terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

 

Lenda do Chip Fantasma Que Ajudou uma Artista a Recuperar Suas Redes Virtuais

O relato abaixo é real, mas os nomes foram trocados para proteger as identidades dos participantes.

Em 2025, Tily era uma artista e comerciante autônoma que usava as redes sociais para mostrar sua Arte e vender seus produtos.

Mas em dezembro daquele mesmo ano, a moça teve suas redes sociais banidas sem nenhuma razão plausível. Então toda a vez que ela tentava fazer um novo perfil, a página caía minutos depois.

Naquela mesma semana, ela sonhou com um rapaz moreno, em cima de uma moto, que estava num local cheio de lama que disse:

- Ajudarei você a voltar com suas redes. No momento, estou no Umbral. Mas quando eu morava na Terra, fiz coisas erradas e agora estou pagando meus pecados. Porém ajudar pessoas é uma das minhas missões para sair desse lugar.

No meio do sonho ela acordou assustada, mas só tinha algo em sua cabeça:

Recuperar seus perfis virtuais.

Assim ela procurou especialistas em Tecnologia para ajudar a resolver esse problema. Um dos profissionais aconselhou a artista comprar um chip novo e fazer novas redes através dele.

Dessa maneira ela comprou um chip novo, colocou no seu aparelho e baixou um dos aplicativos de redes virtuais. No meio do cadastro, de repente, surgiu a foto de um rapaz numa moto com o nome de Bryan Júnior.

Assim ela pensou:

- Será que fui hackeada?

Tily foi correndo para a loja de um técnico em Informática e explicou sua situação. Então ele respondeu:

- Você comprou um chip reciclado, que já pertenceu a pessoa, que está numa moto, na foto. Porém posso investigar, com mais detalhes, quem foi o dono do chip.

O técnico pesquisou no mesmo instante e falou:

- Esse chip pertenceu a um rapaz que morreu num confronto. Pelo rastreamento que fiz, descobri que o apelido dele era Bryan Junior, mas o nome real era Marcelo Augusto. Como ele já faleceu e não usa esse perfil desde 2017, posso reaproveitar a página e fazer um perfil novo para você, já que ele não tem nenhuma postagem e nem seguidores. Pois você é a nova dona do chip perante a nota fiscal.

Assim o profissional fez um novo perfil para Tily.

Depois de 50 dias, a artista teve suas redes antigas devolvidas pelas plataformas. Porém de algo, a artista tem certeza:

 O antigo dono do chip foi o rapaz que apareceu no seu sonho.

Luciana do Rocio Mallon

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Sobre o Falecimento do Artista Davi Cartes Alves

 

Na última quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, faleceu o escritor, músico e funcionário público, Davi Cartes Alves, artista que conheço desde o final dos anos 90.

Naquela época, a Biblioteca Pública do Paraná, tinha um mural em frente a uma escada, onde autores poderiam expor seus textos datilografados. Então sempre que eu passava por esse quadro lia os poemas de um autor chamado Davi Cartes Alves. Numa dessas idas à biblioteca li um poema dele onde dizia que todas as pessoas deveriam expor seus textos em murais. Naquele mesmo instante, tomei coragem e decidi que enviaria meus textos para exposição naquele quadro. Assim a partir daquele dia, passei a entregar poemas todas as semanas para o mural.

No ano de 2003, aconteceu um concurso de Poesia, do Colégio Expert, aberto para toda a comunidade. Dessa maneira me inscrevi e um mês depois soube que meu texto foi selecionado para uma coletânea com outros artistas premiados no mesmo concurso.

No dia do evento, me sentei na plateia e a apresentadora pediu para que eu fizesse repentes de improviso no palco e ao descer do palco, um moço me perguntou:

- Você é a Luciana que sempre tem poemas no mural da biblioteca?

- Se for, sou seu fã!

Então respondi:

- Sim, sou eu e passei a expor meus textos graças a um poema seu que li no quadro.

A partir daquele dia, convidei Davi para participar de grupos de escritores.

Mas ele tinha talentos a mais: voz e violão.

Então, Davi me convidou para cantar junto com ele, nos eventos culturais, canções da dupla, Sandy e Júnior, muito em voga na época. Isso durou até 2004, quando voltei a trabalhar como balconista de loja. Depois a gente veio se encontrar, sem querer, no curso de Inglês do SESC em 2006.

Sou muito grata por essa amizade.

Assim, vá em paz amigo!

É como diz Santo Agostinho:

“A morte não é nada, é apenas uma viagem.”

Portanto, aproveite o céu dos artistas. Pois um dia, a gente se encontrará novamente.

Luciana do Rocio Malon

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Entrevista Com ABRATI

 

1 – Qual o nome da ONG e onde fica localizada?  

A ONG se chama Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade (ABRATI) e está localizada na Rua São Serapião, 953 – Vila Ré – São Paulo/SP.

 

2 – Como surgiu a ONG?  

A ABRATI nasceu em 29 de janeiro de 2008, a partir da experiência do fundador Álvaro Sena Filho, que percebeu a exclusão digital enfrentada por sua mãe e por muitas pessoas idosas. Inicialmente, a instituição foi pensada para apoiar crianças com Câncer, mas logo passou a focar na autonomia, saúde integral e inclusão digital da pessoa idosa.

 

3 – Quais os serviços que a ONG presta para a comunidade?  

Oferecemos aulas e atividades em tecnologia, atividade física, Arte e Cultura, além de terapias e atendimentos na Sala Saúde e Bem-Estar. Também promovemos eventos, bazares beneficentes e projetos sociais para a comunidade idosa.

 

4 – O que as vítimas de etarismo relatam?  

Muitas relatam sentir exclusão, preconceito e dificuldades para se inserir em ambientes sociais e profissionais, além de enfrentarem barreiras para acesso a serviços e oportunidades.

 

5 – Quais são as soluções que a ONG apresenta para as vítimas de etarismo?  

Promovemos inclusão digital, atividades que valorizam a autonomia e a saúde integral, além de campanhas de conscientização e espaços de acolhimento para fortalecer a autoestima e o protagonismo da pessoa idosa.

 

6 – Por que existe etarismo?  

O etarismo existe por preconceitos e estereótipos negativos associados à idade, muitas vezes alimentados pela falta de informação e pelo medo do envelhecimento.

 

7 – Como a sociedade pode combater o etarismo?  

Com educação, valorização da diversidade etária, inclusão em todos os espaços sociais e profissionais, e promovendo o respeito e a empatia com as pessoas idosas.

 

8 – Como uma pessoa pode buscar ajuda em sua ONG?  

Pode entrar em contato pelo telefone (11) 3535-0151.

Perguntas feitas por Luciana do Rocio Mallon