quinta-feira, 23 de abril de 2026

Maionite, Ansiedade, Depressão e Angústia do Mês de Maio

 

Maionite, Ansiedade, Depressão e Angústia do Mês de Maio

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e hoje comentarei sobre uma palavra está causando polêmica nas redes sociais: maionite.

Em primeiro lugar preciso relatar que a palavra, maio, vem da deusa da Roma Antiga chamada Maia, a deusa das flores, das mães, dos casamentos e das ilusões. O mito diz que Maia tinha um véu, que podia esconder o que desejasse.

Hoje, no século vinte e um, muitos profissionais de Saúde Mental intitulam maionite, como: ansiedade, angústia e pânico que atingem muitas pessoas no mês de maio.

Os motivos principais são:

1 - Maio é Quinto Mês do Ano, Por Isso Muitas Pessoas Dizem:

- Já chegou maio e o que eu realizei da lista de promessas de fim de ano até agora?

- Estamos em maio e ainda não fiz nada de relevante!

Aliás, nesse mês, muita gente escuta uma paródia da música de Natal, cantada pela cantora Simone, na cabeça:

- Então já é maio e o que você fez?

Naturalmente, esses pensamentos levam à angústia e à ansiedade.

2 – Dia do Trabalho:

Primeiro de maio é dia do trabalho e isso leva muita gente a questionar suas realizações no setor profissional. Aliás muitas pessoas estão em uma dessas situações abaixo:

- Trabalha no que não gosta e ganha mal.

- Trabalha no que gosta, mas não ganha o suficiente.

- Trabalha no que conseguiu se encaixar, mas não sabe se ganha bem ou mal.

Seja lá qual for a situação acima, qualquer uma das alternativas provoca: angústia e ansiedade.

3 – Dia das Mães:

O Dia das Mães geralmente é no segundo domingo de maio. Porém muita gente vive uma dessas situações abaixo:

- A mãe faleceu há algum tempo, mas esse dia é sempre recheado de lembranças e saudades.

- A Mãe é Narcisista:

Nem toda a mãe é boa. Muitas mães têm frustrações e descontam nos filhos, principalmente, quando são crianças. Quando esses pequenos crescem e se afastam, sentem um sentimento de culpa quando chega o Dia das Mães.

- A Mãe Abandonou a Pessoa Quando Era Bebê:

Essa situação está cada vez comum e quando chega o dia das mães, a pessoa fica triste.

- A Mãe Mora Longe:

As vezes, por causa de trabalho, os filhos se afastam da mãe para focar na carreira profissional. Porém quando bate o Dia das Mães, surge um sentimento de culpa.

4 – Mês das Noivas:

Maio é considerado o mês das noivas desde a Idade Média. Mas, hoje, quando chega esse mês muitas mulheres com mais de 30 anos, que não casaram se sentem culpadas, mesmo que inconsciente. Porém, elas não estão erradas na solteirice, pois hoje a mulher pode trabalhar fora e ser independente, sem a necessidade de um relacionamento amoroso. Aliás, casamento é um risco, porque a mulher quando entra em um relacionamento não sabe se sairá vida devido ao alto número de feminicídios.

Atitudes para viver o mês de maio de uma forma leve:

1 – Saiba que a Culpa Não é Sua:

Se você sempre batalhou por um emprego bom, lutou pelos seus objetivos, foi fiel aos seus parceiros e respeitou a sua mãe, então se deu algo errado a culpa não é sua.

2 – Realize atividades lúdicas:

Para fugir da angústia e ansiedade, realize atividades como: Yoga, Meditação, Esportes e Artes em geral.

Como já foi citado acima, o mês de Maio recebeu esse nome, na Antiguidade, em homenagem à deusa Maia, protetora das mães e das flores, mas que também era a deusa da ilusão. Por isso, talvez o seu suposto fracasso seja apenas uma ilusão causada pela angústia de alcançar a perfeição.

Assim, se você se encaixa em um dos tópicos acima, o ideal é procurar ajuda de um profissional da Saúde Mental.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#maionite

#maio

#diadasmães

#diadasmães2026

 

 

 


quarta-feira, 22 de abril de 2026

A Origem da Expressão Preconceituosa: A Idosa Solteirona dos Gatos

 

A Origem da Expressão Preconceituosa: A Idosa Solteirona dos Gatos

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou da área da Literatura e pesquiso as origens das palavras com suas expressões. Além disso, tenho mais de 50 anos, sou solteira, sem filhos e crio gatos.

Ultimamente, recebi as seguintes mensagens:

- Você sabe qual é a origem da expressão machista: a solteirona dos gatos?

- Quando as pessoas passaram a associar a solteirice feminina com a criação de felinos?

Minhas respostas estão abaixo:

Infelizmente, todos já escutaram expressões machistas como: a idosa solteirona dos gatos ou a louca dos gatos.

Mas pouca gente sabe como surgiu essas citações.

No Antigo Egito as mulheres que permaneciam solteiras não eram vistas com desprezo como nas outras civilizações. Pois ainda na adolescência, algumas jovens eram escolhidas para servir o templo da deusa Héstia / Véstia, por isso eram chamadas de vestais. Elas precisavam ser virgens e somente eram dispensadas, do templo, depois dos 30 anos de idade. Nesse templo elas estudavam, faziam rituais e criavam felinos principalmente gatos que eram considerados guardiões espirituais. Aos 30 anos quando voltavam aos seus lares de origem, elas traziam alguns gatos do templo porque alguns animais se afeiçoavam a elas. É dessa época que vem o ditado infeliz que diz: “Solteironas gostam de criar gatos.” Porém, no Egito Antigo, essa atitude não era vista como algo pejorativo, ao contrário, era algo sagrado. Pois vestais e gatos eram divinos.

Mas foi na Idade Média que os moralistas passaram associar a solteirice feminina com criação de felinos de uma forma pejorativa. Pois geralmente as curandeiras, que viviam solitárias nas florestas, eram solteiras e criavam gatos. Infelizmente, na época medieval, muitas delas foram acusadas de bruxaria mesmo sendo inocentes. Além disso, casar e ter filhos era praticamente algo obrigatório na Idade Média e quem saia dessa regra não era visto com bons olhos.

Tenho mais de 50 anos de idade, sou solteira, sem filhos e tenho gatos como animais de estimação.

E você?

Luciana do Rocio Mallon

 

 

 


domingo, 19 de abril de 2026

Lendas do Gato Kiko Após Sua Morte

 

Lendas do Gato Kiko Após Sua Morte

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e sou a verdadeira autora do livro Lendas Curitibanas.

Como também sou dançarina, conheço várias costureiras do Centro de Curitiba porque sempre estou precisando ajustar figurinos.

Em março de 2025, uma costureira de uma galeria comentou comigo:

“ – Esses dias, ao entrar na galeria, levei um susto com um gato que estava mexendo na minha máquina de costura. Ele era branco com umas listas.”

Já, em agosto de 2025, uma profissional da costura, que trabalha perto da Praça Rui Barbosa, disse para mim:

“ – De vez em quando aparece um gato por aqui e senta nas máquinas.”

Em dezembro de 2025, uma outra costureira, que trabalha num prédio da Rua Quinze, falou:

“ – Esses dias tinha um gato dentro da caixa de tecidos, mas quando abri a porta do corredor, entrou logo no elevador que estava aberto.”

Esses relatos acima me lembraram da lenda do gato Kiko, que é bem conhecida na cidade de Curitiba. Pois é a história de um costureiro, do século dezenove, que reencarnou num gato que foi morar na loja Kisses, da Rua Doutor Muricy, onde era sua antiga residência. Na verdade, o gato morou no comércio até 2019. Pois em 2020, por causa da longa idade, ele passou a morar na casa da proprietária e nunca mais foi à loja.

Em abril de 2026, eu e uma colega resolvemos gravar um clipe de música e dança no Centro da capital paranaense. Um dos lugares que fomos gravar foi na rua Doutor Muricy. Logo passei em frente à loja Kisses e perguntei:

- Como vai o gato Kiko?

A lojista respondeu:

- O gato Kiko morreu em janeiro de 2025, pois estava bem velhinho.

De repente, pensei:

- Será que era o fantasma do gato Kiko que mexeu nas máquinas e nos materiais das costureiras do Centro?

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#gatokiko

 

 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

O Impacto das Gírias Virtuais na Linguagem Real

 

O Impacto das Gírias Virtuais na Linguagem Real

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora, compositora e escritora. Inclusive minha música, chamada Não Quero Fazer Demonização Virtual, é repleta de gírias virtuais e teve mais de sete milhões de visualizações na Internet. Hoje me fizeram a seguinte pergunta:

- Quais são os impactos das gírias virtuais na linguagem real?

- Quais os significados de palavras e expressões como: “cringe”, “farmar aura” e demonização facial?

Minhas respostas abaixo:

A língua é viva e por isso vive em constante modificação. Pois refletem as mudanças sociais e culturais.

As gírias nascem quando os jovens têm necessidade de exprimir sentimentos modificados, mas não encontram sinônimos impactantes e competentes para essa função, nos dicionários formais.

Tudo isso tem pontos positivos e negativos, que mostrarei abaixo:

Impactos positivos:

- Destaca o Neologismo, que é a formação de novas palavras, mostrando à sociedade que a língua é viva e está em constante transformação.

- Desenvolve a criatividade das pessoas, pois as gírias normalmente são criadas por jovens e essa atividade estimula a habilidade linguística deles junto com a competência de criar.

- Faz com que os idosos procurem se atualizar, pois quando um senhor ouve uma gíria, acontece uma dessas duas situações: se tem intimidade com o celular, logo, procura o significado da palavra no Google, mas se não em intimidade com Tecnologia, pergunta sobre a nova palavra para os netos. Isso faz com que o idoso trabalhe com a própria mente, evitando problemas como Alzheimer.

Pontos Negativos:

- Confunde a Linguagem Formal: aqui as novas gírias não entram rapidamente num dicionário formal, pois a Internet é rápida demais. As novas palavras até entram em dicionários virtuais, mas demoram para entrar em dicionários formais. Nas aulas de Redação eu até deixo os alunos colocarem gírias virtuais no texto, mas peço para que eles coloquem essas mesmas gírias entre aspas.

- Dificulta a Comunicação Entre Jovens e Idosos: anciões que não usam a Internet e nem têm jovens em casa, não conseguem compreender as gírias virtuais quando escutam essas mesmas palavras na rua.

- Perigo: psicopatas e abusadores podem se aproveitar das novas gírias virtuais para se aproximar de menores.

Exemplos de gírias virtuais:

- Cringe: é um adjetivo para algo fora de moda ou vergonhoso. Funciona como o sinônimo da palavra, “brega”, que foi uma gíria muito usada nos anos 80 que também surgiu para substituir a gíria, “cafona”, que foi muito usada nos anos 70. Isso prova que até as gírias evoluem. Aliás tenho uma música chamada, Cringe, onde o refrão fala: “acho que sou cringe / mistura de grunge com esfinge/ que muitas vezes finge.”

- Farmar Aura: ao escutar pela primeira vez essa expressão toda a pessoa pensa que se trata de algo espiritual, místico ou esotérico, porém não é nada disso. Em resumo, farmar aura, significa forçar a barra para ganhar “likes” e depois fingir que não fez esforço nenhum. A expressão é uma fusão do verbo, “farmar”, que no universo dos jogos virtuais significa fazer atividades repetidamente para acumular pontos e aura que significa energia, aquela luz invisível ao redor dos corpos humanos e que segundo esotéricos, de acordo com a sua cor, essa mesma aura pode destacar alguém na vida.

Na realidade o verbo, “farmar”, surgiu como gíria na Internet na época da já extinta rede social, Orkut, entre 2004 e 2006. Pois no Orkut existia um jogo chamado Fazenda Feliz, também como conhecida como: Happy Farm. Então toda a vez que alguém ganhava pontos no jogo, Happy Farm, a pessoa dizia que conseguiu “farmar”. O Orkut não existe mais, porém os jogos virtuais continuaram e agora temos a gíria, “farmar”, de novo.

- Demonização Facial: é quando uma pessoa faz harmonização facial, mas não fica nada harmônico.

Através desse texto é possível concluir que a língua está em constante mudança e por isso todas as pessoas precisam ficar ligadas nas mudanças. Pois até quem é cringe precisa farmar a aura.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#farmaraura

#farmaraaura

#cringe

 

 

 


domingo, 12 de abril de 2026

Nova Moda: Assistir aos Filmes Com as Roupas dos Personagens e Seu Significado na Vesteterapia

 

Nova Moda: Assistir aos Filmes Com as Roupas dos Personagens e Seu Significado na Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas. Hoje recebi as seguintes perguntas:

- O que você acha das pessoas que vão ao cinema com fantasias dos personagens dos filmes?

- Conforme a Vesteterapia, quais são as vantagens de vestir figurinos de personagens ao assistir filmes?

Minhas respostas abaixo:

Desde o último filme do Batman que foi lançado nos cinemas, depois do término da pandemia, uma moda virou febre: ir ao cinema com fantasias dos personagens.

Isso ficou bem nítido no lançamento do último filme da Barbie em 2023, onde meninas e mulheres foram vistas entrando nas salas de cinemas vestidas como Barbie. Não é à toa que na, mesma época, tecidos quadriculados de tons rosas se esgotaram nas lojas de malhas.

Agora, em abril de 2026, acabou de ser lançado o último filme do Mário Brós no cinema. Então as fantasias dos personagens, desse filme, estão sendo disputadas à tapas nas lojas. Há procura por figurinos de: Mário, Luigi e Princesa Peach.

Sou especialista em Vesteterapia e posso afirmar que a pessoa que se veste, de personagem, para ir ao cinema, memoriza melhor as cenas do filme e assimila de forma clara as mensagens da história. Pois a roupa faz com que o espectador entre no clima do enredo com mais facilidade, tornando a atividade descontraída. Assim afirmo que ao assistir um filme, é recomendável vestir a fantasia dos personagens para ter um melhor aproveitamento.

A Loja Maria Joaquina tem lindas fantasias do Mário e Luigi para assistir ao filme:

https://www.instagram.com/mariajoaquina_modainfantil/

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Os Perigos do Meme Conhecido Como: Se Quiser Pode Vir

 

Os Perigos do Meme Conhecido Como: Se Quiser Pode Vir

A Trend, Se Quiser Pode Vir, viralizou em março de 2026.

Mas o problema é que pouca gente conhece a origem dela. Na verdade ela surgiu quando um menino de 11 anos, fez um vídeo mostrando a padaria dos pais com a frase:

“ – Se quiser pode vir...”

Realmente, não existiu má vontade. Pois era apenas uma criança tímida fazendo propaganda do negócio da família.

A questão é que várias pessoas começaram a imitar o garoto e batizaram o fenômeno de: “ A trend da má vontade.”

O problema é que isso pode afetar negativamente o menino que criou o vídeo, pois desse jeito o menor fica vulnerável ao bullying e às críticas negativas. Eu sofri bullying na adolescência, isso me causou Depressão profunda na época e reflete nos meus traumas até hoje.

Então eu nunca usarei essa trend porque tenho consciência de que a sociedade precisa proteger as crianças.

O curioso é que não vi ninguém, que se aproveitou da trend, oferecer ajuda ao menino ou a à família dele. Afinal, o garoto é um adolescente que merece consideração e respeito.

Portanto, vamos usar os memes e as trends com consideração e respeito, pessoal!

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#memesequiserpodevir

#meme

#trend

#trendsequiserpodevir

segunda-feira, 6 de abril de 2026

A Dança Chamada Curitibano e a Batalha de Rimas

 

A Dança do século XIX chamada, Curitibano, quando era dançada em grupo envolvia batalhas de rimas e poemas de amor. Um real exemplo da união da Dança Com a Literatura.

Luciana do Rocio Mallon