezes eu conversava com uma idosa que tinha fama de “curandeira”. Então, uma semana antes do vestibular, essa mesma senhora me falou dentro do coletivo:

- Um arquétipo excelente para quem vai prestar o vestibular ou concurso público é a figura do cientista fora da casinha. Pois além de estimular a boa memória, ajuda na criatividade. Porém nunca devemos chamar esse arquétipo de cientista maluco, como muita gente faz, pois isso é algo preconceituoso. Aliás, muitas criaturas com a inteligência acima, da média, são xingadas de malucas pela nossa sociedade. Porém, as pessoas espiritualizadas costumam chamar esse arquétipo de Mestre Solução. Assim, quando for se referir, a esse arquétipo você pode chamar de: cientista inteligente, cientista não convencional ou cientista fora da casinha. Todos esses nomes servem. Mas nunca use adjetivos como: maluco ou louco.

Após esse conselho coloquei gravuras de cientistas, fora da casinha, no meu quarto e em meus materiais escolares.

Na hora do vestibular, quando encontrei questões de exatas difíceis, escutei a voz de um cientista falando:

- Pegue as opções e experimente cada uma na incógnita X, pois uma delas é a resposta certa para você assinalar. Não se preocupe, pois dará tempo de responder todas elas.

Então segui os conselhos do espírito do arquétipo. Assim o resultado foi que passei no vestibular mesmo não sabendo resolver algumas questões diretamente.

Usei também o mesmo arquétipo para passar em concursos públicos. Na verdade passei em muitos deles. Mas não fui chamada, devido as poucas vagas. Porém num emprego onde fiz um teste para trabalhar, passei e fui chamada. Mas fui demitida alguns meses depois por causa da queda de movimento no local.

Depois descobri que para manter os empregos e ser chamada nos concursos, eu deveria usar o arquétipo da águia, que é a ave que voa alto. Aqui, meu principal erro, foi não usar a águia.

E você?

Já usou o arquétipo do cientista criativo?

Conte para mim, abaixo, na parte de comentários.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#arquétipos

 


 

sábado, 1 de julho de 2023

Minha Experiência Com o Arquétipo da Sílfide Para Ficar Esbelta

 Minha Experiência Com o Arquétipo da Sílfide Para Ficar Esbelta

Esses dias recebi as seguintes mensagens:

- Tia Lu, qual é o arquétipo que uma pessoa obesa deve usar quando deseja perder peso?

- Qual arquétipo ideal para emagrecer com saúde?

Bem, minha respostas estão abaixo:

- As pessoas que me conhecem, desde a infância, sabem que engordei muito dos 13 aos 17 anos. Aliás, aos 16 anos cheguei a pesar 80 quilos.

Então já com 18 anos, uma vez peguei o ônibus, Jardim Centauro, para ir ao curso que eu fazia na época. Ao meu lado, sentou uma idosa, que morava ao redor e tinha fama de “curandeira”. Assim começamos a conversar sobre obesidade e eu disse:

- A partir dos 13 anos comecei a engordar sem parar. O problema é que já tentei de tudo como: vários tipos de regimes, chás e exercícios físicos. Porém, nada deu certo. Pois na metade dessas experiências cheguei a perder menos de um quilo e depois engordei novamente mesmo praticando essas técnicas.

A anciã explicou:

- Talvez você tenha alguma disfunção na tireoide ou sofra de um problema chamado Obesidade da Adolescência que pode durar dos 12 aos 21 anos. Mas é possível emagrecer sem remédios caros e sem regimes pesados. Pois existe o método dos arquétipos, onde basta você escolher uma figura mitológica que represente a magreza saudável. No seu caso recomendo a sílfide, que é um tipo de fada do ar com aparência magra, leve e graciosa. Assim para ativar esse arquétipo, recomendo conseguir figuras de sílfides e depois colar essas mesmas gravuras no seu quarto e nos seus materiais escolares. Porém nunca se esqueça de meditar sobre as sílfides. Outra recomendação que faço é a de nunca usar arquétipos de pessoas reais, pois você corre o risco de ativar os lados sombrios delas. Por isso escolha somente seres mitológicos ou fictícios.

Logo, comentei:

- Poxa, eu pensava que sílfide fosse nome de doença de bordel.

Mas, aquela senhora explicou:

- Não, pois a doença de bordel se chama sífilis que não tem nada a ver com as sílfides que são fadas virgens do ar.

Desse jeito segui o conselho daquela idosa. Então li livros sobre sílfides e colei as figuras delas em todas as partes possíveis.

Depois de dois meses passei a perder quilos lentamente sem fazer regimes malucos e sem tomar remédios.

Aos 19 anos já estava com 58 quilos e aos 25 passei a pesar 52 quilos. Aos 40 anos, decidi desativar esse arquétipo de vez. Por isso, engordei um pouco mais.

Além disso, assisti na Internet e na vida real um balé chamado, A Sílfide, que é maravilhoso e recomendo a todos que curtem Cultura.

E você?

Já experimentou o arquétipo da sílfide?

Se sim, coloque sua experiência na parte de comentários abaixo.

Luciana do Rocio Mallon

#arquétipos #sílfide #sílfides #lucianadorociomallon






terça-feira, 27 de junho de 2023

Lenda da Dança Jardineira

 

Lenda da Dança Jardineira

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou focalizadora de danças e escritora de lendas.

Essa semana recebi as seguintes perguntas:

- Qual é a origem da Dança Jardineira com Arcos de Flores?

- A Dança da Balainha tem alguma lenda?

Minhas respostas abaixo:

- Para quem não sabe, a Dança Jardineira ou Balainha é aquela dança folclórica onde as moças carregam arcos com flores ou fitas coloridas e interagem entre si com movimentos criativos. Esse balé surge em manifestações populares como: Festa Junina, Festa do Divino Espírito Santo, Folia de Reis, Festa da Primavera e Carnaval.

A Dança Jardineira tem origem celta.

Reza a lenda que as adolescentes, que viviam entre os antigos celtas, precisavam cultivar os próprios jardins perto de suas casas.

Então na Primavera, os jurados elegiam as moças que tinham os jardins mais bonitos. As jovens vencedoras eram abençoadas pela deusa Bloudeuwedd e eram apresentadas aos homens solteiros mais ricos da região. Além disso, as premiadas ganhavam brindes e títulos de melhores jardineiras do ano. No final todas as adolescentes deveriam dançar com arcos de madeiras, repletos de noves flores diferentes grudadas neles, em homenagem à deusa Bloudeuwedd para garantir uma primavera florida, clima equilibrado entre Sol e chuva com o objetivo de uma boa colheita. Assim essa Dança foi batizada de Jardineira.

Os celtas acreditavam que, por meio desse balé das jardineiras com nove flores diferentes em seus arcos, atraiam as bênçãos da deusa. Até hoje essas flores, da dança celta, possuem significados fortes:

1. Giesta: significa proteção;

2. Barbana: tira os maus espíritos e energias negativas;

3. Flores do Prado: significam gentileza e amor puro;

4. Prímula: acaba com as cólicas menstruais;

5. Urtiga: considerada afrodisíaca;

6. Espinheiro: estimula a pureza;

7. Flores do Carvalho: trazem energia com fertilidade;

8. Castanheiro: significa amor eterno;

9. Flor do Feijão: traz boa colheita.

Com o tempo, a Dança Jardineira, se espalhou pela Europa. O povo cigano ao conhecer os celtas, adotou esse balé na Dança Cigana Artística em apresentações pelo mundo inteiro.

A Dança Jardineira foi trazida ao Brasil pelos portugueses. Até ensaiei um balé, desse estilo sozinha, no link abaixo. Na falta de um arco de madeira providenciei um bambolê:

https://www.youtube.com/watch?v=KBw4cG3DZDQ

 

E você?

Pratica a Dança dos arcos na sua região?

Por favor, coloque a resposta abaixo na parte de comentários.

#lucianadorociomallon

#dança

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