sábado, 13 de junho de 2026

Rascunho de Projeto Cultural

 

Projeto Cultural do Curso

Introdução:

Nome do Projeto:

Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

O projeto é constituído de aulas de Danças, que surgiram em Curitiba, mas desapareceram com o tempo.

As aulas são para pessoas moradoras na capital do Paraná ou Região Metropolitana.

Essa oficina é interessante a todos que gostam de Cultura, mas o principal público-alvo é formado por: professores, estudantes, folcloristas e artistas.

As aulas serão ministradas em locais relacionados à Cultura como: escolas, universidades, bibliotecas, Ruas da Cidadania, centros culturais, ginásios de esportes, etc.

1 – Identificação do Projeto Cultural:

Folclore, Dança, História, Literatura e Comunicação.

 – Título do Projeto Cultural:

Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

 – Categoria:

Dança.

2 – Currículo do Proponente:

Nome: Luciana do Rocio Mallon

Localização: Curitiba – PR.

Whats: 41996512567

Formação: Letras Português com Espanhol pela UFPR, Magistério pelo Colégio São José e Hospitalidade pelo CEP.

Cursos Complementares: Informática Básica em diversas instituições; Técnicas de Vendas pelo SENAC; Auxiliar de Escritório pelo SENAC; Telemarketing pelo SENAC; Inglês Básico em vários lugares; Nova Reforma Ortográfica pelo SENAC; Flamenco pelo SESC; Dança Cigana Artística em Carmen Romero Dança Flamenca; Salsa Lady / Zumba com Rose; Folclore Paranaense com Regina Bostulim; Fandando Caiçara com Dona Mide, etc.

Atividades Artísticas: folclorista, repentista, escritora, bailarina, coreógrafa, blogueira e redatora.

Experiências profissionais: vendedora, balconista, redatora, influenciadora com Marketing Digital, focalizadora de Vesteterapia – Terapia Através das Roupas, professora de Dança, Redação e Literatura.

Tenho um blog e uma página no Facebook onde falo de diversos assuntos, como: Literatura, Moda e Variedades. Posso escrever uma crônica publicitária ou uma resenha, sem cobrar nada, com seus produtos, caso me enviem gratuitamente. Já fiz resenhas e textos para as empresas: Revista A Empreendedora, Portal das Manas, Eliel – Marido de Aluguel – Montagem de Móveis / Consertos, Indian Lipo, Cosméticos Curitiba, Centro Cultural Gabriela Valentina, Embelezze, Decor Arte – Decorações Para Jardins, Salão de Beleza Vívani Spa,Dialogue Method, Cogumelos Hopen, Redux Regatas Modeladoras, Barraquinha de Cachorro-Quente do Admilson, Guihost, Touro Bandido Emagrecedor, Revista Bonijuris, Sucos Orenji, entre outras.

 Também escrevo redações sobre qualquer assunto e causos de Literatura Fantástica que são lendas e contos de fantasias. Resgato lendas passadas de geração em geração e também trabalho com causos misteriosos atuais com uma pitada de fantasia.

Lojas onde trabalhei como balconista e vendedora interna:

- Centerfones;

- Esa Básica Magazine;

- Marisa;

- Casa Dois Irmãos;

- Mundo da Moda e

- Primeira Linha.

Livros:

Sou autora dos livros Lendas Curitibanas 1 no ano de 2013 com 20 contos e Lendas Curitibanas 2 no ano de 2019 com 40 contos. As duas obras falam de causos misteriosos da capital Paranaense e personagens fantásticos como: Gato Kiko, A Loira Fantasma, A Noiva do Belvedere, O Cavalo Babão, A Bailarina da Casa Hoffman, O Índio Tindiquera, etc.

Porém escrevo lendas do mundo inteiro nos blogs:

https://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=lupoetisa

http://lulendasepoesias.blogspot.com/

Também publiquei três contos de Fantasia na antologia, As Herdeiras de Lilith, organizada por Marilena Wolf de Mello Braga, em 2014. Lá há meus contos: Lenda da Cigana Malaguenha Salerosa, Lenda da Cigana Sheilla e Lenda de Monica Granuzo.

http://www.institutomemoria.com.br/detalhes.asp?id=239

Além disto, participei da antologia Lendas e Contos Populares do Paraná, em 2005, com os textos Lenda da Loira Fantasma e Lenda da Grávida da Praça da Ucrânia:

https://docplayer.com.br/211821-Lendas-e-contos-populares-do-parana.html

Também ganhei o Prêmio SESC de Literatura Infantil em 2017 e participei da antologia, do mesmo concurso, com o conto O Dia Em Que as Lendas do Paraná Foram Sequestradas:

https://issuu.com/sescpr/docs/coletanea_de_contos_infantis_sesc

Participações em Outras Antologias:

Poetas de Curitiba – 2001- Poema: A Chuva de Curitiba.

Ossos do Ofício - 2014 – O Dia Em Que Vesti uma Camiseta do Che Guevara - Humor;

Túnel do Tempo – Crônicas Curitibanas- Ano: 2014. Conto: O Dia Em Que Dancei uma Valsa Com Gilda – Drama.

Outros Prêmios: Concurso de Poesia do Colégio Expert em 2004 – Texto Premiado: Segredos da Alma de uma Poetisa.

Informações Complementares:

Também fui professora presencial de Redação e Dança, de ritmos variados, no Centro Cultural Gabriela Valentina desde janeiro de 2018 até novembro de 2022.

Vídeos com Danças e Declamações:

https://www.youtube.com/channel/UCiQyNpuhF4_RzTSTG6SbU6A

Entrevistas Para a Mídia:

Rede Globo:

http://gshow.globo.com/RPC/Estudio-C/noticia/2016/11/fantasmas-solta-estudio-c-mostra-fenomenos-de-arrepiar.html

Caça – Fantasma:

https://www.youtube.com/watch?v=SVRNVGLcH5w

Transamérica:

https://www.youtube.com/watch?v=Kapnrx2kc_k

Rede Mercosul:

https://www.youtube.com/watch?v=leN5bhJErFM

Tribuna:

https://www.youtube.com/watch?v=e4_qSNfJKU8

Instagram:

https://www.instagram.com/lucianamallon/

Entre 2022 até 2024 teve um programa de lives virtuais, pelo Facebook da rádio web, Amor e Vida, chamado Cultura Com Luciana do Rocio:

https://www.facebook.com/amorevidaradio

Contato:

Whats: 41996512567

 

3 . Portfólio do Proponente

http://lulendasepoesias.blogspot.com/

 

4. Mincurrículo da Equipe Técnica:

Luciana do Rocio Mallon: professora, folclorista, escritora, contadora de histórias e focalizadora de Danças.

 

5. Resumo do Projeto Cultural:

Projeto: Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente, Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove.

Objetivo: mostrar para a população que Curitiba já teve suas danças tradicionais. Além disso, as pessoas terão oportunidade de aprender os passos, com os acessórios adequados, para praticar essas danças em suas comunidades.

A focalizadora irá a locais como: bibliotecas, teatros, centros culturais, praças, escolas e universidades para ensinar a população sobre as Danças da Curitiba de Antigamente.

6. Objetivos:

- Mostrar para a população que Curitiba já teve suas danças tradicionais, que se perderam com o tempo, mas que ainda podem ser resgatadas.

- Estimular a criatividade.

- Valorizar as danças dos antepassados dos curitibanos.

- Não deixar que danças, de Curitiba de antigamente, se percam com o tempo.

6. Específicos:

Através da História da cidade, gestos e acessórios específicos, a focalizadora ensinará como se baila as danças da Curitiba de antigamente.

7. Ações:

Pré-Produção:

Produção:

Pós-Produção:

8. Justificativa, Impactos e Atendimento às Metas do Plano Municipal de Cultura:

Muitas pessoas dizem que Curitiba não têm danças típicas. Mas isso é uma mentira. Pois historiadores e folcloristas pesquisaram sobre o assunto e comprovaram que a capital do Paraná, teve danças que nasceram aqui, como:

- Curitibano.

- Dança das Lavadeiras do Rio Atuba.

- Dança da Colheita do Pinhão.

- Dança da Quirera.

- Dança das Leiteiras do Bacacheri.

- Danças das Esposas dos Tropeiros.

9 – Metodologia:

A focalizadora dará aulas expositivas falando sobre a História e os acessórios de cada Dança. Também terá a parte prática com dinâmicas de grupos, como danças e rodas em equipes.

10 – Público-alvo:

Pessoas moradoras da cidade de Curitiba, que tenham interesse por Folclore e Danças típicas que desapareceram, de cinco anos de idade em diante.

11 – Locais de Realização do Projeto Cultural:

Teatros, ginásios de esporte, academias, centros culturais, bibliotecas, escolas, praças e Ruas da Cidadania.

12 – Capacidade de Promover Acessibilidade:

Os locais escolhidos possuem rampas para cadeirantes, lugares reservados para idosos e gestantes. Também terá uma tradutora de libras. Além disso, os acessórios para as danças serão emprestados para as pessoas.

13 – Contrapartida Social:

Resgatar parte do Folclore de Curitiba que desapareceu com o tempo. Pois isso faz com que os moradores se sintam valorizados como parte importante da comunidade. Pois já foi comprovado que em locais onde há aulas culturais, a violência diminui.

14 – Divulgação / Marketing do Projeto Cutural:

A propaganda da Oficina de Danças da Curitiba de Antigamente - Desde Quando Se Chamava Vila de Nossa Senhora da Luz Até o Século Dezenove, será divulgada na Internet e através de cartazes em lugares físicos como: teatros, academias, centros culturais, Ruas da Cidadanias, escolas, universidades, bibliotecas e postos de saúde, pois dançar faz bem ao corpo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 7 de junho de 2026

Moda Inverno 2026 e a Vesteterapia

 

Moda Inverno 2026 e a Vesteterapia

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Ontem recebi a seguinte pergunta:

- Quais são as peças da Moda Inverno 2026 e os significados delas na Vesteterapia?

Minhas respostas estão abaixo:

1 - Teddy Coats Com Superfícies Felpudas: na Vesteterapia, os casacos felpudos, do lado externo, dão uma sensação de fofura, ternura e acolhimento porque lembram ursos de pelúcia. A pessoa que escolhe essa peça tem empatia, candura, gentileza e está disponível para ajudar o próximo.

2 - Blazers Estilo Terninhos Compridos e Largos: está na moda escolher blazers, com duas numerações a mais que a sua, porém eles precisam ser longos quase virando sobretudos. Para a Vesteterapia, quem veste esse tipo de roupa é uma pessoa determinada, segura, insistente, desafiadora, teimosa, com personalidade forte e que corre atrás dos seus sonhos.

3 - Macacão Comprido Com Blusa Quente Por Baixo: a mulher que se veste assim é prática, inteligente e consegue chamar a atenção sem querer.

4 - Jaquetas Com Muito Volume: para a Vesteterapia, a pessoa que se veste assim sabe manter segredos, se resguardar e consegue ocupar os espaços que conquista, por isso merece confiança.

Luciana do Rocio Mallon

#Vesteterapia

#ModaInverno2026

#Moda2026


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Caminho da Roça nas Festas Juninas

 

Caminho da Roça nas Festas Juninas

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora, professora de Literatura, Folclore e Dança.

Então, nesse começo de junho, recebi as seguintes perguntas:

- Como surgiu o Caminho da Roça nas Festas Juninas?

- Caminho da Roça é uma Dança Junina?

- Quem colocou ao famoso Caminho da Roça nas Festas Juninas?

Minhas resposta estão abaixo:

- Essas questões levantam muitas polêmicas porque para muitos especialistas o, Caminho da Roça, é um passo no meio da quadrilha e para outros é uma Dança Junina com vivência histórica.

Para ter uma visão geral é preciso estudar a História das Festas Juninas, que comentarei abaixo.

Na Idade Antiga, na Europa, muitas civilizações eram politeístas e adoravam deuses. Então as festas de junho eram para saudar o solstício de Verão, pedir boas colheitas aos deuses e homenagear os trabalhadores do campo. Mas, durante a Idade Média, com a expansão da Igreja Católica houve um trabalho dos religiosos para acabarem com os rituais pagãos. Assim a Igreja Católica retirou a celebração do solstício de Verão que pedia boas colheitas aos deuses e colocou as Festas Juninas em homenagem aos santos: São João, Santo Antônio, São Pedro e São Paulo. Porém as homenagens aos camponeses, nessas comemorações, permaneceram.

Na época do descobrimento do Brasil, portugueses vieram até nosso país, trouxeram seus costumes que se misturaram com as tradições dos indígenas, que já estavam aqui e dos afrodescendentes que vieram da África.

Já, no século dezenove, passou a ser comum europeus e os próprios brasileiros miscigenados comprarem terras no Brasil, mas com suas casas um tanto distantes das suas propriedades rurais onde trabalhavam ou tinham roças próprias. Assim com o objetivo de proteção, eles caminhavam em grupos, por meio de filas e encontravam adversidades como: cobras, chuvas, ventanias, saqueadores, etc. Dessa maneira, era comum quem estava na frente, dessas filas, dar avisos como:

- Olhem a chuva!

- Olhem a cobra!

- Olhem os saqueadores!

Segundo o professor de História, Pedro Oliveira, no século dezenove, numa Festa Junina de igreja, o sanfoneiro faltou. Então o coreógrafo da quadrilha falou:

- Como não tem música, vamos homenagear os agricultores dançando o caminho da roça árduo que eles fazem todos os dias para trabalhar.

Desse jeito, os dançarinos formaram uma fileira dançante, enquanto o coreógrafo dava as ordens:

- Olhem a chuva!

- Virem para o outro lado!

- É mentira!

- Virem para o lado certo!

- Olhem a cobra!

- Virem para o outro lado!

- É mentira!

- Virem para o lado certo!

Esses passos foram tão divertidos e deram tão certo, que foram incorporados nas quadrilhas de festas juninas.

Mas foi em meados da década de 1920, que as festas juninas passaram a ser incorporadas nas escolas, aos poucos e a partir daquele ano as quadrilhas passaram a fazer sucesso nos ambientes acadêmicos. Então os professores introduziam o passo, Caminho da Roça, no meio das danças por ter a coreografia de fácil entendimento e sem complicações para ensaios.

Porém foi a partir da década de 1970 que o passo junino, Caminho da Roça, se tornou uma Dança independente nas festas escolares de junho. Pois a partir daquele ano, o número de mulheres passou a ser maior do que o número de homens nas salas de aulas. Assim, para evitar confusão em danças de pares, as professoras de Educação Infantil e  Educação Física passaram a fazer trenzinho, ou seja, um aluno ficou atrás do outro sem a necessidade de par e depois era somente os estudantes obedecerem ao comando do Caminho da Roça na coreografia. Portanto foi assim que o Caminho da Roça passou de passo de quadrilha para uma Dança Junina independente.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#festajunina

#caminhodaroça

#festajunina2026

 

 

 

 


quarta-feira, 3 de junho de 2026

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

 

Homenagem Para Cremildes Ferreira Bahr

No dia 2 de junho de 2026, algo triste aconteceu: faleceu Cremildes Ferreira Bahr, a Dona Mide também carinhosamente conhecida como a Tia do Fandango Caiçara.

Ela foi uma personalidade importante para a Cultura popular do Paraná e me incentivou a pesquisar as Danças tradicionais de Curitiba que despareceram com o tempo, mas que hoje estou resgatando. Aliás se as fábulas tem o toque de Midas para o ouro, a Cultura paranaense tem o toque de Mide para a Magia preciosa do Fandango Caiçara.

Em 2009, eu fazia aulas de Dança Cigana Artística e conheci, Dona Mide, numa apresentação de Fandango Caiçara no Largo da Ordem. Logo me aproximei e começamos a conversar. Mas o diálogo abaixo me marcou muito:

“- Dona Mides, eu gostaria de pesquisar as Danças tradicionais que Curitiba tinha na época em que se chamava Vila Nossa Senhora da Luz até o século dezenove, porém que desapareceram com o tempo.”

Ela falou:

“- Isso é uma excelente ideia, pois não há uma pesquisa densa sobre esse tema. Eu escolhi o Fandango Caiçara e o Samba. Mas você pode pesquisar as danças com os seguintes nomes: Curitibano, Dança da Colheita do Pinhão, Dança da Quirera, Dança das Esposas dos Tropeiros, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba e Dança das Leiteiras do Bacacheri.”

Então segui esse valioso conselho, assim entrevistei historiadores e idosas que tiveram contato com essas danças na juventude. Dessa maneira, pesquiso essas danças até hoje.

Por volta de 2015, convidei dona Mide para dar uma palestra na escola onde eu fazia Danças Ciganas Artísticas, que era Carmen – Romero Dança Flamenca. Lá ela deu uma excelente aula e ainda sorteou CDs de Fandango Paranaense para o público. Assim fui uma das contempladas e guardo o CD até hoje.

Sou muito grata por tudo que aprendi com Dona Mide, pois ela foi minha principal incentivadora nas minhas pesquisas com Danças de Curitiba de antigamente.

Obrigada por tudo!

Luciana do Rocio Mallon

#Mide

#dançascuritbanas

#fandango

#donamide


terça-feira, 2 de junho de 2026

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Vesteterapia: Artista Olívia Rodrigo e o Vestido Florido Modelo Jumper

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou escritora, vendedora com mais de dez anos de experiência em moda feminina e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Nos últimos dias, recebi as seguintes perguntas:

- Qual o significado, para a Vesteterapia, do baby-doll florido usado pela Olívia Rodrigo?

- Como a Vesteterapia classifica a camisola florida de Olívia Rodrigo usada em shows?

Minhas respostas estão abaixo:

- Aquela roupa curta e florida da Olívia Rodrigo não é um baby-doll e nem uma camisola. Pois o corte e o molde de um baby-doll são totalmente diferentes. Na verdade, a roupa da artista, é um vestido florido modelo Jumper com manga curta estilo princesa, que no final dos anos 60 foi muito usado por mulheres, de todas as idades, porém em versões mais compridas.

Então, essa peça é de modelo semelhante ao que a personagem, Paty, do seriado Chaves usa. Aqui, no Brasil, esse vestido florido e curto é usado muito nas festas juninas, porém com uma bombacha curta ou bermuda, na parte de baixo, geralmente com a mesma estampa da peça.

Na Vesteterapia, a moça que usa um vestido curto, estilo Jumper, florido procura realçar a delicadeza, a sensibilidade, a leveza e a suavidade.

Portanto, a artista foi atacada pelos críticos de moda à toa.

Luciana do Rocio Mallon

#vesteterapia

#oliviarodrigo

#babydoll

 

 

 

 

 

 


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Entrevista Com Ana Pereira Sobre Danças de Curitiba de Antigamente

 

Entrevista Com Ana Pereira Sobre Danças de Curitiba de Antigamente

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon e desde 2009, pesquiso sobre lendas tradicionais de Curitiba que desapareceram com o tempo.

Para realizar a pesquisa, entrevistei idosas em asilos. Em 2017 Ana Pereira, na época com 97 anos de idade, respondeu as seguintes perguntas:

1 - A senhora falou que estudou em colégio interno, como eram as festas juninas lá?

“- A escola era só de meninas, então num domingo do final de junho, a direção montava uma festa no pátio da escola com barracas típicas como: pipoca, milho verde, pescaria de bonecos, etc. Mas as danças eram realizadas só por meninas e não tinha essa história de menina se vestir de homem, pois era colégio rígido. Aliás essa mania de garotas se vestirem de cavalheiros, nas festas quando falta rapaz, só começou de 1970 em diante. Assim, na minha juventude, as quadrilhas apresentadas mostravam: Dança Curitibano, Dança das Lavadeiras do Rio Atuba, Dança da Quirera e Dança do Colheita do Pinhão.”

2 - Como era a Dança Curitibano?

“ – As moças, com saias rodadas, dançavam num círculo, balançado a saia e fazendo sapateados. Depois uma delas entrava no meio e começava a declamar poemas.”

3 - Como era a Dança da Colheita do Pinhão?

“ – As alunas entravam vestidas de camponesas, com cestas e balaios cheios de pinhão, fazendo passos graciosos, depois jogavam os pinhões nas grelhas para as pessoas comerem o famoso prato chamado Sapecada de Pinhão.”

4 - Como era a Dança das Lavadeiras do Rio Atuba?

“- As estudantes vestidas de saias rodadas com aventais nos peitos entravam com os seguintes elementos: bacias, baldes e lenços coloridos dentro deles. Depois tiravam os lenços e dançavam com eles simulando a profissão de lavadeira. No meio da coreografia os lenços viraram asas e as moças faziam eles flutuarem no ar, mas elas mantinham os pés dançando no chão. Então era a minha dança junina preferida. Pois era muito leve.”

5 - Como era Dança da Quirera?

“ – As moças rodavam as suas saias, faziam sapateados melódicos e no final ofereciam um prato chamado, Quirera, ao público. Esse prato era delicioso, pois tinha milho moído com carne de porco.”

6 - Qual a mensagem que a senhora deixa para as professoras que ensaiam danças juninas?

“ – Peço para que elas ensinem as Danças Tradicionais Juninas de Curitiba, que eram ensinadas nos colégios internos como essas que citei: Dança da Colheita do Pinhão, Dança Curitibano, Dança das Lavadeiras e Dança da Quirera. Aliás o Paraná tem um Folclore bonito e não devemos deixar essa Cultura morrer.”

Luciana do Rocio Mallon

#dançascuritibanas

#dançasparanaenses

#festajunina

 

 

domingo, 31 de maio de 2026

O Livro Plenitude na Envelhescência Agora Tem na Versão Impressa

 

O Livro Plenitude na Envelhescência Agora Tem na Versão Impressa

- Você possui mais de 50 anos de idade?

- Gostaria de se preparar para a envelhescência?

- Há pessoas com mais de 50 anos de idade na família?

- Trabalha com Psicologia, Gerontologia ou é cuidador de idosos?

- Tem interesse em Literatura Sênior?

Seja qual for o seu caso acima, o livro Plenitude na Envelhescência é para você!

No começo de 2024, a professora, Corina Ramos, resolveu reunir escritoras, de 50 anos para cima, com o objetivo de escrever um livro sobre envelhescência.

A envelhescência é período que ocorre a partir dos 50 anos de idade quando a pessoa começa a se preparar para a terceira idade.

A principal personagem do livro é Dulce, uma mulher que está entrando na envelhescência e que busca amigas virtuais que estão passando pela mesma situação.

Assim ela consegue essas amigas, que são as escritoras desse livro, que dialogam com a personagem. Cada autora conversa sobre sua especialidade e assim ajuda Dulce a passar por esse período da vida.

O livro é importante para as pessoas de qualquer idade.

Aliás a obra, em e-book, foi finalista do prêmio Jabuti na categoria Economia Criativa.

Agora, esse mesmo livro está com a versão física.

Peça já o seu exemplar com a Corina Ramos.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

Dança Chamada, Curitibano, Junto Com Versos de Improviso

 

 Dança Chamada, Curitibano, Junto Com Versos de Improviso

No passado Curitiba tinha uma dança chamada, Curitibano, muito dançada em festas juninas. Nessa dança, as pessoas bailavam numa roda, com saias rodadas, sapatos sonantes e no meio era comum um poeta fazer versos de improviso com as palavras que o povo pedia.

Se você é professora da Educação Básica, que tal ensaiar essa dança com seus alunos?

Os estudantes, os pais deles e toda a comunidade vão amar!

Pois essa é a união da Dança com a Literatura!

Luciana do Rocio Mallon

Focalizadora de Danças

#lucianadorociomallon

#festajunina

#curitibano

 

 

 

 

 

sábado, 30 de maio de 2026

Vesteterapia: Pilar da Novela Quem Ama Cuida X Tecidos Animal Print

 

Vesteterapia: Pilar da Novela Quem Ama Cuida X Tecidos Animal Print

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Desde a primeira quinzena da estreia da novela, Quem Ama Cuida, tenho recebido perguntas como:

- A vilã, Pilar, só veste roupas em tecidos animal print, será que isso significa que ela é uma fera?

- Os tecidos, em animal print, da malvada Pilar tem algo relacionado à Vesteterapia?

Minhas repostas estão abaixo:

- Sim, as roupas da vilã têm relação com a Vesteterapia. Pois tecidos, com estampas estilo animal print, estão ligados com pessoas de personalidades fortes, sedutoras, controladoras e que sempre estão à caça. Nesse caso, as vestes realmente significam que a personagem é uma fera e está disposta a atacar por todos os lados, pois ela pretende interditar o irmão idoso, que está lúcido, para ficar com seu dinheiro. Outro detalhe interessante é a maquiagem forte de Pilar, que lembra muito o rosto de uma coruja tradicional. Aliás, a coruja é símbolo de inteligência, mas não aquela sabedoria ingênua, porém uma sabedoria com malícia disfarçada.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#quemamacuida

 

Dança do Pinhão Foi Divulgada na RPC

 

Dança do Pinhão Foi Divulgada na RPC

Ontem 29 de maio, a RPC apresentou uma matéria sobre pratos feitos com pinhão. Assim, já que sou pesquisadora de danças tradicionais de Curitiba, aproveitei a oportunidade e mandei uma mensagem falando sobre a Dança da Colheita do Pinhão, de anos atrás, que sempre acabava com um prato chamado sapecada de pinhão.

Meu recado foi lido no ar e a amiga, Cátia D., mandou seu comentário no meu Whats.

Agradeço à RPC e a colega Cátia D.

Luciana do Rocio Mallon

#pinhão

#dançadopinhão

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Como Lendas Urbanas Inseridas Em Novelas Podem Aumentar a Audiência

 

Como Lendas Urbanas Inseridas Em Novelas Podem Aumentar a Audiência

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora de lendas, professora de Folclore e Literatura.

Dias atrás recebi a seguinte pergunta:

- Por que quando uma novela está com baixa audiência, personagens de Lendas Urbanas entram na trama?

Minha resposta está abaixo:

 - Nesse ano de 2026 na novela, Coração Acelarado, a audiência subiu a partir do momento em que uma criatura com roupa escura, chapéu preto e capa apareceu em alguns capítulos. Primeiramente a criatura trocou as bebidas com poções mágicas. Mas como esse tipo de cena aumentou a audiência, a personagem começou a aparecer mais vezes, agora nas ruas escuras da cidade e levou o apelido de Meia-Noite, pois em muitos lugares existe a lenda de uma assombração com capa e chapéu que aparece justamente à meia-noite.

Também em 2026 a novela das nove, Quem Ama Cuida, estreou com pontos abaixo da média. Mas a tática de colocar uma Lenda Urbana na trama deu certo. Pois o personagem Otoniel, de Tony Ramos, foi trabalhar numa floricultura na frente de um cemitério. Logo, uma moça pálida misteriosa com cabelos loiros escuros, representada pela atriz Nathalia Dill, apareceu para Otoniel e pagou as flores com dinheiro dos anos 70, fato que lembrou a Lenda da Loira das Flores do Cemitério.

Mas essa não é uma tática nova, pois em 1985, quando a novela Roque Santeiro passou a receber críticas de moralistas, entrou em cena uma criatura misteriosa: o Lobisomem. Desde sua aparição, as críticas e ataques contra a novela passaram a diminuir. A música desse personagem, Mistérios da Meia-Noite, chegou a ficar nas paradas em primeiro lugar nas rádios de todo o Brasil naquele mesmo ano.

Em 1989 quando a novela, Tieta, começou a baixar audiência, uma nova personagem entrou em cena: a Mulher de Branco que atacava os homens da cidade à noite.

Em 1997 quando a novela, A Indomada, registrou péssimos índices de audiência, outra criatura misteriosa entrou no folhetim: o Cadeirudo, que era uma assombração com ancas grandes que atacava as pessoas à noite. Logo a audiência voltou ao normal.

Então conclui que personagens de Lendas Urbanas aumentam a audiência de novelas devido aos seguintes fatores: despertam a curiosidade, mexem com a memória afetiva do público, dão uma aura de mistério na trama e colocam um toque de Magia no enredo.

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

#lendasurbanas

 

 

 


quarta-feira, 20 de maio de 2026

O Boi de Mamão Em Curitiba

 

O Boi de Mamão Em Curitiba

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon sou escritora e professora de Folclore. Pesquiso sobre as danças folclóricas que existiam em Curitiba, mas que desapareceram. Hoje falarei sobre o Boi de Mamão ou Boi Com Cabeça de Papaia.

O Boi de Mamão é uma dança semelhante ao Bumba-Meu-Boi ou Boi-Bumbá. Mas a principal diferença é que, nesse caso, a cabeça do boi é feita de mamão. Essa dança foi praticada em Curitiba do século dezenove até a década de 1950, principalmente, nas Festas Juninas.

A principal brincadeira funcionava assim: pessoas faziam uma roda e no meio ficava uma pessoa fantasiada de boi. Então o boi encostava em alguém e essa pessoa precisava mudar de lugar com o dançarino que estava na fantasia do boi e assim por diante. Mas quem derrubasse a cabeça do boi no chão precisaria pagar uma prenda que seria uma atividade engraçada escolhida pelo grupo.

Minhas avós falaram que dançaram muito o Boi de Mamão nas festas juninas da escola em Curitiba.

Assista ao vídeo que fiz, nas minhas redes, com o tema e descubra mais detalhes.

E você?

Já conhecia essa Dança?

Luciana do Rocio Mallon

#lucianadorociomallon

 

 

 

Boi de Mamão é o nome do Bumba-Meu-Boi no Paraná e em Santa Catarina

 

Boi de Mamão é o nome do Bumba-Meu-Boi no Paraná e em Santa Catarina

- Luciana, Boi de Mamão é nome de algum prato típico aí de Curitiba?

- Não, Boi de Mamão é o nome do Bumba-Meu-Boi no Paraná e em Santa Catarina. Na Curitiba, do século dezenove, as pessoas dançavam Boi de Mamão nas festas juninas. Mas o detalhe interessante é que, aqui, a cabeça do boi era feita de um mamão grande.

Luciana do Rocio Mallon

#bumbameuboi

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terça-feira, 19 de maio de 2026

Consegui um Corredor, no Centro de Curitiba, Para Dar Aulas de Dança e Lendas Gratuitamente

 

Consegui um Corredor, no Centro de Curitiba, Para Dar Aulas de Dança e Lendas Gratuitamente

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou professora de Dança e Literatura tanto virtual quanto presencial.

Desde 2024, dou aulas apenas virtuais. Pois, além de cuidar da minha mãe idosa em casa, não encontrei uma sala, no Centro de Curitiba, para ministrar aulas presenciais de graça. Mas agora em 2026, consegui um corredor onde poderei dar aulas presenciais de Dança e Lenda gratuitamente. Isso me lembrou os seguintes ditados:

“- Quem quer faz, mas não quer arranja uma desculpa.”

“- Quando alguém fechar portas e janelas, use o corredor.”

Luciana do Rocio Mallon

 

 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Meu Sonho Era Ter o Quarto da Joélly da Novela Três Graças

 

Meu Sonho Era Ter o Quarto da Joélly da Novela Três Graças

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora, especialista em Vesteterapia e apaixonada por Moda vintage. Hoje desejo falar sobre o quarto da personagem, Joélly da novela Três Graças, que teve um destaque maravilhoso para a galera, que assim como eu, curte Moda vintage.

A principal obra de Arte que foi o brilho da novela, Três Graças, era uma escultura com três deusas gregas abraçadas em círculo. Porém outra obra que me chamou a atenção foi o quarto da personagem Joélly. Pois o recinto parecia ter saído de um quarto de menina de classe média alta do final dos anos 80 e começo dos anos 90. Nele tinha um abajur animado que mudava de cor, que era caríssimo há 40 anos atrás e constituía meu principal sonho de consumo nos anos 80. Aliás, no recinto, também existiam escrivaninhas de madeira totalmente vintage porque eram nesses móveis que a garotada fazia a lição de casa no final dos anos 70 até a década de 90. Além disso, encontrei nas imagens, desse local, um urso de pelúcia da marca, Lionela, igual ao que ganhei na minha formatura de Magistério em 1991. Sem falar das luzes antigas de Natal e as almofadas de metalassê que foram usadas na decoração do quarto, que fez a minha memória afetiva viajar pelo tempo.

E você, leitora?

O que achou do quarto da Joélly?

Luciana do Rocio Mallon

 


domingo, 17 de maio de 2026

Esclarecimento: Sou a Real Autora do livro, Lendas Curitibanas, Mas no Momento Não Faço Passeios Culturais Com Lendas

 

Esclarecimento: Sou a Real Autora do livro, Lendas Curitibanas, Mas no Momento Não Faço Passeios Culturais Com Lendas

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou a verdadeira autora dos livros Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2. Inclusive pesquiso lendas desde meus 6 anos de idade ou seja desde 1980, fato que pode ser comprovado através das minhas professoras do primário. Portanto, tenho mais de 40 anos de pesquisa dedicados às lendas da capital do Paraná.

Acontece que vivo um pesadelo desde novembro de 2024, quando pessoas decidiram fazer passeios culturais pagos de lendas da cidade sem me consultar. Então, a partir daquele momento passei a receber reclamações de seguidores e conhecidos com frases como:

“- Paguei por um passeio cultural com Lendas Curitibanas porque pensei que você seria a palestrante. Então gostaria que você fizesse um ressarcimento.”

“ – Você está cobrando cem reais por um passeio sobre Lendas Curitibanas, nunca imaginei isso de você que sempre pregou que os pobres têm direito à Cultura.”

Poxa, esses tipos de mensagens acima me magoam muito. Primeiro porque leitores meus se sentiram enganados e segundo porque não sou que administro esses passeios. Assim, para que as pessoas não se sentissem tão logradas, ofereci meus serviços virtuais em forma de ressarcimento, como: Redação, aulas de Literatura, consultas em Vesteterapia, aulas de danças temáticas, tiragens de Tarô, homenagens de aniversários, músicas personalizadas sem o uso da inteligência artificial, etc.

Então o objetivo desse texto é esclarecer à sociedade que nunca criei e nem sequer administro passeios culturais com Lendas Curitibanas. Além disso, nunca ganhei dinheiro com esse tipo de atividade. Aliás, eu sou a favor que as classes menos favorecidas tenham direito à Cultura, portanto, nunca cobraria cem reais por um passeio cultural com Lendas Curitibanas porque isso não combina com a minha ideologia. Não sou hipócrita e pratico o que prego.

Realmente eu teria condições de oferecer um passeio cultural sobre o tema porque sou formada em Letras, Magistério e Hospitalidade, que tem a ver com a área do Turismo.

Mas no momento não faço essa atividade gratuita para a população porque cuido da minha mãe idosa e doente.

Porém, assim que minha situação melhorar a primeira coisa que farei será um passeio cultural pelas Lendas Curitibanas, do Centro, totalmente GRATUITO para a população. Esse é meu compromisso com meus leitores e seguidores.

Portanto, peço que entrem em contato comigo toda a vez que verem alguma propaganda envolvendo eventos com Lendas Curitibanas, porque assim eu saberei se o evento é comandado por mim ou não. Pois é a única maneira que arrumei para evitar confusões.

Além disso, esse transtorno todo fez com que eu perdesse patrocinadores e agora nenhum deles quer republicar meu livro novamente.

Mas não tem problema, pois Lendas Curitibanas pode até ser meu hiperfoco. Porém pesquiso outros assuntos e sei fazer outras atividades também.

Não quero prejudicar o trabalho de ninguém, porém tenho o direito à transparência e também de colocar cartas limpas na mesa.

Portanto: nunca fiz passeios culturais com Lendas Curitibanas!

Agradeço a apoio de todos!

Atenciosamente,

Luciana do Rocio Mallon

Verdadeira autora dos livros Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2.


quarta-feira, 13 de maio de 2026

Como Virei Assessora de Imprensa

 

Como Virei Assessora de Imprensa

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora, professora de Dança, Literatura, Folclore e Redação. Além disso, também sou assessora de imprensa.

Sempre gostei de indicar as pessoas para trabalhos e funções onde seus talentos fiquem em destaques.

Em 2019, Regina Bostulim falou:

- Você tem excelentes contatos com a mídia e gosta de indicar as pessoas certas para entrevistas. Então você poderia ser assessora de imprensa. Pois quando não existia o curso de Jornalismo, eram os professores de Língua Portuguesa que exerciam as funções de assessores de imprensa nas mídias.

Então ainda em 2019 ela me indicou o curso virtual gratuito de Assessor de Imprensa, para quem já era da área da comunicação, com a professora Patrícia Oliveira.

O curso abriu meus horizontes e assim aceitei que realmente tinha vocação para ser uma assessora de imprensa mesmo que no ambiente virtual.

A partir de então, passei a ser uma voluntária na área indicando profissionais competentes para entrevistas e matérias jornalísticas.

Agradeço à Regina Bostulim e à professora Patrícia Oliveira pela confiança!

Luciana do Rocio Mallon

 


Grupo Amigos das Artes

 

Grupo Amigos das Artes

O grupo, Amigos das Artes, foi criado durante a pandemia para ajudar artistas, comerciantes, jornalistas e assessores naquele período sombrio. Mas dura até hoje porque é um local onde artistas e jornalistas podem mostrar seus trabalhos.

Jornalistas fiquem à vontade para pautas!

Comerciantes podem mostrar seus produtos!

A entrada é mediante aprovação dos administradores por motivo de segurança.

A participação é GRATUITA e sempre será!

É proibido:

- Jogo do Tigrinho.

- Preconceito.

- Pedir Pix ou presentes caros no privado dos colegas.

- Assediar colegas.

- Fazer propaganda de aplicativos sensuais como: Onlyfans. Privacy e Tinder.

Os participantes que cometerem os deslizes acima serão retirados do grupo como já aconteceu.

Por favor, se alguém tiver interesse em entrar no grupo, nos procure no privado.

Brayan Oliveira

Luciana do Rocio Mallon

 

 

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Como Usar os Arquétipos Estrela Mais Pop Star Para Ficar Famoso

 

Como Usar os Arquétipos Estrela Mais Pop Star Para Ficar Famoso

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e também mística, especialista em Vesteterapia e ativação de arquétipos esotéricos.

Nos últimos dias, recebi as seguintes perguntas de seguidoras:

- Sou artista, contratei jornalistas e assessores de imprensa para me tornar famosa e até agora nada, qual arquétipo você aconselha?

- Como você lançou a música, Não Quero Fazer Demonização Facial e ela teve tanto sucesso sendo que é muito ruim?

Minhas respostas abaixo:

Para conseguir sucesso e se destacar na mídia, não basta contratar assessores de imprensa, consultorias em comunicação e ter padrinhos com dinheiro porque é preciso ter talento e saber ativar os arquétipos certos.

Existe uma fusão de dois arquétipos que é maravilhosa: a estrela mais a pop star celebridade. Então você pode ativar desse jeito: pegue uma figura de estrela com seis pontas e coloque ao lado da foto uma celebridade, da área em que você deseja se destacar e que admire na parte artística. No meu caso, no começo abril de 2024, eu peguei a figura da estrela de seis pontas e coloquei ao lado da imagem da artista Madonna. No dia 21 de abril de 2024, eu lancei de improviso a canção, Não Quero Fazer Demonização Facial, que viralizou na mesma hora. Além disso músicos famosos na Internet fizeram acompanhamentos musicais porque acharam a canção interessante.

Em 2025, não usei mais essa combinação. Porém voltei a usar essa mesma fusão no final de abril de 2026 e a mesma música, Não Quero Fazer Demonização Facial, votou a ser vista sem nenhuma explicação racional.

Luciana do Rocio Mallon

 


Vestir Camiseta Branca com Calça Jeans é Sinal de Inteligência da Geração Z

 

Vestir Camiseta Branca com Calça Jeans é Sinal de Inteligência da Geração Z

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou escritora e especialista em Vesteterapia, estudo da personalidade através das roupas.

Hoje recebi as seguintes perguntas:

- Por que a geração Z tem como roupa principal a combinação de camiseta branca com calça jeans?

- O que você pensa de estilistas que criticam a geração Z por vestir camiseta branca com calça jeans quase diariamente?

Minhas repostas abaixo:

- Vestir camiseta branca com calça jeans é sinal de inteligência e segurança. Pois a pessoa é tão segura das suas qualidades, que não sente vontade de competir com os outros através de roupas extravagantes. O problema é que a Internet está repleta de pessoas que só sabem criticar o que os outros vestem sem ter uma base teórica em Vesteterapia como eu tenho. A geração Z está certa em usar a dupla, camiseta com calça, para atividades do dia a dia. Pois essa combinação é confortável e nunca destoa em ambientes populares.

Luciana do Rocio Mallon

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#vesteterapia

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A Coberta Que Prefiro no Frio

 

- Lu, no frio você prefere estar com coberta de lã ou de metalassê?

- Prefiro estar coberta de razão.

Luciana do Rocio Mallon

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Resultado do Concurso Sinhazinha Virtual Cultural

 

As festas juninas começam mês que vem e hoje saiu o resultado do concurso, Sinhazinha Virtual Cultural – 2026, organizado pelo grupo Dança Praça das Cerejeiras. Assim fiquei feliz ao saber que sou a vencedora. Pois para participar dessa competição era preciso mandar pesquisas sobre as Danças nas Festas Juninas de Curitiba, ter vídeos de Dança sobre o tema e com visualizações relevantes. Então mandei a seguinte pesquisa: Danças Tradicionais de Curitiba na Época Em Que Se Chamava Vila Nossa Senhora da Luz Até o Século XIX.

Meu agradecimento vai aos fundadores do grupo Dança Praça das Cerejeiras que organizaram o concurso.

Aproveito para afirmar que estou disponível para matérias e entrevistas sobre o assunto.

Luciana do Rocio Mallon

 

 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Gratidão ao FLAL

 

Gratidão ao FLAL

O FLAL é o Festival de Literatura e Artes Literárias totalmente virtual que participo há mais de 4 anos. Ele é um espaço democrático onde artistas, de todo o mundo, podem mostrar e compartilhar sua Arte. Pois ele é totalmente digital, gratuito e sem nenhum tipo de discriminação. Pois não há panelinhas, apenas pessoas que desejam dividir conhecimento.

Gratidão ao FLAL!

Luciana do Rocio Mallon

Homenagem Para Edvan Ramos da Silva

 

Homenagem Para Edvan Ramos da Silva

Hoje, amigos pediram para escrever uma crônica em homenagem a um amigo que se foi recentemente. Então eu aceitei porque ele era um artista que eu admirava e que também gostava de lendas e Folclore assim como eu.

No dia 5 de maio de 2026, a Cultura se despediu de uma figura importante: Edvan Ramos da Silva também conhecido como Barão de Potyguaras e Frater Potyguaras.

Ele foi poeta, pesquisador e comerciante de objetos antigos, aliás esse historiador tinha um local na Feira do Largo da Ordem onde expunha e vendia artigos “vintage”. Além disso, sua dedicação em estudar objetos raros era tão maravilhosa que ele faleceu dentro de uma loja de antiguidades.

Edvan Ramos também já fez parte da Maçonaria e da AMORC.

Simpatizante do movimento pela volta da Monarquia, o Barão Potyguaras sempre dava uma aula de História do Brasil para quem perguntasse sobre o assunto para ele.

Como incentivador da Arte ele frequentava o mesmo grupo virtual a qual pertenço, desde 2020, chamado Amigos das Artes. Lá ele sempre dava força para todos os artistas com palavras e dicas preciosas.

Com certeza o céu receberá de braços abertos esse historiador e incentivador das artes.

Meus sentimentos a todos.

Luciana do Rocio Mallon

 

 


segunda-feira, 4 de maio de 2026

Concurso Virtual Em Curitiba: Sinhazinha de Festa Junina

 

Concurso Virtual Em Curitiba: Sinhazinha de Festa Junina

O grupo, Dança Praça das Cerejeiras, apresenta seu concurso virtual de Sinhazinha.

Regulamento:

- Ser mulher com mais de 18 anos de idade.

- Morar em Curitiba ou Região Metropolitana.

- Estar no grupo: Dança Praça das Cerejeiras.

- Ter vídeos dançando músicas juninas ou tradicionais.

- Realizar pesquisas sobre Danças da Época Junina, em Curitiba, sem ajuda da Inteligência Artificial e sem plágios, exemplos: Bumba-Meu-Boi nas Festas Juninas de Curitiba, Dança das Leiteiras nas Festas Juninas de Curitiba, Dança das Fitas nas Festas Juninas de Curitiba, Catira nas Festas Juninas de Curitiba, etc.

Inscrições: De 30 de abril de 2026 até 7 de maio de 2026

Prêmio: certificado em evento.

Informações pelo whats: 4195659009


domingo, 3 de maio de 2026

Lenda do Fantasma da Dançarina da Sérvia

 

Lenda do Fantasma da Dançarina da Sérvia

 

Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou pesquisadora de lendas e também focalizadora de Dança. Então, ano passado, decidi dançar para meus amigos gravarem, vestida de preto e com xale nas costas numa rua pouco movimentada. Mas ao fazer os primeiros passos, escutei gritos de estranhos:

- Socorro!

- O Fantasma da Dançarina da Sérvia!

Meus amigos deram risadas, mas decidi não fazer mais aquele vídeo para não gerar confusão. Pois se tratava de uma área residencial.

Dessa maneira, a cena ficou no limbo da minha memória.

Porém, nos últimos dias recebi as seguintes perguntas:

- Como é a Lenda do Fantasma da Dançarina da Sérvia?

- Quem é a dançarina fantasma da Sérvia?

- Como é a coreografia completa da Lenda da Dançarina da Sérvia?

Minhas respostas estão abaixo:

- Para responder a essas perguntas pesquisei as respostas em diversas fontes. Mas quem contou a versão mais completa foi a dona, Teodora, que veio para o Brasil para fugir dos conflitos que aconteceram, na Sérvia, nos anos 90. Assim o causo é esse:

Nos anos 90, a Sérvia enfrentava conflitos armados durante a desintegração da antiga Iugoslávia.

Durante essa batalha morava lá uma senhora, apelidada de Plesni Cvte, que tinha fama de curandeira e que era bailarina de rituais. Então um dia, como forma de ritual para acabar com a guerra, ela foi para o meio de uma rua importante, entre uma escola e um hospital. Assim ela começou a dançar com duas facas na mão e ameaçava atacar quem se aproximasse ou quem desligasse seu aparelho de som. Mas, de repente, uma bomba caiu em cima da pobre.

Reza a lenda que a partir desse momento, pessoas passaram a ver uma senhora dançando com facas nas mãos, em ruas que ficavam entre escolas e hospitais. Aliás, conforme relatos, ela corria atrás de quem se aproximasse. Aliás, isso começou a acontecer em outras partes do mundo também. Porém esse causo sobrenatural até então ficou nos acontecimentos dos anos 90. Eu era jovem na época e me lembro de ter escutados boatos sobre a tal assombração.

Em 2019 surgiu um vídeo, na Sérvia, em que uma senhora dança com punhais nas mãos e persegue quem se aproxima. Depois surgiram muitos vídeos semelhantes em diversos lugares do mundo. Inclusive, alguns países fizeram até filmes baseados nesse causo da bailarina da Sérvia.

Com relação à coreografia inteira da Lenda da Dançarina da Sérvia, a Teodora ficou de me ensinar. Assim que estiver pronta, postarei nas minhas redes sociais.

E você?

Já viu o fantasma da dançarina da Sérvia?

Luciana do Rocio Mallon

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