domingo, 31 de agosto de 2014

Geração Sanguessuga

Geração Sanguessuga
Sanguessuga, no dicionário, é definido como um bicho que se alimenta do sangue de outros animais, podendo ingerir uma quantidade de sangue 500 vezes superior ao seu próprio volume. Há mitos que dizem uma sanguessuga é capaz de ingerir sangue, sem estar com fome, só pelo prazer da ganância, inclusive, o fato curioso está sendo estudo por cientistas.
Na última década aumentou algo que os profissionais de saúde mental têm classificado como Geração Sanguessuga, que são pessoas de caráter duvidoso, que provocam acidentes para se fazerem de vítimas e assim conseguirem indenizações atmosféricas de: empresas, instituições e até mesmo de outros seres humanos, com menos condições financeiras do que elas próprias.
No começo desta década tornou-se popular a história de uma mulher que colocou uma barata dentro de um iogurte com a intenção de processar a fábrica.
Tenho uma amiga que abriu uma pequena mercearia. Para evitar acidentes, ela colocou um chão áspero e só limpava o piso depois que fechava o mercado. Num dia, onde o estabelecimento estava cheio, uma mulher simulou uma queda, descaradamente, e depois processou a mercearia. Por causa disto o estabelecimento fechou as portas, pois a indenização foi atmosférica.
Outro golpe dado por seres da Geração Sanguessuga é este: o marginal invade o computador da vítima, faz perfis falsos em redes sociais e começa a assediar ele mesmo. Depois esta mesma sanguessuga consegue o IP do falso perfil, que é o do computador da outra criatura. Então com as falsas provas em mãos, o golpista dá queixa e pede indenização, que acaba sempre sobrando para a verdadeira vítima que é obrigada a pagar altas quantidades em dinheiro. Mas quem acaba como inocente é a sanguessuga.
Também há casos onde um autor escreve sobre um personagem fictício e, de repente, surge um aproveitador caluniando o artista dizendo que a personagem foi baseada em alguém da sua família só para obter indenização em dinheiro.
Infelizmente é assim que funciona a indústria suja das indenizações, onde as sanguessugas são as principais beneficiadas.
As pessoas da Geração Sanguessuga, em sua maioria, tem curso superior e ganham mais de cinco salários mínimos por mês. Afinal, sanguessuga é um animal ganancioso que se alimenta do sangue dos outros mesmo sem precisar.

Luciana do Rocio Mallon

sábado, 30 de agosto de 2014

Aviso Importante

Esclarecimentos:
Os fatos e personagens das lendas, que escrevo, são ficcionais e qualquer semelhança com pessoas vivas, ou, mortas além de fatos semelhantes é mera coincidência.
Luciana do Rocio Mallon 
#lucianadorociomallon 

Pé da Letra

Pé da Letra
Pessoas que levam tudo ao pé da letra
Não sabem o que significa interpretar
Confundem abelha com borboleta
E uma estrela radiante com luar!

Elas julgam o pé sem verificar a raiz
Por isto pegam o machado infeliz
Para cortar a árvore letrada e frondosa
De uma maneira nada carinhosa!

Elas julgam os pés sem saber o interior
Sem saber se estes humildes e pobres pés
Tem calos, unhas encravadas com dor,
Esporões, gotas, fungos ou chulés!

Elas se esquecem que desta árvore dadivosa
Nascem as frutas das sopas de letrinhas quentes
Que transformam uma tarde fria em maravilhosa
Com poemas doces, sinceros e ardentes
Alimentando os seres mais carentes!

Ás vezes estes pés precisam de meias
Para enfrentarem uma manhã gelada
Sem deixarem marcas nas areias
Numa noite suspeita e calada!

Pessoas que levam tudo ao pé da letra
Não sabem o que significa interpretar
Confundem abelha com borboleta
E uma estrela radiante com luar.
Luciana do Rocio Mallon






A Mulher Preconceituosa X Pedras

Jogar pedras na casa de uma mulher que xingou uma pessoa é agir de forma mais baixa ainda.
Não podemos valorizar a cultura do apedrejamento.
Ela já está sendo punida. Mas, as outras pessoas que moravam dentro da casa não tinham nada a ver com a besteira que esta moça fez.
Os inocentes não podem pagar pelos culpados.
( Descobertas da Tia Lu )

Lendas, Preconceitos e Coincidências

Lendas, Preconceitos e Coincidências
                             
 Não tenho nada contra religião nenhuma, pois tenho amigos de diversas crenças. Mas, ontem veio uma pessoa se dizendo evangélica, me xingando porque participei de uma coletânea chamada As Herdeiras de Lilith. Esta criatura começou a falar que Lilith é um demônio e que na coletânea há 15 escritoras que é o número do diabo. Depois ela começou a me chamar de satanás e outras coisas com palavras de baixo calão.
Este fato me recordou os anos oitenta, onde eu ia ao mercado, com a minha família, e gostava das laranjas de uma marca chamada Lili(sem th). Estas frutas viam num saco amarelo feito de redes, onde havia um logotipo com a marca e a figura de uma moça sorridente com uma guirlanda na cabeça.
Um certo dia, neste mesmo mercado, fui pegar o saco de laranjas. Quando, de repente, uma idosa, aparentando ser evangélica, olhou-me e exclamou:
- Não compre este saco!
Eu perguntei:
- Por que?                                     
A velhinha respondeu:
- Porque a marca chama-se Lili que é um demônio.
Não dei bola e mesmo assim peguei o saco.
Logo pensei:
- Não tem como uma moça simpática com guirlanda na cabeça ser um diabo.
Quando cheguei à sala de aula, perguntei à professora:
- Quem foi Lili?
Ela respondeu:
- Reza a lenda que Lilith foi a primeira mulher do Adão antes da Eva. O termo Lilith também é usado para designar a mulher que não se submete aos preconceitos da sociedade.
Naquele instante pensei:
- Esta mulher é a moça da guirlanda.
O interessante é que no mesmo dia, em que a pessoa evangélica me criticou por causa do livro, entrou na rede social uma jovem furiosa dizendo que o personagem principal, de uma lenda que escrevi em 2003, era um parente dela que morreu do mesmo jeito sobrenatural do meu conto de ficção. Eu expliquei que nunca conheci o referido parente e retirei a lenda do ar. Só não entendi uma coisa:
Se a lenda foi escrita em 2003, por que ela veio reclamar só em 2014?
 Poxa, coincidências existem e quanto a isto não tenho culpa. Minha principal inspiração foi o filme Halloween com a Jamie Lee Curtis.
Resultado: retirei a lenda do ar. Eu, realmente, lamento que uma pessoa tenha morrido, numa festa de Dia das Bruxas, como no filme Halloween I. Na época quando escrevi a lenda, pesquisei noticias reais sobre assunto, em jornais, e somente achei referências ao filme. O resto foi inspirado nas histórias orais que alguns idosos me contaram.
Peço desculpas à família do rapaz que, realmente, morreu numa Festa de Halloween.
Jamais quis ser irônica e muito menos brincar com a dor dos outros. Pois, já perdi muitos entes queridos.
Apenas desejo que saibam que coincidências existem e quando um autor retrata isto, ele não pretende ser debochado. Além disto, as lendas que escrevo são ficção e qualquer semelhança com a realidade não passa de mera coincidência. A própria palavra lenda significa causo fantasioso criado pelo povo.
Com estes acontecimentos, as mesmas perguntas voltaram a minha cabeça:
- A Arte imita a vida?
- A vida imita a Arte?
- Como é possível a cena de um filme de 1978, se tornar real em 2003?
Talvez somente Lilith saiba responder.
Luciana do Rocio Mallon







quinta-feira, 28 de agosto de 2014

NÃO Sou Casa de Praia

Eu tenho a obrigação de ser simpática. Mas, NÃO preciso sorrir o tempo inteiro. Afinal sou um ser humano e NÃO uma casa de praia para viver de fachadas.
( Confissões da Tia Lu )
Luciana do Rocio Mallon 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Galinha Pintadinha X Porca Pepa

Se você leva tudo no bico, está sempre azul de tanto amor que tem para dar e é limpinha. Mas, foi trocada por uma criatura nada higiênica, porém toda rosa de candura, NÃO fique triste. Pois, até a Galinha Pintadinha foi trocada por uma porca Pepa rosada.
( Conselhos da Tia Lu )
Luciana do Rocio Mallon