sexta-feira, 3 de julho de 2026

Descubra Como Eram as Roupas das Bailarinas das Danças da Curitiba de Antigamente – Desde Quando Se Chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o Século XIX

 

Descubra Como Eram as Roupas das Bailarinas das Danças da Curitiba de Antigamente – Desde Quando Se Chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o Século XIX

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e folclorista. Então pesquiso sobre as Danças de Curitiba de Antigamente – desde quando se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o século XIX.

Assim descobri que existiam vários tipos de Danças como: Dança da Colheita do Pinhão, Dança da Quirera, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, Dança das Leiteiras do Bacacheri, etc.

Mas a pergunta que chegou até a mim foi:

- Como eram as roupas das bailarinas das Danças da Curitiba de antigamente?

Minha resposta está abaixo:

- Segundo os folcloristas Pedro de Oliveira e Regina Célia Bostulim, essas bailarinas vestiam:

- Saias compridas, rodadas com anáguas e ceroulas embaixo: naquela época as mulheres vestiam, de forma obrigatória, saias longas que não marcassem o corpo. Inclusive elas poderiam ser condenadas na Justiça se usassem saias consideradas curtas e coladas. Essas dançarinas executavam lindos passos quando giravam com saias compridas. Porém, naquele tempo, era importante ter, pelo menos, uma anágua debaixo da saia longa para evitar problemas com a moral e a Justiça como já foi citado acima. Aliás, embaixo da anágua, a ceroula era obrigatória porque naquela época não existiam calcinhas curtas como hoje. Além disso, as ceroulas protegiam as pernas do frio tão típico de Curitiba.

- Blusas estilos Gipsy ou Boho Chic: essas eram as blusas usadas na época, algumas vinham com mangas bufantes estilos princesa ou ciganinha.

- Cinturão Com Cordas ou aventais: o cinturão com cordas era visto como o espartilho externo das mulheres de classes mais humildes como eram os casos das: lavadeiras, leiteiras e camponesas, que foram praticamente as criadoras dessas danças. Algumas, ao invés de cinturão com cordas, preferiam usar aventais na parte da frente do corpo.

- Sapato estilo boneca ou bota curta estilo rural: como os sapateados eram muito comuns nessas danças, as dançarinas costumavam usar sapato estilo boneca com salto baixo junto com a fivela, na frente, para o calçado não escapar do pé ou bota curta com salto pequeno para fazer percussão, com batidas, no chão de madeira.

- Sentiu vontade de vestir um traje assim e dançar?

Então, dance!

Pois, agora é só você vestir o figurino acima, assistir as minhas aulas virtuais gratuitas e se juntar ao meu grupo, das Danças de Curitiba de Antigamente, para dançar em eventos na cidade de Curitiba.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#folclore

#flocloredecuritiba

 

 


quinta-feira, 2 de julho de 2026

Preciso de Gente Para Montar um Grupo de Dança de Curitiba de Antigamente

 

Preciso de Gente Para Montar um Grupo de Dança de Curitiba de Antigamente

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou folclorista e focalizadora de Danças, no momento estou montando um grupo com Danças de Curitiba de Antigamente, desde Curitiba se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o Século XIX.

Então preciso de pessoas que gostariam de aprender e apresentar essas danças de forma gratuita.

A princípio as aulas serão virtuais, com materiais gravados nas redes sociais mais populares.

Se houver necessidade de aulas presenciais, consegui um corredor numa escola de Inglês, no Centro de Curitiba, para os ensaios.

A única exigência é que os interessados morem em Curitiba.

Luciana do Rocio Mallon

 

 


sábado, 27 de junho de 2026

O Significado do Movimento Naked Nails, Unhas Sem Esmalte na Vesteterapia

 

O Significado do Movimento Naked Nails, Unhas Sem Esmalte na Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas e da estética em geral.

Hoje recebi as seguintes perguntas:

- Por que as famosas não estão pintando mais as unhas e nem fazendo cutículas?

- O que é o movimento Naked Nails?

Minhas repostas abaixo:

O movimento Naked Nails é a tendência de não pintar as unhas e nem tirar cutículas muito profundamente, no máximo a mulher passa base ou vitamina fortalecedora nas unhas.

A tendência começou no final do ano passado, onde várias artistas famosas compareceram sem esmaltes nas unhas e sem fazer as cutículas.

Na Vesteterapia, a mulher que não pinta as unhas e não faz as cutículas é vista como prática, livre, comprometida profissionalmente, que não liga para a opinião dos outros e que se preocupa com a saúde. Pois já foi comprovado cientificamente que não tirar as cutículas protege as unhas e tira-las pode causar problemas. Sem falar que alguns esmaltes podem ter itens nocivos.

O movimento, Naked Nails, também é uma reação aos exageros às unhas em gel e às unhas pontiagudas, que não são nada práticas e exigem manutenções constantes.

Se nas décadas anteriores, ter unhas pintadas, grandes e com cutículas retiradas profundamente eram símbolos de glamour, hoje, não pintar as unhas e não tirar as cutículas é símbolo de empoderamento. Aliás, a mulher de 2026 tem coisas mais importantes para se preocupar do que pintar as unhas.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

#nakednails

 

 


terça-feira, 23 de junho de 2026

A Lenda de Belize da Música La Isla Bonita de Madonna

 

A Lenda de Belize da Música La Isla Bonita de Madonna

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou pesquisadora de lendas.

Desde 1988, as pessoas me perguntam:

- Onde é a “La Isla Bonita” da Música da Madonna?

- Qual é a lenda da música, “La Isla Bonita” da rainha do Pop?

- Onde fica a cidade chamada, San Pedro, da música?

Minha resposta abaixo:

Em 2009 conheci dona Consuelo, de 97 anos, que morou na cidade chamada, San Pedro, numa Ilha de Belize e ela contou uma lenda que provavelmente inspirou os produtores e os músicos da canção famosa.

Belize é um pequeno país que fica na América Central. Já a cidade de San Pedro fica parte Sul da Ilha de Amberguirs nesse mesmo país.

Segundo, dona Consuelo, nesse local existia uma cigana chamada Belize, que dançava Flamenco, curava doentes e salvava pessoas do afogamento porque ela era excelente nadadora. O problema é que um homem poderoso do local se apaixonou por essa moça, mas ela sempre dizia:

- Cigana só pode casar com cigano.

Então um dia esse homem se enfureceu e planejou algo ruim: ele deu bebida batizada para a jovem, que bebeu, desmaiou, depois foi amarrada com pedras e jogada ao mar.

No dia seguinte, várias pessoas deram falta da moça.

Porém, dias depois, ela passou a ser vista, entrando ao mar, à luz da Lua.

Meses depois, uma menina estava se afogando no mar. De repente, surgiu uma dama com trajes de Flamenco, que salvou a pequena e levou a criança até a areia. Depois da sua boa ação, a jovem entrou no mar e desapareceu misteriosamente.

A partir daquele dia, toda a vez que alguém estava prestes a se afogar, uma moça com roupas de Dança Flamenca surgia, de dentro do mar e salvava a pessoa. Dizem que isso acontece até hoje e que a salvadora seria Belize.

Luciana do Rocio Mallon

#laislabonita

 

 

domingo, 21 de junho de 2026

A Dança Chamada Curitibano e os Poetas de Improviso

 A Dança Chamada Curitibano e os Poetas de Improviso

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou folclorista e poeta de improviso.

Você sabia que Curitiba já teve uma Dança circular onde um poeta de improviso, ficava no meio da roda, fazendo versos, na hora, com as palavras que o público pedia?

Sim, o nome dessa dança era Curitibano. Mas, como para mim, essa dança ainda está viva, usarei na minha descrição o tempo no presente.

Enquanto os bailarinos sapateiam, giram suas saias rodadas no caso das mulheres ou capas esvoaçantes no caso dos homens, o poeta vai fazendo versos de improviso, no meio, de acordo com a sugestão do público. Também pode acontecer o desafio das rimas, quando mais de um poeta entra no meio da roda, assim o público vai pedindo palavras para eles rimarem e quem não souber rimar sai da roda. Mas vence quem rimar tudo e for eleito o melhor rimador pelo público.

O problema é que muita gente confunde a Dança Curitibano com o Fandango Caiçara, mas as diferenças são nítidas, como estão abaixo:

- Na Dança Curitibano, as pessoas podem dançar, em fila circular na roda, sem a necessidade de par. Já no Fandango Caiçara, o bailado é de par e geralmente num espaço circular.

- Na Dança Curitibano, a dama pode sapatear. Já, no Fandango Caiçara, quem sapateia é o homem, pois a mulher só balança a saia.

- A Dança Curitibano, quando é feita em grupo, é obrigatório ter um poeta que faça versos de improviso ou declamação de poemas.

Infelizmente, no século vinte com a urbanização, a Dança Curitibano foi uma tradição que se perdeu com o tempo. Mas que pretendo resgatar através de pesquisas.

Essa pesquisa foi baseada em entrevistas com: professores de História, pessoas do povo como várias idosas, que na época da pesquisa, tinham mais de 80 anos de idade e também através de materiais de época.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dançacuritibano

 

 

 

 

sábado, 20 de junho de 2026

Misantropia X Defesa Civil

 

Eu: - Você também recebeu um alerta de Misantropia?

Amigo: - Não conheço a rainha da beleza desse lugar chamado Tropia.

Luciana do Rocio Mallon

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Descubra a Frase Que Indica um Possível Agressor de Idosos

 

Descubra a Frase Que Indica um Possível Agressor de Idosos

Estamos no Junho Violeta, mês de combate à violência contra idosos.

Então como eu escrevo sobre o assunto e participei de livros sobre Envelhescência, recebi a seguinte pergunta de seguidores:

“- Tem alguma frase que identifica um provável agressor de idosos?”

Minha resposta abaixo:

- Para responder a essa pergunta entrevistei psicólogas e trabalhadoras da área de segurança. Assim elas me revelaram que existe uma frase, que todo os agressor de envelhescentes costuma dizer para se defender. Aliás, vou até camuflar a frase para que meu texto não seja barrado na Internet. A frase que identifica um possível agressor de idosos é:

“- Can4lh4s também envelhecem.”

Assim sabemos que existem anciãos de todas as índoles porque nem todos foram ou são bons. Porém é evidente que um idoso se torna frágil, com a idade, independente da sua personalidade. Também temos consciência que alguns envelhescentes foram narcisistas com parentes no passado, mas isso não justifica a violência. Por exemplo: uma pessoa que foi criada por um adulto narcisista e que depois de anos esse mesmo adulto envelhece com pouca saúde. Nesse caso, a vítima pode colocar outra pessoa como cuidadora do idoso, para evitar constrangimentos, já que a lei permite isso. Então não há como justificar a violência contra idosos.

A psicóloga, Cida Silva, afirma:

“- Os agressores de idosos dizem muito a frase: “Can4lh4s também envelhecem”, sempre quando tentam justificar alguma violência que pode ser física, financeira ou moral. Mas esse tipo de violência não tem justificativa. Portanto, os agressores precisam de terapia urgente.”

Então, tomem cuidado com quem usa a frase: “Can4lh4s também envelhecem.”

Luciana do Rocio Mallon