segunda-feira, 13 de março de 2017

A Agricultura, o Alfabeto, a Costura e o Comércio Foram Criados Por Mulheres

A Agricultura, o Alfabeto, a Costura e o Comércio Foram Criados Por Mulheres
Estudos arqueológicos comprovaram que a agricultura, a costura, o alfabeto e o comércio foram criados por mulheres.
Na época das cavernas, os homens saíam das tocas para atividades como: caças e lutas. Enquanto isto, as mulheres ficavam cuidando dos filhos. Mas elas eram criativas e observadoras. Pois através da observação, elas descobriram que quando uma semente caía na terra transformava-se em planta, depois de algum tempo. Assim surgiu a agricultura. Pois as mulheres formaram as primeiras hortas e descobriram os primeiros pomares.
Logo elas observaram que passando algumas sementes e plantas nas paredes das cavernas, apareciam lindos desenhos. Deste jeito surgiu a pintura rupestre. Pouco a pouco as moças descobriram que podiam desenhar cada objeto existente na natureza.  Então as mulheres passaram a usar gravuras nas cavernas para a comunicação entre si. Depois surgiram os caracteres representativos e, após isto, apareceram os hieróglifos egípcios que foram importantes na formação do alfabeto tradicional.
Estas moças confeccionavam roupas com peles de animais através de agulhas feitas de ossos. Sem comentar, também, que o comércio foi invenção delas. As mulheres das cavernas passaram a trocar objetos entre si numa espécie de escambo. As mais ousadas trocavam coisas com moças de tribos vizinhas.
Nossas ancestrais poderiam até ser: feras, agitadas e das cavernas. Porém eram inteligentes e valorizavam o sagrado feminino que existia em cada uma delas. Pois observavam os fenômenos da natureza com temor e respeito. Afinal, enquanto os homens estavam fora das cavernas caçando, elas descobriram atividades essenciais como: a agricultura, a costura, o alfabeto e o comércio com criatividade e determinação.
Luciana do Rocio Mallon



Texto Corrigido: Musical Vamp Se Apresenta, Em Big Brother e Compositora Nem Sequer Foi Lembrada

Musical Vamp Se Apresenta, em Big Brother, e Compositora Nem Sequer Foi Lembrada
Ontem, dia 12 de março, apareceu uma cena no Programa BBB17, onde os atores Claudia Ohana e Ney Latorraca apresentaram trechos do musical Vamp, aberto pela música Noite Preta. O problema é que a compositora e cantora desta canção, Vange Leonel, nem sequer foi lembrada. Ela foi importante na Arte. Pois, além de ter sido cantora e compositora, Vange Leonel também exerceu as funções de: artista plástica, atriz, escritora, dançarina e militante LGBT. Infelizmente, ela faleceu em 14 de julho de 2014, em condições financeiras precárias. Sua canção, chamada Noite Preta, foi tema da Novela Vamp. A questão é que esta artista não teve o reconhecimento merecido. Pois nem sequer foi lembrada na cena, do BBB17, citada acima.
Luciana do Rocio Mallon



Musical Vamp Se Apresenta, em Big Borther, e Compositora Nem Sequer Foi Lembrada

Musical Vamp Se Apresenta, em Big Brother, e Compositora Nem Sequer Foi Lembrada
Ontem, dia 12 de março, apareceu uma cena no Programa BBB17, onde os atores Claudia Ohana e Ney Latorraca apresentaram trechos do musical Vamp, aberto pela música Noite Preta. O problema é que a compositora e cantora desta canção, Vange Leonel, nem sequer foi lembrada. Ela foi importante na Arte. Pois, além de ter sido cantora e compositora, Vange Leonel também exerceu as funções de: artista plástica, atriz, escritora, dançarina e militante LGBT. Infelizmente, ela faleceu em 14 de julho de 2014, em condições financeiras precárias. Sua canção, chamada Noite Preta, foi tema da Novela Vamp. A questão é que esta artista não teve o reconhecimento merecido. Pois nem sequer foi lembrada na cena, do BBB17, citada acima.
Luciana do Rocio Mallon



#karnal


domingo, 12 de março de 2017

Véus Com Poemas Que Animaram Uma Vida Quase Sem Esperanças(Corrigido)

Véus Com Poemas Que Animaram Uma Vida Quase Sem Esperanças
As pessoas, que acompanham o meu trabalho nas redes sociais, sabem que sempre posto sobre o benefício da Poesia na vida dos seres humanos. Já escrevi sobre como meus poemas ajudaram a vender sapatos e bombons. A história abaixo é sobre como mensagens pintadas, em lenços grandes, ajudaram uma desconhecida, que tinha Câncer e HIV, a se sentir melhor.
Em 1988, eu morava no bairro Cabral localizado na cidade de Curitiba, e costumava passear, com o cachorro de estimação da minha avó, por este bairro. Um dia, meu tênis se desamarrou bem debaixo da janela de uma casa. Então escutei uma conversa íntima, entre duas mulheres, sem querer:
- A menina descobriu que tinha Câncer e HIV, ao mesmo tempo, e tentou se enforcar com o lenço enorme de Dança do Ventre. Por isto joguei o objeto, no saco de lixo, que está lá fora.
Então pensei:
- E se eu pegasse este véu, escrevesse um poema de otimismo e deixasse na caixa de correio, desta residência?
Deste jeito revirei a lixeira, levei o lenço para minha casa e depois lavei. Quando este véu secou, peguei tinta para pintar tecido e moldes de letras. Assim escrevi o seguinte texto neste lenço:
“A luz é mais forte do que qualquer enfermidade
Pois, você é uma estrela linda e cintilante
Que irradia fé, emoção e felicidade
Tornando o ambiente mais brilhante.”
Após isto deixei a tinta secar e coloquei o objeto dentro de um envelope. Na parte do destinatário escrevi:
- Para a Menina da Casa Que Precisa de uma Palavra Amiga.
Depois desta ação, deixei a encomenda na caixa do correio daquela casa misteriosa.
No dia seguinte, fiquei maravilhada ao passar em frente daquela residência e ver que na janela de um dos quartos o véu, com o texto, estava sendo usado como uma espécie de cortina. Deste jeito refleti:
- Se isto aconteceu é porque a pessoa gostou do presente.
Logo lembrei que, dias atrás, ganhei uma caixa com lenços lisos e grandes da minha vó. Assim decidi escrever mais uma mensagem num daqueles véus:
“Cada acontecimento da natureza
É uma lição em forma de mensagem
Você sempre será a bela princesa
Enfeitando qualquer tipo de paisagem.”
Deste jeito, novamente, coloquei o objeto na caixa de correio daquela mesma casa. Então, no dia seguinte, notei que o novo véu tinha virado cortina também. Quinze dias depois, peguei um lenço e escrevi outro recado:
“ Não desanime, pois depois da tempestade
Vem o arco-íris e desabrocham as flores
A fé quando abraça a real sinceridade
Transforma as cruéis dores em amores.”
Desta maneira, outra vez, enfiei o objeto na caixa de correio da casa.
Uma semana depois, avistei um grande movimento naquela residência. Como um raio, decidi entrar. Assim notei que uma jovem estava sendo velada e, em vez, de flores no caixão, existiam os lenços com os poemas em cima do corpo. De repente, uma idosa comentou:
- A menina durou uns dias a mais, graças aqueles véus que ela recebeu com poemas!
- Como eu gostaria de abraçar a criatura que enviou estes presentes!
Após ouvir estas palavras, disfarcei e sai devagar.
Luciana do Rocio Mallon




Véus Com Poemas Que Animaram Uma Vida Quase Sem Esperanças

Véus Com Poemas Que Animaram Uma Vida Quase Sem Esperanças
As pessoas, que acompanham o meu trabalho nas redes sociais, sabem que sempre posto sobre o benefício da Poesia na vida dos seres humanos. Já escrevi sobre como meus poemas ajudaram a vender sapatos e bombons. A história abaixo é sobre como mensagens pintadas, em lenços grandes, ajudaram uma desconhecida, que tinha Câncer e HIV, a se sentir melhor.
Em 1988, eu morava no bairro Cabral da cidade de Curitiba, e costumava passear, com o cachorro de estimação da minha avó, por este bairro. Um dia, meu tênis se desamarrou bem debaixo da janela de uma casa. Então escutei uma conversa íntima, entre duas mulheres, sem querer:
- A menina descobriu que tinha Câncer e HIV, ao mesmo tempo, e tentou se enforcar com o lenço enorme de Dança do Ventre. Por isto joguei o objeto, no saco de lixo, que está lá fora.
Então pensei:
- E se eu pegasse este véu, escrevesse um poema de otimismo e deixasse na caixa de correio, desta residência?
Deste jeito revirei a lixeira, levei o véu para minha casa e depois lavei. Quando este lenço secou, peguei tinta para pintar tecido e moldes de letras. Assim escrevi o seguinte texto neste tecido:
“A luz é mais forte do que qualquer enfermidade
Pois, você é uma estrela linda e cintilante
Que irradia fé, emoção e felicidade
Tornando o ambiente mais brilhante.”
Após isto deixei a tinta secar e coloquei o lenço dentro de um envelope. Na parte do destinatário coloquei:
- Para a Menina da Casa Que Precisa de uma Palavra Amiga.
Depois desta ação, coloquei a encomenda na caixa do correio daquela casa misteriosa.
No dia seguinte, fiquei maravilhada ao passar em frente daquela residência e ver que na janela de um dos quartos o véu, com o texto, estava sendo usado como uma espécie de cortina. Deste jeito refleti:
- Se isto aconteceu é porque a pessoa gostou do presente.
Logo lembrei que, dias atrás, ganhei uma caixa com lenços lisos e grandes da minha vó. Assim decidi escrever mais uma mensagem num daqueles véus:
“Cada acontecimento da natureza
É uma lição em forma de mensagem
Você sempre será a bela princesa
Enfeitando qualquer tipo de paisagem.”
Deste jeito, novamente, coloquei o objeto na caixa de correio daquela mesma casa. Então, no dia seguinte, notei que o novo véu tinha virado cortina também. Quinze dias depois, peguei um lenço e escrevi outro recado:
“ Não desanime, pois depois da tempestade
Vem o arco-íris e desabrocham as flores
A fé quando abraça a real sinceridade
Transforma as cruéis dores em amores.”
Desta maneira, outra vez, coloquei o objeto na caixa de correio da casa.
Uma semana depois, avistei um grande movimento naquela residência. Como um raio, decidi entrar. Assim notei que uma jovem estava sendo velada e, em vez, de flores no caixão, existiam os lenços com os poemas em cima do corpo. De repente, uma idosa comentou:
- A menina durou uns dias a mais, graças aqueles lenços que ela recebeu com poemas!
- Como eu gostaria de abraçar aquela criatura que enviou estes presentes!
Após ouvir estas palavras, disfarcei e sai devagar.
Luciana do Rocio Mallon




Posso Ser Louça, Ou, Louca, Mas Tudo Depende da Cauda Cintilante

Posso Ser Louça, Ou, Louca, Mas Tudo Depende da Cauda Cintilante
Posso ser louca, ou, louça
Isto depende do cê-cedilha
Ás vezes sou uma estrela moça
Que, no céu, agora pisca e brilha

Transformo-me numa louca cheia de alegria
Quando fico sem minha cauda brilhante,
De nome cedilha, com emoção e harmonia
Que vira um cometa cintilante e elegante!

Posso ser uma louça fina
Ou, uma louca misteriosa
Depende onde o cê-cedilha se afina
Nesta combinação perigosa.
Luciana do Rocio Mallon