terça-feira, 7 de abril de 2026

Os Perigos do Meme Conhecido Como: Se Quiser Pode Vir

 

Os Perigos do Meme Conhecido Como: Se Quiser Pode Vir

A Trend, Se Quiser Pode Vir, viralizou em março de 2026.

Mas o problema é que pouca gente conhece a origem dela. Na verdade ela surgiu quando um menino de 11 anos, fez um vídeo mostrando a padaria dos pais com a frase:

“ – Se quiser pode vir...”

Realmente, não existiu má vontade. Pois era apenas uma criança tímida fazendo propaganda do negócio da família.

A questão é que várias pessoas começaram a imitar o garoto e batizaram o fenômeno de: “ A trend da má vontade.”

O problema é que isso pode afetar negativamente o menino que criou o vídeo, pois desse jeito o menor fica vulnerável ao bullying e às críticas negativas. Eu sofri bullying na adolescência, isso me causou Depressão profunda na época e reflete nos meus traumas até hoje.

Então eu nunca usarei essa trend porque tenho consciência de que a sociedade precisa proteger as crianças.

O curioso é que não vi ninguém, que se aproveitou da trend, oferecer ajuda ao menino ou a à família dele. Afinal, o garoto é um adolescente que merece consideração e respeito.

Portanto, vamos usar os memes e as trends com consideração e respeito, pessoal!

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#memesequiserpodevir

#meme

#trend

#trendsequiserpodevir

segunda-feira, 6 de abril de 2026

A Dança Chamada Curitibano e a Batalha de Rimas

 

A Dança do século XIX chamada, Curitibano, quando era dançada em grupo envolvia batalhas de rimas e poemas de amor. Um real exemplo da união da Dança Com a Literatura.

Luciana do Rocio Mallon

 

domingo, 29 de março de 2026

Dança da Colheita do Pinhão da Época em Que Curitiba Tinha o Nome de Vila Nossa Senhora da Luz

 

Dança da Colheita do Pinhão da Época em Que Curitiba Tinha o Nome de Vila Nossa Senhora da Luz

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Folclore e estou pesquisando sobre as Danças de Curitiba de antigamente. Já falei, nas redes, sobre as Danças das Lavadeiras do Rio Atuba, a Dança da Quirera, a Dança Chamada Curitibano, as Danças das Esposas dos Tropeiros e agora falarei sobre a Dança da Colheita do Pinhão.

O nome, Curitiba, tem tudo a ver com o pinhão que é a semente da Araucária. Pois o nome, Curitiba, vem do tupi-guarani porque é a união da palavra, “kury”, que significa pinhão e pinheiro junto com a palavra, “tiba”, que significa grande quantidade e abundância. Então a tradução fica: lugar que tem muito pinheiro e pinhão.

Reza a lenda que um indígena apontou para o marco zero da cidade e gritou a palavra:

- Kury tiba!

A verdade é que bem antes de Curitiba se chamar Vila Nossa Senhora da Luz e muito antes da colonização, do Brasil, pelos portugueses, nessa terra existiam os indígenas que já consumiam o pinhão e faziam danças em rituais para reverenciar esse alimento, que para eles, tinha poderes mágicos.

Com a chegada de novos povos como: brancos, afros e ciganos, aconteceu uma mistura fantástica de tradições.

Assim, quando Curitiba ainda se chamava, Vila de Nossa Senhora da Luz surgiu a Dança da Colheita do Pinhão.

A colheita, geralmente, acontecia em meados de abril até meados de julho.

Mas a Dança da Colheita do Pinhão tinha seu ápice em junho.

A coreografia tem raiz num ritual tupi-guarani de saudação à deusa da agricultura Ceuci que se misturou com algumas danças portuguesas na terra dos pinheirais. O bailado consiste em mulheres, de saias compridas e rodadas, dançando com cestos ou balaios repletos de pinhões. No meio da Dança elas deixam os balaios no chão e fazem gestos de reverência às sementes de araucária. Nesse momento, aparece uma pessoa vestida com penas azuis representando a gralha-azul, a ave que espalha sementes de araucárias, fazendo gestos que representam asas. No final da Dança, as bailarinas da colheita colocam os pinhões em cima de amontoados de folhas secas chamadas de grimpas ou sapés. Depois pessoas da comunidade fazem fogueiras para assar esses pinhões nesses mesmos sapés ou grimpas. Após isso os pinhões são retirados das brasas, com espetos longos e consumidos. Pois desse jeito, o pinhão fica com a casca torrada e o interior cozido, prática que deixa o alimento crocante e saboroso. Dessa maneira esse prato foi batizado de sapecada de pinhão.

No século dezenove, a Dança da Colheita do Pinhão, foi incorporada às festas juninas. Mas sua prática desapareceu porque o povo preferiu dançar somente quadrilha durante os festejos de junho.

Porém estou pesquisando as danças tradicionais de Curitiba de antigamente e pude concluir que a Dança da Colheita do pinhão tem uma história tão interessante que precisa ser novamente praticada pelas pessoas desse lugar.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dança

#dançadacolheitadopinhão

 

 


sábado, 28 de março de 2026

Dança das Esposas dos Tropeiros

 

Danças das Esposas dos Tropeiros

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Folclore e estou pesquisando sobre as Danças de Curitiba de antigamente. Já falei, nas redes, sobre as Danças das Lavadeiras do Rio Atuba, a Dança da Quirera, a Dança Chamada Curitibano e agora falarei sobre as Danças das Esposas dos Tropeiros.

Os tropeiros eram trabalhadores, principalmente entre os séculos dezessete e dezenove, que exerciam as funções de transportar tropas de animais como cavalos e mulas. Além disso, eles também transportavam mercadorias.

Assim as esposas dos tropeiros passavam meses sem ver os maridos. Para expressar essa saudade, essas mulheres criaram, de forma espontânea, as Danças das Esposas dos Tropeiros quando Curitiba ainda se chamava Vila de Nossa Senhora da Luz.

Essas danças se dividem em duas: Dança da Despedida e Dança do Acolhimento.

Dança da Despedida: as mulheres dançavam balançando lenços pequenos nas mãos. Culturalmente o ato de balançar panos com as mãos têm significados profundos. Quando uma dama faz sinal de despedida com o lenço para o amado, significa que ela promete ser fiel e essa ação, segundo a crendice popular, garante um reencontro posterior. Pois, segundo o mito, quando alguém balança um lenço para um viajante, está pedindo para que o anjo da guarda cuide dele. Então nessa dança tem giros com saias rodadas e lenços nas mãos. Ela pode ser dançada em círculos ou em linha reta ou de forma linear.

Dança do Acolhimento: esse bailado acontecia quando os tropeiros estavam voltando para visitar suas famílias. Então as mulheres dançavam com: cestas de frutas, instrumentos musicais e flores nas mãos. Pois isso significava acolhimento. Nessa dança tem giros com saias rodadas, balanços de saias, movimentos com flores nas mãos e instrumentos musicais como: pandeiros e tambores. Pois segundo a lenda, os pandeiros serviam para expulsar os espíritos invasores que podiam pegar caronas com os tropeiros durante as viagens.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dança

#dançadecuritiba

 

 


quinta-feira, 26 de março de 2026

Dança da Quirera da Época Em Que Curitiba Se Chamava Vila Nossa Senhora da Luz

 

Dança da Quirera da Época Em Que Curitiba Se Chamava Vila Nossa Senhora da Luz

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Folclore e idealizadora do projeto: Resgatando Danças Típicas da Curitiba de Antigamente. Já falei nas redes sociais sobre a Dança chamada Curitibano, que surgiu no século dezenove e sobre a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba que surgiu no período colonial.

Além das Danças das Lavadeiras do Rio Atuba na época em que Curitiba se chamava Vila Nossa Senhora da Luz, também surgiu a Dança da Quirera no mesmo período. Ela sofreu influência das seguintes etnias: indígena, afro, cigana e branca.

Essa dança pode ser realizada de diversas formas: em grupo, em dupla e até mesmo individual.

A coreografia é inspirada nos movimentos dos trabalhos rurais porque representam gestos de: semeadura, plantio, colheita, culinária e trato com os animais.

Os figurinos também remetem à vida colonial no campo, pois as mulheres dançam com saias rodadas, compridas, floridas e com anágua embaixo. Elas também usam sapatos que permitem sapateados no chão de madeira ou no solo de terra. Também é permitido dançar com pares de sapatos diferentes, por exemplo: um sapato estilo boneca no pé esquerdo e uma bota sertaneja no pé direito porque isso era comum na realidade daquela época.

As músicas falavam do trabalho no campo e eram tocadas com os seguintes instrumentos: viola, rabeca, pandeiro, tambor, sinos e, ás vezes, tinha até bandolim.  

A Dança da Quirera, geralmente, acontecia em eventos de comemoração à colheita ou em alguma festa onde o prato principal era a quirera.

A quirera é um prato que surgiu no período do Brasil-Colônia. Pois naquela época, nos sítios, existiam muito milho e criação de suínos. As vezes, por causa do mau tempo, era difícil cultivar ou criar outro tipo de alimento. Então as pessoas misturaram milho quebrado com carne de porco e batizaram de quirera. Os tropeiros e caixeiros viajantes descobriram esse prato pelas viagens ao interior e adotaram a quirera como culinária principal, pois era possível carregar essa comida em marmitas. Então quando os agricultores, do período colonial, eram agraciados com tempo bom e conseguiam cultivar outros alimentos, no final da colheita, faziam a Festa da Quirera como comemoração, onde nesse evento havia a Dança da Quirera.

Infelizmente, no final do século dezenove, com a industrialização, novas tecnologias e o êxodo rural, a Dança da Quirera foi uma tradição que desapareceu de Curitiba, mas que estou tentando resgatar através de pesquisas e demonstrações de danças práticas.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#quirera

#dançadaquirera

 

 

 

 

 

quarta-feira, 25 de março de 2026

A Dança Chamada Curitibano

 

A Dança Chamada Curitibano

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e lidero o projeto Resgatando Danças Tradicionais da Curitiba de Antigamente.

Já relatei sobre Danças das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança da Quirera que surgiram quando Curitiba ainda se chamava Vila Nossa Senhora da Luz.

Agora falarei sobre uma dança chamada Curitibano, que surgiu no século dezenove com influências dos: negros, índios, ciganos e brancos.

A dança, Curitibano, surgiu nos sítios e chácaras de Curitiba no século dezenove. Ela permite diversos componentes porque pode ser dançada de várias maneiras como: em par, em grupos e até mesmo sozinho.

Essa dança permite até que uma mulher dance sozinha. Pois ela surgiu numa época em que muitos homens foram buscar trabalhos em cidades distantes e assim deixaram suas esposas. Também naquele mesmo tempo, muitos homens trabalhavam como caixeiros viajantes e tropeiros. Assim também deixavam suas mulheres sozinhas em suas residências.

Então muitas damas passaram a dançar sozinhas, a Dança Curitibano, em festas e eventos. As vestimentas típicas desse bailado são: saia florida, rodada, de preferência estampada com flores e sapato para sapateado. A coreografia consiste em: giros, balanços com a saia rodada e sapateados.

O problema é que muita gente confunde a Dança Curitibano com o Fandango Caiçara, mas as diferenças são nítidas, como estão abaixo:

- Na Dança Curitibano, a mulher pode dançar sozinha em qualquer formato de espaço. Já no Fandango Caiçara, o bailado é de par e geralmente num espaço circular.

- Na Dança Curitibano, a dama pode sapatear. Já, no Fandango Caiçara, quem sapateia é o homem, pois a mulher só balança a saia.

Infelizmente, no século vinte com a urbanização, a Dança Curitibano foi uma tradição que se perdeu com o tempo. Mas que pretendo resgatar através de pesquisas.

Essa pesquisa foi baseada em entrevistas com: professores de História, pessoas do povo como várias idosas, que na época da pesquisa, tinham mais de 80 anos de idade e também através de materiais de época.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#dançacuritibano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


terça-feira, 24 de março de 2026

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

 

Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba

Na época em que Curitiba se chamava, Vila de Nossa Senhora da Luz, nasceu uma dança folclórica na cidade chamada Dança das Lavadeiras do Rio Atuba. Elas usavam muitos elementos como: tecidos, tábua de lavar roupa, escovas, bacias, baldes e principalmente grampos de prender roupas. Naquela época existiam grampos grandes que tinham os tamanhos das palmas das mãos e eles faziam sons de instrumentos de percussão. As lavadeiras, muito criativas, passaram a dançar com esses grampos como se fossem castanholas. Assim nasceu a Dança dos Grampos das Lavadeiras do Rio Atuba, onde elas giravam, com suas saias rodadas e batiam os grampos nos ritmos das músicas.

Focalizadora: Luciana do Rocio Mallon

Exemplos práticos:

https://www.youtube.com/shorts/m5-wCUB0Gsg

https://www.youtube.com/shorts/XQPmNE1bz28

 

#lucianadorociomallon

#dançadosgrampos

#dançadecuritiba

 

segunda-feira, 23 de março de 2026

Você Sabia que Curitiba, Quando era Vila Nossa Senhora da Luz, Além da Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, Também Tinha a Dança da Quirera?

 

Você sabia que Curitiba, quando era Vila Nossa Senhora da Luz, além da Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, também tinha a Dança da Quirera?

Na Dança da Quirera, as agricultoras faziam gestos que tinham relação com seus trabalhos diários. Essa dança acontecia nos eventos onde era servido um prato chamado Quirera.

Acompanhe minhas redes para saber mais sobre o assunto.

Luciana do Rocio Mallon – Folclorista

#quirera

#lucianadorociomallon

 

quinta-feira, 19 de março de 2026

Roupas Ideais Para Crianças Com Transtorno do Espectro Autista e Também Para Menores Com TDAH Conforme a Vesteterapia

 

Roupas Ideais Para Crianças Com Transtorno do Espectro Autista e Também Para Menores Com TDAH Conforme a Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou especialista em Vesteterapia, terapia holística através das roupas e também já fui professora de Educação Infantil.

Essa semana mandaram a seguinte pergunta:

- Quais são as roupas ideais para crianças com Transtorno do Espectro Autista e também para menores com TDAH conforme a Vesteterapia?

As repostas estão abaixo:

- Crianças com Transtorno do Espectro Autista e também com Déficit de Atenção, Hiperatividade e Ansiedade precisam de tecidos confortáveis, de preferência antialérgicos e feitos com algodão sem aquelas famosas etiquetas que penicam. Nesse caso as roupas precisam ser largas e confortáveis. Aqui entram os conjuntos de moletom que são ideais para crianças com TDAH e TEA. Também é preciso evitar roupas com botões e zíper que podem distrair os pequenos nas aulas e causar ansiedade na hora de ir ao banheiro. Por isso é necessário vestir essas crianças com roupas com elásticos e velcros que não emitam sons. No caso de menores com Espectro Autista é interessante comprar roupas com estampas de seus personagens preferidos ou que tenham relação com suas atividades preferidas. Na hora de comprar o uniforme escolar prefira as peças de moletom e camisetas largas com o logotipo da escola. Aqui com relação aos calçados, prefira tênis com velcro e nem pense em chuteiras com cordas porque crianças autistas e com TDAH possuem dificuldades de amarrar os cordões. Já, com relação às meninas, evite salto alto antes dos 17 anos, pois garotas no Espectro Autista e com TDAH tendem a ter acidentes com esse tipo de calçado. Mas essas garotas podem calçar sapatilhas urbanas, que são confortáveis e sapato estilo boneca em eventos formais.

Porém na hora do lazer essas crianças, citadas acima, gostam de usar fantasias das suas personagens favoritas.

Roupas confortáveis e fantasias você encontra na loja Maria Joaquina:

 https://www.instagram.com/mariajoaquina_modainfantil/

Texto escrito por: Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#vesteterapia

#autismo

#tdah

 


domingo, 15 de março de 2026

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança Tradicional?

 

Você Sabia que Curitiba Já Teve uma Dança tradicional?

Sim, era a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, quando Curitiba ainda se chamava, Vila Nossa Senhora da Luz. Elas dançavam com instrumentos de trabalho como: tábuas de lavar roupas, bacias, grampos, cestos e escovas que viravam até instrumentos musicais nas mãos delas. Essas moças dançavam como terapia para aliviar aquela vida dura. Além disso, a Dança também servia para aquecer todas no frio tão típico, de Curitiba, no inverno.

Deseja saber mais sobre essa Dança?

Então fique ligado nas minhas redes sociais, pois brevemente contarei mais.

Luciana do Rocio Mallon – folclorista

#lucianadorociomallon

#folclore

 

 

quinta-feira, 12 de março de 2026

Participei da Matéria Abaixo Sobre Dança na Maturidade

 

Participei dessa matéria como professora de Dança na maturidade:

https://entrelinhas.jor.br/2026/03/11/saude-bem-estar/danca-ajuda-idosos-a-preservar-memoria-autonomia-e-bem-estar/

 

Lenda da Cabra Escura Que Foi Salva da Sexta-Feira Treze

 

Lenda da Cabra Escura Que Foi Salva da Sexta-Feira Treze

Quando eu era adolescente, morava perto da escola, onde havia casas de muros baixos.

Um certo dia, eu e uma colega escutamos berros que pareciam ser de bode. Assim olhamos para dentro de um dos portões e havia uma cabra preta, de olhos azuis, amarrada no quintal. Logo indaguei:

- Quem criaria uma cabra na cidade grande?

Minha amiga comentou:

- Talvez seja por causa do leite, que dizem ser o melhor para crianças.

Naquela época eu estudava de manhã e pela tarde existiam atividades complementares, na escola, como: teatro, datilografia e aulas de reforço. Porém numa tarde dessas, eu fiquei até a noite fazendo exercícios de reforço de Matemática. Então tratei de voltar para a casa correndo. Porém ao passar, pela casa da cabra, escutei duas vozes humanas falando:

- A cabra preta será sacrificada na sexta-feira 13.

Saí correndo e contei para meus amigos que exclamaram:

- Precisamos bolar um plano para libertar a cabra!

Na noite seguinte, depois das aulas complementares, eu e alguns colegas notamos que todos da casa saíram numa Kombi, fecharam a casa e deixaram a cabra amarrada no quintal. Dessa maneira, as crianças pularam e cortaram a coleira da cabra que, no mesmo segundo, pulou o muro e saiu correndo. Dessa forma, saímos correndo de volta para nossas casas.

Naquela noite, com o quarto muito escuro, sonhei que estava numa montanha e a mesma cabra apareceu para mim. Nesse sonho, ela andou em minha direção e lambeu minha mão. Então senti que realmente, alguém lambia minha mão na vida real também. Acordei e mesmo assim continuei sentindo lambidas. Tentei gritar, mas minha voz não saía e continuei sentindo lambidas. De repente, senti barulhos de patas de cabra em direção à janela. Após isso, meu dedo conseguiu alcançar a tecla e acendi a luz. Porém a janela estava fechada, chegou a madrugada e no calendário vi que já era sexta-feira 13.

Assim lembrei que tinha um livro chamado, Oração da Cabra Preta, abri e comecei a rezar.

Luciana do Rocio Mallon

#sextafeira13

#sextafeiratreze

#lucianadorociomallon

 

 

terça-feira, 10 de março de 2026

Como Usar a Literatura Sênior Em Idosos Debilitados

 

Como Usar a Literatura Sênior Em Idosos Debilitados

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e além de ter formação em Letras também tenho curso de Cuidador de Idosos. Nesse curso tinha uma matéria chamada, Arte Para Idosos, onde ficava nítido que a Arte ajudava na memória deles e espantava a tristeza. A Arte que eu sou mais familiarizada é a Literatura. Quando visitei asilos, percebi que os envelhescentes que liam tinham a memória ativa, o vocabulário amplo e sabiam se expressar bem até mesmo ao relatar seus problemas de saúde aos médicos. Também percebi que eles se identificavam muito com a Literatura Sênior.

A Literatura Sênior se caracteriza por livros onde personagens têm mais cinquenta anos de idade. Normalmente seus autores estão entrando na envelhescência ou já estão na terceira idade também.

O problema é que muitas pessoas acima dos 75 anos de idade, apesar de usar óculos, possuem problemas de visão, fato que dificulta a leitura de livros. Nesse caso o parente ou cuidador precisa zelar para que o idoso não perca o prazer de ler. É nessas horas que o cuidador deve ler em voz alta páginas do livro que o paciente escolheu, que não precisa ser exatamente de Literatura Sênior.

Caso o idoso peça a sugestão de alguma obra, daí sim o cuidador deve sugerir algum livro que seja classificado como Literatura Sênior.

Aqui, grupos de debates sobre livros são excelentes atividades para que idosos treinem a socialização, a mente e se sintam acolhidos pela sociedade.

Outro método eficaz, que treina bem a memória do envelhescente é ele montar sua própria história. O cuidador deve estimular com frases como:

“- Já pensou em escrever, no papel, a própria história de vida?”

“- Sabia que hoje, com a Internet, está mais fácil escrever um livro?”

“- Você teve uma vida interessante, por isso deveria colocar sua história num papel.”

Se o ancião tiver dificuldade para escrever no computador, no celular ou no papel, nesse caso é papel do cuidador conseguir um lápis, um papel e escrever os fatos que o idoso contar oralmente. No final, o cuidador deve separar os acontecimentos em capítulos para formar uma base cronológica coerente.

Outra opção eficiente é realizar jogos de memórias fazendo perguntas sobre os personagens do livro de uma forma lúdica através de fatos curiosos da obra, usando mímicas e frases como:

“ – Qual seria a Música ideal para personagem tal?”

“ – Farei uma mímica representando um personagem e você precisa adivinhar.”

“ – Qual roupa você escolheria para vestir a personagem tal?”

Como Literatura Sênior indico o livro: Plenitude na Envelhescência – Uma Realidade Possível - Volumes 1 e 2, que é uma coletânea de textos de várias autoras organizado por Corina Ramos:

https://www.amazon.com.br/Plenitude-na-Envelhesc%C3%AAncia-Realidade-Poss%C3%ADvel-ebook/dp/B0CWH362K6

Então essa são algumas dicas de como trabalhar a Literatura Sênior em idosos que tem alguns problemas de saúde.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#literaturasenior

 

 

 

 

 

quinta-feira, 5 de março de 2026

Entrevista Com Felícia, Presidente da Associação de Mulheres de Campo Magro

 

Entrevista Com Felícia, Presidente da Associação de Mulheres de Campo Magro

 1 – Quando e como surgiu a Associação de Mulheres de Campo Magro? Oficialmente em 2022, mas começamos a nos organizar dois anos antes.

2 – Quais os serviços que a associação oferece para a comunidade? Durante o mês temos atividades todos os sábados, essas atividades envolvem: abertura da loja do brechó ofertando roupas e acessórios de qualidade com preço acessível; café literário uma vez ao mês com autoras municipais e de outras localidades; roda de conversa uma vez ao mês sobre temas como: saúde, direitos, empreendedorismo, como se deve ser de violências, etc.; contação de histórias para crianças uma vez ao mês. Além dessas atividades temos periodicamente feira para empreendedoras locais para exposição e venda de seus produtos; atendimento psicológico com valor acessível e atendimento jurídico gratuito, exclusivo para mulheres residentes no município. No momento estamos fechando parcerias para proporcionar cursos gratuitos e acesso a serviços na área da saúde com valor social.

3 – Quais as maiores dificuldades de manter uma associação como esta? Primeiramente recursos e mão de obra voluntária comprometida com a causa.

4 – Como a população pode ajudar a associação? Participando de nossos eventos; curtindo e compartilhando nossas postagens nas redes sociais; doando: livros, roupas, sapatos, móveis em bom estado de conservação.

5 – Qual o endereço físico da associação? Rua Jasmim, 278, Jardim Novos Horizontes, Campo Magro/Pr

6 – Quais os endereços virtuais da associação? @mulherescampomagrenses

7 – Deixe uma mensagem final para nosso leitores.

Venha conhecer a AMC - Associação De Mulheres Campomagrenses. Associação não governamental, sem fins lucrativos e a partidária. Com o propósito de promover paz, cultura, direitos e saúde a todas as mulheres Campomagrenses.

Expandir e garantir direitos! 

Perguntas elaboradas por Luciana do Rocio Mallon

 

Denúncia: Drones São Usados Por Marginais Para Monitoramento de Vítimas

 

Denúncia: Drones São Usados Por Marginais Para Monitoramento de Vítimas

Meu nome é Luciana do Rocio e trabalho com comunicação. Recebi uma denúncia de fonte confiável que, em Curitiba, um drone foi usado por um maníaco para saber onde ficava o quarto de uma mulher. Resultado: o marginal tentou quebrar a janela da moça para invadir o local. Mas se assustou com os latidos dos cachorros do vizinho que escutaram o barulho anormal. Nos dias anteriores, a família desconfiou ao ver um drone rondando a casa.

Dias atrás uma conhecida falou que ficou assustada ao notar que um drone rodeava a sua casa e logo desconfiou do ex marido.

Conversando com outras pessoas, descobri que drones, realmente, estão sendo usados por marginais para vigiar casas.

Isso é um crime contra a privacidade!

O problema é que drones, de diversas marcas e tamanhos estão sendo vendidos livremente pela Internet.

Enquanto isso, o povo além de trancar suas casas, também precisa ficar de olho com esses drones suspeito sobrevoando suas residências.

Precisamos cobrar das autoridades competentes leis mais rígidas sobre o uso de drones em áreas residenciais.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

 

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

O relato abaixo é real, mas os nomes foram trocados para proteger as identidades dos participantes.

Em 2025, Tily era uma artista e comerciante autônoma que usava as redes sociais para mostrar sua Arte e vender seus produtos.

Mas em dezembro daquele mesmo ano, a moça teve suas redes sociais banidas sem nenhuma razão plausível. Então toda a vez que ela tentava fazer um novo perfil, a página caía minutos depois.

Naquela mesma semana, ela sonhou com um rapaz moreno, em cima de uma moto, que estava num local cheio de lama que disse:

- Ajudarei você a voltar com suas redes. No momento, estou no Umbral. Mas quando eu morava na Terra, fiz coisas erradas e agora estou pagando meus pecados. Porém ajudar pessoas é uma das minhas missões para sair desse lugar.

No meio do sonho ela acordou assustada, mas só tinha algo em sua cabeça:

Recuperar seus perfis virtuais.

Assim ela procurou especialistas em Tecnologia para ajudar a resolver esse problema. Um dos profissionais aconselhou a artista comprar um chip novo e fazer novas redes através dele.

Dessa maneira ela comprou um chip novo, colocou no seu aparelho e baixou um dos aplicativos de redes virtuais. No meio do cadastro, de repente, surgiu a foto de um rapaz numa moto com o nome de Bryan Júnior.

Assim ela pensou:

- Será que fui hackeada?

Tily foi correndo para a loja de um técnico em Informática e explicou sua situação. Então ele respondeu:

- Você comprou um chip reciclado, que já pertenceu a pessoa, que está numa moto, na foto. Porém posso investigar, com mais detalhes, quem foi o dono do chip.

O técnico pesquisou no mesmo instante e falou:

- Esse chip pertenceu a um rapaz que morreu num confronto. Pelo rastreamento que fiz, descobri que o apelido dele era Bryan Junior, mas o nome real era Marcelo Augusto. Como ele já faleceu e não usa esse perfil desde 2017, posso reaproveitar a página e fazer um perfil novo para você, já que ele não tem nenhuma postagem e nem seguidores. Pois você é a nova dona do chip perante a nota fiscal.

Assim o profissional fez um novo perfil para Tily.

Depois de 50 dias, a artista teve suas redes antigas devolvidas pelas plataformas. Porém de algo, a artista tem certeza:

 O antigo dono do chip foi o rapaz que apareceu no seu sonho.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendas

#lendasurbanas

#lenda

#lendaurbana

 

 

 


sábado, 31 de janeiro de 2026

Sobre o Falecimento do Artista Davi Cartes Alves

 

Na última quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, faleceu o escritor, músico e funcionário público, Davi Cartes Alves, artista que conheço desde o final dos anos 90.

Naquela época, a Biblioteca Pública do Paraná, tinha um mural em frente a uma escada, onde autores poderiam expor seus textos datilografados. Então sempre que eu passava por esse quadro lia os poemas de um autor chamado Davi Cartes Alves. Numa dessas idas à biblioteca li um poema dele onde dizia que todas as pessoas deveriam expor seus textos em murais. Naquele mesmo instante, tomei coragem e decidi que enviaria meus textos para exposição naquele quadro. Assim a partir daquele dia, passei a entregar poemas todas as semanas para o mural.

No ano de 2003, aconteceu um concurso de Poesia, do Colégio Expert, aberto para toda a comunidade. Dessa maneira me inscrevi e um mês depois soube que meu texto foi selecionado para uma coletânea com outros artistas premiados no mesmo concurso.

No dia do evento, me sentei na plateia e a apresentadora pediu para que eu fizesse repentes de improviso no palco e ao descer do palco, um moço me perguntou:

- Você é a Luciana que sempre tem poemas no mural da biblioteca?

- Se for, sou seu fã!

Então respondi:

- Sim, sou eu e passei a expor meus textos graças a um poema seu que li no quadro.

A partir daquele dia, convidei Davi para participar de grupos de escritores.

Mas ele tinha talentos a mais: voz e violão.

Então, Davi me convidou para cantar junto com ele, nos eventos culturais, canções da dupla, Sandy e Júnior, muito em voga na época. Isso durou até 2004, quando voltei a trabalhar como balconista de loja. Depois a gente veio se encontrar, sem querer, no curso de Inglês do SESC em 2006.

Sou muito grata por essa amizade.

Assim, vá em paz amigo!

É como diz Santo Agostinho:

“A morte não é nada, é apenas uma viagem.”

Portanto, aproveite o céu dos artistas. Pois um dia, a gente se encontrará novamente.

Luciana do Rocio Malon

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Entrevista Com ABRATI

 

1 – Qual o nome da ONG e onde fica localizada?  

A ONG se chama Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade (ABRATI) e está localizada na Rua São Serapião, 953 – Vila Ré – São Paulo/SP.

 

2 – Como surgiu a ONG?  

A ABRATI nasceu em 29 de janeiro de 2008, a partir da experiência do fundador Álvaro Sena Filho, que percebeu a exclusão digital enfrentada por sua mãe e por muitas pessoas idosas. Inicialmente, a instituição foi pensada para apoiar crianças com Câncer, mas logo passou a focar na autonomia, saúde integral e inclusão digital da pessoa idosa.

 

3 – Quais os serviços que a ONG presta para a comunidade?  

Oferecemos aulas e atividades em tecnologia, atividade física, Arte e Cultura, além de terapias e atendimentos na Sala Saúde e Bem-Estar. Também promovemos eventos, bazares beneficentes e projetos sociais para a comunidade idosa.

 

4 – O que as vítimas de etarismo relatam?  

Muitas relatam sentir exclusão, preconceito e dificuldades para se inserir em ambientes sociais e profissionais, além de enfrentarem barreiras para acesso a serviços e oportunidades.

 

5 – Quais são as soluções que a ONG apresenta para as vítimas de etarismo?  

Promovemos inclusão digital, atividades que valorizam a autonomia e a saúde integral, além de campanhas de conscientização e espaços de acolhimento para fortalecer a autoestima e o protagonismo da pessoa idosa.

 

6 – Por que existe etarismo?  

O etarismo existe por preconceitos e estereótipos negativos associados à idade, muitas vezes alimentados pela falta de informação e pelo medo do envelhecimento.

 

7 – Como a sociedade pode combater o etarismo?  

Com educação, valorização da diversidade etária, inclusão em todos os espaços sociais e profissionais, e promovendo o respeito e a empatia com as pessoas idosas.

 

8 – Como uma pessoa pode buscar ajuda em sua ONG?  

Pode entrar em contato pelo telefone (11) 3535-0151.

Perguntas feitas por Luciana do Rocio Mallon

 

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Perfil Fake

 

Fizeram um perfil fake de mim, é esse abaixo. Por favor, denunciem:

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Entrevista Com ONG Velho Amigo

 

Entrevista Com Ong Velho Amigo

 

1.  Qual o nome da ONG e onde fica localizada?

Associação de Amparo ao Idoso - Instituto Velho Amigo
Endereço: Largo Leon Tolstoi, 42 – São João Clímaco, São Paulo – SP – Brasil

 

2.  Como surgiu a ONG?

O Instituto nasceu há mais de 26 anos com a visão de transformar o olhar da sociedade sobre o envelhecimento, ressignificando a vida de pessoas idosas e promovendo inclusão, autonomia e convivência.

 

3.  Quais serviços a ONG presta para a comunidade?

O Instituto Velho Amigo atua através de programas sociais que oferecem as ações de atendimento direto, desenvolvimento Institucional por meio;

· Programas de convivência e inclusão social, com atividades socioeducativas, emocionais, cidadania, cultura e lazer;

· Mutirões de saúde e bem-estar;

· Fortalecimento institucional de organizações que atendem pessoas idosas;

· Projetos educacionais e culturais para estimular protagonismo na terceira idade.

· Fortalecimento Familiar e Comunitário com ações de acompanhamento social.

 

4.  O que as pessoas vítimas de etarismo costumam relatar?

A sensação de não ser ouvida, ser “invisível”, sendo subestimadas por simplesmente terem idade mais avançada o que reflete o preconceito etário que ainda está presente em nossos serviços, nas famílias e no mercado de trabalho.

Não me ouvem, não me vêem

A minha idade não diz nada pra essa molecada, eles não nos veem e não respeita!

“Falam por cima de mim, como se eu não estivesse na sala.”

“Quando dou opinião, dizem que é coisa do passado.”

“Acham que eu não entendo nada de hoje, só porque tenho idade.”

“Só me procuram quando precisam de favor, nunca pra decidir nada.”

“É como se eu tivesse passado do prazo de validade.”

“Ninguém pergunta o que eu quero, só dizem o que é melhor pra mim.”

“Sou tratada como criança ou como incapaz, nunca como adulta.”

“Meu corpo envelheceu, mas minha cabeça continua funcionando.”

“Tenho história, tenho vivência, mas parece que isso não vale nada.”

“Quando erro, é por causa da idade. Quando acerto, é sorte.”

Sobre invisibilidade e desrespeito

“Passam por mim como se eu fosse um móvel velho.”

“Só lembram da gente em época de eleição ou campanha.”

“A gente vai ficando transparente.”

“Essa molecada acha que sabe tudo.”

“Não respeitam, não escutam, não aprendem.”

“Minha idade não significa nada pra eles.”

“Acham que velho só atrapalha.”

“Depois de certa idade, ninguém te contrata.”

“Tratam a gente como se não tivesse capacidade de aprender.”

“No médico, falam com a minha filha, não comigo.”

“Decidem tudo sem explicar, como se eu não fosse entender.”

“Não é que eu fiquei velha. É que o mundo parou de me escutar.”

· Nota frases colhidas nas oficinas de Cidadania promovidas pelo Instituto Velho Amigo e também, durante nossa campanha sobre a Invisibilidade realizada em 2025. A invisibilidade está nas palavras, nos gestos, nas pessoas. Ser visto é conviver novamente. https://www.instagram.com/reel/DHGoJNbxi3H/

 

 

5.  Quais soluções a ONG oferece para as vítimas de etarismo?

O Instituto trabalha com:

· Acolhimento e escuta ativa;

· Atividades cidadãs e de formação de protagonismo;

· Eventos de sensibilização para transformar a forma como a sociedade se relaciona com a velhice;

· Rede de diálogo com outras organizações e coletivos, reforçando que envelhecer com dignidade não é um favor, mas um direito humano.

· Atividades Intergeracionais através de ações voluntárias, com empresas, comunidades e famílias.

 

6.  Por que, na sua visão, o etarismo ainda existe?

Porque a sociedade ainda enxerga envelhecimento como limitação, e não como fase da vida com valor próprio;

Porque falta respeito estrutural e cultural;

Porque muitas vezes se aprendeu a tratar o envelhecimento como “problema” em vez de ver o potencial humano que envelhecer traz. Além de fazer parte do desenvolvimento humano, afinal se todos nos vamos envelhecer.

 

7.  Como a sociedade pode combater o etarismo?

Reforçamos que a sociedade precisa:

· Educar sobre envelhecimento respeitoso;

· Criar espaços de participação real para pessoas idosas;

· Valorizar a experiência e protagonismo dessas pessoas, não as deixar de lado por causa da idade;

· Inserir essa pauta nas empresas, escolas e serviços públicos como prática cotidiana

 

8.  Como uma pessoa pode buscar ajuda na ONG?

Você pode procurar o Instituto pessoalmente no seu endereço em São Paulo ou  Entrar em contato pelas redes e e-mails institucionais ;

NCI – Nucleo de Convivência da Pessoa Idosa – Regina Costa: Largo Leon de Tolstoi, 42 – São João Climaco/SP. Tel: 2368-9377

e-mails: pedagogico@velhoamigo.org.br e projetos@velhoamigo.org.br

Nosso site; https://velhoamigo.org.br/

E-mails; relacionamento@velhoamigo.org.br

contato@velhoamigo.org.br

Doações através da nossa plataforma; https://doe.velhoamigo.org.br/multiplas_velhices/single_step

Redes sociais oficiais:

· Instagram do Instituto — https://www.instagram.com/institutovelhoamigo/

·  

· Linkdin – https://br.linkedin.com/company/velhoamigo

·  

· Facebook - https://www.facebook.com/institutovelhoamigo/?locale=pt_BR

 

9.  Mensagem final para os leitores

“Velhice é potência. Respeito é dever. Dignidade é direito.”