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sábado, 8 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Amo um Florista Que Pensa Que Não Sou Flor do Seu Jardim
Amo um
Florista Que Pensa Que Não Sou Flor do Seu Jardim
Eu amo o
lindo florista da Poesia
Porém ele
não quer saber de mim
Porque ouviu
fofocas com agonia
E pensa que
não sou flor de jardim
Sou uma
azedinha repleta de doçura
As más
línguas me chamam de vinagreira
Mas, no
fundo, minha alma tem ternura
Pois, sou
uma companheira para a vida inteira
Meu espírito
é um trevo e traz sorte
Porém o
florista não é supersticioso
Pois, infelizmente,
o Anjo da Morte
Ensinou meu
amado a ser preconceituoso
O florista
só deseja saber de colombianas rosas,
De violetas
tímidas e de orquídeas raras
Estas
flores, apesar de cheirosas, são perigosas
Além de
traiçoeiras, sedutoras e caras
Mentiram
para o florista que sou erva danosa
Porém sou
uma azedinha carinhosa e inocente
Isto é culpa
da jardineira possessiva e invejosa
Que cultiva
uma paixão obsessiva e incoerente
Eu amo o
lindo florista da Poesia
Porém ele
não quer saber de mim
Porque ouviu
fofocas com agonia
E pensa que
não sou flor de jardim.
Luciana do
Rocio Mallon
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Sim, Já Trabalhei de Pijama e Usei Camisola Como Se Fosse Vestido de Gala
Sim, Já
Trabalhei de Pijama e Usei Camisola Como Se Fosse Vestido de Gala
Dias atrás a
diretora do PROCON – PR deu entrevista a um programa de TV chamado Bom Dia
Paraná, em pleno inverno de Curitiba, vestindo uma calça colorida, confortável
e quente. Logo, internautas desocupados e que pensam que são consultores de
moda passaram a criticar a roupa da moça dizendo que ela estava de pijama.
Horas depois, a diretora aproveitou para fazer um vídeo explicando como o
consumidor pode reclamar de um pijama, que veio com defeito, através da
Internet. Assim, ela demonstrou uma atitude inteligente com bom humor.
O
interessante é que no frio de Curitiba, pessoas mais friorentas costumam
colocar calças de pijamas por baixo das roupas formais. Eu já utilizei este
método para me aquecer e ele já me salvou de algumas situações embaraçosas.
Em 1998, eu
trabalhava fazendo entregas de telefone. Então bati numa casa na periferia. Mas
um cachorro me atacou por trás e rasgou a minha calça no traseiro. Porém ele
foi embora e não passei vergonha porque estava com um pijama por baixo.
Solução: tirei a peça rasgada, trabalhei de pijama e ninguém percebeu porque
ele era liso.
Sempre tive
problemas com o fluxo menstrual. Assim, no inverno de 2001, eu trabalhava num
escritório e só podia ir ao banheiro uma vez por dia. De repente, senti que
minha menstruação vazou do absorvente. Quando o expediente acabou fui ao
toalhete. Lá notei que, graças à calça de pijama que eu usava em baixo da calça
jeans, o liquido não manchou a cadeira do meu trabalho.
No começo
dos anos noventa, eu precisava ir a uma festa de gala. Porém não tinha dinheiro
para comprar um vestido longo. Como um raio, tive a ideia de usar uma camisola
comprida de cetim, com detalhes de pedrinhas em “strass”, da minha avó como se
fosse um vestido. Deste jeito, fiz uns ajustes com fio e agulha. Após isto fui
à festa e a peça fez sucesso. Só não ganhei o prêmio de rainha do baile porque
o evento não foi nos Estados Unidos.
Nos dias de
frio, se a empresa não exige o uso de uniforme pelos seus funcionários, o ideal
é trabalhar de pijama mesmo. Pois um trabalhador quente e confortável rende
mais.
Luciana do
Rocio Mallon
Dia do Operador de Telemarketing, 4 de Julho
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terça-feira, 4 de julho de 2017
Poema Para o Operador de Telemarketing
Poema Para o
Operador de Telemarketing
( 4 de
Julho, Dia do Operador de Telemarketing )
Ele faz do
telefone uma ponte para o cliente
Realizar os
seus sonhos e as mais desejadas fantasias
Num ligação,
ele gera um sorriso contente
Através de
sua voz doce com mil harmonias!
Operador de
telemarketing é seu nome profissional
Em toda a
ligação ele busca uma estrela cintilante
A cada
número diferente nasce uma luz no astral
Porque sua
esperança é um comenta radiante
O setor de
telemarketing cresce sem medo
Pois ele dá
a oportunidade do primeiro emprego
Para a nossa
esforçada e trabalhadora juventude
Que estuda
com garra, afinco e muita atitude!
O operador
de telemarketing ativo
Telefona
diretamente para a freguesia
Já o operador
de telemarketing receptivo
Recebe
ligações e, também, serve de guia
Para
esclarecer dúvidas e acabar com toda a agonia
O operador
de telemarketing do bem
Liga dando
conselhos sobre saúde
Não
importando para quem
Pois o amor
a ninguém ilude
O operador
de telemarketing querubim
Trabalha no
Centro de Valorização da Vida
Ele é um
voluntário com asas invisíveis de cetim,
Que evita o
suicídio e a dor de uma ferida
Vamos
celebrar com amor, alegria, poesia e orgulho
O Dia do
Operador de Telemarketing, que é quatro de julho.
Luciana do
Rocio Mallon
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Lenda do Bebedouro, do Largo da Ordem em Curitiba, Que Vira Oráculo
Lenda do
Bebedouro, do Largo da Ordem em Curitiba, Que Vira Oráculo
Em meados do
século dezoito existia, na capital do Paraná, uma bruxa chamada Pérola que
maltratava cavalos. Esta feiticeira era especialista em cartas de tarô e em
recuperar equinos perdidos sempre usando de violência. Numa tarde de verão, ela
estava laçando um potro à força. Quando, de repente, uma égua apareceu, deu um
coice na bruxa e matou a pobre.
Quando
Pérola foi ao céu, São Pedro não quis aceita-la por ser uma bruxa. Mas o Diabo
não aceitou a feiticeira no Inferno, também. Deste jeito, ela foi ao purgatório.
Porém, o anjo guardião disse-lhe:
- Pare!
- Aqui você
não pode entrar!
- A sua pessoa
voltará para a Terra na forma de égua e com o objetivo de ajudar as pessoas. Assim,
dependendo do seu esforço, poderá morar no purgatório mais tarde.
Desta
maneira, Pérola voltou ao mundo no corpo de uma potranca de pelos dourados que
recebeu o nome de Pepita. Assim esta égua passou a frequentar o bebedouro do
Largo da Ordem. Numa tarde de inverno, ela notou que uma carroça desgovernada
atropelaria um bebê que estava na rua. Por isto, ela disparou e pegou a roupa
do neném pela boca, retirando a criança do local. Naquele instante todos
aplaudiram. Numa noite misteriosa, dois homens começaram a brigar perto do
bebedouro. Pepita percebeu que um dos rapazes pegou uma arma da cintura. Deste
jeito, a égua ficou na frente do moço que estava sem a arma e recebeu o tirou
no lugar dele. Então este animal
faleceu. Porém sua alma permaneceu ao lado do bebedouro. Deste jeito, Pepita
pensou:
- Agora,
preciso arrumar outra maneira de ajudar as pessoas para poder entrar, ao menos,
no purgatório...
- Já sei:
-
Transformarei as águas deste bebedouro num oráculo. Pois tenho poder para isto.
Porém isto só funcionará nas noites de Lua cheia.
De repente,
um homem foi lavar seu rosto do bebedouro e comentou:
- Como eu
gostaria de encontrar minha mãe novamente...
Naquele
mesmo instante, as águas do bebedouro se transformaram num mapa com a
localização da casa onde a mãe do rapaz se encontrava, que ficava a poucos metros
da região.
O moço
anotou os dados e conseguiu encontrar a pessoa que procurava.
Na noite
seguinte, uma garota foi tomar água no bebedouro e comentou:
- Meu sonho
era ser rica para minha família nunca mais passar fome.
De repente,
apareceu a imagem de uma égua dourada nas águas do bebedouro, que disse:
- Debaixo do
ipê da rua da esquina há um tesouro enterrado.
Desta
maneira, a menina pegou uma pá, cavou o local indicado e encontrou um baú com
joias.
Reza a lenda
que até hoje o espírito da égua faz as águas do bebedouro se transformarem num
oráculo nas noites de Lua Cheia. Para receber a graça, basta a pessoa pedir
algo, na frente destas águas, que a dica para realizar o seu desejo sempre
aparece.
Luciana do
Rocio Mallon
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