segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Atenção Novo Golpe Na Praça: Falso Primo Perdido

Atenção, Novo Golpe na Praça       
Surgiu um novo trote no Brasil, que funciona assim:
O bandido telefona para a sua casa e diz:
- Boa tarde!                                            
- Aqui é o seu primo mais querido do interior.
- Adivinhe quem é?
Mas ele não fala o nome e insiste em que a pessoa adivinhe. Assim a vítima cita um nome. Então, o marginal inventa que é este primo e que está perdido na cidade. Deste jeito pede para a pessoa depositar o dinheiro numa conta.
Cuidado !
É golpe!
Quando atender a telefonemas estranhos sempre peça nome e sobrenome da pessoa.
Luciana do Rocio Mallon








domingo, 11 de janeiro de 2015

Borboleta da Poesia Espetada no Quadro do Destino

Borboleta da Poesia Espetada no Quadro do Destino

A borboleta da suave poesia
Voava pelo misterioso jardim
Suas asas batiam com maestria
Num magistral vôo sem fim!

Porém num dia cinzento
Surgiu um brabo caçador
Mal humorado e rabugento
Que pegou a borboleta com dor

Com a rede da realidade
Ele roubou esta borboleta
Somente por maldade
De sua alma xereta!

Com uma injeção de amônia
Ele feriu a borboleta da poesia
Em nome da realidade demônia
Ele brindou à depressiva agonia!

Ele espetou a borboleta colorida
No quadro do travesso destino
Fazendo da estrofe uma ferida
No seu próprio desatino!

Mas a borboleta tornou-se eterna
Com suas asas feitas de versos
E suas rimas doces e fraternas
Que não morrem em alfinetes perversos.
Luciana do Rocio Mallon







sábado, 10 de janeiro de 2015

Os Curitibanos e a Liberdade de Expressão

Os Curitibanos e a Liberdade de Expressão

- Zequinha, estes dias eu fui atravessar a Travessa da Lapa, no Centro de Curitiba,  e um expressão vermelho me atropelou.
- O expressão estava certo!
- Por que?
- Ele só estava exercendo a tão famosa liberdade de expressão, onde é possível atropelar o outro, sem freios, em nome do próprio acelerador.
( Descobertas da Tia Lu )
Luciana Do Rocio Mallon


Lenda da Cigana da Estação de Trem

Lenda da Cigana da Estação de Trem
                                                                               
A Cigana da Estação de Trem tem várias Lendas Urbanas, leremos algumas abaixo:
A Cigana e o Maquinista:
No século dezenove, Osvaldo era um maquinista que vivia passando em várias estações de trem. Numa destas viagens, de dentro do trem, ele viu uma cigana num acampamento, e se apaixonou por ela.
Mas, naquele mesmo dia, seu trem bateu em outra máquina e Osvaldo faleceu.
Assim o maquinista entrou no umbral e um anjo falou o seguinte:
- Você não foi mau o suficiente para ir ao Inferno e não tão bom o bastante para ir ao céu. Mas o Poder Superior deu uma chance a você:
- Seu espírito voltará à Terra e você deve se ocupar de um sentimento que ficou pendente e poderá usar o trem para isto.
Então Osvaldo lembrou-se da cigana, foi até o acampamento, declarou o seu amor e disse:
- Esperarei você na próxima estação de trem. Se eu não estiver lá, estarei em outra.
Ao entrar novamente no trem, o anjo apareceu de novo e falou:
- Você não usou sua chance corretamente, pois em vez de fazer o bem preferiu correr atrás de uma paixão. Por isto, será mandando ao Inferno e sua alma nunca mais voltará à Terra.
Enquanto isto a cigana foi, com duas malas pesadas, até a estação de trem mais próxima à procura de seu amado. Os dias se passaram e nada do maquinista apaixonado aparecer. Por isto, ela não conseguia mais comer. Mesmo assim decidiu ir até outra estação de trem. Porém antes que pudesse dar o próximo passo, a donzela faleceu de inanição.
Reza a lenda que seu espírito costuma aparecer em várias estações de trem do mundo, em busca de seu amado.
A Cigana Que Ajuda as Pessoas na Estação:
Um dia, minha amiga Cidinha Silva foi até a estação de trem de Paris, com três malas. De repente, ela notou que tinha perdido uma e começou a chorar.
De repente, apareceu uma cigana que indagou:
- O que está acontecendo?
Cidinha respondeu:
- Perdi a mala do meu padrasto e não sei o que pode me acontecer depois disto.
Deste jeito a cigana explicou:
- Darei uma olhada em toda a estação para ver se eu acho.
Cinco minutos depois, a jovem chegou com a mala perdida nas mãos e entregou à Cida, que agradeceu:
- Muito obrigada!
- Como posso agradecer?
- Qual é o seu nome?
A moça respondeu:
- Eu sou apenas a Cigana da Estação de Trem. Pois eu ando de estação em estação em busca de um maquinista que me prometeu amor eterno. Por enquanto vou ajudando as pessoas nestas estações até encontrar o meu amado.
Após falar isto, a donzela saiu e desapareceu, misteriosamente, entre as pessoas da estação.
Luciana do Rocio Mallon






quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Pau de Selfie

Pau de Selfie
                               
Eu sou o pau de Selfie, um artefato
Feito para você fazer autoretrato
Eu encaixo bem o seu novo celular
Para você tirar fotos em qualquer lugar
Na terra, no ar ou até no mar!          

Comigo, seu braço estendido
Nunca aparece na fotografia
Seu retrato não fica oprimido
Pois é a mais pura harmonia!

Um dia, neste mundo sem lei
Eu, simplesmente, me apaixonei
Numa magnífica tarde de Sol
Por uma vara de pescaria
Que usou a mais linda poesia
Como um prateado anzol
Que me hipnotizou com maestria

Agora tiro fotos de uma lagoa
Onde vivo uma paixão boa
Com minha vara de pescar
Que, ás vezes, vira outro pau de selfie
Em noites mágicas de luar
No ritmo do balanço do reggae.
Luciana do Rocio Mallon











terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Dicas Para Quem Está Com uma Visita Chata Nas Férias



Dica para quem está com aquele parente chato que chegou no Natal, passou o Reveillon com você e está até agora aí hospedado. O problema é que além de ser "entrão", este familiar é inconveniente e tem mania de limpeza. Pois reclama da suposta "sujeira" do ambiente, mas nem sequer ajuda nas tarefas de casa.
Quando o parente começar a encher o saco, você finja que não escuta e comece a cantar em voz alta, de preferência, uma música dos anos " mil novecentos e bolinha", estilo Agnaldo Timóteo, Gauby Peixoto, Dalva de Oliveira e Carmem Miranda.
Faça isto e depois me conte a experiência.
Afinal, isto NÃO é hóspede, é encosto!
( Dicas da Tia Lu )
Luciana Do Rocio Mallon

Eu Não Brigo Por Causa de Macho

Eu não brigo por causa de macho
Pois, quem luta por isto é rameira
Lavando calcinha no  frio riacho 
Para apagar o fogo da vida inteira 

Brigar por causa de homem é muita baixaria 
Estas loucas precisam de um balde água fria
Se eu correr atrás de macho foi porque ele roubou minha carteira
Não sou rameira, mas sim o ramo da árvore inteira.
Luciana do Rocio Mallon