domingo, 29 de novembro de 2015

Perigos da Constelação Familiar

Perigos da Constelação Familiar, Sem Orientação, Nas Escolas
O Programa Fantástico passou, neste domingo dia 29 de novembro, uma reportagem sobre bullying nas escolas.
Uma das técnicas utilizada por uma professora para identificar este problema foi a seguinte: ela pegou dois alunos, vendou os olhos deles, então colocou um segurando a mão do outro e disse:
- Este ser que você não está segurando a mão não é nenhum colega seu, ele é uma pessoa da sua família que você ama muito...
O jogo acima é uma das técnicas de uma terapia chamada Constelação Familiar. Ela é feita para resolver conflitos de parentescos. Porém, não é ideal para ser usada em sala de aula. Pois deve ser comandada apenas por um profissional especializado por envolver uma espiritualidade muito pesada.
Em 1986, eu morava em Brasília e nesta escola uma professora resolveu usar um jogo semelhante: ela pegou dois estudantes, vendou os olhos deles, então colocou um segurando a mão do outro e falou:
- Esta criatura que você não está segurando a mão não é nenhum colega seu, ele é uma pessoa da sua família que você sente muitas saudades.
Assim a menina para quem a mestra disse isto começou a chorar, caiu no cão e gritou:
“– Vô, sai daqui!                                                                        
- Você já morreu!
- Você me ameaçava e abusava de mim. Mas, eu gostava do senhor...”
Após estas palavras a garota passou a ter convulsões, como se fosse um ataque epilético e foi levada para a coordenação.
Sabem o porquê aconteceu isto?
Resposta: Porque foi usada uma técnica de constelação familiar orientada por uma pessoa que não estava preparada. Poxa, uma situação destas aumenta mais o “bullying” e o preconceito na sala de aula ainda.
Estudo Lendas, Mitos e Tradições há anos e sei que isto é muito perigoso sem a orientação necessária.
Luciana do Rocio Mallon




sábado, 28 de novembro de 2015

Corrigindo: Galo do Comercial da Maionese Heinz

Vocês viram o novo comercial da Maionese Heinz ?
Onde tem um casal apaixonado de galináceos?
Poxa, eu não sou galinha. Mas, ao ver esta propaganda, tive vontade de ser uma. Pois o galo é muito mais romântico do que muito ser humano por aí. Afinal ele tem as seguintes atitudes: dá flores, brinca de Titanic, dorme de conchinha, toma vinho em frente à lareira, tira selfies, etc.
Será que isto prova que as criaturas românticas gostam mesmo é de galinha?
Porém, de um segredo eu tenho certeza: mulher não é dinheirista. Pois eu escolheria este galo cavalheiro, pobre e amoroso da propaganda da maionese em vez do galo playboy do comercial da Volkswagen que até carro tinha. Porém era machista e convencido.
( Confissões da Tia Lu )
Luciana Do Rocio Mallon​

Galo do Comercial da Maionese Hellmans

Vocês viram o novo comercial da Maionese Hellmans ?
Onde tem um casal apaixonado de galináceos?
Poxa, eu não sou galinha. Mas, ao ver esta propaganda, tive vontade de ser uma. Pois o galo é muito mais romântico do que muito ser humano por aí. Afinal ele tem as seguintes atitudes: dá flores, brinca de Titanic, dorme de conchinha, toma vinho em frente à lareira, etc.
Será que isto prova que as criaturas românticas gostam mesmo é de galinha?
Porém, de um segredo eu tenho certeza: mulher não é dinheirista. Pois eu escolheria este galo cavalheiro, pobre e amoroso da propaganda da Hellmans em vez do galo playboy do comercial da Volkswagen que até carro tinha. Mas era machista e convencido.
( Confissões da Tia Lu )
Luciana Do Rocio Mallon​

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Lenda do Fantasma da Foto Fake

Lenda do Fantasma da Foto Fake
Paulo era um jovem bonito, porém muito tímido. Por isto, ele apenas namorava através da Internet. Ele gostava de entrar em comunidades digitais virtuais atrás de fotos de mulheres sensuais. Mas apesar de ter mais de 2000 pessoas do sexo feminino no seu perfil, este rapaz se sentia sozinho porque apenas três mulheres bem mais velhas falavam com ele pelo computador.
Um dia, lendo mensagens num grupo virtual machista, este homem viu a dica de que uma das melhores táticas para conquistar meninas no mundo cibernético era criar um perfil fake feminino fingindo ser lésbica.
Paulo, não perdeu tempo, criou uma personagem chamada Rosa Violeta e procurou no Google a foto de uma moça loira. Assim ele foi adicionando mulheres, mas vários homens queriam falar com sua nova personagem. O interessante é que Paulo passou a ser paquerado, na vida real, logo depois que inventou esta personagem falsa na rede social. Tudo estava bem até que uma garota com um perfil misterioso, chamada Branca Esmeralda, solicitou amizade cibernética com Paulo. Conversa vai e papo vem, ele notou que seus gostam combinavam. Até que o jovem pediu para que a moça se mostrasse na CAN, porém ela só aparecia do pescoço para baixo.
Num feriado, seus pais resolveu viajar para o sítio no interior e Paulo permaneceu para cuidar dos negócios da família on-line. Mas como a procura estava baixa, ele passou o feriado inteiro falando com a namorada virtual. Então ela deu o seu endereço real para que ele fosse visita-la. Quando Paulo chegou ao local, uma senhora atendeu e o rapaz perguntou-lhe:
- A Branca Esmeralda, está?                                                   
A idosa respondeu:
- Esta menina viajou.
O moço indagou:
- Viajou para onde?
A anciã respondeu:
- Para o céu!
O homem disse:
- Uma cidade chamada Céu?
A velha explicou:
- Para o Céu mesmo. Pois, ela morreu num acidente de trânsito junto com os pais há cinco anos.
- Aliás, quer ver uma foto dela para tirar esta cisma?
Deste jeito, a idosa foi para a cozinha e voltou com uma foto.
O moço olhou assustado e gritou:
- Mas, esta é a foto do meu perfil fake!
A anciã explicou:
- Não entendo destas coisas de Internet. Apenas sei que minha neta morreu com meu filho e minha nora num acidente, numa estrada, neste mesmo feriado. A coitadinha nem tinha namorado. Éramos apenas nós nesta família.
Paulo saiu correndo, entrou em sua casa e foi direito para o computador tentar contato com Branca Esmeralda. De repente, ele sentiu um calafrio atrás e quando se virou viu sua namorada virtual que comentou:
- Este é o destino dos homens que usam fotos fakes, de mulheres que já morreram, na Internet. Porém o problema foi que me apaixonei por você.
- Por favor, me dê a sua mão que eu levarei você para um lugar muito bonito...
Quando os pais de Paulo chegaram, o jovem estava morto na frente do computador. Mas havia um perfil de casal com a foto deste homem com uma garota na tela. O nome do perfil era: Paulo e Branca - Amor Além da Morte Graças a uma Foto Fake.
Luciana do Rocio Mallon





Se Você Não Achou a Metade da Laranja, Existe Crush

Se Você não Achou a Metade da Laranja, Existe Crush

Tem pessoas que vivem atrás
De um romance para trazer paz!
Da sua laranja, querem a metade
Em busca da sonhada felicidade!

Mas, às vezes, a alma apaixonada
Faz papel de idiota, boba e otária
Quando a paixão não vale nada
Vira laranja de conta bancária
Quanto a gata é estelionatária

Quando a laranja fica difícil de encontrar
Porque mais parece uma estrela distante,
Sem pensar em álcool, vá correndo para um bar
Escolher um substituto refrigerante

Pegue um Crush, que é uma bebida
Feita de laranja, sem o bagaço
Ela é uma paixão calada e escondida
Um amor platônico sem estilhaço

Cada garrafa tem sua tampa
Crush é mais antigo que Fanta
É difícil o vidro cair e quebrar
Um amor em silêncio desafia o ar.
Luciana do Rocio Mallon





domingo, 22 de novembro de 2015

O Preconceito Contra Repentistas Mulheres

O Preconceito Contra Repentistas Mulheres
Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, resido em Curitiba e sou repentista, que é o poeta que faz versos de improviso com as palavras que as pessoas pedem na hora.
Descobri este dom, já no jardim da infância, numa brincadeira em que um aluno dizia uma palavra e outra criança deveria fazer um verso com este tema. Eu usava este jogo somente em círculos de amigos. Mas, em 2003, passei a frequentar saraus e eventos onde eu mostrava esta minha habilidade. Porém numa apresentação de repentes, um senhor de idade exclamou:
- Repentista mulher?!
- Como pode uma coisa destas?!
- O repente não admite meninas e elas não foram feitas para isto. Pois moças devem contar historinhas para as crianças e não fazer poemas de improviso.
Naquele instante resolvi ignorar aquele senhor. Depois fui às bibliotecas, à Internet e fiz entrevistas com professores para pesquisar a origem do repente. Logo, descobri que este jogo de fazer poemas com as palavras na hora, tem origem nas mulheres da Grécia. Naquela época, as moças gregas ficavam num lugar chamado Gineceu que era um espaço exclusivo para as mulheres. Lá elas exerciam várias atividades, compartilhavam conhecimentos e brincadeiras, um destes jogos era fazer versos com a palavra que outra moça pedia já que, naquela época, uma mulher além das prendas domésticas deveria saber Poesia e Música. Quando elas recebiam visitas de estrangeiras costumavam passar esta cultura para estas outras amigas. Assim a arte do repente foi se espalhando pelo mundo. Como a sociedade grega era muito rígida e preconceituosa, as mulheres viram a suas poesias, criadas no Gineceu, como um método de libertação.
Portanto, o repente, foi criado por mulheres e nada mais justo do que haver moças que exerçam este tipo de Arte, nos dias de hoje.
Quanto ao preconceito de ser uma repentista mulher, ás vezes, enfrento esta situação até hoje. Mas procuro esclarecer as pessoas de que Literatura e Poesia não tem sexo, pois a Arte é universal. O interessante é que através de pesquisas, descobri uma repentista do sexo feminino, de Portugal, da região do Alentejo, seu nome é Maia Rosa Madalena. Porém, não consegui mais informações sobre ela. Já, com relação ao Nordeste do Brasil, encontrei nomes como Maria Soledade, Mocinha da Passira, que também é bailarina folclórica, Zefinha do Chambocão e Minervina Ferreira. Porém acredito que o número de moças que exercem o repente seja bem maior. Espero que elas se manifestem cada vez mais porque só desta maneira é possível acabar com o preconceito.  
Luciana do Rocio Mallon





sábado, 21 de novembro de 2015

No Meu Tempo Band-Aid Era...

Na minha época aplicativo era um tipo de "baind-aid" gigante chamado Emplasto Sabiá, que a gente colocava na pele quando dava mal jeito.
Então, você chegava na farmácia e dizia:
- Quero um aplicativo.
Assim, o farmacêutico buscava o Emplasto Sabiá.
O interessante é que o produto era ótimo e funcionava mais do que qualquer massagem.
( Lembranças da Tia Lu )
Luciana Do Rocio Mallon​